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Quais os benefícios do transporte BRT nas cidades?

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Benefícios do transporte BRT nas grandes cidades

O BRT surgiu em Ottawa e atualmente está em diversas cidades pelo mundo. Por meio dessa metodologia de transporte rápido, foi possível proporcionar mais tempo livre para os trabalhadores. Além disso, o BRT é um sistema rápido, fácil e prático de transporte.

Imagino que você esteja interessado em saber mais sobre o assunto. Pensando nisso, neste post informaremos como surgiu o sistema BRT e destacaremos sobre os benefícios proporcionados pelo BRT nas grandes cidades. Continue com a gente. 

Como surgiu o sistema BRT? 

O Bus Transit, conhecido como BRT, é um sistema de transporte público, seu surgimento foi na cidade de Ottawa, Canadá em 1973 quando foram implementadas as faixas de ônibus na região central da cidade. 

Esse sistema foi integrado para o aumento de trajeto entre os passageiros, a fim de garantir um percurso rápido de trajeto e aumentar o limite de passageiros. 

Em 1974, um ano após o sucesso da implementação das faixas de ônibus na cidade de Ottawa, no Canadá, em Curitiba, foi um sucesso, a implementação também fez com o que a cidade de Curitiba fosse uma das pioneiras no Brasil a possuir esse esquema de transporte mais sustentável e eficiente, contando com o planejamento urbano da cidade. 

Assim como em São Paulo, a capital foi uma das maiores cidades a aderirem ao sistema de transporte público de forma rápida. Essa implementação fez sucesso na capital paulista e trouxe mais tempo útil aos trabalhadores. 

No mundo afora contamos com a interligação dos sistemas de transporte entre cidades como: Turquia, Istambul, Colômbia, Bogotá e África do Sul, que também são beneficiadas com esse sistema de BRT. 

Quais os benefícios do transporte BRT nas cidades?

Baixo custo

Um dos maiores benefícios do transporte BRT nas cidades é o baixo custo do transporte, principalmente em grandes cidades de alto tráfego de passageiros. 

Fácil de construir

As colocações nas faixas de ônibus são mais fáceis de serem plantadas nos desenhos urbanos, principalmente em cidades de grande trajeto e com uma alta populacional, o transporte público é um dos feitos da cidade. 

Economia de tempo de viagem

Com a exclusividade das faixas de ônibus, o sistema de BRT economiza um tempo estimável dos passageiros, sendo comparado até mesmo com o sistema de metrô, pela sua rapidez, assim como suas plataformas e tráfegos de alta rapidez permitem que os passageiros economizem em média 52 minutos de ida e volta. 

Melhorias na segurança do trânsito

Sem dúvida nenhuma, as melhorias na segurança do trânsito com os sistemas de BRT foram excelentes, com o uso de transporte público para a população os riscos de acidentes de trânsito causados por moto e veículos reduziram bastante, principalmente em grandes metrópoles. 

Isso se deu pela pouca concentração de outros veículos, reduzindo em média cerca de 40% de acidentes. 

Os modelos de ônibus evoluíram, mas os modelos de transporte precisam acompanhar essas evoluções e tecnologias, como defendido por muitos especialistas do transporte, como Jacob Barata Filho.

Reduções de GEE e emissões de poluentes

O BRT também pode ser considerado um dos sistemas mais econômicos e sustentáveis para a população, principalmente com suas novas tecnologias de redução e inovação para o meio ambiente, deixando livre questões de poluentes e entre outros riscos para a população. 

No projeto Pioneiros do Transporte podemos observar a evolução dos transportes públicos, porém, entende-se a necessidade de intervenções e melhorias, como já destacado por Jacob Barata Filho.

Como é possível verificar, o BRT é um sistema de transporte prático e que proporciona diversos benefícios. Por esse motivo, ele tem ganhado espaço em diferentes cidades brasileiras. Desse modo, procuramos apresentar as principais características desse tipo de transporte para que você tenha um conhecimento profundo sobre o tema.

Quando é exigido o licenciamento ambiental no Brasil?

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Quando o licenciamento ambiental no Brasil é obrigatório?

