Fintech de Empréstimos é o tema do Pequenas Empresas e Grandes Negócios

A Fintech Nexoos foi o tema central do programa PEGN (Pequenas Empresas e Grandes Negócios) desse domingo, mostrando como conecta empresas com investidores. Veja a reportagem abaixo:

“Startup de Serviços Financeiros ajuda Empresas que Precisam de Capital para Crescer”

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Link da Matéria: https://globoplay.globo.com/v/5836576/ . A matéria foi ao ar às 7:30 e será reprisada na Globonews às 8:30.

Para conhecer melhor a Nexoos: https://www.nexoos.com.br

 

 

Fintechs no Mundo S/A Globonews

Fintechs no Brasil

Na noite da última segunda feira, 2 de Maio, a  GloboNews apresentou o Mundo S/A sobre as principais Fintechs do Brasil.

O programa foi muito interessante, algumas fintechs como Nubank, BankFacil, Geru, entre outras foram citadas no programa. Temas como crédito, empréstimos, e investimentos aliados ao intenso uso de tecnologia foram o grande destaque.

Segundo Marcelo Bradaschia, sócio da FintechLab, hoje o Brasil conta com mais de 150 Fintechs.

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A Globonews geralmente disponibiliza as edições neste endereço, porém até o momento deste post o último episódio ainda não foi disponibilizado. Vale a pena checar porque em breve estará lá.

Quer saber mais sobre fintechConfira outros posts no blog.

Report Fintech Brasil

A revolução Fintech já está acontecendo no Brasil! A Fintech Lab lançou um estudo sobre o cenário brasileiro de Fintechs .

Com as próprias palavras da Fintech Lab:

“Em uma iniciativa pioneira no mercado brasileiro, com a participação de mais de 130 iniciativas de Fintechs, entregamos para você o Report FintechLab 2016. Nele, você encontrará um raio-x detalhado do mercado nacional (…). No report, você também encontrará a nova versão do Radar FintechLab, o mais completo mapa das startups de Fintech no Brasil. ”

Veja o relatório completo aqui, vale muito a pena!

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P2P Lending (Parte 3 – História)

O Início

O peer-to-peer lending está crescendo expo-Giles-Andrews_LG
nencialmente e conquistando o mundo, mas nem sempre foi esse sucesso. Tudo começou em 2005 com Giles Andrews, fundador da britânica Zopa (foto).
Logo depois surgiram as norte-americanas Prosper e Lending Club, em 2006. Na maioria dos países enfrentou problemas regulatórios, pois a atividade de aproximação das partes realizada pelas plataformas, muitas vezes é confundida com intermediação financeira. Demorou um tempo para essa nova modalidade se provar uma alternativa de crédito que traz benefícios para a sociedade. Um exemplo disso foi a Prosper, segundo maior plataforma dos EUA que precisou parar as operações por quase 9 meses em 2008; e a própria Zopa que teve problemas com suas operações na Itália.

 

Crescimento

No entanto, por volta de 2011-2012 o jogo virou. O peer-to-peer lending mostrou o seu valor e as autoridades locais precisaram agir para regulamentar essa nova atividade. Como aconteceu na Inglaterra, onde em 2014 o governo reconheceu a importância crescente do financiamento coletivo e regularizou essa nova modalidade de empréstimos (FCA 2014).

 

A Lending Club, maior player do ocidente, lançou a sua oferta pública inicial (IPO) em Dezembro de 2014, onde captou mais de U$8.9 bilhões.

 

America Latina

Na America Latina, o mercado de empréstimos P2P ainda não é desenvolvido como na Inglaterra ou EUA. No momento, as principais três empresas que oferecem empréstimos peer-to-peer são: Afluenta (Argentina), Cumplo (Chile) e Prestadero (México). No entanto, estamos em um momento chave onde diversas plataformas estão surgindo e devem ser apoiadas pois fomentam o crescimento das comunidades locais.

 

Plataformas pelo Mundo

A figura abaixo fornece uma visão geral das principais plataformas de p2p lending ao redor do mundo:
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Montate de empréstimos facilitados atualizado em abril de 2015

 

Tendência

No mundo inteiro essa modalidade de empréstimos está ganhando cada vez mais espaço e o crescimento tem sido exponencial, conforme pode ser visto no gráfico abaixo, que representa o total de empréstimos facilitados na Inglaterra, um dos mercados mais estáveis e maduros:

 

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Esperamos os próximos capítulos e principalmente que o Brasil venha a ter grande relevância nesse meio.

