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Alta Sazonal De Fim De Ano Pressiona A Indústria De Embalagens E Etiquetas

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Alta Sazonal De Fim De Ano Pressiona A Indústria De Embalagens E Etiquetas

Aumento do volume de produção, prazos mais curtos e necessidade de planejamento antecipado desafiam fabricantes e fornecedores da cadeia de embalagens.

O último trimestre do ano representa, historicamente, um dos períodos de maior pressão sobre a indústria de embalagens e etiquetas no Brasil. Datas como Natal e Ano Novo concentram campanhas promocionais, lançamentos de edições especiais e aumento significativo do consumo, o que se reflete diretamente na demanda por embalagens, rótulos e soluções de identificação de produtos.

Dados da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) indicam que o setor de embalagens costuma registrar crescimento relevante no segundo semestre, impulsionado principalmente por alimentos, bebidas, cosméticos e produtos de higiene, segmentos fortemente impactados pela sazonalidade de fim de ano. Informações do IBGE, por meio da Pesquisa Mensal do Comércio, mostram que o varejo brasileiro tende a ampliar o volume de vendas no último trimestre, o que pressiona toda a cadeia produtiva a operar com maior intensidade e menor margem para atrasos.

Na prática, esse cenário exige planejamento produtivo rigoroso. O aumento do volume de pedidos costuma vir acompanhado de prazos mais curtos, tiragens especiais e maior complexidade operacional, especialmente quando envolvem rótulos personalizados, edições comemorativas ou informações variáveis. Falhas na especificação técnica ou atrasos na entrega de etiquetas podem gerar gargalos em linhas de envase, rotulagem e expedição, impactando diretamente o cumprimento de contratos e o abastecimento do varejo.

Outro ponto crítico é a gestão de estoques. A indústria precisa equilibrar a produção para atender ao pico de demanda sem gerar excessos que resultem em perdas após o período sazonal. No caso das etiquetas, fatores como armazenagem adequada, controle de lotes e compatibilidade com as linhas de aplicação ganham ainda mais relevância em períodos de alta rotatividade.

Especialistas do setor também destacam que a antecipação de pedidos é uma das principais estratégias para mitigar riscos no fim de ano. Empresas que definem com antecedência volumes, materiais, acabamentos e prazos conseguem reduzir retrabalhos, evitar paradas de linha e manter maior previsibilidade operacional. A integração entre áreas de marketing, engenharia de embalagem, compras e produção torna-se decisiva para atravessar o período com eficiência.

Segundo a GrowLabel, fabricante nacional de rótulos e etiquetas adesivas, a alta sazonal de fim de ano reforça a importância do planejamento técnico e produtivo ao longo do ano. A empresa destaca que a antecipação de demandas, a definição clara de especificações e o alinhamento de prazos são fatores essenciais para garantir desempenho operacional e cumprimento de cronogramas. Além disso, a GrowLabel observa que, em períodos de pico, soluções sob medida e gestão eficiente da produção ajudam a indústria a responder ao aumento de volume sem comprometer qualidade, prazos e segurança na cadeia de abastecimento.

Marketing Estratégico Impulsiona Escalabilidade E Previsibilidade De Receita Em Empresas De Tecnologia

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Marketing Estratégico Impulsiona Escalabilidade E Previsibilidade De Receita Em Empresas De Tecnologia

Integração entre outbound estruturado, marketing digital, automação e storytelling transforma o crescimento em um processo mensurável e replicável.

Escalar operações de forma previsível segue como um dos principais desafios das empresas de tecnologia. Em um mercado altamente competitivo, estratégias baseadas exclusivamente em mídia paga ou promoções pontuais tendem a gerar crescimento instável, dependente de fatores circunstanciais ou de talentos individuais. Como resposta a esse cenário, modelos estruturados de marketing estratégico vêm ganhando espaço ao transformar crescimento em processo contínuo, mensurável e replicável.

Um dos pilares desse movimento é a metodologia de Receita Previsível, desenvolvida por Aaron Ross, que propõe a organização clara das funções comerciais e a adoção de prospecção inteligente. Nesse modelo, atividades são segmentadas entre profissionais responsáveis pela geração e qualificação de leads, equipes focadas exclusivamente no fechamento de negócios e estruturas dedicadas à retenção e expansão da base de clientes. A lógica é reduzir ineficiências e criar previsibilidade no funil de vendas.

No entanto, especialistas apontam que o outbound estruturado, isoladamente, não é suficiente para sustentar crescimento em escala. A combinação com estratégias modernas de marketing digital amplia os resultados ao atrair leads qualificados, fortalecer a marca e nutrir potenciais clientes ao longo da jornada de compra. Conteúdos educativos, produção de autoridade e automação de relacionamento permitem que a mensagem certa seja entregue no momento e no canal adequados, aumentando taxas de conversão e reduzindo ciclos de venda.

