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Agatha Christie: A Rainha Do Mistério E Seu Legado Imortal Na Literatura Mundial

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Agatha Christie: A Rainha Do Mistério E Seu Legado Imortal Na Literatura Mundial

Agatha Mary Clarissa Miller Christie nasceu em 15 de setembro de 1890, na cidade costeira de Torquay, Inglaterra. Desde a infância, demonstrava uma imaginação viva e um olhar atento para o comportamento humano — características que mais tarde moldariam suas tramas de suspense.

Durante a Primeira Guerra Mundial, trabalhou como enfermeira e teve contato com diversos tipos de medicamentos e venenos, conhecimento que utilizou com precisão em suas histórias. Em 1920, lançou seu primeiro romance, O Misterioso Caso de Styles, que apresentou ao mundo o detetive Hercule Poirot — personagem que rapidamente conquistou os leitores e se tornou um ícone da literatura policial.

Mistério, Inteligência e Personagens Icônicos

Ao longo de mais de meio século de carreira, Agatha Christie escreveu mais de 80 obras, entre romances, contos e peças teatrais. Suas histórias são conhecidas pelo raciocínio lógico, pelas pistas sutis e pelas reviravoltas que mantêm o leitor preso até o desfecho.

Entre seus personagens mais marcantes estão o metódico detetive belga Hercule Poirot e a astuta investigadora amadora Miss Marple. Ambos refletem a habilidade de Christie em criar figuras complexas, ao mesmo tempo humanas e extraordinárias.

Cenários como pequenas vilas inglesas ou luxuosos trens e cruzeiros exóticos serviam de palco para tramas que exploravam o melhor e o pior da natureza humana. Obras como Assassinato no Expresso do Oriente, E Não Sobrou Nenhum e Morte no Nilo consolidaram sua fama como a verdadeira “Rainha do Mistério”.

O Legado Eterno de Agatha Christie

Mais do que uma escritora de sucesso, Agatha Christie se tornou um fenômeno cultural. Suas histórias ultrapassaram as páginas dos livros e ganharam vida em incontáveis adaptações para o cinema, a televisão e o teatro.

Um de seus maiores feitos é a peça A Ratoeira, que estreou em Londres em 1952 e permanece em cartaz até hoje — um recorde absoluto na história teatral. Mesmo após sua morte, em 1976, o interesse por sua obra continua crescendo.

Críticos e leitores reconhecem que Christie não apenas aperfeiçoou o romance policial, mas definiu o gênero. Sua influência pode ser percebida em autores contemporâneos, roteiristas e até em séries de TV que seguem sua linha de dedução e mistério.

Curiosidades Sobre a Autora

Em 1926, Agatha Christie protagonizou um dos episódios mais misteriosos de sua própria vida: desapareceu por onze dias, deixando toda a Inglaterra intrigada. O caso ganhou manchetes e até hoje é alvo de especulações.

Além disso, a autora também escreveu romances sob o pseudônimo Mary Westmacott, explorando temas mais íntimos e emocionais — um lado menos conhecido, mas igualmente sensível de sua escrita.

Conclusão

Agatha Christie permanece como uma das escritoras mais admiradas e influentes do mundo. Sua capacidade de construir tramas inteligentes e personagens inesquecíveis garantiu-lhe um lugar eterno na literatura. Décadas depois, seu nome ainda é sinônimo de mistério, elegância e genialidade.

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Asteriumland Lança World Of Imagination E Convida Famílias Ao Encantamento Da Música E Do Aprendizado

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Asteriumland Lança World Of Imagination E Convida Famílias Ao Encantamento Da Música E Do Aprendizado

Projeto internacional celebra a criatividade e o desenvolvimento infantil com canções bilíngues que unem diversão, imaginação e educação.

A AsteriumLand, universo lúdico que combina entretenimento, educação e música, anuncia o lançamento de seu novo álbum World of Imagination. O projeto, totalmente em inglês, convida crianças e famílias a embarcarem em uma jornada sonora repleta de criatividade, descobertas e valores essenciais para o crescimento emocional e social.

