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Vamos sair (melhores) da crise

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A crise no Brasil

“A primeira vez que ouvi falar do coronavírus, não liguei muito para a notícia”, escreveu Frank Geyer Abubakir em sua coluna, no Brazil Journal. 

Tempos depois, um gráfico mudou o pensamento do acionista controlador e presidente do conselho da UniparJ Carbocloro. “O gráfico mostrava uma queda de mais de 30% na China”, relatou Frank Geyer em relação às quantidades de soda e PVC, commodities que a Unipar produz.

Neste momento, o acionista entendeu a magnitude do vírus, que mais tarde viria a mostrar mais ainda o seu potencial de tragédia econômica e humana, com um grande número de mortes e “bagunça” na economia mundial.

Unipar: um papel importante na vida diária do país

“A tragédia humana que o coronavírus está causando não deixa ninguém que tenha um coração sair ileso”, destacou, na ocasião, o presidente do conselho da Unipar.

O instinto do empresário, em um cenário como esse, seria proteger a empresa e os acionistas. Mas, desta vez, Frank Geyer sabia que a responsabilidade era ainda maior. “Nos obriga a dosar o instinto de sobrevivência natural com uma resposta solidária e sistêmica”, ressaltou Geyer.

Para contextualizar

A Unipar Carbocloro é a maior produtora de cloro-soda da América Latina e tem um papel importante, ainda que discreto na vida do país:

  • É responsável por produzir o ácido clorídrico, um dos produtos fundamentais para a limpeza de superfícies e agente importante para a eliminação do vírus desses locais.
  • É responsável pela produção do cloro líquido, que abastece a Sabesp,Sabeps, e é utilizado para os processos de tratamento da água. Para se ter ideia, 28 milhões de pessoas dependem do abastecimento da Sabesp.
  • Derivados do cloro, como a Soda e PVC, são materiais importantes para a fabricação de papel, alumínio, tubos, cabos e centenas de itens que o hábito e conveniência modernos tornaram imprescindíveis. 

Outros processos de limpeza e tratamento também são dependentes de produtos da empresa. Por isso, com o isolamento social, fruto da pandemia, ficou claro que as pessoas precisariam de coisas simples, mas necessárias: água tratada e produtos de limpeza. 

A Unipar doou para prefeituras de cidades mais pobres materiais como o ácido clorídrico e aumentou a produção desses produtos para ajudar no enfrentamento ao vírus.

Lucrar com a crise? Jamais.

Com a crise, o ser humano tem a oportunidade de mostrar os seus dois lados: o melhor e o pior. Diversas “novas oportunidades de negócio” foram sugeridas a Frank Geyer como uma forma de ganhar mais com a crise. Uma nova marca de água sanitária era uma delas. 

“Fiquei pensando em como declinar educadamente daquela visão superficial e pretensiosa”, lembrou o acionista. No entanto, a resposta foi mais curta e direta, com educação no trato: “Não posso fazer isso com meus clientes”, respondeu Frank Geyer.

Outros empresários, por sua vez, se arrependeram da ideia e ligaram para pedir desculpas. “Hoje admiro mais essa pessoa. Ética se aprende ao longo da vida e, às vezes, errando”, relatou o acionista.

Sairemos melhores (e juntos) dessa

O vírus, assim como os produtos da Unipar, afeta a vida de todos. Só será possível perceber, de fato, todas as mudanças criadas pelo vírus após a pandemia.

A humanidade, acostumada com a competição, deve saber o valor da cooperação, seja qual for a relação de proximidade.“A primeira reação do ser humano é sempre procurar o que é melhor para si”, escreveu Frank Geyer

Por outro lado, se cada um admitir suas fraquezas, será possível chegar mais perto da empatia e do altruísmo. “Só eles serão capazes de nos manter unidos, em laço, no momento crítico em que estamos”, ressaltou Frank Geyer.

Ser altruísta é ser, também, cooperativo. Saíremos melhor (e juntos) dessa.

Processo de produção de algodão no Brasil

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O Algodão no Brasil

A produção de algodão no Brasil já é uma das maiores do mundo. Mas você sabe como ela funciona e quais são as principais regiões produtoras da fibra? No post de hoje, descubra todas essas informações e entenda a posição do Brasil no contexto mundial de produção de algodão

A trajetória da cotonicultura no Brasil

A produção de algodão começou a ser sistematizada no Brasil em 1750, embora a fibra já fosse utilizada bem antes disso. 

A partir de então, o país se tornou uma referência mundial na produção e exportação de algodão. Mas, na década de 1980, uma praga chamada bicudo-do-algodoeiro devastou as áreas de plantio, problema que se estendeu até meados da década de 1990. 

Somado a isso, algumas alterações na regulamentação da economia brasileira e o aumento das importações dificultaram ainda mais a produção e a comercialização da fibra produzida em solo nacional. 

Para reverter essa situação, o país precisou de um alto investimento em tecnologia e na prevenção de pragas, o que revolucionou para sempre a produção da fibra no país, principalmente, com a ajuda da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão). 