Outro fator central nesse modelo é o uso de dados e tecnologia. Plataformas de CRM e automação possibilitam o acompanhamento detalhado do comportamento dos leads, análise de métricas de conversão, desempenho de campanhas e previsibilidade de receita. Ao integrar marketing, vendas e customer success, as empresas conseguem alinhar expectativas, reduzir ruídos internos e tomar decisões com base em informações concretas.

Mesmo em ambientes B2B, o fator humano permanece decisivo. Estratégias que incorporam princípios de psicologia aplicada e storytelling ajudam a traduzir soluções complexas em narrativas claras, reforçando autoridade, confiança e identificação com a marca. Cada ponto de contato passa a compor uma experiência integrada, capaz de gerar conexão e lealdade no longo prazo.

Segundo a SPOT MediaTech, estúdio especializado em brand, conteúdo e growth, a escalabilidade em empresas de tecnologia depende da transformação do marketing em uma alavanca estratégica de receita. A SPOT MediaTech destaca que a integração entre inbound, outbound, automação e storytelling cria estruturas previsíveis de crescimento, reduzindo riscos e ampliando eficiência comercial. A SPOT MediaTech reforça que processos bem definidos, uso intensivo de dados e coerência de marca são elementos essenciais para sustentar vantagem competitiva em mercados de tecnologia cada vez mais disputados.

Férias Escolares Nos Condomínios: Como Garantir Uso Adequado Das Áreas Comuns, Segurança E Convivência Durante O Período De Maior Circulação

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Férias Escolares Nos Condomínios: Como Garantir Uso Adequado Das Áreas Comuns, Segurança E Convivência Durante O Período De Maior Circulação

Aumento de crianças nas áreas comuns exige reforço de regras internas, atenção ao barulho e revisão de protocolos de segurança para evitar conflitos e acidentes.

O período de férias escolares altera a rotina dos condomínios, ampliando a circulação de crianças em piscinas, playgrounds, quadras e demais áreas comuns. Esse aumento de fluxo exige atenção redobrada da administração condominial, que deve reforçar normas internas, orientar moradores e adotar medidas preventivas para manter a convivência segura e organizada.

Normas internas e orientações alinhadas ao entendimento jurídico atual destacam que menores de 12 anos somente podem frequentar as áreas comuns quando acompanhados de pais ou responsáveis. A regra se fundamenta não apenas na segurança, mas também na responsabilidade civil: embora o condomínio tenha o dever de preservar as áreas comuns, a vigilância direta de menores recai exclusivamente sobre seus responsáveis legais. A ausência dessa supervisão é um dos fatores mais presentes em incidentes registrados em piscinas, garagens, halls e espaços recreativos.

Para o período de férias, condomínios devem reforçar comunicados sobre:

supervisão obrigatória para menores de 12 anos em qualquer área comum;

faixas etárias adequadas para equipamentos e ambientes recreativos;

horários de utilização, especialmente em locais que geram ruído;

limites de capacidade em ambientes fechados;

proibição de brincadeiras perigosas em garagens, escadas e halls;

regras de visitantes e controle de acesso, considerando o aumento do fluxo.

O barulho é outro ponto sensível durante as férias. As regras previstas no regulamento interno e no Código Civil permanecem válidas durante todo o ano. A emissão de comunicados reforçando horários de silêncio e convivência adequada auxilia na prevenção de conflitos. O condomínio pode aplicar advertências ou multas quando houver descumprimento reiterado das normas.

Além do comportamento de crianças e visitantes, a maior circulação demanda atenção às rotinas de segurança: portaria, cadastro de visitantes, registro de prestadores temporários e controle de acesso devem ser reforçados para evitar entrada indevida e garantir previsibilidade operacional.

Segundo o Lacerda e Paulucci, escritório especializado em direito condominial e imobiliário, o período de férias escolares exige atenção redobrada à comunicação e à aplicação equilibrada das regras internas. O escritório também destaca que medidas educativas, revisão das normas e orientação clara aos moradores reduzem conflitos, evitam acidentes e fortalecem a convivência. O Lacerda e Paulucci reforça que os síndicos devem atuar preventivamente, alinhando segurança, bem-estar e cumprimento das normas para garantir um ambiente harmonioso durante todo o período de férias.

Nova Era Da Governança Em Infraestrutura: Dados E Automação Transformam O Relacionamento Com Fornecedores

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Nova Era Da Governança Em Infraestrutura: Dados E Automação Transformam O Relacionamento Com Fornecedores

Digitalização de processos, monitoramento contínuo e padronização de critérios tornam a governança de terceiros um fator central para obras e operações de grande porte.

A transformação digital redefine a forma como empresas de infraestrutura gerenciam suas cadeias de fornecimento. Projetos de grande porte, como obras de energia, transporte e saneamento, dependem de milhares de fornecedores com diferentes perfis de risco, requisitos regulatórios e níveis de desempenho. Nesse contexto, a governança digital apoiada por dados e automação emergiu como novo padrão competitivo, capaz de reduzir riscos operacionais, aumentar eficiência e fortalecer a resiliência da cadeia.

