Início Site Página 54

Dia da Universidade: uma data para lembrar a importância dessas instituições

0
Dia da Universidade: uma data para lembrar a importância dessas instituições

Quando é o Dia da Universidade? Uma data para lembrarmos da importância dessas instituições.

O Dia da Universidade, comemorado em 18 de janeiro, foi criado para relembrar a importância das instituições de ensino superior para a sociedade.

Esse sistema educacional permite ao estudante expandir seus conhecimentos e se tornar um profissional mais qualificado para o mercado.

Além disso, o incentivo ao ensino e pesquisa devolvem o investimento para a comunidade na forma de ciência e tecnologia.

Em um país como o Brasil, cujo acesso ao ensino superior ainda é limitado, é fundamental recordar o papel das instituições de ensino e buscar formas de ampliar o acesso. 

Projetos públicos e privados, como os da UniverCidade, de Ronald Levinsohn, são pilares para esse objetivo.

Entenda porque celebrar o Dia da Universidade e conheça algumas iniciativas voltadas para o ensino.

Dados do censo do ensino superior no Brasil em 2022

Segundo dados do Censo da Educação Superior 2021, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), quase 9 milhões de alunos cursaram o ensino superior no ano passado.

Esse número é surpreendente, especialmente considerando o salto da educação no Brasil em relação às décadas passadas. Em 2001, apenas 390 mil alunos se formaram na faculdade, enquanto que em 2010 ocorreu a graduação de 973 mil estudantes.

O período recebeu diversos investimentos do setor privado, com a criação de projetos, como os da UniverCidade, que proporcionaram maior acesso para os alunos.

Atualmente, 76,9% dos alunos em 2021 entraram em instituições privadas, mostrando a importância dessas iniciativas no País.

A importância de ampliar o acesso às universidades

Por outro lado, não seria possível obter esses números sem ampliar o acesso às instituições de ensino, algo reforçado no Dia da Universidade. 

Sem programas de incentivo e alternativas para a população de menor renda, o Brasil não conseguiria alcançar recordes de graduações e se destacar internacionalmente pelos seus programas de ensino.

O acesso ao ensino superior ocorre por meio de opções que incluam jovens mais vulneráveis, e também grupos minoritários. Por exemplo, a UniverCidade, fundada por Ronald Levinsohn, recebeu 35 mil alunos, com diversos programas de inclusão e acesso.

As bolsas eram flexíveis e existiam valores de desconto para que os graduandos não precisassem abandonar os estudos.

Projetos como os da UniverCidade não apenas contribuem para a entrada dos universitários, mas para a manutenção deles no curso.

Conheça alguns programas que facilitam o acesso a universidades

Além de projetos privados, como os da UniverCidade, o Governo Federal também conta com programas que facilitam o acesso às universidades.

Por exemplo, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas federais para os melhores alunos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Enquanto isso, existe o Programa Universidade Para Todos (ProUni), que traz bolsas de ensino em universidades privadas para alunos com notas de destaque.

Ainda, é possível contar com o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), que facilita o pagamento de bolsas e divide o valor de forma acessível.

Esses programas, propostos pelo Governo Federal, são celebrados no Dia da Universidade, por permitir aos jovens brasileiros a chance de estudar em faculdades de qualidade.

Por que celebrar o Dia da Universidade?

O Dia da Universidade recorda a importância do ensino superior na vida de milhões de jovens e adultos, capaz de mudar vidas. 

Além disso, é uma data para incentivar os programas de acesso públicos, como os do Governo, e privados, como os da UniverCidade, tornando essas oportunidades cada vez mais conhecidas e expandindo o número de graduados no Brasil.

Por esse motivo, vale a pena celebrar este dia, e valorizar os projetos brasileiros que tornam o ensino superior possível para todos.

Aumento de geração de energia no Brasil vem de fontes renováveis

0
Aumento de geração de energia no Brasil vem de fontes renováveis

Brasil registra aumento de geração de energia de fontes renováveis

 

A geração de energia no Brasil tem seguido uma constante de crescimento. Quase a metade dela, se deve à produção através de fontes renováveis, como a eólica e solar. Com ganhos significativos para a população e o meio ambiente, a alternativa tem se consolidado como opção e se tornado responsáveis pela maior parte do aumento da oferta no país. 

 

Com uma ampla gama de soluções sendo desenvolvidas e um grande investimento com foco no aumento da capacidade energética, os renováveis têm sido a principal aposta e novos projetos eólicos podem viabilizar uma expansão das instalações existentes no Nordeste, uma grande fonte de produção brasileira. As plantas solares não fogem do mesmo caminho e oferecem uma variedade de projetos com fatores bem acima das médias globais, que permitem custo muito baixo para o consumidor. 

 

O país se encontra em uma posição muito confortável em relação à questão energética. E isso se deve a alguns motivos, a começar pelos investimentos que vêm sendo feitos para aumentar a capacidade de geração eólica e solar, aponta o consultor Eduardo Navarro Antonello, fundador da Golar Power e da Macaw Energies.

 

Para os próximos anos, a perspectiva é de um avanço ainda maior no setor, ampliando suas conexões. Entenda mais sobre como os investimentos que têm sido feitos e como essas fontes contribuem para a evolução deste aspecto tão importante para o país.

