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Entenda porque o ônibus é um meio de transporte tão sustentável

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Entenda porque o ônibus é um meio de transporte tão sustentável

O ônibus, um dos meios de transporte público mais antigo do mundo, continua a desempenhar um papel essencial na mobilidade urbana moderna, e sua sustentabilidade é uma das razões para isso.

Benefícios do uso do ônibus para o meio ambiente

Você sabia que o ônibus é um dos meios de transporte que menos causa poluição? É o que diz um relatório recente do Observatório do Clima sobre emissões de gases do efeito estufa. De acordo com ele, houve queda nos índices de emissões no Brasil da ordem de 2,3%, na comparação com o ano anterior, o que não foi suficiente para tirá-lo da posição de sétimo país que mais contribui para o aquecimento global.

A queda ocorreu, principalmente, por conta da redução do desmatamento na Amazônia, mas outros setores ajudaram a melhorar o resultado. O relatório mostra, por exemplo, que os ônibus emitem o equivalente a um terço dos gases de efeito estufa produzidos por todos os carros do país e transportam em média oito vezes mais passageiros.

“Esse dado é tão mais curioso devido a seu simbolismo, já que, sempre que a mídia divulgava que o setor de transportes é um dos que mais contribuem para o agravamento do efeito estufa, era o transporte coletivo lembrado e não o individual, o que, a despeito da incoerência, é bem sabido por qualquer profissional especializado”, destaca o diretor da Viação UTIL, Jacob Barata Filho.

Em suma: embora movido a diesel, o ônibus tem capacidade para muito mais pessoas, o que contribui diretamente para a redução do número de carros na rua e do impacto das emissões de carbono. Portanto, ele acaba se tornando uma opção mais sustentável para o ecossistema.

Mas quais os benefícios do uso de ônibus para o meio ambiente? De que forma esse tipo de transporte público pode contribuir com a sustentabilidade?

Entre as vantagens do uso de ônibus é possível destacar:

– Redução de emissão de carbono: Em comparação com carros particulares, que emitem quantidades substanciais de CO2, os ônibus podem transportar um grande número de pessoas de maneira mais eficiente, resultando em uma menor pegada de carbono por passageiro.

– Melhoria da qualidade do ar: ônibus modernos são equipados com tecnologias avançadas de controle de emissões, o que significa que eles produzem menos poluentes atmosféricos prejudiciais, como óxidos de nitrogênio (NOx) e partículas finas. Isso contribui para uma melhoria significativa da qualidade do ar nas cidades.

– Menos congestionamento: o uso de transporte público, incluindo ônibus, reduz o número de veículos particulares nas estradas, diminuindo o congestionamento do tráfego. Menos congestionamento não apenas economiza tempo, mas também reduz o tempo que os veículos passam parados, economizando combustível e reduzindo as emissões.

– Uso eficiente do espaço urbano: os ônibus têm alta capacidade de transporte e ocupam menos espaço nas ruas em comparação com carros particulares. Isso permite um uso mais eficiente do espaço viário, reduzindo a necessidade de expansão de rodovias e a pressão sobre áreas verdes.

Como as ações ambientais começaram a ser empregadas no transporte público

O transporte público é uma parte fundamental da vida nas cidades, mas ele nem sempre foi considerado um aliado do meio ambiente. No entanto, à medida que as preocupações com a sustentabilidade cresceram, as ações ambientais começaram a moldar positivamente o setor de transporte público.

Entre essas ações é possível destacar a criação do Bus Rapid Transit, o BRT, que surgiu em Curitiba (PR) com a proposta de repensar a mobilidade urbana. Essa estratégia, que tem sido implementada em outras cidades do país e do mundo, tem contribuído para reduzir o uso de carros particulares e minimizar as emissões de carbono.

Por serem veículos maiores, os BRTs comportam mais passageiros – geralmente em torno de 300 –, e ainda assim, são movidos por combustíveis mais limpos, como o biodiesel ou em muitos casos, eletricidade.

O resultado? Menor emissão de poluentes nocivos, como dióxido de enxofre e partículas de fuligem, em comparação com os ônibus movidos a diesel convencionais. Isso melhora a qualidade do ar e reduz os impactos negativos na saúde pública.

Diante das vantagens do BRT, a Prefeitura do Rio de Janeiro está ampliando a frota de ônibus BRT, e a Viação UTIL, do diretor Jacob Barata Filho, já se preparou para disponibilizar 300 modelos para a renovação das linhas e melhoria na qualidade de mobilidade dos usuários das linhas de BRT.

De fato, esse é um reflexo em muitas das cidades que implementam o BRT: o investimento no desenvolvimento urbano sustentável ao longo das rotas do BRT. Isso pode incluir a criação de corredores verdes, calçadas para pedestres, ciclovias e áreas de lazer, tornando o contorno das estações mais amigável para pedestres e menos dependente de carros.

“A falta de planejamento urbano é um dos entraves para a melhoria nos índices de sustentabilidade. As cidades brasileiras, como outras em todo o mundo, precisam se renovar, mas, para isso, é imprescindível associar o planejamento de transporte ao planejamento urbano, sem o quê as soluções não terão o devido alcance”, reforça o diretor da Viação UTIL, Jacob Barata Filho.

Entenda a diferença entre BRT x VLT

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Entenda a diferença entre BRT x VLT

VLT, BRT… Você sabe o que significa cada uma dessas siglas?

O VLT é o Veículo Leve Sobre Trilhos, ou seja, um sistema de transporte público que opera em trilhos e é frequentemente considerado um intermediário entre ônibus e metrô.