Sabia que, no Brasil, mesmo que você seja proprietário de uma área nem sempre pode fazer o que bem quiser com ela? Para isso existe um documento muito importante chamado licenciamento ambiental

Sim, é claro que existe o direito à propriedade privada e à livre iniciativa, mas o fato é que um bioma não tem como ser propriedade exclusiva de ninguém, e qualquer impacto nele pode ser prejudicial para todo um ecossistema.

Assim, há casos em que é preciso ter autorização específica para projetos nessas áreas, e é nesse momento que entra o chamado licenciamento ambiental.

O que é o licenciamento ambiental?

Todas as atividades econômicas que provêm de recursos naturais ou podem ter impactos negativos ao meio ambiente estão sujeitas ao licenciamento ambiental. Semelhante a um alvará de funcionamento, é essa autorização que estabelece o que e como pode ser realizado a fim de promover um desenvolvimento mais sustentável.

Esse termo estabelece as condições em que a atividade será realizada, o prazo de validade, as medidas de controle e restrições necessárias para que o ambiente seja preservado da melhor forma possível.

No Brasil, quem emite o licenciamento ambiental são os órgãos ambientais estaduais, mas é possível que o IBAMA — Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis — também seja acionado em casos em que mais de um estado seja afetado, como no caso da construção de uma hidrelétrica.

O descumprimento das medidas estabelecidas pelo licenciamento configura crime ambiental. As penalidades podem ir desde advertências e multas ao embargo e suspensão das atividades.

Dentre os crimes ambientais, podemos citar:

  • a obstrução ou impedimento de acesso a praias;
  • o lançamento de resíduos no meio ambiente;
  • a poluição atmosférica que cause prejuízos à saúde da população ou implique na retirada dos habitantes da localidade;
  • a interrupção no abastecimento de água devido à poluição hídrica.

Como solicitar o licenciamento ambiental no Brasil?

Há três fases distintas para se conseguir o licenciamento ambiental:

Licença Prévia (LP)

Como o próprio nome já sugere, essa licença deve ser anterior ao início das atividades econômicas. Assim, sua viabilidade é realizada no ato de planejamento do negócio.

É esta licença quem dará as diretrizes para o desenvolvimento do projeto. Nesta etapa, o empreendedor precisa fornecer os estudos de impacto ambiental que o projeto poderá causar e entregá-lo ao órgão ambiental competente.

O prazo de validade desta licença é variável de acordo com os parâmetros estabelecidos pelo órgão ambiental responsável, no entanto, não ultrapassa os cinco anos.

Licença Instalação (LI)

Concedida unicamente após atendidas as condições da Licença Prévia, a Licença de Instalação já autoriza a execução do projeto. No entanto, é preciso ressaltar que devem ser cumpridas as exigências e recomendações estabelecidas na LP.

Seis anos é o prazo máximo para este tipo de licença.

Licença de Operação (LO)

Para operar verdadeiramente, é preciso que o projeto consiga a Licença de Operação, concedida após vistorias para averiguar o cumprimento das exigências pré-estabelecidas.

Seu prazo máximo é de 10 anos e é possível que o empreendimento receba a visita periódica de vistorias que comprovem sua regularidade.

Vencidos os prazos, é preciso renovar as licenças para continuar atuando legalmente. O processo é rigoroso, mas possível de ser realizado, desde que haja um compromisso real com os impactos socioambientais dos projetos.

Conclusão

Apesar de rigorosas, as medidas de preservação são fundamentais para a preservação ambiental. Para o sucesso dos projetos é necessário não somente a atuação dos órgãos fiscalizadores como também o comprometimento das empresas atuantes. 

É o caso da Delfin Rio, que há mais de duas décadas desenvolve um projeto para implantação da agricultura na cidade de Formosa do Rio Preto, localizada a pouco mais de mil quilômetros de Salvador (BA). Todas as fases de implantação passam por um rigoroso processo de licenciamento ambiental, que pode levar até seis anos de análise dos órgãos ambientais e federais para obter as devidas autorizações.

6 maiores empresas químicas do Brasil

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As maiores empresas químicas do Brasil

As empresas químicas do Brasil representam boa parte do PIB da indústria e da economia brasileira. Para se ter uma ideia, o setor representa mais de 10% do PIB industrial e está entre os maiores do mundo. 