Aumento de geração de energia no Brasil

Segundo os dados do Ministério de Minas e Energia, a matriz elétrica brasileira é uma das mais renováveis do mundo, com proporção de 48%, o que representa mais de três vezes superior ao padrão mundial. Apesar de boa parte ser produzida em usinas hidrelétricas, a geração de energia eólica, produzida pelo vento e a solar, têm ganhado destaque.

Atualmente o Brasil tem 22 GWs de potência no setor eólico, o que representa 12% do total no país, com 812 parques. A previsão é que até 2026 este número possa saltar para 37,09, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica. 

“O país tem investido fortemente em renováveis, além de possuir uma extensa gama de novos projetos eólicos offshore, o que poderia viabilizar uma significativa expansão da capacidade instalada na região Nordeste. Tanto em usinas eólicas quanto em plantas solares, temos uma abundância de projetos altamente competitivos, com fatores de capacidade bem acima das médias globais”, destaca o consultor Eduardo Navarro Antonello em artigo sobre a possível independência energética do país

A participação do nordeste no aumento de geração de energia renovável 

O Nordeste tem papel vital na geração de energia no país. Em julho deste ano, por exemplo, as turbinas eólicas localizadas no Estado, chegaram a 14.167 megawatts, o que equivale a 123,2% do necessário para suprir a região. Os números representam o suficiente para suprir todo o Estado por um minuto e sobrando 23,2%, o que já fez inclusive o Brasil tornar-se exportador de energia eólica.

Previsão de crescimento para 2023

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, mais de 90% do aumento de geração de energia previsto para o próximo ano virá de fontes renováveis. Segundo a projeção, serão cerca de 10,97 gigawatts de uma estimativa total de 12,14 GWs, incluindo as fontes eólicas e solar. 

De acordo com o consultor Eduardo Navarro Antonello, o investimento em mais projetos de geração de energia através de renováveis permitiriam um custo de energia muito baixo para o consumidor.

Em 2022 elas devem abocanhar dois terços da nova potência operada, com 3,73 GW de 5,65 GW ao todo. De um ano para o outro, a potência vai crescer 2,3 vezes, com mais 4,58 GW. Já em usinas fotovoltaicas, o acréscimo será 3,5 vezes maior que neste 2022, com 6,38 GW.

Busca pela energia limpa

Fato é que para os próximos anos, com previsão até 2030, o Brasil terá participação acima de 80% no que tange a respeito dos renováveis na matriz elétrica. A energia limpa tem ajudado o país a cumprir compromissos firmados na cúpula do clima deste ano, de antecipar a neutralidade de 2060 para 2050.

O Ministério de Minas e Energia informou que, só em 2020, a capacidade instalada em energia solar fotovoltaica cresceu 66% no país. Nos próximos dez anos, são esperados investimentos de mais de R$100 bilhões somente na geração de energia solar, representando 28% do investimento no setor elétrico nesse período. O Governo Federal oferece como benefícios para o aumento, eliminar impostos de importação de energia solar, o que tem colaborado para uma expansão. Há ainda programas de incentivo às fontes renováveis de energia como Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica) e Renovabio (Política Nacional de Biocombustíveis).

Férias escolares: qual a importância para as crianças?

0
Férias escolares: qual a importância para as crianças?

Entenda qual a importância das férias escolares para as crianças!

A temporada de férias escolares é um período tão importante quanto o ano letivo, e deve ser devidamente incentivada pelos familiares.

Esse momento ajuda na assimilação dos conteúdos aprendidos nos semestres anteriores, além de ser fundamental para a saúde mental da criança. Afinal, ela também precisa descansar e se divertir.

“Brincar é uma atividade natural e necessária para a saúde mental e desenvolvimento infantil”, defende Claudia Vieira Levinsohn, mestre em educação.

Além disso, esse período também é benéfico para o desenvolvimento social, cognitivo e emocional do aluno, como mostrou um estudo realizado pela Academia Norte-Americana de Pediatria (AAP).

Conforme a pesquisa, é necessário um intervalo maior entre o aprendizado, para que a criança assimile o que aprendeu e descanse sua mente.

Por isso, é importante valorizar as férias escolares, e separamos algumas dicas de como fazer isso.

Rotina escolar também é sobrecarga para as crianças

Ao contrário do que se imagina, a rotina escolar também sobrecarrega as crianças, oferecendo impacto na sua saúde mental e na sua energia.

O site Educare, especializado em educação, divulgou, em 2019, um estudo da instituição alemã Pronova BKK mostrando que uma em cada três crianças nos primeiros anos sofre, efetivamente, de cansaço. Isso leva a uma dificuldade de concentração e, consequentemente, menos aprendizado.

Além disso, também pode desenvolver sintomas físicos, como dores de cabeça e abdominais, resultado do cansaço e estresse.

Por esse motivo, é fundamental contar com períodos como as férias escolares para evitar esses quadros. “As crianças também precisam descansar da rotina escolar e recarregar as energias para poder voltar às aulas com disposição e vontade de aprender”, orienta Claudia Vieira Levinsohn.

Ainda, as responsabilidades assumidas pelas crianças também influenciam na sua saúde mental. Segundo a organização britânica Children’s Society, 22,7% de crianças entre 8 e 13 anos estão ansiosas.