Já o BRT ou Bus Rapid Transit é um sistema de transporte baseado em ônibus projetado para oferecer viagens eficientes e rápidas. Combina a eficiência e a capacidade de um sistema de metrô com a flexibilidade e a acessibilidade dos ônibus convencionais.

Surgimento do BRT e VLT

O Bus Rapid Transit (BRT) e o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) representam marcos significativos na evolução do transporte público urbano.

Ambos os sistemas têm raízes históricas distintas e surgiram como respostas aos desafios crescentes de mobilidade nas cidades em rápido crescimento.

O BRT surgiu no Brasil, mais especificamente em Curitiba (PR), na década de 1970. A cidade enfrentava problemas de tráfego e congestionamento, e o urbanista Jaime Lerner introduziu um sistema inovador de transporte público. O BRT de Curitiba foi pioneiro em várias características-chave, incluindo faixas exclusivas para ônibus, estações de embarque niveladas e pagamento antecipado. O sucesso do sistema inspirou outras cidades ao redor do mundo, que passaram a adotar a abordagem do BRT para melhorar a mobilidade urbana.

Já o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) tem raízes mais antigas, remontando aos sistemas de bondes que surgiram no século XIX em cidades como Londres e Nova Iorque, e que circularam nas cidades brasileiras até os anos 1960. No entanto, o ressurgimento do VLT como solução moderna ocorreu nas últimas décadas.

Tanto o BRT quanto o VLT são sistemas de transporte que atendem uma demanda intermediária. Segundo empresas do setor de transporte público, eles operam levando de 10 a 30 mil passageiros por hora e sentido, o que representa mais do que os ônibus convencionais e menos do que o metrô pesado.

Principais diferenças entre BRT e VLT no transporte público

A escolha entre BRT e VLT no transporte público urbano é uma decisão crucial para as cidades que buscam melhorar a mobilidade de seus habitantes.

Cada sistema possui características distintas que atendem a diferentes necessidades e circunstâncias urbanas. Mas qual deles pode ser a melhor opção?

No caso do BRT, as vantagens são:

– Flexibilidade: é flexível e adaptável às necessidades da cidade. Suas rotas e estações podem ser ajustadas rapidamente, tornando-o uma escolha conveniente para áreas urbanas em constante mudança;

– Custo x efetividade: geralmente é mais econômico para implementar em comparação com o VLT. Isso o torna uma opção atraente para cidades com recursos limitados;

– Capacidade de passageiros: com ônibus articulados de alta capacidade, o BRT pode transportar um grande número de passageiros, tornando-o adequado para áreas densamente povoadas;

– Acessibilidade: as estações de BRT são projetadas para serem acessíveis a todos os passageiros, incluindo pessoas com mobilidade reduzida;

– Rapidez: O BRT frequentemente opera em faixas exclusivas, o que reduz os tempos de viagem e oferece uma alternativa atraente ao tráfego congestionado.

Já o VLT oferece os seguintes benefícios:

– Velocidade e confiabilidade: é conhecido por sua velocidade e confiabilidade devido à sua separação física das vias, tornando-o menos suscetível a congestionamentos;

– Conforto: oferece um nível de conforto superior em comparação com os ônibus, com ar-condicionado e assentos confortáveis;

– Eletrificação: a maioria dos VLTs é alimentada por eletricidade, o que os torna mais sustentáveis em termos de emissões de carbono;

– Capacidade limitada: geralmente têm uma capacidade de passageiros menor do que os BRTs, o que pode ser um desafio em áreas de alta densidade populacional;

– Custo de implementação: os sistemas de VLT são geralmente mais caros para serem implementados do que os sistemas de BRT, o que pode ser um fator limitante para algumas cidades.

A escolha entre BRT e VLT depende das características e das necessidades específicas de cada cidade. Cidades em crescimento rápido, com recursos limitados e necessidade de mobilidade urbana flexível, podem encontrar no BRT uma solução eficaz e econômica. Por outro lado, áreas urbanas que valorizam velocidade, conforto e sustentabilidade podem optar pelo VLT. “Em comparação com trens e metrôs, presos aos trilhos, os ônibus têm muita flexibilidade favorecendo a capilaridade do sistema de transporte público”, salienta o diretor da Viação UTIL, Jacob Barata Filho.

Nesse sentido, muitas cidades estão adotando uma abordagem híbrida, integrando BRT e VLT em suas redes de transporte público para tirar o melhor proveito de cada sistema em diferentes rotas. “A rede de transportes deve ser plural e todos os meios devem ser tratados isonomicamente para garantir um padrão de qualidade uniforme em todo o sistema”, completa Jacob Barata Filho, diretor da Viação UTIL.

A escolha ideal deve ser baseada em um planejamento cuidadoso que leve em consideração as necessidades dos passageiros, o desenvolvimento urbano e a disponibilidade de recursos.

Blaze desafia Anatel e Segunda Vara de Crimes Tributários após Decisão Judicial de Bloqueio

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Blaze desafia Anatel e Segunda Vara de Crimes Tributários após Decisão Judicial de Bloqueio

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) atendeu na segunda-feira dia 4 de agosto de 2023, a solicitação da Justiça de São Paulo para remover o site blaze.com.br do ar.

Após uma série de acusações levantada pelo enfluenciador Daniel Perin em seu canal do YouTube, [você pode rever o video aqui] e ter sido citada na CPI das Pirâmides Financeiras.