A indústria química brasileira serve de base para outras tantas empresas, agindo como um motor que faz girar tecnologia, desenvolvimento e produção. Diante da importância e da grandiosidade deste setor, neste post, falaremos um pouco mais sobre ele e as empresas que mais se destacam no ramo. Acompanhe!

Quantas empresas químicas existem no Brasil? 

As empresas químicas formam uma grande cadeia dentro da indústria nacional. Prova disso é que existem mais de 1000 empresas destinadas ao setor no Brasil. A maior parte delas está situada na região sudeste do país, principalmente em São Paulo.

Dentre tantas empresas químicas no Brasil, uma das áreas de maior destaque é a petroquímica, conhecida por utilizar o gás natural como uma de suas matérias-primas. A indústria petroquímica é responsável pela extração de substâncias químicas derivadas do petróleo. As mais conhecidas são: gasolina, querosene e diesel.

Quando falamos sobre empresas químicas, logo nos vêm à cabeça assuntos complexos e distantes da nossa realidade. No entanto, ao observarmos, a química está muito presente no nosso dia a dia. 

Isso porque, os produtos químicos são utilizados em diversos segmentos da indústria, desde a alimentícia até a cosmética, sem contar com o setor farmacêutico, de produtos de higiene pessoal e os fertilizantes. 

Para se ter noção da grandeza das empresas químicas brasileiras, somente em 2018, o setor faturou cerca de 66 bilhões de dólares. Desse valor, mais de 11 bilhões de dólares foram fruto de exportação.

Mas apesar da grandeza do setor, muitos produtos utilizados nas empresas químicas nacionais não são encontrados por aqui. Por isso, a importação também está muito presente, principalmente, quando se trata de itens utilizados na produção de cosméticos e alimentos. 

Quais são as 6 maiores empresas químicas do Brasil?

1. Air Liquide

Empresa que trabalha com gases na indústria da saúde, com faturamento de 20 bilhões em 2020.

2. Akso Nobel

Fabricante de tintas e revestimentos, com faturamento de 8,53 bilhões de euros em 2020.

3. Basf

Atua em diversos setores, dentro e fora do Brasil — teve um faturamento de 59 bilhões de euros em 2019.

4. Bayer

Indústria química e farmacêutica que faturou, somente no Brasil, em 2020, cerca de 15 milhões de euros.

5. Braskem

Trabalha com produtos químicos e plástico, atuando no agronegócio e com combustíveis. Seu faturamento em 2017 foi de quase 15 bilhões de dólares.

6. Unipar

É a maior produtora de Carbocloro da América do Sul. Mas também trabalha com soda e derivados, sendo uma grande fornecedora de PVC nas Américas.

Somente no segundo trimestre de 2021, a Unipar faturou cerca de 247 milhões, o que demonstra sua recuperação dos percalços enfrentados no início da pandemia. Com Frank Geyer Abubakir Unipar como Presidente do Conselho Administrativo desde 2017, a empresa vem crescendo cada dia mais e buscando expandir seus negócios.

As empresas químicas representam ganhos exorbitantes para a economia nacional. Seja na indústria petroquímica, farmacêutica ou cosmética, sua importância fica clara diante da geração de renda no país, além de empregos, investimentos em tecnologia e inovação.

Projetos Construção Civil: Conheça 8 Programas Incríveis!

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8 programas para projetos de Engenharia e Construção Civil 

A transformação digital tem afetado positivamente diversos mercados. Inovações tecnológicas têm sido adotadas cada dia mais, como a solução para problemas tradicionais ou para acelerar processos de rotina.

Na engenharia e construção civil, o uso da tecnologia também é essencial para o dia a dia de profissionais da área.

Continue a leitura e conheça oito programas para projetos de engenharia e construção civil!

Construção Civil: Você conhece esses 8 programas indispensáveis?

Existem diversos sistemas que facilitam a vida do profissional da construção civil, por meio da execução de desenhos, cálculos, representações ou simulações. 

São diferentes opções no mercado, voltadas para engenheiros civis, gestores de projetos, entre outros profissionais. 

A seguir, você irá conhecer oito programas indispensáveis para a engenharia e construção civil. Confira!

SketchUp

Muitas vezes, demonstrar ideias na área de arquitetura ou design de interiores pode ser algo difícil. Para resolver essa questão, o SketchUp é um programa que se propõe a ajudar a apresentar projetos de forma mais dinâmica. 