Com isso, foi possível retomar a produção de algodão. Mas, se antes, o foco principal era no Nordeste, ele foi transferido para o Sul, o Sudeste e o Centro-Oeste, com destaque para Mato Grosso  — referência até hoje. 

Produção de algodão no Brasil

Em relação aos processos de produção, inicialmente, é necessário selecionar as sementes que serão plantadas e definir os momentos de semeadura. 

O preparo do solo também é uma etapa importante, ao lado da adubação. Para o plantio, a tecnologia contribui para a produção de algodão em larga escala e para a colheita, registrando os dados mais importantes do plantio, para rastrear e otimizar o processo. 

Na safra de 2020/21, o Brasil atingiu a marca de 2.4 milhões de toneladas em exportação de algodão. China, Indonésia, Malásia, Turquia e Coréia do Sul são alguns dos principais importadores de algodão brasileiro. 

No ranking mundial de produtores de algodão, o Brasil ocupa o quarto lugar. Outros países que também ocupam posições privilegiadas nessa escala são  Índia, China, Estados Unidos e Paquistão. Já quando olhamos para o ranking de exportadores, o Brasil está em segundo lugar.  

O algodão é utilizado como matéria prima para a fabricação de diversos produtos, como roupas, lençóis, toalhas, meias, linhas, fraldas e até cremes hidratantes. 

Mas quais são as referências nacionais em produção de algodão? Leia o tópico a seguir para saber!

Principais regiões na produção de algodão

O Centro-Oeste é a principal região brasileira em produção de algodão, com destaque para o Mato Grosso e a Bahia. Mas Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul também se destacam nesse cenário. Agora, confira mais sobre cada um dos estados!

Mato Grosso

Na safra de 2021/21, o Mato Grosso foi responsável pela produção de 1.608,40 mil toneladas de algodão pluma.

A região do Cerrado é propícia para a produção de algodão, tanto pela topografia, como pelo clima que melhora a qualidade da fibra, pelas pesquisas sobre o cultivo de algodão e pelo investimento em tecnologia que otimiza todo o processo de produção. 

Bahia

Na safra de 2021/21, a Bahia produziu 503,60 mil toneladas de algodão pluma. Um bom exemplo é o Oeste do estado, onde, focada na região, a Delfin Rio desenvolve um projeto, há mais de 20 anos, para implantação da agricultura na cidade de Formosa do Rio Preto.

“Com esse projeto, já conseguimos contribuir com a produção de mais de 65 mil hectares na safra 2021, resultando em 311 mil toneladas de soja, milho e algodão”, declara Daniel Ferraz, gerente Administrativo e Financeiro da Delfin Rio.

A Bahia é o segundo maior produtor de algodão do Brasil, ganhando especial relevância a partir dos anos 2000 e ficando atrás apenas do Mato Grosso no ranking.

Minas Gerais

Minas Gerais produziu 45 mil toneladas de algodão pluma na safra de 2021/21, com uma área plantada de 45 mil hectares. 

No caso do algodão em caroço, o destaque vai para os municípios mineiros de Unaí, Coromandel, São Romão e Presidente Olegário. 

Goiás

O estado de Goiás foi responsável pela produção de 46,30 mil toneladas de algodão pluma na safra de 2021/21, sendo o terceiro no ranking de produção nacional da fibra. A região conta com diversas inovações de pesquisa, principalmente, por conta da Seagro e da Embrapa, além de ter protocolos rígidos de controle de pragas. 

Mato Grosso do Sul

Na safra de 2021/21, Mato Grosso do Sul produziu 44,90 mil toneladas de algodão pluma. Os municípios sul-matogrossenses de Costa Rica e Chapadão do Sul são as grandes referências no plantio da fibra nessa área. 

O Brasil possui regiões de intensa produção de algodão. Aliando-se às inovações tecnológicas de ponta para suportar a agricultura brasileira, esse aspecto abre perspectivas otimistas para a exportação e o consumo interno da fibra.

No alvo: novas aquisições da Unipar

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Conheça as novas aquisições da Unipar

Praticamente com dívida quitada, a Unipar estuda cinco ativos, no mínimo, para aquisições que renderão novas oportunidades de crescimento, segundo fontes.

As alternativas vão desde ativos nos EUA, Europa, México e Brasil, país onde a companhia é vista como compradora lógica para a Oxiteno, empresa que foi colocada à venda há pouco tempo pela Ultrapar.

Vindo em um momento apropriado, em que a Unipar acaba de se recuperar do desequilíbrio causado pela aquisição de Indupa-Solvay, comprada em 2016, o movimento já estava sendo analisado e previsto antes mesmo da pandemia surgir no Brasil. O chairman da companhia, Frank Geyer Abubakir, e seu CEO, Maurício Russomano, já estavam  estudando alvos desde janeiro do ano passado.

A Unipar procura por ativos que a somem em seu quadro com a diversificação geográfica. Porém, a companhia esclareceu que está frequentemente de olho em possíveis oportunidades e alternativas relevantes para investir, assim como em participações societárias.

Atualmente, a Unipar tem seu valor de mercado avaliado em incríveis R$ 5,2 milhões, marca consagrada na B3, em janeiro deste ano.