A automação de processos relacionados à gestão de fornecedores traz benefícios quantificáveis. Estudos indicam que a automação do onboarding de fornecedores pode reduzir o tempo de ativação de novos parceiros em até 70%, agilizando aprovações e integrando dados de forma mais precisa. Isso melhora significativamente a capacidade de resposta das equipes a demandas emergenciais em grandes obras e contratos.

Além do ganho de velocidade, pesquisas mostram que a automação pode reduzir os custos de gestão de fornecedores entre 25% e 45%, dependendo do nível de maturidade digital da empresa e da infraestrutura utilizada. Esses números foram observados em estudos com grandes empresas industriais que adotaram automação em ciclos de compras, auditoria e compliance.

A automação também fortalece a governança de risco, permitindo monitoramento contínuo do desempenho, conformidade e integridade de fornecedores. Ferramentas que automatizam inspeções, auditorias e alertas em tempo real ajudam as organizações a identificar mudanças no perfil de risco de fornecedores e a reagir rapidamente, protegendo a continuidade operacional e a reputação corporativa

A centralização de dados em plataformas digitalizadas oferece visibilidade completa da cadeia, reduzindo erros manuais, desperdícios e lacunas de informação. Isso é particularmente relevante em setores regulados ou de alto risco, onde a conformidade documental e a rastreabilidade são exigências legais e comerciais.

Segundo a Nashai, especializada em governança digital de fornecedores, a combinação de dados e automação é essencial para sustentar a competitividade em projetos de infraestrutura. A empresa ressalta que plataformas que integram homologação, análise de risco e monitoramento contínuo elevam a capacidade das empresas de detectar e mitigar riscos, reduzir custos operacionais e ampliar a governança em toda a cadeia de suprimentos. A Nashai reforça que essa nova era demanda tecnologia robusta e processos estruturados para garantir eficiência, compliance e performance em ambientes de alta complexidade competitiva.

Capacitação De Servidores Ganha Caráter Estratégico No Primeiro Semestre De 2026

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Capacitação De Servidores Ganha Caráter Estratégico No Primeiro Semestre De 2026

Planejamento, qualificação técnica e atualização normativa tornam-se decisivos para a continuidade e eficiência da gestão pública.

O primeiro semestre de 2026 tende a se consolidar como um período estratégico para a capacitação de servidores públicos em todas as esferas da administração. Especialistas em gestão pública apontam que a antecipação de treinamentos, cursos e programas de qualificação é fundamental para garantir a continuidade administrativa, a segurança jurídica e a eficiência dos serviços prestados à população.

A legislação eleitoral impõe restrições progressivas à administração pública ao longo do ano, afetando contratações, nomeações, comunicação institucional e, em alguns casos, a implementação de novas políticas. Nesse contexto, o início do ano passa a ser uma janela operacional relevante para preparar equipes técnicas, atualizar conhecimentos normativos e fortalecer a governança antes do período de maior limitação administrativa.

Além do calendário institucional, a complexidade crescente da gestão pública exige servidores cada vez mais qualificados. Temas como a Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos), transparência ativa, fiscalização contratual, planejamento anual de contratações, controle interno e integridade demandam atualização contínua. Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) indicam que uma parcela significativa dos órgãos públicos ainda apresenta baixo nível de maturidade na implementação de instrumentos de governança e gestão de riscos, reforçando a necessidade de investimento em capacitação técnica.

Outro fator relevante é a rotatividade natural de equipes ao longo de ciclos políticos. A capacitação no início do exercício contribui para preservar a memória institucional, padronizar procedimentos e reduzir riscos operacionais decorrentes de mudanças de pessoal. Programas estruturados de formação também auxiliam no alinhamento entre áreas técnicas, jurídicas e administrativas, promovendo maior integração e previsibilidade na tomada de decisões.

Do ponto de vista da eficiência do gasto público, a qualificação antecipada de servidores reduz retrabalhos, falhas processuais e riscos de responsabilização, além de fortalecer a conformidade com órgãos de controle. Estudos do setor público indicam que investimentos em capacitação geram impacto direto na qualidade das contratações, na fiscalização de contratos e na entrega de políticas públicas.

Segundo o IBEGESP, a capacitação no primeiro semestre de 2026 deve ser tratada como prioridade estratégica pelos gestores públicos. O instituto destaca que investir em formação técnica, jurídica e gerencial antes do período de maiores restrições administrativas contribui para a continuidade das políticas públicas, o fortalecimento da governança e a redução de riscos institucionais – o que se torna especialmente importante em anos eleitorais. O IBEGESP reforça que programas estruturados de capacitação são instrumentos essenciais para garantir eficiência, legalidade e qualidade na gestão pública.