O software surgiu em 2000 e dispõe de biblioteca com elementos em 3D, que proporcionam desde uma representação fiel até um passeio interativo dentro de um projeto, o que o torna rico em detalhes.

O programa possui uma versão gratuita. Além disso, é intuitivo e simples na utilização. 

AutoCAD

O AutoCAD é um software com mais tempo de mercado. Ele foi criado em 1982 e é comercializado pela Autodesk. 

A ferramenta é do tipo CAD (Computer Aided Design), criada para desenvolver projetos em 3D e movimentá-los por diversos ângulos. 

Sua utilização também é bastante imagética, ajudando a reduzir erros por meio de cálculos estruturais e interpretação de desenhos. 

O sistema é SaaS (Software as a Service), ou seja, ele é adquirido por meio de uma mensalidade e o fornecedor se responsabiliza por oferecer a estrutura e facilidade do uso. 

AutoCAD Civil 3D

O AutoCAD Civil 3D também foi desenvolvido pela Autodesk, porém, é voltado para a área específica de engenharia civil.

O sistema possui todas as funcionalidades do AutoCAD, citado anteriormente, com o acréscimo de ferramentas exclusivas para projetos de infraestrutura, facilitando a construção nas áreas de transporte, meio ambiente, análise de bacias hidrográficas, entre outras. 

Confira algumas das funcionalidades do AutoCAD Civil 3D:

  • Movimentação de terra;
  • Interação com outros softwares BIM (Building Information Modeling – Modelagem da Informação da Construção);
  • Loteamento;
  • Informações geográficas;
  • Topografia;
  • Projetos de drenagem;
  • Design de projetos para obras de infraestrutura.

O software, assim como o AutoCAD, também é um SaaS. Dessa forma, é possível realizar a assinatura mensal, anual ou trienal.

MATLAB

O MATLAB é um software utilizado como uma IDE (Ambiente Integrado para Desenvolvimento, em português) para programação e é muito útil para engenheiros que procuram resolver cálculos numéricos. 

O programa está disponível para diferentes sistemas operacionais, como Linux, Windows e Mac.

Dentro da engenharia, o MATLAB é uma das principais escolhas dos profissionais que buscam resolver um problema ou função, até mesmo realizar uma simulação ou visualizar um resultado. 

Ainda dispõe de recursos gráficos, que possibilitam a visualização de resultados em 2D e 3D, em formato de vídeo.

Revit

O Revit é um software indispensável para quem trabalha com arquitetura ou construção civil. 

Com ele, é possível trabalhar, entre outras, com as principais áreas de uma edificação:

  • Estrutura;
  • Hidráulica;
  • Elétrica.

O sistema promete construir projetos em 2D com precisão, ao mesmo tempo em que, automaticamente, constrói em 3D. A funcionalidade entrega a otimização de tempo.

Confira, logo abaixo, outras versões do programa:

  • Revit MEP;
  • Revit Structure;
  • Revit One Box;
  • Revit LT.

Sienge

O sistema foi construído para empresas de construção e promete gerenciar e integrar todos os departamentos. 

O ambiente do sistema é em nuvem, dessa forma não é necessária a instalação na máquina para a utilização. 

Com ele, é possível acompanhar a evolução de um projeto, realizar o controle de custos e a gestão de estoque, além de gerenciar a mão de obra de diversos canteiros.

Todas essas funções podem ser feitas diretamente de um dispositivo conectado à internet.

QIBUILDER

O QIBUILDER é um sistema que foi construído com o objetivo de desenvolver projetos voltados à parte estrutural. 

Entre suas funcionalidades, a plataforma se propõe a realizar projetos hidrossanitários, elétricos, preventivos de incêndio, SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas), gás, cabeamento estruturado e alvenaria estrutural.

O programa vem se popularizando entre os engenheiros. As características mais destacadas são a fácil usabilidade, a visualização 3D e vasta biblioteca BIM com componentes de instalação.

Ftool

O sistema é bastante utilizado na engenharia civil para o desenvolvimento de cálculo estrutural bidimensional.

O Ftool é usado para a criação de prototipagem de estruturas. A ferramenta possui uma versão gratuita voltada para estudantes da área, mas também é comercializada aos profissionais por meio de assinatura. 