Apesar do preço de termoplásticos não estar em sua melhor performance dentro do seu ciclo, a comercialização do papel está rendendo bem. Nos últimos três meses, porém, a demanda mundial por PVC aumentou absurdamente, fazendo com que os preços subissem.

Pouco conhecida pelo consumidor final, a Unipar participa ativamente da economia brasileira com a venda do seu PVC, pois boa parte do faturamento provém da comercialização deste item. Muitos não sabem, mas o material é muito utilizado em tubos para encanamento de água e esgoto. Também é possível encontrar o PVC em conexões, pisos e esquadrias da construção civil, assim como em forros, por ser um produto onde as chamas não se espalham em uma situação que ocorra fogo.

O PVC que foi essencial na pandemia para a fabricação de máscaras, cateteres e bolsas de sangue, e foi utilizado como barreira contra o Covid-19, em sua forma fluída, de plástico filme, onde a proteção e higienização diária contra a proliferação do vírus se tornou uma rotina essencial. 

O material, nesta forma de filme que sempre foi muito usado em cozinhas para lacrar recipientes – conservando os alimentos – vem sendo utilizado de diversas formas, em superfícies que são compartilhadas por muitas pessoas, evitando assim, a contaminação durante a pandemia.

Outros dois produtos que contribuem para o crescimento da companhia são o cloro que, produzido pela empresa, é utilizado para o tratamento da água de São Paulo e mais três estados; e a soda cáustica, fabricada em Cubatão, com infinitas possibilidades de utilização, sendo algumas: shampoo, sabonete, na indústria alimentícia (utilizado para equilibrar o pH), na fabricação de alumínio, de papel e de celulose.

Após sofrer uma queda brusca durante a primeira fase da pandemia, com a baixa procura por PVC, a Unipar vive um momento de retomada em “V”, principalmente em julho pois, segundo o CEO, Maurício Russomanno, a demanda foi gigantesca e as vendas explodiram. Esse ritmo de crescimento continuou seguindo assim nos meses agosto e setembro, conseguindo atender a todos os pedidos, que fizeram parte do histórico de vendas que, mesmo não sendo recordista, foram excelentes.

O problema da China e o capitalismo estatal

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China e o Capitalismo Estatal

O regime político chinês e a forma como a economia é tratada no país são temas de diversas obras mundo afora, dentre elas o livro “O Problema da China”, do filósofo inglês Bertrand Russel. 

Na obra, que foi publicada em 1920, o autor traz uma visão favorável ao país face à distância e à orientação ideológica do viés socialista que traz na publicação. O controlador e presidente do Conselho de Administração da Unipar, Frank Geyer Abubakir, constata os erros e acertos de quem leu o livro quase cem anos após a sua publicação.

Segundo Frank Geyer, ele e o autor têm algo em comum: a percepção de que a China viria a se tornar uma questão central para a saúde do planeta Terra. 

O capitalismo estatal e o crescimento sem freio: qual o custo?

Já em meados dos anos 1970, o país se lançou em uma prática de capitalismo estatal, emergindo após anos em uma economia obscurecida pelo então sistema político vigente desde o advento da Revolução Cultural. 

Frank Geyer destaca o custo da mão de obra no país, que é lembrada como uma das mais baratas do mundo. Além disso, ele também evidencia o mercado monopolista chinês como um transformador industrial, e com um mercado interno ainda incipiente. 

Nesse cenário de industrialização, os mais de 700 milhões de pobres da China foram capazes de gerar renda e tornar os mais de 100 milhões de privilegiados em o que se pode considerar como consumidores de luxo desenfreados. 

“A que custo? Perguntam-se vozes cada vez mais agudas, principalmente no Ocidente, e não necessariamente alinhadas a um capitalismo partidário da iniciativa privada”, escreveu Frank Geyer em sua coluna no Portal Neofeed.

Sociedade e meio ambiente: alguns recortes jornalísticos

Frank Geyer aponta diversas matérias, feitas por veículos jornalísticos, que expõem questões ligadas à China, referentes à sociedade e ao meio ambiente. Confira:

The Guardian

Uma delas é do inglês The Guardian, que traz à tona a denúncia de uma professora muçulmana levada à esterilização, em uma campanha do governo para suprimir as taxas de natalidade de mulheres de minorias muçulmanas.

The Wall Street Journal

A matéria do The Wall Street Journal apontou que habitantes do interior da Magnólia são perseguidos por Pequim pela imposição do mandarim como língua oficial.

The Economist

O trabalho forçado é pauta de matéria da The Economist, que mostra o flagelo de minorias étnicas em campos de concentração na região autônoma de Xinjiang. O conglomerado Xinjiang Production and Construction Corps (XPCC) é apontado por manter milícias que subjugam trabalhadores. “Sobre os cuidados ambientais dos chineses, creio ser desnecessário comentar”, escreveu Frank Geyer.