Dessa forma, é essencial não apenas promover um período de qualidade para o descanso, como também incentivar atividades que diminuam essa carga das crianças.

Como aproveitar bem as férias escolares?

Para aproveitar bem as férias escolares, é importante promover atividades diferenciadas, mas, acima de tudo, praticar a comunicação.

Os pais devem entender o que seus filhos desejam fazer, para providenciar essas necessidades sempre que possível.

Uma dica é mudar o ambiente, ao menos por alguns dias, para ser possível desassociar os sentimentos de responsabilidade escolar, entendendo ser possível descansar. Para isso, muitos optam por estadias em familiares ou viagens.

Além disso, é o momento para incentivar brincadeiras diferentes, sendo fundamental a prática de atividades físicas, para trabalhar todo o sistema da criança.

Muitos pais se preocupam com o tempo de tela e uso de tecnologia nas férias escolares. No entanto, é mais importante propor atividades atrativas para os estudantes, sem, necessariamente, limitar as telas.

Com mais opções e brincadeiras interessantes, as crianças irão, naturalmente, diversificar seu tempo em outras atividades.

É importante que os pais estejam presentes nesse período, para aproveitar integralmente o tempo livre e o descanso. Inclusive, isso é fundamental para um bom retorno aos estudos.

“Ter mais contato com a família, fazer coisas diferentes e prazerosas, brincar livremente e dormir até mais tarde são essenciais para que a criança mantenha o rendimento na retomada da rotina escolar”, explica Claudia Vieira Levinsohn.

Por isso, vale a pena propor coisas diferentes da rotina para as crianças, com atenção para seu descanso e redução das responsabilidades diárias, ao menos por enquanto.

Quando começar a planejar as férias escolares?

As férias escolares são um período que influenciam a rotina e os hábitos de toda a família, por isso, vale a pena começar a planejar algumas semanas antes do recesso.

Aprenda atividades, modifique o ambiente para receber as crianças e proponha formas de descanso desde o primeiro dia, para entrar no clima leve e divertido que os estudantes merecem.

Aumento de geração de energia no Brasil vem de fontes renováveis

0
Aumento de geração de energia no Brasil vem de fontes renováveis

Quase metade da geração de energia do Brasil vem de fontes renováveis

A geração de energia no Brasil tem seguido uma constante de crescimento. Quase a metade dela, se deve à produção através de fontes renováveis, como a eólica e solar. Com ganhos significativos para a população e o meio ambiente, a alternativa tem se consolidado como opção e se tornado responsáveis pela maior parte do aumento da oferta no país. 

 

Com uma ampla gama de soluções sendo desenvolvidas e um grande investimento com foco no aumento da capacidade energética, os renováveis têm sido a principal aposta e novos projetos eólicos podem viabilizar uma expansão das instalações existentes no Nordeste, uma grande fonte de produção brasileira. As plantas solares não fogem do mesmo caminho e oferecem uma variedade de projetos com fatores bem acima das médias globais, que permitem custo muito baixo para o consumidor. 

 

“O país se encontra em uma posição muito confortável em relação à questão energética. E isso se deve a alguns motivos, a começar pelos investimentos que vêm sendo feitos para aumentar a capacidade de geração eólica e solar”, aponta o consultor Eduardo Navarro Antonello, fundador da Golar Power e da Macaw Energies.

 

Para os próximos anos, a perspectiva é de um avanço ainda maior no setor, ampliando suas conexões. Entenda mais sobre como os investimentos que têm sido feitos e como essas fontes contribuem para a evolução deste aspecto tão importante para o país.

Aumento de geração de energia no Brasil

Segundo os dados do Ministério de Minas e Energia, a matriz elétrica brasileira é uma das mais renováveis do mundo, com proporção de 48%, o que representa mais de três vezes superior ao padrão mundial. Apesar de boa parte ser produzida em usinas hidrelétricas, a geração de energia eólica, produzida pelo vento e a solar, têm ganhado destaque.

Atualmente o Brasil tem 22 GWs de potência no setor eólico, o que representa 12% do total no país, com 812 parques. A previsão é que até 2026 este número possa saltar para 37,09, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica. 

“O país tem investido fortemente em renováveis, além de possuir uma extensa gama de novos projetos eólicos offshore, o que poderia viabilizar uma significativa expansão da capacidade instalada na região Nordeste. Tanto em usinas eólicas quanto em plantas solares, temos uma abundância de projetos altamente competitivos, com fatores de capacidade bem acima das médias globais”, destaca o consultor Eduardo Antonello em

A participação do nordeste no aumento de geração de energia renovável 

O Nordeste tem papel vital na geração de energia no país. Em julho deste ano, por exemplo, as turbinas eólicas localizadas no Estado, chegaram a 14.167 megawatts, o que equivale a 123,2% do necessário para suprir a região. Os números representam o suficiente para suprir todo o Estado por um minuto e sobrando 23,2%, o que já fez inclusive o Brasil tornar-se exportador de energia eólica.

Previsão de crescimento para 2023

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, mais de 90% do aumento de geração de energia previsto para o próximo ano virá de fontes renováveis. Segundo a projeção, serão cerca de 10,97 gigawatts de uma estimativa total de 12,14 GWs, incluindo as fontes eólicas e solar. 