Como escolher a melhor tecnologia?

A melhor tecnologia sempre está ligada ao problema que você busca resolver. Para fazer um bom investimento, o caso deve ser estudado antes! Dessa forma, procure saber onde os seus projetos de engenharia e construção civil devem melhorar.

Ao descobrir qual o seu maior empecilho hoje, busque a melhor solução tecnológica, que ofereça o melhor custo-benefício do mercado.

Usar a tecnologia a favor do negócio traz algumas vantagens. Confira algumas delas a seguir:

Automação

A digitalização resulta na automação de processos muito trabalhosos, que gastam tempo e mão de obra. A automação entrega mais fluidez para as tarefas de rotina.

Integração de processos

O acesso de informações correlacionadas em um sistema dá mais celeridade ao dia a dia. 

Produtividade do time

Algumas tarefas manuais diárias podem tomar um tempo precioso da equipe. Com o uso da tecnologia, isso pode ser simplificado e o time pode focar em outros pontos importantes para o negócio.

Uso da tecnologia na Engenharia e Construção Civil

Conforme vimos neste artigo, o uso da tecnologia na engenharia e construção civil traz muitos benefícios. 

Além disso, apresentamos oito programas para projetos que são indispensáveis na rotina de profissionais da área. Esperamos que eles ajudem muito no seu trabalho! 

Acompanhe o nosso blog para mais artigos como esse!

Sobre o autor: Rodrigo Rincón atua na área de engenharia civil a 10 anos e hoje contribui para blogs e portais trazendo a estudantes e profissionais do segmento tópicos como sustentabilidade, gestão, tecnologia e inovação

Como funciona o transporte público no Rio de Janeiro?

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Conheça o Transporte Público do Rio de Janeiro

Está pensando em visitar o Rio de Janeiro e suas belezas, mas não sabe como o transporte público funciona? Calma, você chegou ao artigo certo! 

Aqui, mostraremos como cada opção opera na capital para que você possa visitar todos os pontos turísticos. 

E falando neles, você já sabe o que fará na sua estadia no Rio de Janeiro? Caso também não tenha completado o seu roteiro de viagem, neste conteúdo, encontre os melhores passeios e os principais motivos para fazê-los. 

Quer conhecer mais sobre a cidade maravilhosa e seus meios de transporte coletivos? Continue a leitura!

O que fazer no Rio de Janeiro?

Por meio do transporte público é possível conhecer os principais pontos turísticos do Rio de Janeiro sem precisar gastar muito. Desde ônibus, bicicletas e até mesmo a pé, você pode conhecer os seguintes locais: 

  • Cristo Redentor; 
  • Pão de açúcar;
  • Escadaria Selarón; 
  • A Lapa e seus bares; 
  • Parque Lage; 
  • Museu do Amanhã; 
  • Jardim Botânico; 
  • Pôr do sol no Arpoador; 
  • Estádio do Maracanã; 
  • Aquário do Rio; 
  • Museu de Arte do Rio (MAR);
  • Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB). 

Afinal, como funciona o transporte público no Rio de Janeiro?

Agora que você já sabe os principais pontos turísticos do Rio de Janeiro, que tal decidir qual meio de transporte público utilizar para a sua visita? Abaixo, selecionamos os principais meios de locomoção disponíveis na cidade carioca e listamos suas principais características e benefícios. 

Mas antes de conhecer todas as opções, é importante que você saiba da existência do cartão Rio Card (R$ 3,00). Trata-se de um cartão pré-pago recarregável que serve para obter os mais diversos bilhetes dos tipos de deslocamentos que citaremos. 

Metrô

Um dos meios mais eficientes de transporte da cidade carioca, o metrô apresenta três linhas principais: 

  • Ligação da Zona Sul à Zona Norte do Rio (passa pelo centro);
  • Ligação da Zona Norte aos bairros do subúrbio; 
  • Ligação da Zona Sul à Zona Oeste do Rio. 

O bilhete para esse meio de transporte é unitário e custa R$ 4,30. Além disso, utilizando o metrô, é possível ter acesso a algumas estações de ônibus e metrôs de superfície. 