Dois pesos e duas medidas

Em texto para o Neofeed, o autor Frank Geyer usa a expressão popular “dois pesos e duas medidas” para chamar atenção para o fato de que países, empresas e organizações ignoram as “flagrantes distorções do modo capitalista estatal chinês” por pragmatismo.

O Brasil é apontado pelo autor como modelo exemplar de país dessa expressão, já que a China necessita das commodities brasileiras para alimentar os que operam as máquinas de processamento. 

E o que deve ser feito? 

Para Geyer, “devemos ter visão de longo prazo e nos proteger de um sistema que usa duplo padrão em seu próprio e único benefício”.

As democracias são apontadas como sistemas com remédios mais eficientes para as falhas do país. Dessa forma, em um sistema que cobra a todos os outros perfeição absoluta, o objetivo é preservar os nossos empregos, investimentos, ética e humanidade.

Veganismo: entenda mais sobre esse estilo de vida

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Veganismo: um estilo de vida

O veganismo é um estilo de vida que vem sendo aderido por muitas pessoas ultimamente. Falamos estilo de vida porque ele vai muito além da forma como nos alimentamos.

A seguir, você vai saber muito mais sobre o veganismo, a diferença entre ele e o vegetarianismo e algumas receitas para se inspirar. Vamos lá?

Por que o veganismo é considerado um estilo de vida?

Como já falamos, muitas pessoas ainda confundem o veganismo com o vegetarianismo, porém, este último se resume em excluir carnes da dieta, sejam elas bovina, de frango, peixe ou outro animal. Ovo, leite e derivados podem ser consumidos normalmente.

Já o veganismo pode ser classificado como “uma filosofia e estilo de vida que busca excluir, na medida do possível e praticável, todas as formas de exploração e crueldade contra animais na alimentação, vestuário e qualquer outra finalidade”, segundo o livro The Vegan Society.

Dentro desse estilo de vida, o uso de itens derivados ou testados em animais também é restrito, como você pode ver abaixo:

  • Alimentação: além do não consumo de carnes de todas as cores e tipos, alimentos de origem animal ou que contenham qualquer resíduo também não é recomendado, como leites, queijos, manteiga, salsichas, ovos, mel, banha, corante cochonilha, gelatina, etc.
  • Vestimentas: o uso de roupas e calçados com tecidos como lã, seda ou couro também é restrito.
  • Trabalho: profissionalmente, não trabalhar com exploração animal (vivo ou morto), como venda de animais em pet shop, lojas de aquário ou gaiolas para passarinhos, venda de qualquer produto que contenha derivado animal (p.ex. bolsas e sapatos de couro), restaurante que utilize animais ou seus resíduos corporais como comida, dentre outras atividades.
  • Cosméticos e medicamentos: o consumo de cosméticos e medicamentos testados em animais ou que contenham componentes animais na formulação também deve ser evitado, como sabonetes feitos de glicerina animal, maquiagem contendo cera de abelha, xampu com tutano de boi, etc.

Confira alguns Pratos Veganos

Muitas pessoas já estão seguindo esse estilo de vida, que além de ser sustentável, também é bastante saudável e consciente. Um grande exemplo é Claudia Vieira Levinsohn, que é vegana há anos e melhorou muito seu estilo de vida após essa escolha.

Ficou interessado em aderir ao veganismo? Confira algumas receitas de pratos veganos que separamos:

1. Sanduíche com abacate e tomates: esse sanduíche delicioso é feito com pão integral vegano. O recheio leva pasta de abacate com alho e suco de limão, tomate, cebola roxa, rodelas de pimentão e cebolinha. Uma sugestão é servir acompanhado de uma salada de folhas. Pode ser consumido no café da manhã ou como lanche da tarde. Seu preparo é muito rápido, levando apenas alguns minutos para a montagem.

2. Salada agridoce: essa opção prática e saborosa de salada vegana é composta por repolho roxo, kiwi e tofu defumado. O gostinho agridoce é irresistível e a sugestão é servir com flores comestíveis, que deixam o prato colorido e com um aspecto muito bonito. É uma versão gostosa e que funciona bem para servir depois de um dia agitado! Ótima opção para um almoço na praia ou jantar. Aqui o tempo maior vai para cortar e preparar os ingredientes. Dependendo da quantidade que você for fazer, pode levar até 30 minutos.

3.  Panqueca vegana: essa é uma versão de panqueca simples e gostosa. A massa é feita no liquidificador e leva água, curry, sal, azeite e farinha. O tempero indiano dá um toque diferente ao preparo e as panquecas são feitas na frigideira. Uma sugestão é cobrir o prato com molho de tomate. Essa panqueca fica deliciosa no almoço. A panqueca já é um prato mais elaborado. Entre o preparo do recheio e da massa você vai levar em torno de 1 hora.

4. Outra opção de almoço é o macarrão com brócolis e castanhas: nessa receita, o prato vegano tem um preparo fácil e que vai te conquistar. O macarrão de sêmola é combinado com brócolis, alho e castanha-de-caju. É uma opção de textura inconfundível e perfeita para as refeições cotidianas, já que é bem rápida. Já esse macarrão, tem seu preparo em torno de 30 minutos, incluindo a montagem do prato.