A informação foi forneciada anteriormente pelo portal ABC 360 Notícias. De acordo com o documento assinado pelo Superintendente de Fiscalização da Anatel, Marcelo Alves da Silva, informando que o site da Blaze, deveria ser suspenso imediatamente em todo território Nacional.

O pedido de bloqueio realizado no dia 22 de agosto de 2023 pela 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores de São Paulo. 

O Juiz Guilherme Eduardo Martins Kellner também determinou a remoção do perfil da influenciadora Juju Ferrari no Instagram, embaixadora da Blaze.

Entre tanto, no mesmo dia após algumas horas da suspensão, a Blaze redirecinou seu antigo site: blaze.com.br para blaze.com e publicou em seu Twitter as orientações para seus usuários voltarem a utilizar a plataforma ignorando a ordem judicial.

Resta saber agora que detem maior autoridade no Brasil.

A Necessidade de Conformidade: O Risco de Soluções Não Oficiais do WhatsApp em Licitações de Órgãos Públicos

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A Necessidade de Conformidade: O Risco de Soluções Não Oficiais do WhatsApp em Licitações de Órgãos Públicos

Com a digitalização acelerada dos serviços no Brasil, o uso de ferramentas digitais tem se mostrado fundamental, especialmente para a comunicação com os cidadãos. O WhatsApp, amplamente adotado por 80% dos brasileiros para interagir com empresas e órgãos públicos, também começa a ser uma ferramenta popular entre as entidades públicas.

No entanto, à medida que a demanda por interações eficientes aumenta, muitas entidades têm enfrentado o desafio de gerir uma grande quantidade de mensagens através de versões convencionais do WhatsApp. A busca por soluções de alta capacidade tem levado algumas a optarem por integrações não autorizadas. Estas, embora possam parecer econômicas e práticas à primeira vista, carregam uma série de riscos, desde a instabilidade na comunicação até questões de segurança da informação.

Especialistas em segurança da informação alertam que as vantagens aparentes dessas integrações não autorizadas podem ser enganosas. Com problemas que vão desde a perda de credibilidade até o banimento da plataforma, é crucial que os serviços públicos estejam cientes das implicações de suas escolhas tecnológicas.

Por Que Optar por Soluções Oficiais?

O WhatsApp, sendo uma das ferramentas de comunicação mais utilizadas no mundo, tem uma política bem definida sobre a integração de sua plataforma com outros serviços. As diretrizes oficiais da empresa são claras quanto à proibição de uso não autorizado. As consequências de tal prática incluem o banimento do número, o que, no caso de órgãos governamentais, pode significar uma paralisação abrupta na comunicação com o público.

Riscos associados ao uso de soluções não oficiais:

Banimento: A adoção de integrações não oficiais pode causar o banimento do número do órgão, prejudicando gravemente a comunicação com os cidadãos.

Segurança de Dados: Soluções não oficiais podem não seguir os padrões rígidos de segurança, tornando-se vulneráveis a ataques e exposições indesejadas de informações.

Violação de Privacidade: Integrações não autorizadas podem não oferecer garantias de proteção aos dados dos usuários, expondo o órgão a riscos legais, principalmente sob a égide da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A Questão da Responsabilidade:

A responsabilidade de um servidor público vai além das obrigações funcionais rotineiras. Em um mundo digital, onde a tecnologia desempenha um papel crítico na prestação de serviços, o peso dessa responsabilidade cresce exponencialmente.

Casos Anteriores de Responsabilização: Em alguns estados e países, servidores foram responsabilizados e enfrentaram ações legais por adotarem soluções tecnológicas que comprometeram a segurança e privacidade dos cidadãos. Mesmo que essas decisões tenham sido tomadas sem a intenção de prejudicar, a responsabilidade última recaiu sobre quem deu o aval.

Reputação e Confiança Pública: Uma falha de segurança ou uma violação de privacidade pode manchar irreversivelmente a imagem de um órgão. Isso erode a confiança do público, algo que pode levar anos para ser reconstruído. E, muitas vezes, o servidor responsável pelo edital pode ser visto como o principal culpado, mesmo que o erro tenha sido inadvertido.

Auditorias e Investigações: A adoção de soluções não conformes pode levar a auditorias internas ou investigações. Estes processos, além de consumirem tempo e recursos, podem culminar em processos administrativos ou disciplinares contra os envolvidos.

Impacto Financeiro: Falhas tecnológicas podem resultar em custos adicionais significativos. Estes incluem, mas não se limitam a, multas por violações legais, custos de litígios e despesas emergenciais para implementar correções ou soluções alternativas.

Dada a gravidade das consequências, é imperativo que os servidores públicos atuem com a máxima diligência, garantindo que os editais e licitações respeitem todas as diretrizes e legislações pertinentes. É crucial entender que a negligência na seleção de plataformas de comunicação não é apenas um erro administrativo, mas uma falha grave que pode comprometer a segurança nacional, a privacidade dos cidadãos e a integridade da instituição pública. A responsabilidade é grande e as consequências podem ser severas, tanto para o servidor quanto para o público. Não há espaço para erros.

O que deve constar nos Editais?

Especificação de Solução Oficial: Requisitar explicitamente a adoção da solução oficial do WhatsApp. Neste ponto, é vital destacar a necessidade de aderência à quantificação/volumetria de mensagens HSM, bem como os tipos de templates que podem ser usados para essas mensagens.

Normas de Precificação: Conforme cláusula 5.1 do termo de uso do WhatsApp, é mandatório que a precificação de mensagem siga um padrão único, conforme a Tabela de Preços disponibilizada oficialmente. Isso deve ser estritamente seguido por todos os utilizadores da API WhatsApp Business. Link para Tabela de Preços. A conformidade com esta norma deve ser verificada e garantida, pois alterações nos preços listados e nas regras de preços podem ser atualizadas mensalmente pela Meta.