Espero que tenham gostado e comentem!

Abraços,
Daniel Gomes

Peer-to-peer Lending (Parte 1 – O que é)

P2P-Lending-and-Options-TradingConforme prometido, os primeiros posts fornecerão uma visão geral dos principais temas a serem discutidos no blog. O primeiro deles é o peer-to-peer lending (ou P2P Lending). Ainda não temos um termo exato em português. Talvez “financiamento coletivo”, “comunidade de empréstimos” ou ainda “empréstimos entre pares”— Qual você prefere? Alguma outra sugestão?

 

O que é?
Bom, antes de explicar, vale a pena lembrar basicamente como funciona um banco: De um lado temos os investidores, que colocam suas economias no banco em troca de um retorno –  por exemplo a famosa poupança. Do outro lado temos os tomadores de empréstimos, que pegam dinheiro do banco e repagam com o acréscimo de uma taxa de juros. Simplificando (bastante), o modelo de negócio do banco é fornecer o menor retorno possível para os investidores e por outro lado, a maior taxa de juros para tomadores, assim a diferença é a margem que fica para o banco.

 

Nesse contexto, o P2P lending surgiu como uma alternativa para ambos os lados não dependerem dos bancos. Ora, se o João precisa de dinheiro e ao mesmo tempo o Carlos tem dinheiro para investir, por que não conecta-los diretamente, ambos conseguindo taxas melhores que conseguiriam nos bancos? Simples assim, plataformas de P2P Lending são sites que conectam pessoas (ou empresas) que estão buscando empréstimos com investidores buscando retornos acima da média.

 

Como funciona?
Existem inúmeras variações na maneira de funcionamento das plataformas por todo o mundo, mas de maneira geral, elas seguem os passos a seguir:
 1) O tomador do empréstimo se inscreve na plataforma, preenche uma série de informações e solicita o empréstimo.
 2) A plataforma analisa a solicitação e aprova ou rejeita.
 3) Caso aprovada, a solicitacao é publicada na plataforma.
 4) Os investidores cadastrados acessam a plataforma e vêem todas as solicitações listadas, escolhendo quais lhe são atrativas e então podem investir.
 5) Caso a solicitação receba um número suficiente de investidores para completar 100% do valor solicitado, o empréstimo é então concretizado e o montante arrecadado é transferido para o tomador do empréstimo.
 6) Nos meses subsequentes, o tomador do empréstimo deve realizar os pagamentos de acordo com a taxa de juros e prazo acordados.

 

Quem pode participar?
O P2P lending surgiu como uma solução para pessoas, dai o termo peer-to-peer. Porém, hoje em dia existem muitas plataformas que também aceitam empresas como tomadores do empréstimo e investidores institucionais. Também existem plataformas especializadas em nichos, como por exemplo, financiamento estudantil ou mercado imobiliário. Ou seja, é uma alternativa aberta para diferentes segmentos.

 

Quais vantagens?
Não é novidade nenhuma que os bancos não estão satisfazendo às necessidades de seus clientes. Com o P2P lending, os usuários consegue uma série de vantagens.

 

Do lado dos tomadores, a principal vantagem é a taxa de juros, que geralmente é menor do que aquela oferecida pelos bancos. Além disso, o processo é 100% online , portanto muito mais simples e fácil do que pedir um empréstimo em um banco.

 

Já para os investidores, a taxa de retorno também a principal vantagem. Ou seja, ao invés de obter aproximadamente 6,5% ao ano na poupança, ou em torno de 13% em um CDB, por meio do peer-to-peer lending poderia obter retornos em torno de 15% a 25% a.a. Além do retorno, simplicidade, facilidade e controle total dos investimentos são outros benefícios.

 

Quais os riscos?
Sim, claro que existes riscos atrelado ao peer-to-peer lending. E devemos tratá-los com muita atenção. Essa questão será abordado no próximo post Quais os riscos de investir em peer-to-peer lending?.

 

Como começou?
Também irei escrever em breve um post sobre a “História do peer-to-peer Lending” para contar um pouco sobre as principais plataformas do mundo e como isso tudo começou.

 

Comentem e aguardem os próximos posts para mais informações.

 

Abraços,
Daniel Gomes