5. Por fim, trouxemos uma receita deliciosa de suco energizante: esse é um suco gostoso e que ajuda o funcionamento intestinal. Os ingredientes utilizados são kiwi, maçã, linhaça, água, ameixas secas e folhas de hortelã. O preparo é feito batendo tudo no liquidificador. É uma versão fresquinha e saudável, além disso, pode ser preparado em menos de 10 minutos!

Como você pode perceber, o veganismo é muito mais do que uma simples dieta, é um estilo de vida. Além disso, existem diversas opções de pratos deliciosos e super saudáveis.

Carnaval: famosas que já desfilaram em escolas de samba

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Carnaval no Brasil

O carnaval é a festa popular mais apreciada pelos brasileiros, independentemente da região, classe social ou credo. Todos se unem para brincar e pular nos 5 dias de folia.

Quer saber mais sobre o carnaval? Então continue a leitura e descubra desde a história do carnaval até as famosas que já desfilaram para as escolas de samba.

Entenda a origem do carnaval

O Carnaval é uma festa de origem pagã, que remete à Antiguidade. Entre as suas principais características, encontramos a inversão dos papéis sociais durante as comemorações – como os escravos se fantasiarem de senhores.

A sua origem não é bem certa, mas encontram-se indícios tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia ou em Roma. Já no Brasil, ele chegou com a vinda dos portugueses, como uma festa que antecede a quaresma. A seguir, saiba mais sobre a origem dessa festa tão popular nas principais cidades brasileiras:

  • Rio de Janeiro: A primeira notícia de carnaval no Rio é datada de 1840, na qual a elite da capital do Império passava a celebrar o carnaval em clubes fechados e pagos, nos moldes do Carnaval de Veneza. Entretanto, logo o carnaval tomaria conta das ruas da cidade.
  • São Paulo: Em São Paulo, devido a forte influência das populações que migravam do campo para a cidade e com o contexto da crise da economia cafeeira, foi a população resultante do êxodo rural causado pela crise do café que desencadeou o início do Carnaval de São Paulo.
  • Salvador: No Nordeste, podemos destacar ainda o Carnaval de Salvador, cujas características remontam aos afoxés dos descendentes de escravos surgidos na virada do século XIX para o XX, e que ganhou impulso com o desenvolvimento dos trios elétricos na década de 1950.
  • Pernambuco: Em Pernambuco, o destaque do Carnaval está no frevo e no maracatu praticados nas ruas de cidades como Olinda e Recife.

Carnaval: famosas que já desfilaram em escolas de samba

Hoje o carnaval é a maior festa popular do Brasil, unindo toda a população.

No Rio e em São Paulo, o desfile das escolas de samba é bastante esperado, encantando muitas pessoas, incluindo famosas. Um exemplo é Priscilla Levinsohn, que já desfilou em algumas escolas de samba

Que tal relembrarmos outras famosas que já desfilaram? Acompanhe a seguir:

  • Claudia Raia: Atriz conhecida por desfilar durante 30 anos na Escola de Samba Beija Flor. Hoje ela acumula o título de madrinha da agremiação.
  • Sabrina Sato: Artista que desfila no Rio e em São Paulo, mas não esconde sua grande admiração pela Gaviões da Fiel, escola de samba vinculada à torcida do Corinthians.
  • Christiane Torloni: Após mais de 10 anos desfilando pela Grande Rio, em 2014 Christiane Torloni surgiu em frente aos ritmistas, como madrinha de bateria.
  • Susana Vieira: A atriz desfila quase todos os anos pela Grande Rio e já ocupou o cargo de rainha de bateria da agremiação.
  • Viviane Araújo: Figurinha carimbada dos carnavais do Rio e São Paulo, a atriz Viviane Araújo desfila com frequência para as escolas de samba.
  • Luiza Brunet: Após reinar por 17 anos à frente da bateria da Imperatriz Leopoldinense, a modelo Luiza Brunet foi desligada da escola de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Luiza Brunet é rainha de bateria da escola desde 1995, não desfilando apenas nos carnavais de 2006 e 2007.
  • Adriane Galisteu: rainha de bateria da Unidos da Tijuca, Adriane Galisteu é fiel à sua agremiação, a loira sempre participa dos ensaios.

Como foi possível de perceber, o carnaval é uma festa bastante democrática, reunindo brasileiros de norte a sul na mesma paixão. E qual a sua relação com o carnaval?

Como o cloro foi descoberto?

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O que é cloro?

O cloro é um elemento químico presente na tabela periódica cujo estado natural é o gasoso. Para adquirir o cloro ativo, ele passa por um processo químico em altas temperaturas. Sabia que ele é tão perigoso que já foi utilizado como arma química nas últimas duas guerras mundiais?

Atualmente, o elemento cloro é utilizado na indústria química de diversas formas, a mais conhecida é no setor de limpeza, pois, a não reação junto ao hidróxido de sódio resulta na água sanitária, uma substância com alta propriedade germicida. Por esta razão, é muito utilizada para a higienização de ambientes e objetos. 