Demonstração de Conformidade: Exigir que as empresas participantes comprovem a autenticidade e conformidade de suas soluções com as políticas do WhatsApp e com a legislação aplicável. A aderência ao padrão de preços da Meta para usuários da API WhatsApp Business deve ser parte integrante desta conformidade.

Cláusulas de Segurança: Além da segurança inerente à solução oficial do WhatsApp, é necessário a inclusão de requisitos rigorosos de segurança de dados em linha com a LGPD com DPO responsável. Especial atenção deve ser dada às APIs não oficiais do WhatsApp que são mais suscetíveis a ciberataques.

Penalidades Claras: Estipulação de penalidades para eventuais violações ou falhas na prestação do serviço. As penalidades devem incluir, mas não se limitar a, violações de preços, uso de soluções não oficiais e falhas de segurança.

O que devemos Evitar:

À medida que avançamos na digitalização dos serviços públicos, é crucial que nossas escolhas e contratações reflitam padrões elevados de qualidade, confiabilidade e conformidade legal. É imperativo que os servidores públicos responsáveis pelos processos de licitação estejam atentos a práticas e ofertas duvidosas no mercado. Aqui estão algumas práticas e características de empresas que devem ser evitadas:

Representantes Comerciais Ambíguos: Fique atento a representantes que simplesmente fazem um aglomerado de soluções de diferentes fornecedores com o intuito de vencer a licitação. Essa abordagem pode comprometer a integridade e coesão da solução, levando a possíveis falhas de integração e segurança.

Terceirização Indevida: Evite empresas que terceirizam as soluções principais. Se o desenvolvimento da solução não é próprio da contratada, isso pode resultar em falta de responsabilidade, problemas de comunicação e possíveis falhas de segurança.

Falta de Conformidade com a LGPD: A proteção de dados é de suma importância. Empresas que não possuem um Encarregado de Proteção de Dados (DPO) e não estão em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) devem ser evitadas a todo custo. A conformidade com a LGPD não é apenas uma questão legal, mas também de confiança e integridade na gestão de informações sensíveis.

Sem Licença ANATEL: A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) é responsável pela regulação do setor de telecomunicações no Brasil. Empresas que oferecem soluções nessa área sem a devida licença da ANATEL podem estar operando ilegalmente e, certamente, abaixo dos padrões de qualidade e segurança estabelecidos.

Optar por empresas que não seguem estas diretrizes básicas pode resultar em falhas catastróficas no sistema, exposição de dados sensíveis, desconfiança do público e possíveis implicações legais para o órgão e servidores responsáveis.

Legislação e Diretrizes Regulatórias: O Peso da Responsabilidade Legal

Quando os órgãos públicos optam por implementar soluções tecnológicas, há uma necessidade imperativa de assegurar que essas escolhas estejam em total conformidade com as leis vigentes. No caso do uso não oficial do WhatsApp, essas preocupações tornam-se ainda mais críticas.

Lei nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998 – “Lei do Software”:

Esta lei trata da proteção de programas de computador. No contexto de soluções não oficiais do WhatsApp, usar ou modificar software de forma não autorizada pode ser enquadrado como uma violação dessa legislação.

Link explícito para consulta: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9609.htm

Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998 – “Lei de Direitos Autorais”:

Ela protege os direitos autorais no Brasil. Alterar ou usar indevidamente o código do WhatsApp pode ser considerado uma violação desta lei, levando a consequências jurídicas severas.

Link explícito para consulta: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9610.htm

Lei nº 12.737, de 30 de novembro de 2012 – “Lei Carolina Dieckmann”:

Esta legislação aborda crimes cibernéticos. Qualquer solução não oficial que possa comprometer a segurança dos usuários do WhatsApp ou introduzir vulnerabilidades pode ser enquadrada aqui.

Link explícito para consulta: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12737.htm

Código Penal Brasileiro – Artigo 184:

Esta parte do código penal aborda a violação de direitos autorais. Assim, qualquer uso indevido de propriedade intelectual relacionado ao WhatsApp poderia se enquadrar neste artigo.

Link explícito para consulta: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848compilado.htm

Outras diretrizes e regulamentações relevantes incluem:

Site Oficial do WhatsApp:

Ao adotar qualquer solução relacionada ao WhatsApp, é essencial que os órgãos públicos estejam cientes das diretrizes e termos de uso oficialmente estabelecidos pela empresa.

Link explícito para consulta: http://www.whatsapp.com/legal/ e https://www.whatsapp.com/legal/meta-terms-whatsapp-business?lang=pt_BR

ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações):

Sendo o órgão regulador oficial, a ANATEL pode ter informações ou diretrizes sobre a integração do WhatsApp em serviços públicos.

Link explícito para consulta: https://www.anatel.gov.br/

LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados):

Ao usar qualquer plataforma de comunicação, incluindo o WhatsApp, a privacidade e proteção dos dados dos usuários são de extrema importância. Assim, é crucial garantir conformidade com a LGPD.

Link explícito para consulta: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709.htm

Dada a importância dessas legislações e diretrizes, os órgãos públicos e seus representantes devem adotar uma postura de diligência ao escolher soluções tecnológicas, garantindo não apenas eficácia operacional, mas também conformidade jurídica.