Luz E Lápis Celebra Encerramento De 2025 Com Festa E Reforça Meta De Ampliar Atendimento A Crianças Em Vulnerabilidade Em 2026

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Luz E Lápis Celebra Encerramento De 2025 Com Festa E Reforça Meta De Ampliar Atendimento A Crianças Em Vulnerabilidade Em 2026

Evento marca o fechamento de um ano de conquistas para a instituição, que atende crianças em situação de risco social e projeta expansão com apoio da comunidade e de novos parceiros

A Luz e Lápis realizou nesta semana sua tradicional festa de confraternização e encerramento do ano, reunindo crianças, famílias, equipe técnica, voluntários e apoiadores em um momento de celebração, afeto e reconhecimento coletivo. Mais do que uma comemoração, o evento simboliza o impacto do trabalho desenvolvido ao longo de 2025 e renova o compromisso da instituição com a transformação social por meio do cuidado, da educação e do acolhimento.

Para as crianças atendidas, muitas delas em situação de vulnerabilidade extrema, incluindo órfãs e crianças que vivem em abrigos, a festa representa pertencimento, segurança e a vivência de uma infância digna. Para a equipe, é um momento de olhar para trás com orgulho e para frente com responsabilidade e esperança.

“Esse encontro é muito significativo porque reforça para as crianças que elas são vistas, cuidadas e valorizadas. É também um reconhecimento ao trabalho de uma equipe que se dedica diariamente a transformar realidades”, destaca Graciela Taipina, diretora executiva da Luz e Lápis.

Cuidado integral que transforma vidas

Atuando como creche e espaço de desenvolvimento integral, a Luz e Lápis vai além do cuidado básico. A instituição trabalha o desenvolvimento emocional, educacional e social das crianças, oferecendo um ambiente estruturado, seguro e afetuoso — fundamental para quem vive contextos de abandono, negligência ou instabilidade familiar.

O impacto desse trabalho reflete diretamente na construção da autoestima, na socialização, no aprendizado e na capacidade dessas crianças de se relacionarem com o mundo de forma mais saudável e confiante.

Resultados que marcam 2025

Ao longo de 2025, a Luz e Lápis consolidou avanços importantes. Um dos destaques foi o fortalecimento do vínculo com as famílias, evidenciado pela participação ativa em reuniões, eventos e acompanhamentos. Durante o encerramento do ano, a instituição homenageou 21 famílias com certificados de presença constante, reforçando a importância do envolvimento familiar no processo de desenvolvimento infantil.

Além disso, o trabalho voluntário foi essencial para ampliar o cuidado oferecido às crianças, com atuação de profissionais nas áreas de psicologia, fonoaudiologia e nutrição, fortalecendo o atendimento multidisciplinar.

Comunidade e voluntariado como pilares do projeto

O apoio da comunidade, de voluntários e de parceiros é um dos pilares da sustentabilidade da Luz e Lápis. Atualmente, cerca de 100 voluntários contribuem ativamente com a instituição, reforçando a crença de que a transformação social é um esforço coletivo.

“A Luz e Lápis é uma instituição que abraça, recebe e acredita que ninguém se transforma sozinho. Precisamos de todos, famílias, voluntários, parceiros e sociedade, para gerar impacto real na vida das crianças”, afirma Tatiana Yoshida, conselheira consultiva da instituição.

Olhar para 2026: ampliar para transformar ainda mais

O principal desafio e meta da Luz e Lápis para 2026 é ampliar sua capacidade de atendimento. Hoje, a instituição atende 67 crianças, mas mantém uma lista de espera com cerca de 140. O objetivo é alcançar 100 crianças atendidas no próximo ano, além de implementar projetos complementares nas áreas de esporte e música.

Para que isso seja possível, a instituição busca novos parceiros financeiros recorrentes, especialmente empresas que compreendam seu papel social e o impacto direto que esse investimento gera na sociedade.

“Transformar a vida dessas crianças é transformar o futuro de todos nós. O impacto social retorna para a comunidade como um todo. Nossa meta principal é ampliar o atendimento e garantir sustentabilidade financeira para o projeto”, reforça Graciela.

Como contribuir

A sociedade pode apoiar a Luz e Lápis por meio de parcerias institucionais, apoio financeiro, voluntariado ou divulgação do trabalho da instituição. Cada contribuição ajuda a ampliar oportunidades e garantir um futuro mais justo para crianças em situação de vulnerabilidade.

Caso queira fazer uma contribuição, acesse o link ou aponte a câmera do seu celular para o QR Code e seja você também um apoiador.

https://www.mercadopago.com.br/subscriptions/checkout?preapproval_plan_id=92297b8d7d3f451aafa0cb6110297925

Sobre a Luz e Lápis

A Luz e Lápis é uma instituição social que atua no cuidado e desenvolvimento integral de crianças em situação de vulnerabilidade, incluindo órfãs e crianças acolhidas por abrigos. Por meio de educação, afeto, acompanhamento multidisciplinar e envolvimento familiar, a organização promove transformação social e novas perspectivas de futuro.

Instagram: https://www.instagram.com/centroeducacionalluzelapis/

Site: https://luzelapis.com.br/

Contato para imprensa

Assessoria de Imprensa: Spot MediaTech

E-mail: [email protected]

A Cultura Do “Dar Conta De Tudo”: Como Expectativas Irreais Estão Adoecendo Mulheres

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A Cultura Do “Dar Conta De Tudo”: Como Expectativas Irreais Estão Adoecendo Mulheres

Sobrecarga emocional, dupla jornada e “carga mental invisível” afetam a saúde das mulheres e são alimentadas por padrões geracionais de cobrança e autocobrança.