Neste artigo, entenderemos melhor sobre esse elemento e quais as suas aplicações na indústria química. Confira! 

Como e por quem foi criado o cloro?

O elemento cloro apareceu pela primeira vez sob vigilância humana, no século XVIII, da Revolução Industrial, nas mãos de Carl Wilhelm Scheele, que durante uma reação entre ácido clorídrico e dióxido de manganês, obteve um gás diferente, de cor esverdeada.

Entretanto, foi somente mais tarde, já no século XX que o químico britânico Humphry Davy identificou e catalogou a substância gasosa como cloro — nome atribuído por conta de seu tom esverdeado, sendo que a palavra cloro significa verde em latim

Apesar disso, não é um elemento inofensivo: tem alto poder de oxidação e corrosão, sendo algo perigoso ainda hoje, mesmo estando presente na maioria dos processos de tratamento de água potável — assim como no tratamento de esgotos pela cidade. 

Ainda, como está associado à limpeza e higienização, o advento do cloro mudou muitas realidades, uma vez que nos anos anteriores a higiene não era a característica mais especial da humanidade. 

Por esta razão, é considerado um grande aliado na vida das populações em geral, uma vez que é capaz de eliminar germes e bactérias nocivos à existência humana. 

Quais os elementos químicos do cloro? 

O cloro aparece na natureza no seu formato gasoso, entretanto, também tem suas variações, que são:

  • Cloratos – composto por sais correspondentes ao ácido clorídrico, com alta capacidade de explosão se misturado com outros tipos de matérias; 
  • Cloretos – composto por sais que são derivados de ácido clorídrico, cristalizados e solúveis em solução aquosa;
  • Cloritos – composto de ácido cloroso, possui ação altamente oxidante;
  • Hipoclorito – sais que têm origem no ácido hipocloroso (HClO), com alta capacidade de desinfetar. Trata-se do mais comum, pois é o que está presente nos cloros vendidos comercialmente;
  • Percloratos: compostos de sais extremamente oxidantes capazes de estragar até mesmo superfícies de madeira e papel. Além disso, também correm risco de explosão se forem misturados com carvão vegetal. Em contato com a pele pode causar graves queimaduras, explodir se jogados sobre carvão vegetal e nunca devem entrar em contato com a pele, porque ocasionam queimaduras e ferimentos.

Uma grande empresa química conhecida pelo seu tratamento com o cloro é a Unipar, liderada por Frank Geyer Abubakir. Além de abastecer diversos setores químicos, a Unipar também fornece cloro para a Sabesp, para auxiliar no tratamento da água e do esgoto. 

O cloro está presente na natureza, no nosso dia a dia e nos avanços da tecnologia do setor químico. Logo, podemos concluir que é um elemento fundamental para a nossa sociedade. A evolução da higiene das civilizações também contou com a participação de elementos como o cloro, que nos modificam o modo de viver e conviver.

O que são instituições sociais e quais suas características?

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Instituições Sociais e suas características

Presentes em nosso cotidiano, as instituições sociais são escolhidas por identificação com um grupo e são fundamentais a um ambiente de socialização.

Gregorio Franklin Baremblitt, psiquiatra, psicanalista e analista institucional argentino, ressaltando o que são instituições sociais, apontou que “a sociedade é um tecido de instituições que se interpenetram e se articulam entre si para regular a produção e a reprodução da vida humana sobre a terra e a relação entre os homens”. Entretanto, o que são as instituições sociais?

 

As instituições sociais são compostas de grupos que deduzem o que é permitido ou não dentro daquela comunidade, e têm por função reger a formação social. São integradas por estruturas materiais e humanas em favor de grupos com interesses em comum, compreendidas por leis, estatutos, costumes e hábitos de teor público ou privado. Então, o que são as instituições sociais, e o que as define?

O que são Instituições Sociais e o que as define?

Em outras palavras, as instituições sociais surgem como agregadoras no desenvolvimento intelectual e moral humano. Podem ser de teor amplo (como um país) ou de teor pequeno.

 

Há diversos exemplos de o que são instituições sociais presentes em nosso cotidiano. A seguir, elencamos as principais.  

Família 

Os primeiros instintos sociais estão no primeiro contato do recém-nascido com a mãe. Parte do desenvolvimento infantil e adolescência representarão futuramente relacionamentos sociais do adulto, por meio de hábitos, afetos, e regras adquiridas dentro da instituição social familiar. 

Além disso, é pela família que são desenvolvidos aspectos intelectuais como a fala, o sistema motor, e o relacionar-se com o outro dentro de condutas de valores morais e éticos esperados dentro dessa convivência social. A família é considerada uma instituição espontânea, pois se forma através de relações livres entre os familiares. 

Escola 

Se no contexto familiar as crianças tomam os primeiros fundamentos de socialização, é na escola que são mais aprofundados. 

A escola, enquanto instituição de ensino, visa, além do currículo pedagógico, o desenvolvimento de habilidades sociais e profissionais, tais como comunicação, compreensão dos alunos enquanto seres individuais porém sociais, a capacidade de trabalhar em equipe, a melhoria da criatividade e das condutas sociais que regem a escola, cidade, estado e país em que vivem. 