Conclusão:

O cenário digital em constante evolução traz consigo inúmeras vantagens, mas também desafios significativos. Para órgãos públicos e servidores, a escolha de ferramentas de comunicação deve ser feita com cautela, considerando não apenas os benefícios operacionais, mas também as potenciais implicações legais e éticas. A integridade da comunicação pública e a proteção dos dados dos cidadãos devem ser sempre priorizadas.

Entenda a ligação do transporte público com a inteligência artificial

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Entenda a ligação do transporte público com a inteligência artificial

Você com certeza já deve ter ouvido falar em inteligência artificial (IA). Mas você sabe realmente do que se trata?

Definida como a capacidade de dispositivos eletrônicos de funcionar de uma maneira que lembra o pensamento humano, o que implica em perceber variáveis, tomar decisões e resolver problemas, a inteligência artificial visa melhorar o desempenho e a produtividade das empresas, automatizando processos ou tarefas que antes exigiam energia humana.

Diante disso e dos resultados positivos já comprovados, algumas cidades brasileiras já começaram a adotar a inteligência artificial no transporte público.

Como a IA pode beneficiar no transporte público

A ligação entre o transporte público e a inteligência artificial representa um avanço significativo na busca por soluções mais eficientes, sustentáveis e convenientes para as necessidades de mobilidade urbana das cidades modernas.

Isto porque a inteligência artificial no transporte melhora a eficiência operacional e a experiência do usuário de maneira sem precedentes.

Um dos principais benefícios da IA é a otimização das operações. Algoritmos de inteligência artificial podem analisar dados em tempo real, como informações de tráfego, condições climáticas e demanda dos passageiros, para ajustar as rotas e horários dos transportes de maneira dinâmica. Isso não apenas reduz o tempo de espera dos passageiros, mas também ajuda a evitar congestionamentos e a otimizar o uso da frota.

Nesse sentido, a IA pode contribuir inclusive para reconquistar os passageiros que trocaram os ônibus por seus carros particulares. “Estudos e pesquisas realizados periodicamente indicam que a percepção do passageiro sobre a qualidade do sistema está associada prioritariamente à eficiência dos serviços, que é percebida nos deslocamentos diários como rapidez e confiabilidade. Este é um dos aspectos mais significativos para entender a perda de passageiro: presos no trânsito comum os ônibus perdem velocidade comercial, o que compromete a rapidez das viagens e, consequentemente, o tempo de espera no ponto deixa de ser previsível afetando a confiabilidade do serviço, explica o diretor da Viação UTIL, Jacob Barata Filho.

De olho nisso, a Secretaria de Mobilidade Urbana de Porto Alegre em colaboração com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), lançou neste mês de agosto, um avançado software movido por inteligência artificial para a gestão do transporte coletivo de passageiros. O objetivo é gerenciar sua frota de ônibus de forma mais eficiente e confiável, beneficiando cerca de 2,8 milhões de viagens anuais.

Com essa tecnologia, a capital gaúcha pretende colocar 100% de sua frota de ônibus com inteligência artificial, melhorando ainda, a experiência da malha de ônibus e o trabalho dos motoristas.

Os benefícios da IA não param por aí. Ela ainda contribui para a segurança dos sistemas de transporte público. Por exemplo, sistemas de monitoramento inteligente podem identificar comportamentos anormais ou situações de risco, como invasões de faixa ou pedestres em áreas restritas. Esses sistemas podem acionar alertas ou até mesmo tomar medidas preventivas para evitar acidentes.

A sustentabilidade também é um ponto-chave. A inteligência artificial pode ajudar a otimizar o uso de energia, minimizando o consumo de combustível e a emissão de poluentes.

Além disso, ao melhorar a eficiência do transporte público, a IA pode incentivar mais pessoas a deixarem seus carros particulares em casa, contribuindo para a redução do tráfego e das emissões de gases do efeito estufa.

O diretor da Viação UTIL, Jacob Barata Filho acredita que para reconquistar os passageiros é preciso investir em qualidade. “Conforto e inovações tecnológicas refletem a percepção do cliente sobre a qualidade ofertada. O passageiro deseja que a tecnologia seja incorporada facilitando o planejamento das viagens através de aplicativos, por exemplo, e incorporando veículos modernos, menos poluentes como os ônibus elétricos ou híbridos”, salienta.

Importância de sempre optar por meios de transporte legalizados

A implementação bem-sucedida da inteligência artificial no transporte público exige um planejamento estratégico abrangente e a adoção de medidas específicas.

E diversos caminhos podem ser trilhados para concretizar essa transformação, melhorando a eficiência, a segurança e a qualidade da mobilidade urbana por meio da IA.

E um dos caminhos mais importantes é a parceria entre entidades públicas e empresas de tecnologia.

Empresas especializadas em inteligência artificial podem trazer conhecimento técnico, recursos e soluções inovadoras para acelerar a implementação da tecnologia nos sistemas de transporte público. “O transporte coletivo é um bem público que produz benefícios privados no dia a dia. Ele requer um setor público capaz, mas não dispensa um setor privado forte, que possa contribuir com investimentos e ações estratégicas tanto local quanto globalmente”, reforça o diretor da Viação UTIL, Jacob Barata Filho.

Ônibus elétrico ou movido a biocombustível: o que é mais sustentável?

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Ônibus elétrico ou movido a biocombustível: o que é mais sustentável?

A busca por alternativas mais sustentáveis no transporte público do Brasil tem levado a discussões sobre qual é a melhor opção: ônibus elétricos ou ônibus movidos a biocombustíveis?