Mais do que um simples álbum musical, World of Imagination é uma experiência educativa e afetiva. Suas canções abordam temas universais como amizade, superação, empatia e autoconhecimento, sempre com letras acessíveis e refrões envolventes. As faixas foram desenvolvidas para estimular a imaginação, promover a autoestima e incentivar a expressão pessoal das crianças, fortalecendo pilares do desenvolvimento socioemocional, cognitivo e psicomotor, fundamentos centrais da AsteriumLand.

Misturando influências do pop infantil, MPB e música educativa, o álbum apresenta uma produção moderna e alegre, capaz de encantar tanto o público infantil quanto os adultos. Cada canção foi pensada para integrar aprendizado e diversão de maneira natural, com melodias cativantes que estimulam a interação entre pais e filhos.

Além de seu caráter artístico, o projeto também cumpre uma função pedagógica. Com letras em inglês, World of Imagination oferece uma excelente oportunidade para o aprendizado do idioma, sendo ideal para escolas bilíngues e famílias que desejam introduzir o inglês de forma leve e prazerosa.

Segundo a equipe criativa da AsteriumLand, o álbum representa uma nova fase na missão da marca. “Queremos mostrar que aprender pode ser mágico. World of Imagination traduz nossa visão de unir música, educação e emoção em um só universo, um lugar onde as crianças possam sonhar grande, criar e crescer com alegria”, destacam os produtores Gisele Lira e Peu Mendes.

A AsteriumLand reforça que o projeto é um convite à imaginação e ao convívio familiar por meio da música. Com faixas que estimulam o movimento, o canto e a curiosidade, World of Imagination é indicado para playlists familiares, ambientes escolares e momentos de diversão em casa, reafirmando o compromisso da marca com a formação integral das novas gerações.

Escute agora mesmo: World of Imagination

Reginaldo Leme E Equipe Automotor Marcam Presença Na Pré Estreia Do Documentário “Stock Car – Mais Rápido Que O Tempo”, Em São Paulo

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Reginaldo Leme E Equipe Automotor Marcam Presença Na Pré Estreia Do Documentário “Stock Car – Mais Rápido Que O Tempo”, Em São Paulo

A AutoMotor participou, nesta terça-feira (23), da pré-estreia do curta-documentário “Stock Car – Mais Rápido que o Tempo”, filme que retrata, em 30 minutos, a evolução tecnológica dos carros da principal categoria do automobilismo brasileiro ao longo de quase cinco décadas. A sessão exclusiva para convidados reuniu pilotos, chefes de equipe e personalidades do esporte no coração de São Paulo.

Produzido pela Valete de Copas Filmes em parceria com a ArcelorMittal e com apoio da Vicar, o filme tem direção de Conrado Ferrato e produção executiva de Felipe Motta. Entre os depoimentos, nomes históricos como Ingo Hoffmann, Christian Fittipaldi, Lincoln Oliveira, Carlos Col, Washington Bezerra e outros protagonistas que ajudaram a construir o legado da Stock Car.

A obra chega aos cinemas em um momento simbólico: 2025 marca a grande revolução técnica da Stock Car, com a adoção de novos SUVs projetados pela AudaceTech, processo que contou com suporte e aço da ArcelorMittal. O filme contextualiza essa virada mostrando o caminho desde o “Opalão” e o Ômega até os chassis tubulares, aliados às marcas Mitsubishi, Toyota e Chevrolet, uma história de reinvenção movida por paixão, união e criatividade.

“O filme é realmente impressionante, retrata muito bem a história e o que nós vivemos lá nos tempos antigos e como a coisa evoluiu até hoje” – Comenta Reginaldo Leme, após ver o filme.

Além do lançamento nacional, “Mais Rápido que o Tempo” coleciona seleções em festivais internacionais como o International Motor Film Awards (IMFA), em Londres, o Paladino d’Oro Sport Film Festival, em Palermo, e o FICTS, em Milão, reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional. A indicação ao IMFA é considerada por especialistas como o “Oscar do cinema automotivo”.