Por isso, as escolas são classificadas como instituições reguladoras, pois tem finalidades pré-estabelecidas, regulam condutas a respeito do convívio e comportamento em sociedade. 

Igrejas 

Refletem ordem e organização da sociedade. As igrejas possuem regras e valores bem estabelecidos que indicam a conduta que um indivíduo deve seguir e não pode infligir. Por isso, são consideradas instituições criadas. 

Sistemas financeiros 

Considerados como instituições operacionais, uma vez que atuam de maneira mais segmentada, os sistemas financeiros trabalham, por exemplo, com serviços de financiamento, investimentos e outras questões de capital. 

Dentro dessa condição, temos por exemplo, a ASSESPA (Associação Educacional São Paulo Apóstolo), que foi mantenedora da encerrada UniverCidade (Centro Universitário do Rio de Janeiro) e atuou especificamente na disponibilização de recursos financeiros para o desenvolvimento da educação em função de outra instituição, voltada ao ensino. 

É notável o papel relevante das instituições sociais no atendimento às necessidades de grupos, a fim de inserir o relacionamento humano em acordo com diretrizes, normas, leis e valores morais da sociedade, essenciais ao seu funcionamento e organização. 

Assim, as instituições sociais contemplam a estrutura social em comunidades, preparam as relações humanas, e trazem bom convívio entre grupos diversos.

O que fazer se me formei em engenharia civil e não gostei?

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Se formou em Engenharia Civil e não gostou? 

Infelizmente, muita gente se encontra nesse dilema, e na Engenharia Civil isso é ainda mais comum. Muitas pessoas acabam entrando na faculdade sem conhecer bem as diretrizes do curso e também da profissão. 

Outras escolhem apenas porque alguém indicou; esse é o caso dos jovens que estão saindo do Ensino Médio. Muitas vezes eles já engatam logo em uma faculdade só para não ficar sem estudar, e esse, sem dúvida, não é o melhor caminho!

A coisa mais importante antes de escolher um curso é descobrir a sua vocação, entender suas aptidões, vontades para o futuro e com quais áreas você tem mais afinidade. Por exemplo, uma pessoa que não gosta de exatas tem muitas chances de não ser feliz em uma profissão da área. 

Se esse é o seu caso, no artigo de hoje você verá algumas dicas que podem te ajudar a dar a volta por cima e ser muito feliz na sua nova profissão. Vamos lá!

Por que você está infeliz na profissão?

A primeira coisa, antes de decidir mudar de profissão, é entender por que você não está feliz com ela. Muitas vezes o sentimento de infelicidade está atrelado ao cansaço e à exaustão mental, ou seja, talvez você esteja infeliz porque está trabalhando demais ou insatisfeito com o rumo das coisas. Isso é mais comum do que você pensa, então não se preocupe, pois isso pode ser revertido. 

Uma das coisas que também pode te ajudar a saber se está realmente infeliz é distinguir a profissão da área de atuação. Embora andem juntas, elas são coisas diferentes, e às vezes a infelicidade em uma não significa a infelicidade na outra. 

Existem outros fatores que também podem levar à infelicidade na profissão. São eles: 

  • Mercado de trabalho – pela competitividade, instabilidade, dificuldade de encontrar boas oportunidades e mais uma infinidade de fatores;
  • Remuneração – muitas vezes a empresa em que você está não remunera bem os funcionários, ou o piso salarial da profissão é mais baixo se comparado ao de outras que exigem os mesmos esforços;
  • Áreas de atuação – algumas profissões, como é o caso da engenharia, possuem diversas áreas de atuação que podem ser bem diferentes. Às vezes uma pessoa pode gostar da profissão, mas ser infeliz na área de atuação. 

Por exemplo, imagine uma pessoa que se formou em pedagogia por gostar da área da educação, mas acabou descobrindo que estava infeliz.

Talvez se ela tivesse optado por psicologia poderia ter mais sucesso, já que em ambas ela estaria contribuindo para o aprendizado das crianças e seus possíveis problemas de aprendizagem. 

O que fazer se me formei em Engenharia Civil e não gostei?

Para acabar de uma vez por todas com esse dilema, abaixo você encontrará algumas dicas que podem te ajudar a definir o que fazer caso você tenha se formado e não goste da profissão escolhida.

  • Reconheça que você não está feliz na profissão. Pense no que te levou a se sentir assim, e isso inclui os fatores que te levaram à infelicidade; 
  • Se não gosta da área em que está trabalhando, mude de área – como foi citado no exemplo, muitas profissões possuem diversas opções de áreas de atuação. Antes de mudar de profissão, tente experimentar outras áreas;
  • Caso não goste de nenhuma área de atuação, mude totalmente. Se depois de experimentar outras áreas você continuar se sentindo infeliz com a escolha, não tenha medo de mudar! Isso é bem mais comum do que você imagina e é a única forma de você se sentir bem com a sua decisão;
  • Procure ajuda de um psicólogo para avaliar sua personalidade. Sim, a ajuda profissional é essencial nesse momento! É ela que vai te ajudar a descobrir os motivos que te fizeram chegar a essa decisão e propor soluções que te ajudem a encontrar a profissão ideal. Não tenha vergonha de buscar ajuda, e principalmente, de fazer aquilo que você gosta. 