A ideia de que a mulher precisa “dar conta de tudo” trabalho, casa, filhos, família, aparência, vida social e equilíbrio emocional deixou de ser apenas um discurso cultural para se tornar um problema de saúde pública. Pesquisas sobre carga mental e trabalho não remunerado mostram que mulheres seguem acumulando responsabilidades, mesmo quando têm a mesma jornada formal que homens. Estudos internacionais indicam que elas realizam a maior parte do chamado trabalho invisível: planejar, organizar, gerir a rotina, lembrar de datas, compromissos, necessidades da casa e da família.

Esse fenômeno, conhecido como carga mental ou cognitive labor, está diretamente associado a níveis mais altos de estresse, sintomas de ansiedade, depressão e burnout entre mulheres. Pesquisas recentes apontam que, em muitos contextos, mulheres assumem cerca de 70% da carga mental doméstica, mesmo em lares onde ambos trabalham fora.

Além da sobrecarga prática, há a autocobrança: a sensação de que não é permitido falhar, que é preciso ser eficiente, disponível e emocionalmente forte o tempo todo. Esse padrão costuma ser transmitido de forma geracional: muitas mulheres foram criadas vendo mães e avós sustentando a casa, cuidando de todos e raramente priorizando o próprio descanso. Ao reproduzirem esse modelo, frequentemente se sentem culpadas quando dizem “não”, pedem ajuda ou desaceleram.

No ambiente de trabalho, essa cultura se manifesta em jornadas estendidas, dificuldade de desconectar, medo de parecer “fraca” ou “menos comprometida” ao estabelecer limites. A literatura sobre conflito trabalho-família mostra que a combinação entre dupla jornada e carga mental está ligada a maior risco de adoecimento emocional e queda na qualidade das relações.

Exercício de autocuidado e reconexão

Como estratégia prática, a psicoterapeuta e especialista Elaine Rios propõe um exercício simples e recorrente de autocuidado e ressignificação da própria imagem:

Encontro diário com o espelho

  • Reserve de 2 a 5 minutos por dia, em um horário em que você esteja sozinha e sem interrupções.

  • Olhe diretamente nos seus olhos no espelho. Respire profundamente algumas vezes, percebendo ombros, mandíbula e testa, relaxando essas regiões.

  • Em voz alta, diga frases curtas e objetivas, como:

  • “Eu não preciso dar conta de tudo sozinha.”

  • “O que eu faço já é muito, e tem valor.”

  • “Eu sou importante, mesmo quando descanso.”

  • “Pedir ajuda é um ato de coragem, não de fraqueza.”

Nomear a carga mental

  • Ainda diante do espelho, escolha uma coisa que você está carregando sozinha (uma função, uma preocupação, uma responsabilidade) e diga em voz alta:

  • “Eu reconheço que estou carregando [ex.: toda a organização da casa / todas as decisões sobre os filhos] sozinha.”

  • Em seguida, complete:

  • “Eu mereço dividir essa responsabilidade.”

Pequeno compromisso concreto

  • Ao final, defina um gesto prático de alívio para as próximas 24 horas (delegar uma tarefa, adiar algo não urgente, dizer “não” a uma demanda extra).

  • Repita diariamente por pelo menos uma semana, ajustando as frases conforme fizer sentido para sua realidade.

Segundo Elaine Rios, romper com a cultura do “dar conta de tudo” começa por reconhecer que essa cobrança não é individual, mas social e histórica. Além disso Elaine destaca que o exercício de se olhar com mais gentileza, dar nome à carga mental e assumir pequenos compromissos diários de mudança ajuda a enfraquecer o padrão de exaustão crônica. Ela também reforça que nenhuma mulher deveria sustentar sozinha a expectativa de ser forte o tempo todo: compartilhar responsabilidades, pedir apoio e estabelecer limites é parte fundamental de uma vida emocionalmente mais saudável.

Beto Monteiro Encerra Temporada 2025 Da Copa Truck Com Excelentes Resultados

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Beto Monteiro Encerra Temporada 2025 Da Copa Truck Com Excelentes Resultados

Na briga pelo título até os últimos momentos, pernambucano conquista pódio nas duas corridas.

Beto Monteiro fechou a temporada 2025 da Copa Truck com um fim de semana sólido e combativo em Interlagos, palco da Super Final da categoria, no domingo (7). Ainda na briga matemática pelo título, o piloto da R9 Competições somou dois resultados consistentes, manteve-se entre os protagonistas das corridas e fechou o campeonato na quarta colocação geral da Super Truck Pro, com 208 pontos, a apenas um ponto do terceiro colocado.