Durante a pré-estreia, marcaram presença diversas referências do automobilismo brasileiro. Entre elas, Lincoln Oliveira, CEO da Stock Car, destacou o simbolismo do momento e o papel da ArcelorMittal no fomento à cultura e ao esporte. 

“Até eu, por meio deste projeto, estou conhecendo muito da Stock Car. É extremamente prazeroso ver esta história ganhar tela e reencontrar aqui gente que guiou os primeiros carros da categoria”, afirmou. 

Segundo Felipe Motta, produtor executivo, o filme tem objetivos claros no circuito de festivais internacionais. Ainda não há confirmação de exibição ao grande público.

Ficha técnica do filme

  • Título: Stock Car – Mais Rápido que o Tempo

  • Formato/duração: curta-documentário, ~30 min

  • Direção: Conrado Ferrato | Prod. executiva: Felipe Motta

  • Produtora: Valete de Copas Filmes | Parceria: ArcelorMittal | Apoio: Vicar.

Hubs De Experiência Se Consolidam Como Estratégia Para Aproximar Marcas E Consumidores

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Hubs De Experiência Se Consolidam Como Estratégia Para Aproximar Marcas E Consumidores

Ativações imersivas e espaços híbridos unem entretenimento, identidade e engajamento, transformando consumidores em comunidades de fãs.

Em um mercado cada vez mais competitivo, onde produtos e serviços se tornam rapidamente intercambiáveis, marcas buscam novas formas de criar conexões genuínas com seus consumidores. Nesse contexto, os Hubs de Experiência, também chamados de Media Centers, despontam como tendência estratégica para unir autenticidade, interatividade e presença cultural.

Esses espaços funcionam como pontos de encontro nos quais a marca deixa de ser apenas fornecedora de produtos para se tornar parte da vida cotidiana das pessoas. A lógica é simples: enquanto campanhas publicitárias tradicionais disputam atenção em ambientes saturados, experiências imersivas e sensoriais criam vínculos emocionais mais profundos e duradouros.

Segundo o relatório EventTrack 2023, campanhas experienciais podem aumentar em até 91% a intenção de compra e gerar 53% mais recall de marca em comparação a ações convencionais. O estudo mostra ainda que 80% dos consumidores afirmam lembrar-se mais de uma marca após vivenciarem uma experiência positiva ligada a ela.

Exemplos internacionais reforçam essa tendência. A Nike transformou suas lojas House of Innovation em centros de personalização e interatividade em Nova York e Xangai. A Coca-Cola criou espaços imersivos como a Coca-Cola Store, onde fãs podem interagir com a história e personalizar produtos. Já a Red Bull e a LEGO consolidaram estúdios e arenas que vão além da venda, promovendo cultura, arte e entretenimento como parte da experiência de consumo.

No Brasil, a busca por autenticidade, pertencimento e identidade coletiva se reflete em consumidores mais exigentes. Eles não querem apenas comprar, mas participar de comunidades com valores compartilhados. Nesse cenário, os Hubs de Experiência oferecem jornadas híbridas — físicas e digitais — que fortalecem laços emocionais, estimulam engajamento orgânico e podem até gerar retorno financeiro contínuo por meio de eventos, merchandising e conteúdos exclusivos.

Segundo João Brene, CEO da SPOT, os Hubs de Experiência representam uma mudança de paradigma na forma como as marcas se relacionam com as pessoas. 

“Não estamos falando apenas de vender produtos, mas de criar espaços onde consumidores e marcas possam compartilhar experiências, valores e propósito. Na SPOT, acreditamos que o futuro do engajamento está na criação de comunidades apaixonadas, que se sentem parte da marca e ajudam a multiplicar seu impacto”, afirma João.



A SPOT reforça que esse modelo amplia não apenas a lealdade e o engajamento, mas também gera impacto social e novas oportunidades de negócio de forma sustentável.

Asteriumland Lança “Primavera Rosa / Pink Spring” E Celebra O Florescer Com Música Bilíngue Para Crianças E Famílias

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Asteriumland Lança “Primavera Rosa / Pink Spring” E Celebra O Florescer Com Música Bilíngue Para Crianças E Famílias

Compositas em português e inglês, as faixas unem aprendizado lúdico, autoestima e positividade em um projeto musical voltado para escolas, famílias e playlists internacionais.