BRT

O famoso Bus Rapid Transit (BRT) é um tipo de ônibus que apresenta uma faixa exclusiva de circulação na cidade, logo, ele é famoso por garantir horários regulares de transição. 

Atualmente, o preço do BRT é de R$ 3,95 e existem três linhas! Assim, é importante conferir qual delas atende melhor o seu roteiro de viagem, uma vez que, algumas fazem mais paradas que outras. 

VLT

Inaugurado em 2019, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) facilita o deslocamento de turistas e moradores na região central do Rio. Custando apenas R$ 3,80, esse transporte público apresenta 2 linhas que passam pelo principal aeroporto e rodoviária da cidade. 

Ônibus

Existem diversas linhas e empresas de ônibus circulando na cidade do Rio de Janeiro. Uma curiosidade: um dos nomes influentes no setor de transporte no Rio de Janeiro é Jacob Barata Filho, que também é conhecido como “Rei do Ônibus” e tem uma linhagem de parentes conhecidos no setor. 

Jacob Barata Filho foi responsável, nos anos 90, pela modernização da infraestrutura dos ônibus, visando que eles atendessem os mais diferentes bairros da cidade maravilhosa. Atualmente, o preço da passagem é de R$ 3,95

BikeRio

Com o programa do BikeRio, a cidade maravilhosa passou a ser um dos melhores locais do Brasil para ser adepta ao modelo de transporte público, principalmente na Zona Sul. 

Há diversas estações espalhadas pela cidade e o seu valor é muito acessível, por apenas R$ 5,00, você tem acesso à bicicleta por 24h! Já por R$ 10,00, você pode usar esse transporte o mês todo. 

Além disso, o processo de locação pode ser realizado de maneira rápida pelo seu smartphone! 

Transporte particular

Os táxis, ubers e carros particulares também são opções de transporte muito comuns na locomoção dos pontos turísticos do Rio de Janeiro. Nesse sentido, a capital apresenta uma das maiores frotas de táxis do mundo, por isso vale a pena ficar de olho nas diferentes tarifas das cooperativas para evitar que você sofra abusos financeiros pelos motoristas. 

Muito popular também, o Uber é uma forma muito eficaz de locomoção! Os valores são flutuantes e existem várias modalidades de corridas no app. Mas se você busca por autonomia, alugar um carro pode ser uma boa pedida. 

Por fim, independente da opção de carro que você escolha, fique atento aos horários de trânsito intenso na cidade para evitar ficar parado no congestionamento. 

Barcas

Há também opções de barcas que partem do Centro do Rio e atravessam a Baía de Guanabara em direção a Niterói/Ilha de Paquetá. As opções mais modernas custam em torno de R$ 6,10.

Agora que você já conhece os melhores pontos turísticos do Rio de Janeiro e sabe como se locomover até eles por meio do transporte público ideal, que tal conhecer um pouco mais sobre a história dos diferentes modelos de ônibus?

Acesse o canal dos Pioneiros do Transporte e conheça tudo sobre a evolução do transporte coletivo no nosso país e no Rio de Janeiro. Confira!

Como opera uma estação de tratamento de água?

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Conhecendo uma Estação de Tratamento de Água

Quando falamos sobre água potável, uma das partes essenciais para que ela chegue a milhões de pessoas é a estação de tratamento de água (ETA). Mas você sabe como as estações funcionam? Conhece as leis que regem este tratamento? Quais os processos necessários para deixar a água pronta para o consumo?

Se a resposta for não, neste post, vamos tratar deste assunto tão importante e extremamente necessário. Continue a leitura.

O que saber sobre a água potável?

A água potável é essencial para a manutenção da saúde. Além disso, é um item fundamental no dia a dia de milhões de pessoas no Brasil e no mundo. A água é utilizada para beber, cozinhar, limpar e em outras tantas tarefas básicas do cotidiano. Ainda, é essencial para as plantações, criação de animais, funcionamento de fábricas etc.

Mas para que a água seja considerada própria para o consumo, ela precisa passar por uma estação de tratamento de água. Esse tratamento é feito em diversas etapas, de forma criteriosa. Afinal, também estamos falando sobre saúde pública.

Por que a água precisa ser tratada para consumo?