De acordo com o consultor Eduardo Navarro Antonello, o investimento em mais projetos de geração de energia através de renováveis permitiriam um custo de energia muito baixo para o consumidor.

Em 2022 elas devem abocanhar dois terços da nova potência operada, com 3,73 GW de 5,65 GW ao todo. De um ano para o outro, a potência vai crescer 2,3 vezes, com mais 4,58 GW. Já em usinas fotovoltaicas, o acréscimo será 3,5 vezes maior que neste 2022, com 6,38 GW.

Busca pela energia limpa

Fato é que para os próximos anos, com previsão até 2030, o Brasil terá participação acima de 80% no que tange a respeito dos renováveis na matriz elétrica. A energia limpa tem ajudado o país a cumprir compromissos firmados na cúpula do clima deste ano, de antecipar a neutralidade de 2060 para 2050.

O Ministério de Minas e Energia informou que, só em 2020, a capacidade instalada em energia solar fotovoltaica cresceu 66% no país. Nos próximos dez anos, são esperados investimentos de mais de R$100 bilhões somente na geração de energia solar, representando 28% do investimento no setor elétrico nesse período. O Governo Federal oferece como benefícios para o aumento, eliminar impostos de importação de energia solar, o que tem colaborado para uma expansão. Há ainda programas de incentivo às fontes renováveis de energia como Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica) e Renovabio (Política Nacional de Biocombustíveis).

Aplicativos de e-commerce é tendência no varejo

0
Aplicativos de e-commerce é tendência no varejo

Os aplicativos de e-commerce são tendência no varejo

Os aplicativos de e-commerce se tornaram a nova tendência do varejo e estão impulsionando as vendas. Segundo Priscilla Levinsohn, especialista em marketing, é essencial estar atento aos comportamentos e necessidades do cliente, principalmente, em relação às demandas tecnológicas para não ficar para trás. 

As negociações pela internet se tornaram um fenômeno que dominou o comércio, e, com isso, incentivou diversos negócios a implementar essa nova abordagem.

No entanto, antes de investir nessa tecnologia, vale a pena entender a sua importância e quais as tendências para seguir no seu negócio.

Veja a indicação de profissionais do mercado e o que esperar dos aplicativos de e-commerce.

Por que investir em um aplicativo para e-commerce? 

Investir em um aplicativo para e-commerce permitirá que a sua empresa siga as tendências do mercado e tenha um diferencial competitivo em relação aos concorrentes.

Isso porque o cenário está crescendo e se tornando cada vez mais fundamental para o mercado mundial de varejo. 

Segundo o Relatório Mobile App Trends 2022 da Adjust, divulgado pelo portal Terra, os aplicativos de e-commerce cresceram 14% em 2021 apenas na América Latina. 67% das vendas nesse mercado foram realizadas via smartphone, por meio dessas plataformas. 

Além disso, a expectativa para o futuro é que as negociações por apps ultrapasse U$ 5,42 trilhões de dólares até o final de 2022.

Em outras palavras, o canal mobile se tornou o mais popular entre os consumidores, e representa o futuro das vendas no comércio eletrônico.

As maiores tendências de Apps de e-commerce 

É inegável que os aplicativos de e-commerce se tornaram a maior tendência do mercado digital, com um aumento massivo na instalação dessas plataformas entre o público.

No entanto, esta não é a única novidade vivenciada pelos vendedores, especialmente após o período de pandemia, que trouxe uma nova junção dos conceitos de vendas físicas e digitais, como explica Priscilla Levinsohn.

“A pandemia também contribuiu para ampliar a percepção dos lojistas de uma nova necessidade de transformação para o futuro: a não distinção entre o físico e o digital, o figital, um somatório das duas possibilidades. Por meio do modelo figital, é possível comprar na loja física e pedir para entregar na sua casa. Assim como pode fazer o pedido em casa pelo site e pegar o produto na loja física. Ou até mesmo consumir dentro do shopping e buscar o que comprou nesse mesmo shopping depois, dentro do seu veículo. O mais importante é ficar atento aos comportamentos e às necessidades do cliente e, principalmente, às demandas tecnológicas para não ficar para trás”, comenta a diretora de Marketing do Colinas Shopping em seu artigo para o portal Exame.

Assim, cada vez mais consumidores aderem ao uso de aplicativos para e-commerce, mas sem deixar as compras físicas de lado.

Uso do Whatsapp para vendas

Outra tendência de apps no e-commerce é o WhatsApp, famosa plataforma de comunicação por mensagens.

Uma pesquisa feita pela Opinion Box em parceria com o Mobile Time aponta que o programa é o aplicativo mais instalado pelos brasileiros, presente em 99% dos smartphones. Isso levou a um uso massivo dessa ferramenta para o comércio, e 80% dos entrevistados afirmaram usar o WhatsApp para se comunicar com as marcas.

Este é o chamado comércio conversacional, que ocorre digitalmente, mas por meio de algum tipo de interação entre as duas partes, sejam duas pessoas ou um cliente e um chatbot, por exemplo.

Como uma prioridade para o varejo, essa tendência pode movimentar U$290 bilhões até 2025, sendo uma das preferências entre os consumidores.