AsteriumLand, universo criativo que combina entretenimento e educação infantil, apresenta seu mais novo lançamento musical: Primavera Rosa e sua versão em inglês, Pink Spring. As canções chegam como celebração do florescer e do autocuidado, com arranjos leves e refrões de fácil memorização, voltados para crianças, famílias e ambientes escolares.

O projeto reforça a missão da AsteriumLand de transformar o aprendizado em experiências divertidas e inesquecíveis. Já conhecida por seus livros infantis, conteúdos no metaverso e clipes educativos no YouTube, a marca fundamenta suas criações nos pilares socioemocional, cognitivo e psicomotor, estimulando o desenvolvimento integral das crianças.

Musicalmente, as faixas trazem vocabulário acessível e imagens positivas, como flores, cores e luz, incentivando autoestima e alegria. Em português, Primavera Rosa ganha leveza para momentos cotidianos e escolares, enquanto Pink Spring amplia o alcance global, permitindo inserção em playlists internacionais e em ambientes bilíngues.

A produção reúne o carisma vocal de Gisele Lira e a técnica de Peu Mendes, que juntos imprimem textura e apelo pop ao projeto, tornando-o atraente para curadorias voltadas ao público infantil e familiar. O resultado são duas faixas espelho, seguras, positivas e com forte potencial de replay, reforçando o caráter multicultural da obra.

Segundo a AsteriumLand, o lançamento de Primavera Rosa / Pink Spring reafirma seu compromisso em unir música, educação e diversão. A AsteriumLand destaca que as canções foram concebidas para promover alegria e aprendizado, aproximando crianças e famílias em experiências musicais que celebram o crescimento e a beleza da vida. A AsteriumLand reforça que este projeto é também um convite para escolas, pais e curadores explorarem conteúdos seguros, educativos e inspiradores.

Escute agora mesmo: Primavera rosa

Escute agora mesmo: Pink Spring

Sdrs E Bdrs Ganham Protagonismo Na Estruturação De Times De Vendas Em Startups E Empresas B2B

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Sdrs E Bdrs Ganham Protagonismo Na Estruturação De Times De Vendas Em Startups E Empresas B2B

Profissionais de prospecção são cada vez mais requisitados para gerar pipeline qualificado, enquanto AEs seguem essenciais no fechamento e gestão de contas estratégicas.

Com a consolidação de modelos de vendas complexas no ambiente B2B, funções de prospecção como Sales Development Representatives (SDRs) e Business Development Representatives (BDRs) ganharam destaque nas contratações de startups e scale-ups. Essas posições são fundamentais para sustentar a geração de pipeline e permitir que os times comerciais mantenham cadência de contatos e oportunidades qualificadas.

Na prática, os SDRs atuam na qualificação de leads inbound, filtrando contatos que chegam por marketing digital e conduzindo conversas iniciais até que estejam prontos para avançar no funil de vendas. Já os BDRs concentram esforços no outbound, com foco em identificar e abordar novos potenciais clientes por meio de estratégias como cold calls, e-mails segmentados e social selling. Ambos os papéis exigem domínio de ferramentas de automação, comunicação clara, capacidade analítica e inteligência emocional.

Dados do mercado reforçam a valorização desses cargos. Levantamentos de consultorias especializadas apontam que um BDR no Brasil pode ter remuneração entre R$ 2.000 e R$ 6.000, dependendo de senioridade e segmento, comumente acompanhada de variáveis atreladas à performance. Além disso, são posições reconhecidas como porta de entrada para a carreira comercial, muitas vezes servindo de ponte para funções como Account Executive.

Nesse cenário, os Account Executives (AEs) mantêm papel estratégico: são responsáveis pela condução das negociações, fechamento dos contratos e gestão de contas-chave. O crescimento na contratação de SDRs e BDRs não substitui os AEs, mas fortalece sua atuação, já que chegam às negociações com leads mais preparados e informações mais consistentes.