Ambas as opções possuem méritos significativos quando se trata de reduzir o impacto ambiental e promover a sustentabilidade nas cidades. E à medida que o Brasil se empenha em enfrentar os desafios da mobilidade urbana e da sustentabilidade, a escolha entre ônibus elétricos e ônibus movidos a biocombustíveis ganha cada vez mais relevância.

O fato é que ambas alternativas têm o potencial de transformar positivamente o cenário do transporte público, contribuindo para cidades mais limpas, eficientes e amigas do meio ambiente.

Por que o biocombustível é sustentável?

A crescente busca por alternativas mais sustentáveis no setor de transporte público tem colocado os biocombustíveis em destaque como uma solução promissora para reduzir o impacto ambiental e melhorar a qualidade do ar nas cidades brasileiras.

Mas você sabe porque ele é considerado sustentável?

Os biocombustíveis, produzidos a partir de fontes renováveis como óleos vegetais, cana de açúcar e resíduos orgânicos, oferecem uma série de benefícios significativos para o transporte público nacional.

Um dos principais benefícios dos biocombustíveis é a redução das emissões de gases poluentes e de efeito estufa. Ao contrário dos combustíveis fósseis, os biocombustíveis liberam menos dióxido de carbono e outras substâncias nocivas durante a combustão. Isso contribui diretamente para melhorar a qualidade do ar nas cidades e para o combate às mudanças climáticas.

Outro ponto positivo dos biocombustíveis é que sua produção é mais ecologicamente sustentável do que a extração do petróleo e a refinação de combustíveis fósseis. Além disso, certas matérias-primas utilizadas na produção de biocombustíveis podem ser subprodutos de outras indústrias, reduzindo o desperdício e promovendo o uso eficiente de recursos.

Benefícios de ônibus elétricos para o meio ambiente

Nesse cenário de busca por um transporte público mais sustentável e acessível, os ônibus elétricos também surgem como uma alternativa promissora para atender a ambos os objetivos de forma eficaz.

Um de seus benefícios, inclusive, é tornar o transporte público verdadeiramente acessível. E aqui, os ônibus elétricos têm papel fundamental. Eles oferecem uma experiência mais suave e silenciosa para os passageiros, especialmente para pessoas com mobilidade reduzida.

Além disso, a ausência de ruídos e vibrações excessivas contribui para uma viagem mais confortável, tornando o transporte público atraente para todos. “Conforto e inovações tecnológicas refletem a percepção do cliente sobre a qualidade ofertada. O passageiro deseja que a tecnologia seja incorporada facilitando o planejamento das viagens através de aplicativos, por exemplo, e incorporando veículos modernos, menos poluentes como os ônibus elétricos ou híbridos”, completa o diretor da Viação UTIL, Jacob Barata Filho.

E falando em tecnologia, a adoção de ônibus elétricos estimula a inovação tecnológica, impulsionando avanços em baterias mais eficientes, sistemas de recarga inteligentes, e até mesmo soluções de energia renovável para abastecer esses veículos. Esse ciclo de inovação não só melhora o transporte público, mas também pode inspirar avanços em outros setores.

Segundo o diretor da Viação UTIL, Jacob Barata Filho, tecnologia e modelos de gestão inovadores, paradoxalmente, colocam em evidência a dimensão humana no transporte público, as pessoas que o transporte público conecta. “O transporte público está se redefinindo a partir de uma cultura orientada para as pessoas, é lógico e imperativo para um serviço que conecta pessoas em um mundo onde as pessoas estão cada vez mais conectadas. Neste cenário de super conexão, o transporte público precisa se humanizar, o setor precisa se adaptar a um ambiente em transformação acelerada e contínua, determinado pela evolução das expectativas do cliente e pelas mudanças tecnológicas”, salienta.

Sejam movidos a biocombustíveis ou eletricidade, o fato é que esse tipo de ônibus não é apenas uma opção viável, é uma solução real e poderosa para tornar o transporte público mais sustentável e acessível.

E ao apoiar essa revolução – nem tão silenciosa assim – sobre rodas, é trilhar um caminho melhor para as cidades e para as gerações que virão.

Aulas de Ciência no TikTok: Professora Anne ultrapassa fronteiras digitais

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Aulas de Ciência no TikTok: Professora Anne ultrapassa fronteiras digitais

A paixão pelo ensino e a dedicação à educação têm sido marcas registradas da carreira da Professora Anne ao longo de mais de 20 anos. E, mantendo-se atualizada com as tendências digitais, em maio deste ano, ela deu um passo adicional ao lançar seu canal no TikTok, https://www.tiktok.com/@anne.ciencias.

Sem deixar sua atuação em sala de aula, a Professora Anne encontrou na plataforma digital uma nova maneira de alcançar ainda mais estudantes e entusiastas da ciência. Atualmente, ela conta com quase 5.000 seguidores, incluindo admiradores fora do Brasil, reforçando a universalidade do ensino da ciência.

Seus vídeos no TikTok, que abrangem temas de biologia, química e física, têm como objetivo principal democratizar o acesso ao conhecimento científico. Por meio de atividades lúdicas e experimentos ao vivo, Anne consegue transformar conceitos por vezes complexos em aprendizados acessíveis e atraentes para todas as idades.

A combinação da experiência tradicional em sala de aula com a inovação digital tem permitido à Professora Anne uma interação mais ampla e dinâmica com seus alunos e seguidores. E mesmo com seguidores internacionais, ela mantém a essência e a proximidade com seu público, característica marcante de sua trajetória como educadora.