Quando aderir aos aplicativos para e-commerce?

A adesão de aplicativos para e-commerce deve ser considerada quanto antes pelo seu varejo, especialmente por ser a nova tendência do mercado.

Especialistas, como Priscilla Levinsohn, já indicam que os empreendimentos se adaptem tanto no meio físico quanto no digital, e ter essa ferramenta é fundamental para realizar essa adequação de maneira eficiente.

Por esse motivo, se você deseja seguir o cenário eletrônico, vale a pena ter aplicativos para e-commerce na sua empresa.

Pantanal: cenário de novela e safári brasileiro

0
Pantanal: cenário de novela e safári brasileiro

Conheça o Pantanal: cenário de novela e safári brasileiro

O remake da novela Pantanal impulsionou o turismo na região, e cada vez mais pessoas buscam conhecer as belezas da região.

A produção global, que foi um sucesso em suas duas versões, aqueceu a economia local e voltou a incentivar visitas nos lugares que receberam as gravações.

No entanto, embora muitas pessoas estejam procurando o local por conta da novela, elas se surpreendem com a beleza natural. 

Para Claudia Vieira Levinsohn, o pantanal é um destino diferenciado que proporciona uma experiência que envolve sustentabilidade e responsabilidade social, além de proporcionar experiência inesquecível.

Conheça mais sobre o safári brasileiro e o que fazer para aproveitar essa experiência incentivada por diversos famosos.

Como o remake da novela Pantanal impulsionou o turismo na região?

A novela Pantanal, que estreou em 1990 e ganhou um remake em 2022, foi uma das exibições em horário nobre na maior emissora brasileira, o que estimulou os telespectadores a conhecer a região.

Quando a reapresentação chegou ao fim, muitos dos cenários puderam ser visitados, e o turismo aumentou na região, especialmente nos locais de gravação.

Além disso, muitos famosos e pessoas influentes já foram visitar o local. Atores como Dira Paes, Bruna Linzmeyer e Rodrigo Simas são vistos em diversos projetos e viagens de turismo. Além disso, personalidades como Claudia Vieira Levinsohn, Luan Santana e Henri Castelli também apreciam o local.

Agora, como o remake da novela Pantanal, a disponibilidade dos cenários da emissora Globo para visitas também contribuiu para o turismo no último ano.

O que fazer no Pantanal?

Visitantes do Pantanal poderão fazer atividades ao ar livre relacionadas à natureza, como safári fluvial e terrestre, pesca e passeios a cavalo. Além disso, caminhadas e canoagem também estão entre as atividades mais comuns.

Ainda, é possível se hospedar em hotéis e fazendas tradicionais da região, para aproveitar a cultura, comidas típicas e eventos.

Outros pontos turísticos são indicados, como a Bacia do Alto Paraguai, reconhecida como a maior área úmida do planeta, Patrimônio Natural da Humanidade e Reserva da Biosfera da UNESCO.

Como chegar no Pantanal?

Por conta da distância do Pantanal para as grandes cidades, recomenda-se pegar um avião até Campo Grande ou Cuiabá, e, em seguida, completar o trajeto de carro ou outro transporte.

Algumas agências providenciam todo esse percurso com veículos próprios, mas é necessário ir até uma metrópole e seguir por caminhos alternativos.

Ecoturismo é tendência para 2023

Com o remake da novela Pantanal, o ecoturismo se tornou uma tendência ainda maior para 2023, com previsão de 20% de crescimento no Brasil, segundo informações da Organização Mundial do Turismo (OMT).

Além disso, a estimativa financeira global é de movimentar 333 bilhões de dólares até 2027 nessa área.

São mais de 10 mil empresas brasileiras que atuam nesse segmento, e conseguiram sobreviver à pandemia de coronavírus.

Isso porque o Brasil recebeu uma média de 19 milhões de turistas nos últimos 3 anos, sendo um dos destinos mais populares.

Para Claudia Vieira Levinsohn, o turismo na natureza ganhou muitos adeptos depois da pandemia e deve continuar a ser tendência em 2023. “Acredito que os viajantes estão mais preocupados com a sustentabilidade, em estar mais próximo da natureza e em conhecer melhor a cultura local”, comenta.

Assim, a expectativa é que o ecoturismo e o turismo solidário continuem em alta no futuro, impulsionado recentemente pela novela Pantanal, mas com apoio de diversas personalidades que divulgam e incentivam a prática no Brasil.

Vale a pena conhecer o Pantanal?

O Pantanal é uma das regiões mais ricas do Brasil, conhecido como safári brasileiro, pela sua diversidade e cultura.

Por isso, vale a pena conhecer o local, seja por conta da novela Pantanal ou pelas experiências que a área oferece aos visitantes.

Os grandes benefícios de praticar jiu-jitsu

0
Os grandes benefícios de praticar jiu-jitsu

Conheça os grandes benefícios de praticar jiu-jitsu

A prática do jiu-jitsu não se limita aos benefícios para a saúde física. Por meio de sua filosofia milenar, também colabora para o crescimento pessoal ao transmitir valores como persistência, autoconfiança, disciplina e respeito. 