Segundo Ingrid Rafaeli, CEO da Valure, a evolução do mercado de vendas deixa claro que a pré-venda bem estruturada se tornou indispensável.

“Os SDRs e BDRs criam as condições ideais para que os AEs possam atuar com maior eficiência, em negociações mais maduras e estratégicas. Na Valure, temos observado que empresas que investem nessa combinação conseguem acelerar resultados e construir times comerciais mais sólidos e preparados para o futuro”, afirma Rafaeli.

A Valure reforça que capacitar esses profissionais é essencial para sustentar o crescimento de startups e empresas B2B.

Maioria Dos Entes Públicos Ainda Não Alcança Maturidade Esperada Na Implementação Da Nova Lei De Licitações E Contratos (Lei 14.133)

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Maioria Dos Entes Públicos Ainda Não Alcança Maturidade Esperada Na Implementação Da Nova Lei De Licitações E Contratos (Lei 14.133)

Relatório do TCU aponta que 61% dos órgãos públicos estão em nível insuficiente de implementação; capacitação, planejamento e tecnologia despontam como os principais desafios.

A Lei nº 14.133/2021, conhecida como a Nova Lei de Licitações e Contratos (NLLC), foi promulgada com o propósito de modernizar, tornar mais transparentes e eficientes os processos de contratação pública no Brasil. A norma substituiu a antiga Lei 8.666/1993, além de integrações com regulamentos de pregão e regime diferenciados, trazendo inovações como o uso eletrônico de processos, maior rigidez nos critérios de governança e exigência de estudos técnicos preliminares.

Entretanto, um estudo do Tribunal de Contas da União (TCU), realizado mais de três anos após a promulgação legislativa, revela que 61% dos órgãos e entidades da Administração Pública se encontram em nível de implementação considerado insuficiente da Lei 14.133/2021. Do universo de 1.768 órgãos avaliados, apenas 30% atingem nível básico, 5% nível intermediário e apenas 1% alcança o nível avançado.

Uma outra dimensão importante identificada pelo TCU é a sustentabilidade nos contratos públicos. A lei estimula contratações que considerem aspectos ambientais, sociais e de governança, porém muitos entes ainda não adotaram práticas como exigência de materiais ecoeficientes, normas de descarte apropriado ou cláusulas de responsabilidade ambiental nos contratos. A implementação dessas práticas tem sido lenta, especialmente nos Estados e municípios.

Segundo o IBEGESP, os resultados apresentados pelo TCU evidenciam que, embora a Lei 14.133/2021 represente avanço legal substancial, sua aplicação plena exige esforço elevado e contínuo. O IBEGESP destaca que capacitação de servidores públicos, uso de tecnologia adequada e elaboração rigorosa de planejamento de contratações são medidas essenciais para elevar os níveis de maturidade. O IBEGESP também reforça que órgãos públicos que adotarem essas práticas estarão melhor posicionados para garantir eficiência, transparência e cumprimento efetivo da lei, reduzindo riscos de falhas e promovendo uma gestão pública mais confiável.

35 Anos Do Código De Defesa Do Consumidor: Marco Histórico Na Proteção E Cidadania No Brasil

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35 Anos Do Código De Defesa Do Consumidor: Marco Histórico Na Proteção E Cidadania No Brasil

Promulgado em 1990, o CDC consolidou direitos fundamentais e se mantém como referência para relações de consumo mais equilibradas e justas.

Em 11 de setembro de 1990, o Brasil sancionava a Lei nº 8.078, que instituiu o Código de Defesa do Consumidor (CDC), uma das legislações mais avançadas do mundo à época e um divisor de águas na consolidação da cidadania. Desde então, milhões de brasileiros passaram a contar com garantias explícitas de direitos como a informação clara, a proteção contra práticas abusivas, a reparação de danos e o equilíbrio nas relações de consumo.

Ao longo de três décadas e meia, o CDC não apenas orientou consumidores e fornecedores, como também serviu de base para milhares de decisões judiciais e inspirou políticas públicas em todo o país. Sua aplicação atravessou transformações profundas do mercado, da popularização do comércio eletrônico ao crescimento dos serviços digitais, mantendo-se sempre atual como instrumento de confiança e justiça.