Para aqueles que desejam entrar em contato com a Professora Anne, seja para colaborações, trocas pedagógicas ou para conhecer mais sobre seu trabalho, ela está disponível através do email [email protected]. Em tempos de constantes transformações na educação, a trajetória de Anne é um testemunho de que a paixão pelo ensino e a adaptabilidade podem caminhar juntas, enriquecendo ainda mais o processo de aprendizagem.

A importância do Agronegócio para as comunidades locais

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A importância do Agronegócio para as comunidades locais

O agronegócio desempenha um papel vital no desenvolvimento e crescimento das comunidades locais, sendo uma das principais forças econômicas. Além disso, a presença do agronegócio nesses locais também se enquadra como um elemento essencial para o desenvolvimento social e sustentável da população.

Entenda mais sobre a importância do agronegócio para as comunidades locais, destacando seu impacto na economia, geração de empregos, segurança alimentar e desenvolvimento local.

Apoio à economia local e nacional: O agronegócio como motor de desenvolvimento

O agronegócio é um dos pilares da economia brasileira e tem um papel crucial na geração de riqueza e crescimento do país. O setor agrícola abrange diversas atividades, desde a produção de grãos, carnes e produtos agrícolas, até a indústria de agroquímicos e tecnologias aplicadas ao campo.

A produção agropecuária é responsável por uma parcela significativa do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e é um dos principais setores exportadores do país. As exportações de produtos agrícolas contribuem para a entrada de divisas no Brasil, impulsionando a balança comercial e fortalecendo a economia nacional.

Além disso, o agronegócio tem um impacto positivo no desenvolvimento regional, especialmente em áreas rurais. A atividade agrícola cria oportunidades de emprego e renda para as comunidades locais, estimulando o crescimento de pequenos negócios e serviços relacionados ao setor.

Garantia de segurança alimentar e desenvolvimento através do agro

O agronegócio é um dos principais responsáveis pela produção de alimentos que abastecem o mercado interno e externo. A produção agrícola e pecuária fornece uma ampla variedade de produtos essenciais para a alimentação humana e animal, garantindo mais segurança alimentar para a população.

Além disso, o setor agrícola tem evoluído no sentido de colaborar com práticas de responsabilidade social. Um exemplo disso são os projetos sociais apoiados por empresas, como é o caso do Agronegócio Estrondo. O empreendimento, que reúne 14 fazendas de produção de grãos no Oeste da Bahia, apoia o projeto “Do tatame para a vida”, formado por jovens em situação de vulnerabilidade que treinam Jiu-jitsu, além de ajudar a comunidade local com ações de controle a incêndios florestais e manutenção e pavimentação de estradas.

Importância do agronegócio para desenvolvimento e apoio de comunidades

O agronegócio desempenha um papel de destaque na vida das comunidades, impulsionando a economia regional, gerando empregos e renda, garantindo mais segurança alimentar da população e promovendo a sustentabilidade.

Ao valorizar e apoiar o agronegócio, as comunidades também reconhecem o seu papel essencial na oferta de alimentos, na geração de riqueza e emprego, bem como na preservação dos recursos naturais e do meio ambiente. A continuidade do desenvolvimento responsável do agronegócio é fundamental para garantir benefícios duradouros para as comunidades e para a sociedade como um todo, fortalecendo a economia e promovendo o bem-estar da população.

O papel e benefícios dos shoppings para o comércio

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O papel e benefícios dos shoppings para o comércio

Os shoppings desempenham um papel significativo no cenário do comércio, proporcionando uma infraestrutura abrangente e moderna para lojistas e consumidores. Esses centros comerciais se tornaram um ponto de encontro popular para compras, entretenimento e lazer.

Entenda mais o papel dos shoppings no comércio, seus benefícios para lojistas e consumidores, e a importância desses espaços no contexto econômico atual.

Diversidade e comodidade em um só lugar: o atrativo dos shoppings

Uma das principais vantagens dos shoppings é a oferta de uma variedade de lojas e serviços em um único local. Essa diversidade de opções é um fator de atração para os consumidores, que podem encontrar uma ampla gama de produtos e marcas sem precisar percorrer grandes distâncias.

Além disso, os shoppings oferecem comodidades como estacionamento seguro, praças de alimentação, cinemas, áreas de lazer para crianças e facilidades de acesso para pessoas com mobilidade reduzida. Essas comodidades tornam a experiência de compras mais agradável e conveniente, incentivando os consumidores a dedicarem mais tempo e recursos em suas visitas.

Benefícios para lojistas e o fortalecimento do comércio local

Para os lojistas, os shoppings oferecem uma oportunidade única de expor seus produtos e serviços a um público diversificado e em grande escala. A presença em um shopping center pode aumentar significativamente a visibilidade de uma marca e atrair novos clientes, especialmente devido ao alto tráfego de pessoas nesses estabelecimentos e as estratégias de vendas que o próprio empreendimento fomenta.

Um bom exemplo disso é o Colinas Shopping, localizado em São José dos Campos. O empreendimento fundado pelo empresário Ronald Guimarãses Levinsohn é referência em estratégias para alavancar as vendas diante de períodos difíceis, como foi na pandemia.

“Os consumidores estão adaptados a comprar em lojas online e físicas, inclusive muitos optam por unir as duas experiências, Podemos conferir esse comportamento entre os frequentadores dos shoppings”, declarou Priscilla Levinsohn, diretora de marketing do Cilnas Shopping, à revista Exame.

Importância da presença de Shoppings para manutenção do comércio

Os shoppings desempenham um papel fundamental no comércio ao oferecer uma infraestrutura abrangente e moderna para lojistas e consumidores. Sua diversidade de lojas e comodidades em um único local atrai consumidores em busca de opções variadas e uma experiência de compras agradável.