Apesar de ser um recurso em abundância em nosso país, nem toda água é própria para o consumo. Embora abundante, esse recurso, infelizmente, não chega para cerca de 100 milhões de brasileiros. Os dados são de 2018 e foram divulgados pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento

Nesse sentido, para mudar este cenário, é preciso investimento em políticas de saúde pública e saneamento básico. 

Já os outros milhões de brasileiros que têm o privilégio de ter água potável ao seu alcance, vivem sob leis que dizem como o tratamento em uma estação de tratamento de água deve ser feito.

A legislação que determina os termos para o tratamento de água, o que é essencial para garantir se a água é ou não apropriada para o consumo. No nosso país, essa legislação data de 1934 e é conhecida como Código das Águas (Lei 24.643).

Ao longo dos anos, outras leis e portarias foram criadas, a fim de estabelecer padrões e determinar regras para os procedimentos nas estações de tratamento de água. Em 2005, foi criada a Resolução CONAMA 357, estabelecendo regras para o lançamento de efluentes. Já em 2011, a Portaria 2914 dispôs termos sobre o controle de qualidade e os padrões permitidos para o consumo humano da água que passa pela estação de tratamento.

Desse modo, as leis garantem que a água tratada passe por processos de descontaminação e seja totalmente segura para o consumo humano. Assim, evita-se doenças e outros problemas que possam surgir.

Como funciona a estação de tratamento de água?

Para que a água esteja em condições de consumo, é preciso que saia da estação de tratamento de água com as seguintes características: sem cheiro (inodora), sem gosto (insípida) e sem cor (incolor). Para tanto, algumas etapas são necessárias:

  • Coagulação: aqui, o sulfato de alumínio é adicionado à água para que as partículas sólidas de sujeira se agrupem;
  • Floculação: as partículas de sujeira que se uniram na etapa anterior, formam flocos maiores após a coagulação e são mais fáceis de serem retirados da água;
  • Decantação: nesta parte do processo, a água é transferida para grandes armazenadores, onde os flocos de sujeira se separam da água. Assim, a água fica na superfície e os flocos na base do tanque, facilitando a coleta;
  • Filtração: na estação de tratamento de água, essa etapa serve para que partículas menores de sujeira sejam filtradas;
  • Desinfecção: aqui são adicionadas substâncias que ajudam a eliminar micro-organismos que podem causar doenças. A substância mais comum utilizada nessa parte do tratamento da água é o cloro. No Brasil e na América do Sul, uma das maiores distribuidoras desta substância é a Unipar, empresa liderada pelo empresário Frank Geyer Abubakir Unipar;
  • Adição de flúor: a adição de flúor é feita nas águas tratadas no Brasil desde 1934, sendo que sua principal função é contribuir com a prevenção de cáries;
  • Correção de Ph: na estação de tratamento de água são adicionadas outras substâncias para corrigir o Ph. Desse modo, as tubulações que são utilizadas para transportar a água, também ficam protegidas.

Como vimos, uma estação de tratamento de água é de extrema importância para contribuir com o fornecimento de água potável para a população. Ainda, que há diversas etapas, tratamentos e legislações que protegem o processo.

Portanto, use água com consciência para não faltar, afinal, ela é essencial no nosso dia a dia.

Como meditar pode te transformar em uma pessoa melhor?

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Vamos te contar sobre como meditar pode ser uma das melhores opções para retomar o controle da sua vida e melhorar tudo ao seu redor. Vamos começar? 

Benefícios da Meditação

 

Antes de conhecer os benefícios de como meditar pode trazer para a sua vida é importante entender a origem dessa prática. 

A meditação tem como origem a palavra meditare que vem do latim e significa “voltar-se para o centro” ou em outras palavras, se desconectar de tudo em sua volta e se concentrar no seu interior. Em si, a prática da meditação tem como base técnicas de postura e foco total da atenção, sempre buscando a paz e tranquilidade. 

É comum que a prática seja realizada em estúdios específicos, ao ar livre e em casa, podendo ser individual ou em grupo com a orientação de um instrutor. Não existe uma idade certa e nem porte físico, qualquer pessoa e de qualquer idade pode e deve aprender como meditar e se tornar uma pessoa melhor. 

É indicado realizar a meditação no início e final do dia, entre 5 e 20 minutos diariamente.