A decisão começou já em clima de alta tensão. No sábado (6), Monteiro extraiu o máximo do Volkswagen Meteor #88 no classificatório e garantiu a quarta posição no grid da Corrida 1, atrás de outros três candidatos ao título. Mesmo reconhecendo que poderia ter ido ainda mais longe, o piloto destacou o desempenho:

 “O caminhão foi muito bem na primeira parte da classificação. Talvez eu conseguisse brigar mais forte pela pole, mas o Totti esteve muito forte o ano inteiro, principalmente aqui em Interlagos”, comentou.

No domingo (7), diante de arquibancadas cheias, temperatura acima dos 30°C e ameaça de chuva em Interlagos, Beto confirmou a boa fase. Na Corrida 1, o pernambucano manteve-se o tempo todo no grupo da frente, suportou a pressão dos rivais diretos e cruzou a linha de chegada na segunda posição, em uma prova em que a regularidade era fundamental para seguir vivo na luta pelo título.

A Corrida 2, marcada por incidentes logo na largada e por forte embaralhamento do pelotão, teve papel decisivo na definição do campeonato. Em um cenário de múltiplas estratégias e safety-truck em pista, Beto voltou a demonstrar consistência, evitando confusões e garantindo o quinto lugar na prova final – resultado que consolidou sua posição no top-4 da classificação geral, em um campeonato decidido ponto a ponto.

Mais do que os números, porém, o fim de semana em Interlagos simbolizou um capítulo especial na trajetória recente do piloto. Após passar por uma cirurgia cardíaca em 2024 e viver incertezas sobre a continuidade da carreira, Beto tratou a temporada 2025 como uma grande vitória pessoal.

“Um ano atrás eu não sabia se voltaria a correr. Só o fato de estar na disputa do campeonato já é uma vitória muito grande”, afirmou, classificando o ano como “positivo, muito positivo”, mesmo com altos e baixos mecânicos ao longo das etapas.

Com dois top-5 na Super Final, participação direta na briga pelo título até a última bandeira quadriculada e uma história de superação dentro e fora das pistas, Beto Monteiro fecha 2025 reafirmando seu status de referência nos caminhões e já projeta um 2026 de novas metas e desafios na Copa Truck.

Confira abaixo os últimos resultados da temporada 2025:

Super Truck PRO

Corrida 1, resultado final

1º – Leandro Totti (Vannucci Racing/Iveco), 13 voltas em 29min07s809

2º – Beto Monteiro (R9 Competições/Volkswagen), a 2s261

3º – Danilo Dirani (Iveco Usual Racing/Iveco), a 4s495

4º – Raphael Abbate (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 6s599

5º – Bia Figueiredo (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 10s040

6º – Felipe Giaffone (R9 Competições/Volkswagen), a 12s177

7º – Victor Franzoni (Tiger Team Race/Mercedes-Benz), a 13s568

8º – Paulo Salustiano (R9 Competições/Volkswagen), a 14s558

9º – Jaidson Zini (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 18s172

10º – Alberto Cattucci (Tiger Team Race/Mercedes-Benz), a 19s433

11º – Luiz Lopes (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 22s879

12º – Thiago Rizzo (R9 Competições/Volkswagen), a 29s080

13º – Débora Rodrigues (R9 Competições/Volkswagen), a 33s920

14º – Wellington Cirino (Iveco Usual Racing/Iveco), a 35s564

15º – Danilo Alamini (R9 Competições/Volkswagen), a 38s810

16º – Pedro Paulo Fernandes (PP Motorsport/Mercedes-Benz), a 39s663

17º – André Marques (R9 Competições/Volkswagen), a 43s996

18º – Rafael Reis (PP Motorsport/Mercedes-Benz), a 47s093

Não completaram

Fabio Fogaça (DMais Motorsport/Mercedes-Benz), a 7 voltas

Felipe Tozzo (Dakar Motorsport/Iveco), a 9 voltas

Adalberto Jardim (AJ5 Eco Sports/Mercedes-Benz), a 11 voltas

Regis Boessio (Boessio Competições/Volvo), a 11 voltas

Corrida 2, resultado final

1º – Paulo Salustiano (R9 Competições/Volkswagen), 8 voltas em 25min05s754

2º – Victor Franzoni (Tiger Team Race/Mercedes-Benz), a 1s738

3º – Danilo Dirani (Iveco Usual Racing/Iveco), a 3s784

4º – Jaidson Zini (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 4s921

5º – Beto Monteiro (R9 Competições/Volkswagen), a 4s936

6º – Fabio Fogaça (DMais Motorsport/Mercedes-Benz), a 5s041

7º – Luiz Lopes (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 6s794

8º – Danilo Alamini (R9 Competições/Volkswagen), a 8s324

9º – Alberto Cattucci (Tiger Team Race/Mercedes-Benz), a 12s751

10º – Pedro Paulo Fernandes (PP Motorsport/Mercedes-Benz), a 14s228

11º – Débora Rodrigues (R9 Competições/Volkswagen), a 14s868

12º – Felipe Giaffone (R9 Competições/Volkswagen), a 18s712

13º – Rafael Reis (PP Motorsport/Mercedes-Benz), a 31s759

14º – Leandro Totti (Vannucci Racing/Iveco), a 1min47s776

15º – Bia Figueiredo (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 1 volta