No contexto econômico atual, os shoppings continuam a desempenhar um papel vital na promoção do comércio e na criação de espaços de convivência e entretenimento para a comunidade. Seu impacto positivo no desenvolvimento comercial e no bem-estar da sociedade reforça sua importância como pilares do setor varejista e como locais essenciais para a vida urbana contemporânea.

Entenda mais sobre o papel dos ônibus elétricos nas cidades

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Entenda mais sobre o papel dos ônibus elétricos nas cidades

Os ônibus elétricos estão se tornando peças-chaves na busca por soluções mais sustentáveis para a mobilidade urbana no Brasil e ao redor do mundo.

E à medida que mais cidades investem nesse tipo de transporte, esse modelo se mostra extremamente benéfico tanto do ponto de vista econômico, social, quanto ambiental, reforçando que a adoção desses veículos como uma alternativa ao transporte público tradicional pode ser um passo importante e estratégico para alcançar uma mobilidade urbana mais eficiente e sustentável.

Diferenças entre ônibus comum e elétrico

No cenário das cidades brasileiras, a discussão em torno da mobilidade urbana e da busca por soluções sustentáveis e inclusivas tem se tornado cada vez mais relevante.

E não é por menos. Segundo a MobiliDADOS, plataforma de indicadores de mobilidade urbana do ITDP Brasil, o transporte coletivo é responsável por 40% das viagens realizadas nas cidades brasileiras e o ônibus é o modo de transporte mais usado pela população. “Independentemente do índice de desenvolvimento humano e econômico do país, são os ônibus que transportam a maior parte das pessoas nas grandes cidades. Isso ocorre porque o transporte por ônibus oferece vantagens que são determinantes para a sustentabilidade urbana”, destaca o diretor da Viação UTIL, Jacob Barata Filho.

Nesse contexto, as diferenças entre os ônibus comuns e os ônibus elétricos ganham destaque como um tema crucial para o avanço em direção a um transporte coletivo mais amigável ao meio ambiente e eficiente para os usuários.

Existem alguns pontos que precisam ser analisados e que diferem os ônibus movidos a combustíveis dos ônibus elétricos. São eles:

– Fonte de energia x sustentabilidade: os ônibus comuns são movidos por combustíveis fósseis, como diesel ou gasolina, para gerar energia e impulsionar o veículo. Dessa forma, contribuem de forma significativa para a emissão de poluentes atmosféricos e gases de efeito estufa.

E os dados confirmam isso: segundo o relatório “Situação Global do Transporte e Mudança Climática Global” elaborado por mais de 40 organizações internacionais que visam promover transportes sustentáveis, as emissões de carbono geradas pelos transportes somam 14% das emissões globais.

Enquanto os ônibus movidos a diesel são responsáveis por grande parte das emissões de CO2, contribuindo para o aquecimento global e as mudanças climáticas, os ônibus elétricos usam motores elétricos alimentados por baterias, que armazenam energia elétrica previamente carregada. Eles não emitem gases poluentes durante o processo de operação. Jacob Barata Filho, no entanto, faz um adendo: “Em comparação com o transporte individual os ônibus transportam mais pessoas ocupando menos espaço e poluindo menos”, salienta o diretor da Viação UTIL.

– Ruído urbano: se por um lado os ônibus comuns podem ser mais barulhentos por conta do funcionamento do motor de combustão interna, os ônibus elétricos são mais silenciosos, contribuindo com um ambiente urbano mais tranquilo e agradável.

– Eficiência energética: os ônibus movidos a combustíveis fósseis possuem uma eficiência energética menor se comparados aos ônibus elétricos, uma vez que parte da energia do combustível é dissipada em forma de calor. No caso dos ônibus elétricos, uma proporção maior da energia elétrica armazenada é convertida em energia mecânica para a movimentação do veículo.

– Manutenção: os ônibus comuns podem exigir mais manutenção por conta do desgaste de peças relacionadas ao motor de combustão, enquanto os ônibus elétricos tendem a ter uma manutenção mais simples, já que os motores elétricos têm menos peças móveis e menos componentes que se desgastam com o tempo.

Os ônibus elétricos representam um importante avanço em direção a um transporte público mais limpo e amigável ao meio ambiente.

Mas o caminho para uma mobilidade urbana mais sustentável passa pelo investimento não apenas em novas tecnologias e soluções inovadoras, mas também pela conscientização sobre a importância de diversificar a frota para tornar as cidades mais inteligentes e resilientes.

Como a implementação de ônibus elétricos têm auxiliado na mobilidade urbana

A implantação de ônibus elétricos nas cidades brasileiras tem se mostrado uma medida inteligente e estratégica no que diz respeito a uma mobilidade urbana mais sustentável e eficiente.

Isto porque esses veículos trazem muitos benefícios, que vão desde ambientais ao reduzirem as emissões de poluentes, até econômica a longo prazo, uma vez que estimulam a inovação tecnológica.

No entanto, isso não quer dizer que os outros modos de transporte sejam menos importantes. “A rede de transportes deve ser plural e todos os meios devem ser tratados isonomicamente para garantir um padrão de qualidade uniforme em todo o sistema”, defende o diretor da Viação UTIL, Jacob Barata Filho.

E ele está certo. A diversidade de frota garante uma certa redundância no sistema de transporte público. Em situações de emergência, por exemplo, como problemas ou falhas no fornecimento de energia elétrica, a disponibilidade de ônibus movidos a combustíveis pode garantir a continuidade do serviço, evitando impactos negativos para os usuários.