O alcance social do código é amplo. Ele garantiu maior transparência nas relações comerciais, reforçou a noção de responsabilidade dos fornecedores e estimulou a criação de órgãos de proteção, como os Procons, que hoje atuam em todo o Brasil com milhares de atendimentos anuais. Segundo dados da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), apenas em 2023 mais de 2,3 milhões de registros de atendimento foram realizados na plataforma consumidor.gov.br, demonstrando a importância contínua da legislação na prática cotidiana.

Embora novos desafios tenham surgido, como o enfrentamento ao superendividamento e a proteção de dados pessoais diante da era digital, o espírito do CDC permanece inalterado: assegurar equilíbrio, transparência e dignidade nas relações de consumo. A lei segue viva, evoluindo junto com a sociedade, sem perder sua essência protetiva.

Segundo o escritório Lacerda e Paulucci, o Código de Defesa do Consumidor continua sendo um dos pilares mais importantes do direito brasileiro. O Lacerda e Paulucci destaca que, ao completar 35 anos, o CDC reafirma sua relevância como instrumento de cidadania e confiança nas relações de consumo. O Lacerda e Paulucci reforça que a educação jurídica preventiva é essencial para que síndicos, consumidores e empresas estejam preparados para aplicar a lei em sua plenitude e evitar conflitos desnecessários.

Do Qr Code Ao Nfc: Rótulos Inteligentes Redefinem A Conexão Entre Marcas E Consumidores

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Do Qr Code Ao Nfc: Rótulos Inteligentes Redefinem A Conexão Entre Marcas E Consumidores

Tecnologias como QR Code e NFC elevam interatividade, autenticidade e transparência nos produtos, abrindo caminho para rótulos mais inovadores e sustentáveis.

Os rótulos inteligentes, aqueles que incorporam QR Codes ou tags NFC, estão se tornando cada vez mais comuns em embalagens, à medida que consumidores exigem mais informação, transparência e interatividade das marcas. Essas tecnologias permitem que os usuários acessem conteúdos digitais, validações de autenticidade, informações de impacto ambiental e outros dados relevantes apenas apontando ou aproximando seu celular do produto.

O QR Code já consolidado, amplamente acessível via câmera de smartphone, segue sendo opção de custo baixo para oferecer informações como origem, ingredientes, instruções e selos de sustentabilidade. Já o NFC (Near Field Communication) oferece vantagens adicionais, como interação por proximidade, maior segurança para autenticação de produto e capacidade de atualizar conteúdos dinâmicos sem exigir um QR impresso fixo.

Marcas que combinam ambas as tecnologias alcançam um público mais amplo. O QR Code serve como porta de entrada universal para interações básicas, enquanto o NFC eleva a experiência de marca ao permitir autenticação, rastreabilidade e até mesmo ofertas personalizadas com toque físico, o que pode aumentar a percepção de valor do consumidor.

Outra vantagem importante é a contribuição desses rótulos inteligentes para a transparência e sustentabilidade. Por exemplo, rótulos com NFC podem armazenar dados sobre ciclo de produção, pegada de carbono, certificações ambientais ou instruções de descarte e reciclabilidade, possibilitando que consumidores façam escolhas mais conscientes. QR Codes dinâmicos também permitem atualizações de conteúdo sem necessidade de imprimir novas embalagens, reduzindo desperdício.

Porém alguns desafios persistem, custo maior para integração de NFC comparado ao QR Code, necessidade de compatibilidade do dispositivo do consumidor (telefone com NFC), e segurança em termos de clonagem ou acesso indevido aos dados. Ainda assim, o NFC é considerado mais seguro em muitos casos, por operar em proximidade e por poder incorporar mecanismos criptográficos.