Não completaram

André Marques (R9 Competições/Volkswagen), a 3 voltas

Thiago Rizzo (R9 Competições/Volkswagen), a 6 voltas

Raphael Abbate (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 7 voltas

Wellington Cirino (Iveco Usual Racing/Iveco), não largou

Felipe Tozzo (Dakar Motorsport/Iveco), não largou

Adalberto Jardim (AJ5 Eco Sports/Mercedes-Benz), não largou

Regis Boessio (Boessio Competições/Volvo), não largou

Classificação final do campeonato*

Super Truck PRO

1º Felipe Giaffone, 228 pontos

2º Danilo Dirani, 222

3º Raphael Abbate, 209

4º Beto Monteiro, 208

5º Leandro Totti, 203

6º Wellington Cirino, 174

7º André Marques, 166

8º Bia Figueiredo, 147

9º Jaidson Zini, 141

10º Victor Franzoni, 125

11º Danilo Alamini, 123

12º Fabio Fogaça, 119

13º Felipe Tozzo, 104

14º Evandro Camargo, 95

15º Luiz Lopes, 93

16º Alberto Cattucci, 92

17º Paulo Salustiano, 84

18º Débora Rodrigues, 69

19º Pedro Paulo Fernandes, 61

20º Roberval Andrade, 59

21º Thiago Rizzo, 55

22º Adalberto Jardim, 19

23º Rafael Reis, 3

24º Régis Boessio, 1

*pontuação extraoficial

Confira as datas do calendário da temporada 2026

1 – 08/mar – Campo Grande

2 – 12/abr – Santa Cruz do Sul

3 – 03/mai – Chapecó

4 – 31/mai – Interlagos

5 – 02/ago – Cuiabá

6 – 23/ago – Goiânia

7 – 20/set – Curvelo

8 – 01/nov – Cascavel

9 – 29/nov – Brasília

Assessoria de Imprensa: Spot Mediatech

Contato: Andrea Amadeo

[email protected]

Siga Beto Monteiro: @betomonteiro88

 

Fotos: Vanderley Soares

Locação Por Temporada Em Condomínios: Decisões Do Stj E Novas Regras Municipais Reforçam Limites E Ampliam O Debate Jurídico

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Locação Por Temporada Em Condomínios: Decisões Do Stj E Novas Regras Municipais Reforçam Limites E Ampliam O Debate Jurídico

Jurisprudência nacional e normas locais apontam para maior controle, segurança e definição de direitos em locações via Airbnb e plataformas similares.

As locações por temporada intermediadas por plataformas como Airbnb continuam entre os temas mais sensíveis no direito condominial brasileiro. Além da preocupação com segurança, rotatividade de visitantes e uso indevido das áreas comuns, o assunto ganhou novos contornos jurídicos com decisões recentes dos tribunais e com regulamentações municipais que impactam diretamente o mercado.

No âmbito nacional, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) fixou entendimentos importantes. No REsp 1.819.075/RS, julgado em novembro de 2021, a Segunda Seção decidiu que condomínios podem proibir locações via plataformas digitais quando suas convenções preveem destinação estritamente residencial. O Tribunal considerou que a alta rotatividade, ausência de vínculo comunitário e características semelhantes à hospedagem se chocam com a natureza exclusivamente residencial prevista em muitos edifícios.

Por outro lado, o STJ também definiu que, na ausência de cláusula restritiva, a locação por temporada não pode ser proibida, cabendo ao condomínio apenas regulamentar aspectos de segurança, cadastro e circulação de visitantes. A locação por temporada permanece amparada pelo art. 48 da Lei do Inquilinato (Lei 8.245/1991), desde que não ultrapasse 90 dias e não altere a finalidade da unidade.

Ao mesmo tempo, diversos municípios passaram a editar normas específicas diante do crescimento de empreendimentos utilizados exclusivamente para Airbnb. Em São Paulo, o Decreto Municipal nº 64.244/2025 (HMP/HIS) estabeleceu a proibição do uso de unidades classificadas como Habitação do Mercado Popular (HMP) e Habitação de Interesse Social (HIS) para locações de curta temporada. Essas unidades, subsidiadas pelo programa federal Minha Casa Minha Vida, vinham sendo adquiridas por investidores e destinadas à locação turística, gerando distorções no propósito habitacional original.

O decreto municipal gerou forte impacto em condomínios compostos por unidades HMP/HIS. Muitos passaram a realizar assembleias para tentar autorizar locações por temporada e evitar prejuízo aos investidores, mas decisões recentes têm invalidado esse tipo de deliberação. Uma decisão judicial recente proibiu a realização de assembleia destinada a validar esse tipo de locação, indicando que o tema tende a movimentar intensamente o Judiciário nos próximos meses.

Paralelamente, condomínios em todo o país reforçaram seus regulamentos internos, adotando práticas como:

• cadastro prévio dos ocupantes;

• comunicação antecipada à administração;

• controle de acesso às áreas comuns;

• regras de segurança compatíveis com rotatividade elevada;

• aplicação de multas em caso de descumprimento.