Com pontos positivos que se destacam na formação de crianças e jovens, a modalidade está sendo disseminada em todo o País, chegando em comunidades carentes por ações sociais promovidas por empresas como o Agronegócio Estrondo, que mantém o projeto “Do Tatame para a Vida”, que atende a crianças e adolescentes de Formosa do Rio Preto.

Além de incentivar o apreço por atividades físicas, o esporte também pode oferecer diversas oportunidades para pessoas socialmente vulneráveis.

Por esse motivo, saiba  mais sobre a prática do jiu-jitsu e seus benefícios para a saúde física, mental e para a sociedade.

O que o jiu-jiu-jitsu e quais seus benefícios?

O jiu-jitsu faz parte de uma família de artes marciais japonesas que utiliza diferentes técnicas e golpes corporais com o objetivo de derrubar ou imobilizar o oponente.

Esse esporte chegou ao Brasil em torno do século XIX, e se adaptou ao País, criando uma submodalidade própria.

Hoje, a prática conta com uma Confederação e realiza campeonatos mundiais.

Atualmente, é o esporte individual que mais cresce no país, com cerca de 550 mil praticantes e 2 mil estabelecimentos de ensino nas grandes capitais. 

Essa popularidade ocorre por conta das suas vantagens. Treinar jiu-jitsu permite desenvolver força, resistência e flexibilidade, além de disciplina, por ser um esporte que prega o respeito aos superiores e mais experientes.

Além disso, é ideal para manter uma boa condição física e desenvolver a autoconfiança com técnicas de defesa pessoal. Para quem pratica, é possível reduzir a ansiedade e ter mais bem-estar.

Esses benefícios são ainda melhores para as crianças e jovens, pois une atividade física, desenvolvimento pessoal e o incentivo ao esporte desde cedo.

A prática do jiu-jitsu para crianças é recomendada a partir dos 4 anos, mas pode se estender por toda a vida.

Crianças que praticam essa arte marcial podem se defender mais facilmente, melhoram a relação com colegas e aprendem a superar obstáculos.

O esporte pode ser a porta de entrada para crianças e adolescentes de comunidades carentes, já que pode oferecer oportunidades de crescimento e destaque no cenário nacional.

Conheça o projeto “Do Tatame para a Vida”.

A prática de jiu-jitsu é incentivada a crianças e adolescentes de Formosa do Rio Preto, no Oeste da Bahia, através do projeto social “Do Tatame para a Vida”. Atualmente, são cerca de 120 adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social que recebem incentivo da ação.

Coordenado pelo professor Luciano Henrique Barreto, o projeto é apoiado pelo Agronegócio Estrondo desde 2021 e, em breve, ganhará uma nova sede com mais espaço para ampliar as suas atividades.

Com o acréscimo de salas de treinamentos e refeitórias compartilhados, será possível atender a mais pessoas, oferecendo oportunidades de melhoria de vida para a comunidade.

Por meio da prática de jiu-jitsu, centenas de crianças poderão estar inseridas em um novo contexto social, com a possibilidade de se destacar no cenário do esporte, além de aprender mais sobre disciplina, resistência e colaboração.

Vale a pena incentivar a prática de jiu-jitsu?

O incentivo à prática do jiu-jitsu é fundamental em qualquer idade, especialmente para crianças e jovens, pois traz uma série de benefícios no desenvolvimento pessoal e físico.

Além disso, também é importante apoiar causas sociais que aumentem o contato das comunidades carentes com o esporte, promovendo mais oportunidades para a vida das pessoas.

Assim, vale a pena não apenas incentivar a prática do jiu-jitsu, como também seguir o exemplo de empresas como o Agronegócio Estrondo e promover campanhas que atendam aos jovens vulneráveis, melhorando sua qualidade de vida.

Produção de óleo e gás natural aumenta no Brasil

0
Produção de óleo e gás natural aumenta no Brasil

Brasil registra aumento de produção de óleo e gás

O Brasil é um dos dez maiores produtores de petróleo e condensados do mundo e tem grande potencial quanto à produção de óleo e gás natural.

Nos últimos anos, a produção de barris tem aumentado e a expectativa é dobrar essa produção até 2030, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

No texto a seguir, você observará alguns dados sobre o assunto — como está a produção de gás natural no Brasil atualmente, perspectivas para o futuro e iniciativas para aumento no número de terminais. 

Aumento de produção de óleo e gás natural no Brasil

Nas palavras da ANP, o Brasil atingiu um recorde na produção de gás natural em 2021. A produção foi de 134 milhões de metros cúbicos produzidos por dia (MMm³/d). Este valor representa 5% de crescimento em relação a 2020, quando a produção foi de 127 MMm³/d.

No entanto, a produção média de petróleo caiu em 2021, se comparado a 2020. Mais precisamente, a queda foi de 1,18% — foram 2,905 milhões de barris por dia (MMbbl/d) em 2021 ante 2.940 no ano anterior.

A Petrobras anunciou um aumento de 3,4% na produção de gás natural, líquidos de gás natural e óleo no primeiro trimestre de 2022, em relação ao quarto trimestre do ano anterior. 

No total, foram produzidos 2,8 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). 

Em agosto de 2022, um novo recorde: a produção foi para 3,96 milhões de barris por dia (boed).