Bom, chegamos ao final deste artigo! 

Se você percebeu que a Engenharia Civil realmente não é a área dos seus sonhos e nem a profissão que deseja seguir, busque aquilo com que você tem mais afinidades. 

Você pode realizar alguns testes vocacionais, que podem ser feitos pela internet ou com acompanhamento de um profissional. Esses testes podem te ajudar e abrir um leque de opções! Mas fique atento para não passar pelo mesmo problema novamente. 

A mudança de carreira é algo que pode mexer muito com você, por isso, pense bem antes de tomar a decisão e avalie todos os pontos já citados lá em cima, ok? No fim, o que realmente importa é a sua felicidade!

Sobre o autor: Rodrigo Rincón, profissional que atua na área de engenharia civil há cerca de 10 anos e hoje contribui de forma voluntária para blogs e portais, trazendo aos estudantes e profissionais do segmento civil tópicos como sustentabilidade, gestão, tecnologia e inovação.

Sonho‌ ‌ou‌ ‌realidade:‌ ‌carros‌ ‌voadores‌ ‌nas‌ ‌cidades‌ ‌

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Carros‌ ‌voadores‌ ‌nas‌ ‌cidades‌ ‌é um sonho ou já é realidade?

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Diversas novidades tecnológicas têm ganhado destaque no mercado e uma delas podem ser os carros voadores. Caso sejam realmente criados, eles vão proporcionar diversos benefícios pelo fato de ser algo extremamente inovador no mercado.

 

Pensando na relevância desse tema, neste post abordaremos sobre os principais benefícios proporcionados pelo uso dos carros voadores e citaremos alguns exemplos de marcas que estão investindo na produção desses veículos. Boa leitura.

 

Quais‌ ‌os‌ ‌benefícios‌ ‌do‌ ‌uso‌ ‌dos‌ ‌carros‌ ‌voadores?‌ ‌ ‌

 

Revolução‌ ‌nos‌ ‌transportes‌ ‌(implementação‌ ‌de‌ ‌novas‌ ‌infraestruturas)‌ ‌

Certamente, novas implementações no desenho urbano das cidades serão feitas, assim como algumas reestruturações já feitas para que outros meios de transportes fossem implantados. 

Os modelos de ônibus evoluíram, mas os modelos de transporte precisam acompanhar essas evoluções e tecnologias, como defendido por muitos especialistas do transporte, como Jacob Barata Filho.

Com isso, em um passado não pouco distante, temos uma noção de como eram os ônibus do passado e como isso foi estruturado nos dias de hoje. 

Tempo‌ ‌de‌ ‌viagens‌ ‌reduzido‌ ‌

O tempo de viagens com os futuros carros voadores nas cidades certamente serão bem mais eficazes que no dia de hoje, já que os carros do futuro serão totalmente autônomos e não haverá trânsito e altos congestionamentos em seu trajeto. 

Impacto‌ ‌na‌ ‌qualidade‌ ‌de‌ ‌vida‌ ‌

A qualidade de vida da população certamente será afetada em um bom sentido na concepção de carros voadores, principalmente pela baixa taxa de acidentes aéreos.

Opção‌ ‌sustentável‌ ‌

Sem dúvida nenhuma, a opção mais sustentável para a população são os carros voadores, embora sejam opções movidas a energia, a taxa de poluentes será reduzida. 

Eficiência‌ ‌energética‌ ‌

Algumas marcas estimam que seus carros cheguem ao mercado no ano de 2023 até 2035, com a afirmativa que os carros voadores terão postos energéticos para o seu abastecimento, movido totalmente a carga elétrica. 

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Algumas‌ ‌marcas‌ ‌que‌ ‌já‌ ‌estão‌ ‌investindo‌ ‌em‌ ‌carros‌ ‌voadores‌ ‌

 

Toyota‌ ‌

 

A Toyota tem se mostrado uma grande espectadora e patrocinadora dos carros voadores, principalmente por já proporcionar alguns testes.

 

Hyundai‌ ‌

 

Assim como a Hyundai, a marca também tem demonstrado grande expectativa sobre os novos carros do futuro com inovação. 

 

General‌ ‌Motors‌ ‌

 

A General Motors também vem demonstrando bastante otimismo quanto a sua nova linha de carros voadores, confira.

Fiat‌ ‌Chrysler‌ ‌Automobiles‌ ‌

 

Não muito longe do esperado, a Fiat, em parceria com a startup Archer, promete que em 2024 haverá a chegada de táxis aéreos, totalmente autônomos. 

  

Diversas empresas estão investindo nos carros voadores e esse projeto tem uma grande chance de virar realidade. Quando isso acontecer, vamos poder desfrutar de diversos benefícios proporcionados por essa prática. Por isso, procuramos apresentar as principais características desses veículos para que você possa ficar por dentro desse relevante tema.