Decisões de tribunais estaduais, como TJSP e TJPR, seguem na mesma linha do STJ: a convenção condominial permanece como instrumento central. Sua redação e finalidade são determinantes para a permissão, restrição ou proibição da locação via plataformas digitais.

Segundo o Lacerda e Paulucci, especializado em direito condominial e imobiliário, o avanço das locações por plataformas digitais exige que condomínios revisem convenções e regulamentos, especialmente diante de normas municipais como a que afeta unidades HMP/HIS. O Lacerda e Paulucci destaca que clareza jurídica, alinhamento normativo e protocolos de segurança adequados reduzem conflitos e protegem tanto o coletivo quanto o direito individual de propriedade. O Lacerda e Paulucci reforça que cada caso deve ser analisado considerando a jurisprudência do STJ, legislações locais e as características específicas de cada empreendimento.

Michelle Soares Bosco Lança “Aventuras No Reino Interior”, Álbum Que Transforma Música Infantil Em Ferramenta De Autoconhecimento

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Michelle Soares Bosco Lança “Aventuras No Reino Interior”, Álbum Que Transforma Música Infantil Em Ferramenta De Autoconhecimento

A artista e educadora propõe uma nova forma de educar e emocionar crianças através da arte, unindo as práticas da yoga com valores humanos e linguagem pop

A cantora e compositora Michelle Soares Bosco apresenta ao público o álbum “Aventuras no Reino Interior”, um projeto que une música, educação e espiritualidade em uma proposta inédita no cenário infantil brasileiro. Com letras que estimulam o autoconhecimento e melodias que misturam pop leve e elementos do universo meditativo, o trabalho busca formar uma nova geração de crianças mais conscientes, sensíveis e conectadas com o próprio coração.

Michelle, que há anos se dedica a experiências de estudo e meditação, encontrou na música uma ferramenta poderosa para traduzir valores essenciais de forma lúdica e acessível. “Eu quero que as crianças se sintam em estado de graça ao ouvir essas canções. Que respirem alegria, gratidão e aprendam, de forma natural, a se conectar com o melhor dentro de si”, explica a artista.

Um projeto que une propósito e arte

O álbum nasceu de uma experiência pessoal de Michelle com o ensino e a espiritualidade. Incentivada por amigos a compor para o público infantil, ela encontrou nas letras uma forma de expressar o amor que sente pelas crianças e pela vida. “As músicas simplesmente começaram a nascer. Era como se já estivessem prontas dentro de mim”, conta.

Com influências que passam por Mundo Bita, pop rock leve e músicas de inspiração espiritual, “Aventuras no Reino Interior” apresenta uma sonoridade alegre e contemporânea, mas com conteúdo educativo e emocional.

Chandra e Elf: os personagens que guiam a jornada interior

As canções são costuradas por uma narrativa protagonizada por Chandra e Elf, personagens criados por Michelle em seus livros infantis. Com personalidades diferentes,  um introspectivo e outro agitado, eles simbolizam o equilíbrio entre silêncio e movimento, emoção e razão.

Ao longo das faixas, os personagens embarcam em uma aventura simbólica que mostra como o yoga e a consciência emocional podem ajudar crianças a desenvolverem autoestima, empatia, aceitação e gratidão.

Música como educação emocional

O principal objetivo do projeto é usar a música como uma ferramenta de educação de valores e inteligência emocional. Michelle acredita que o contato com letras positivas e melodias harmoniosas soma, e pode impactar profundamente o comportamento infantil, especialmente em um mundo cada vez mais acelerado e digital.

“Vivemos em uma era tecnológica e dispersa. Quero oferecer às crianças uma das tecnologias mais ancestrais e poderosas que existem: o autoconhecimento. A música é uma ponte para isso”, afirma.

Expansão e novos desdobramentos

O projeto “Aventuras no Reino Interior” marca o início de um universo multimídia que Michelle pretende expandir com uma série animada, canal educativo no YouTube e linha de brinquedos inspirados em yoga e valores humanos.

A artista também planeja apresentações ao vivo com estética teatral e interativa, voltadas para famílias e escolas.

“Quero transformar o palco em um espaço de alegria, inspiração e reflexão. Acredito que a arte, quando nasce do coração, tem o poder de mudar realidades”, afirma Michelle.

Sobre o álbum

Título: Aventuras no Reino Interior

Artista: Michelle Soares Bosco

Gênero: Pop infantil / Educacional / Espiritual

Público-alvo: Crianças e famílias

Produção: Beat Sounds

Disponível em: Plataformas digitais (Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube)

Sobre Michelle Soares

Cantora, compositora e educadora, Michelle Soares Bosco é uma artista que une arte e espiritualidade com o propósito de transformar a vida de crianças e famílias através da música. Suas canções abordam temas como amor, gratidão, empatia e conexão com a natureza. Com um estilo autêntico e carisma natural, ela representa uma nova vertente da música infantil brasileira sensível, educativa e emocionalmente inteligente.