Segundo a GrowLabel, investir em rótulos inteligentes com QR Code e NFC é uma forma eficaz de unir inovação, segurança e sustentabilidade. A GrowLabel destaca que marcas que incorporam essas tecnologias em seus rótulos podem não apenas melhorar a experiência de compra, mas também fortalecer sua reputação ao oferecer informações claras, rastreabilidade e compromisso ambiental. A GrowLabel reforça que, para fabricantes, adotar designs que permitam essas interações e escolher materiais compatíveis com NFC ou impressão de QR Codes dinâmicos representa uma vantagem competitiva relevante.

Cop 30 Acelera Agenda Esg E Redefine Critérios De Seleção De Fornecedores

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Cop 30 Acelera Agenda Esg E Redefine Critérios De Seleção De Fornecedores

Governança, inovação e transformação digital moldam cadeias de suprimentos em grandes organizações

À medida que a COP 30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, marcada para 10 a 21 de novembro de 2025, em Belém (PA), se aproxima, cresce a pressão sobre empresas brasileiras para reverem seus modelos de gestão de fornecedores.

A integração de critérios ESG (ambientais, sociais e de governança) deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito estratégico para competir em mercados globais mais regulados e exigentes.

Esse foi o foco do NashTalk, realizado em 2 de setembro, em São Paulo, no qual Fernanda Delboni, CEO na Nashai, recebeu Werner Grau, sócio em escritório Pinheiro Neto Advogados. O encontro discutiu inovação, governança, transformação digital e os desafios que moldam o futuro das organizações.

Durante o debate, destacou-se que a homologação de fornecedores não pode mais se limitar a aspectos financeiros ou operacionais. A análise deve incluir riscos socioambientais e de governança em toda a cadeia.

“Não adianta uma companhia adotar energia renovável se o fornecedor de matéria-prima não cumpre padrões ambientais. O impacto negativo se propaga por toda a operação”,

afirmou Werner Grau.

Da sustentabilidade ao ESG

O encontro também destacou a evolução conceitual do tema. Enquanto a sustentabilidade surgiu como um ideal de equilíbrio entre dimensões econômica, social e ambiental, o ESG se consolidou como uma abordagem pragmática.

“O ESG tira a discussão do campo puramente jurídico e traz para o mercado a autorregulação. Ele funciona como um veículo para alcançar a sustentabilidade”, explicou Grau.

Essa mudança reposiciona a governança como eixo central. É por meio dela que variáveis sociais e ambientais podem ser incorporadas de forma consistente, reduzindo riscos regulatórios, reputacionais e financeiros.

O papel da tecnologia

A aplicação de critérios ESG na gestão de fornecedores depende da tecnologia. Plataformas digitais permitem acompanhar o ciclo de vida de cada parceiro, realizar homologações objetivas, monitorar riscos de forma contínua e assegurar transparência na cadeia de valor.

Nesse contexto, soluções como a SYM Supply, desenvolvida pela Nashai, ajudam empresas a estruturar e automatizar processos de pré-cadastro, homologação e due diligence. O objetivo é fortalecer a governança e a aplicação consistente de critérios ESG.

“Nossa solução garante uma base de fornecedores qualificada, alinhada às políticas da companhia e aos critérios ESG, com mais consistência, controle e transparência”, destacou Fernanda Delboni.

COP 30 como catalisadora estratégica

A COP 30 deve atuar como catalisadora de mudanças, intensificando a pressão de investidores, consumidores e reguladores. O encontro no Brasil tende a ser não apenas um marco político, mas também um divisor estratégico para organizações inseridas em cadeias globais.

“A COP 30 será um marco político e estratégico, e os efeitos deverão ser profundos. O que sair de Belém influenciará não apenas políticas públicas, mas também práticas empresariais no Brasil e no mundo. As empresas que não incorporarem critérios ESG em suas cadeias de fornecedores correm o risco de perder espaço em mercados internacionais cada vez mais exigentes”, afirmou Grau.

Sobre a Nashai

A Nashai é uma empresa brasileira especializada em soluções tecnológicas para gestão da cadeia de fornecimento, com foco em produtividade, governança e redução de custos operacionais. Sua suíte SYM Supply automatiza todo o processo source-to-pay, incorporando critérios ESG na seleção e homologação de fornecedores.