Em setembro, a produção cresceu 4% em relação a agosto. Dados também da ANP mostram que mais de 4 milhões de barris foram produzidos por dia, desta quantidade, 3,1 milhões foram de petróleo e 143 milhões de barris diários de gás natural.

Aliás, é importante salientar que a marca de quatro milhões de barris foi ultrapassada pela segunda vez na história (a primeira foi em janeiro de 2020). 

Expectativas para os próximos meses

A Petrobras afirma que sua expectativa de produção de gás natural para 2022 deve ser cumprida. A estatal colocou como meta a produção de 2,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia. 

Um dos motivos para isso seria a encomenda de novas unidades de produção no campo de Búzios, no pré-sal, para os próximos anos.

A médio e longo prazo, as previsões são ainda mais animadoras. De acordo com o Ministério de Minas e Energia e pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética), a expectativa de produção nacional para o gás natural aumente em um período de dez anos. 

O governo prevê que, no ano de 2032, sejam produzidos 323 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia (em 2021, a previsão é que esse número fosse de 269 m³. 

Eduardo Antonello, fundador da Golar Power e da Sunshine LNG, vê com bons olhos este aumento na produção de gás natural e incentiva parcerias internacionais para aumentar a competitividade da indústria de óleo e gás brasileira, a exemplo de países europeus.

Segundo Antonello: “Uma aproximação junto ao Brasil poderia ser muito interessante para os europeus, principalmente considerando a importância estratégica de diversificação no suprimento. Somente como referência, nos níveis atuais de preço de GNL, se o Brasil vendesse esses 70 milhões de m³ de gás, atualmente injetados a um preço de USD$ 30/MMBtu, isso representaria um faturamento bruto anual de USD$ 30 bilhões de dólares”.

Construção de novos terminais no Brasil

As coisas andam a todo vapor no que diz respeito à produção de gás natural no Brasil. Com novos players no mercado de GNL, há uma corrida para o desenvolvimento de novos terminais. 

Atualmente, existem três plantas em construção: uma da Conpass, no estado de São Paulo, e duas da New Fortress (em Santa Catarina e no Pará e ambas têm previsão de entrega para 2023). 

Além disso, há outros projetos de terminais em andamento em pelo menos mais cinco estados, que são: Pernambuco, Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro e Paraná. 

Ou seja, mesmo em um contexto de incerteza causado pela Guerra da Ucrânia, a regaseificação é um modelo disputado para desenvolver a oferta de gás natural.

Responsabilidade social no campo: qual a sua importância?

0
Responsabilidade social no campo: qual a sua importância?

O que é responsabilidade social no campo e qual a sua importância?

As relações sociais no campo, assim como a prática de ações para o desenvolvimento rural que abrange desde trabalhadores até comunidades do entorno, têm ganhado cada vez mais importância no agronegócio brasileiro. 

Além dos impactos positivos nos resultados de plantio, é importante também se atentar para a promoção do desenvolvimento social da região.

Por isso, empresas do agronegócio têm investido cada vez mais em projetos que promovem o bem-estar social, como o Agronegócio Estrondo, que apoia projetos educacionais e de conectividade que beneficiam diversas famílias no Oeste da Bahia. 

Portanto, é fundamental não apenas entender o que é a responsabilidade social no campo, mas também a importância de participar dessas campanhas. Veja esses e outros detalhes a seguir:

A importância da responsabilidade social no campo

A responsabilidade social no campo é importante para promover mais bem-estar e qualidade de vida para os residentes rurais.

É comum que muitas pessoas e empresas associam o agronegócio somente com plantios e colheitas, mas essas regiões também contam com comunidades que tornam esses processos possíveis.

Trazer boas condições para a sociedade e para o meio ambiente refletem em melhores oportunidades para as pessoas e corporações envolvidas.

Além disso, também promove um espaço mais saudável para a troca de experiências e para o desenvolvimento econômico da região.

Graças a responsabilidade social no campo, diversas localidades rurais tiveram acesso à educação, saúde e comunicação de qualidade, com expansão da internet, por exemplo.

Necessidades básicas que podem parecer pouco importantes são, na verdade, um dos fatores que mais contribuem para o crescimento dos negócios rurais.

É por esse motivo que cada vez mais empresas estão aderindo a campanhas de incentivo e voluntariado.

Em 2022, 19 empresas receberam o Selo Mais Integridade, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para as organizações agropecuárias comprometidas com a responsabilidade social no campo.

Nomes como Amaggi Exportação e Bem Brasil Alimentos se destacam. 

O Agronegócio Estrondo também apresentou práticas positivas, com ações como:

  • implantação de fibra óptica no Oeste baiano;

  • arrecadação de brinquedos e material escolar.

São ações que transformam a vida de centenas de pessoas residentes no entorno e, muitas, em situação de vulnerabilidade social. 

Exemplos e tendências de responsabilidade social no campo

Algumas das principais tendências de responsabilidade social no campo ganham a atenção porque incentivam e integram as comunidades rurais, promovendo o acesso à tecnologia e às ferramentas de qualidade.

Além disso, o patrocínio de programas locais também é um exemplo de ação que deve ser seguida pelas grandes corporações, como as que o Agronegócio Estrondo realiza há vários anos.

