Conservação do solo: práticas que mantém a produtividade e protegem o meio ambiente

O Dia Nacional da Conservação do Solo é comemorado em 15 de abril, conforme a Lei Federal n. 7.876, de 1989, e tem como principal objetivo o aumento da conscientização quanto às degradações ambientais.

A data foi escolhida em homenagem a Hugh Hammond Bennett, tido como pai da preservação nos Estados Unidos. Ele também foi responsável por alertar quanto às práticas prejudiciais para o ambiente.

O dia nacional de conscientização também estimula discussões sobre boas práticas de cultivo e preservação do meio ambiente. –

A importância da conservação do solo para o meio ambiente

Segundo relatório da Food and Agriculture Organization of United States (FAO), lançado em 2022, em parceria com a equipe da Embrapa Solos, 33% dos solos em todo o mundo está em processo de degradação.

Isso inclui prejuízos como erosão, salinização, compactação, acidificação e contaminação.

Além disso, as terras estão captando menos carbono da atmosfera, de modo a interferir nas mudanças climáticas.

Ainda, são elementos que dificultam as práticas de agricultura e prejudicam a produção vegetal. Com a concentração de carbono na atmosfera, também acelera o efeito estufa.

Por esse motivo, é preciso avançar na adoção de práticas sustentáveis e conhecimento do solo para sua preservação.

Conheça algumas práticas importantes de conservação do solo

Para celebrar o Dia Nacional de Conservação do Solo, vale conhecer algumas práticas importantes para reduzir a degradação e potencializar a fertilidade do solo.

O plantio direto, a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta e a fixação biológica de nitrogênio são tecnologias que, segundo aponta a Embrapa Solos, tornam a agricultura familiar ou o agronegócio sustentável.

Algumas empresas se destacam pelo uso de técnicas como o plantio direto, que consiste no baixo arado e no aproveitamento dos elementos naturais da superfície no momento de acomodar as sementes, como no caso do Agronegócio Estrondo

Devido à prática desse sistema, utilizado desde os anos 2000 pelo Agronegócio Estrondo, foi possível ampliar a produção de milhões de toneladas de soja, colocando o Oeste da Bahia como uma das regiões com maior aproveitamento para o plantio.

Sistema Santa Fé

Além do Plantio Direto, o Sistema Santa Fé é outra prática que combate ervas daninhas e colabora para maior conservação do solo.

Esse é mais um sistema de cultivo sustentável adotado pelo Agronegócio Estrondo. Trata-se do aproveitamento intensivo das áreas agrícolas, produzindo forrageiras, como a braquiária, na entressafra. Ou seja, o cultivo principal, como o milho, é intercalado com a produção de forragens aproveitadas para o plantio direto.

O resultado é a melhora do solo, redução de até 30% na necessidade de água para irrigação e diminuição da erosão.

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