Vale a pena mencionar que práticas para minimizar os danos ao meio ambiente e a melhora da qualidade de vida das pessoas envolvidas no agronegócio também são fundamentais para promover ações que realmente tenham impacto social no campo.

Por que praticar a responsabilidade social no campo? 

Participar de ações que prezam pela responsabilidade social no campo é essencial para aprimorar a qualidade de vida e o bem-estar de comunidades que estão diretamente ligadas ao agronegócio.

Ainda, é uma forma de estar entre as grandes corporações que se comprometem com as causas comunitárias, promovendo uma imagem mais positiva para a sua companhia e tendo uma influência significativa no mercado.

Saiba como apoiar o aluno em recuperação escolar

0
Saiba como apoiar o aluno em recuperação escolar

Saiba como apoiar filhos e alunos em recuperação escolar

A recuperação escolar é uma situação que pode amedrontar pais e estudantes, mas é essencial apoiar o aluno nesse momento.

Como recurso pedagógico, essa prática permite focar nos conteúdos que não foram bem absorvidos durante o ano, e proporcionar um melhor aprendizado para os estudantes.

No entanto, a oportunidade de ensino não é vista como positiva, e, cada vez mais, os alunos estão passando para as próximas séries sem dominar as habilidades desejadas.

Segundo o Censo Escolar, alunos das redes pública e privada ingressam no ensino médio com pelo menos dois anos de defasagem.

Por esse motivo, especialistas reforçam a importância da recuperação escolar. “É preciso estar atento aos conteúdos que serão essenciais na próxima etapa educacional e, principalmente, acolher e oferecer apoio emocional ao aluno”, indica Claudia Vieira Levinsohn, mestre em educação.

Entenda mais sobre esse cenário no Brasil e a posição de profissionais do ensino sobre o tema.

Quais as vantagens da recuperação escolar?

Com a recuperação escolar, é possível que o aluno tenha um melhor entendimento sobre conteúdos pilares para a sua formação acadêmica.

Isso é especialmente importante na passagem de séries fundamentais, como o período I, II e o ensino médio.

Além disso, essa condição permite aos profissionais de ensino entenderem a realidade do aluno e atender às suas necessidades mais individualmente.

O sistema padrão de ensino dificulta a atenção para cada aluno e dificuldade, mas a recuperação escolar permite conhecer os casos mais graves com mais detalhes.

Ainda, essa ferramenta pode ajudar os profissionais a lidarem com o cenário atual. Afinal, a pandemia de coronavírus impactou diretamente a educação brasileira, por conta da baixa estrutura para aulas remotas e complicações no entendimento.

 “Há casos de alunos que deixaram de ser alfabetizados na fase em que deveriam, outros que estavam indo muito bem e agora regrediram por conta dos dois anos do ensino à distância devido à pandemia, e ainda, àqueles que os problemas emocionais não deixaram avançar. Jovens que ficaram tanto tempo isolados e sem fazer nada, hoje têm dificuldade de se concentrar e de socializar e isso também impacta na recuperação escolar”, destaca Claudia Vieira Levinsohn.

Aderir e incentivar a recuperação escolar permite diminuir esse impacto nos alunos.

Existem diferentes tipos de recuperação escolar

Por ser uma ferramenta de auxílio para estudantes e educadoras, a recuperação escolar pode ser aplicada em dois tipos diferentes.

Geralmente, o sistema adotado é a abordagem paralela, que acontece bimestralmente, avaliando as notas obtidas pelo aluno. Se não forem suficientes para indicar a absorção do conteúdo, ele passa por novas provas e reforça o entendimento dos pontos trabalhados.

Enquanto isso, também existe a recuperação continuada, onde o estudante realiza aulas extras, com um monitoramento individual ao longo do ano letivo, sem precisar, necessariamente, fazer mais exames sobre um assunto específico.

Embora esse método seja mais eficiente a longo prazo, o sistema brasileiro não permite um acompanhamento profissional para todos os alunos, de modo que a recuperação paralela é a mais utilizada.

Dicas para ter bom resultado na recuperação escolar 

Se o aluno precisar de recuperação escolar, existem algumas orientações que ajudam a alcançar um bom resultado.

É fundamental ter o apoio e envolvimento da família, para que ele tenha suporte emocional e motivação nos estudos.

Além disso, vale a pena propor um atendimento personalizado e individual, para conhecer a realidade do aluno e entender as suas dificuldades.

Ainda, a recuperação deve focar apenas no conteúdo mais importante, que não foi absorvido, para não atrasar o seu acompanhamento letivo.

Trata-se de um esforço coletivo. “Compete às escolas tentar ajudar os alunos da maneira que for possível para diminuir a defasagem escolar; ao governo investir em políticas públicas que incentive a qualificação de professores e atendimento psicológico aos alunos; e a toda sociedade colaborar com nossos alunos para que não desistam de buscar uma educação de qualidade e que será fundamental para o seu futuro”, completa Claudia Vieira Levinsohn.

Vale a pena investir na recuperação escolar?

É fundamental que os pais, educadores e o governo invistam na recuperação escolar dos alunos, pois é um instrumento que ajuda no ensino e na absorção de conteúdos importantes.

Para isso, é fundamental a participação de todos os envolvidos na vida do estudante, para incentivá-lo e atender às suas dificuldades.