Agora sim, chegou a hora de conhecer os benefícios da meditação:

  • Controla o estresse e ansiedade;
  • Diminui a insônia;
  • Melhora o foco e rendimento;
  • Ajuda a controlar a pressão alta e a glicemia do diabetes;
  • Auxilia no tratamento da depressão;
  • Auxilia no tratamento de distúrbios — alimentares, obsessivo-compulsivo e outros;
  • Melhora a postura.

Como Meditar para Evoluir como Pessoa? 

Existem alguns tipos específicos de meditação, cada uma com uma técnica e objetivo especial. Mas todas são muito enriquecedoras para os seus praticantes. Você pode escolher um tipo ou todos.

Os principais tipos de meditação e mais utilizados são:

  • Mindfulness: seu objetivo principal é melhorar a concentração, a respiração e te deixar com as sensações físicas mais afloradas. Não necessita de mantras, apenas a prática em um local tranquilo por pelo menos cinco minutos.
  • Transcendental: trabalha diretamente no sistema nervoso e seu principal objetivo é o relaxamento, sendo indicada para pessoas que sofrem com problemas de síndromes e distúrbios.
  • Zazen: é uma meditação guiada, muito comum usar vídeos da internet com instrutores que te levem a um estado de introspecção. Nessa prática, seu principal objetivo é ter consciência dos sentimentos com base em seus pensamentos e observação do estado físico e mental.

Existem alguns passos que podem te ajudar a meditar de forma mais assertiva, separamos abaixo algumas dicas que vão te auxiliar no processo.

Escolha um momento

Separe de 5 a 20 minutos de um período do dia, especialmente início da manhã ou noite;

Encontre um lugar

O melhor é que seja um lugar bem calmo e tranquilo, onde você não seja interrompido;

Escolha uma posição confortável

Pode ser deitado, sentado com as pernas cruzadas ou não, o importante é você estar com a coluna reta, o pescoço bem alinhado e os ombros relaxados;

Controle a respiração

Esse é um dos momentos de mais atenção! Os pulmões devem ser usados completamente com inspirações mais profundas e expirações mais lentas;

Foco total

É importante encontrar algo que te ajude a focar no momento da meditação, é comum que seja usado o famoso mantra, ou seja, qualquer sílaba, palavra ou som que quando repetida diversas vezes tem o poder de ajudar na concentração da mente.

Todo mundo que aprende a meditar e leva essa prática para a vida não se arrepende! É o caso de Claudia Vieira Levinsohn, que iniciou a prática da meditação há mais de 30 anos e hoje se sente uma pessoa muito mais calma e focada.

Embora no começo possa ser difícil, te aconselhamos a não desistir. Os resultados serão muito recompensadores. Não importa qual tipo de meditação você escolha, todas elas vão trazer benefícios para o seu corpo e mente e você verá a transformação da sua vida acontecer em cada prática!

4 passos para melhorar o transporte público no Brasil

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História do Transporte Público

O transporte público teve grande parte da sua história marcada pela superlotação. Entretanto, vem se observando constante queda ao longo dos anos.

Trata-se de um fenômeno chamado círculo vicioso, alimentado por altas tarifas, omissão de políticas públicas, escassez de investimentos e boa infraestrutura, o que leva a custos altíssimos para manter um sistema de deslocamento público que, em muitos casos, deixa a desejar. 

Pensando nesse cenário, levantamos a pergunta: como melhorar o transporte público? Assim, criamos este artigo, com os 4 principais passos para possíveis soluções de otimização desse modelo. Confira! 

O problema não está apenas no Transporte Público

Antes de irmos direto aos pontos de melhoria, é importante entender que o grande problema dessa realidade não está apenas presente e dependente exclusivamente do transporte público

Afinal, ele é apenas um reflexo de inúmeros transtornos das cidades modernas. Com um mundo globalizado, as tendências passam a ser globais e, consequentemente, afetam o modo de deslocamento das pessoas e impactam os meios coletivos de deslocamento

A popularização de Apps de carona e viagens particulares faz com que o número de carros na rua continue a subir, tornando o trânsito caótico dia após dia. Logo, a necessidade por soluções com altas taxas de eficiência produtiva é a chave do sucesso.

Assim, muito além de ônibus e metrôs, as ciclovias e vias de qualidade são um meio fundamental para que a qualidade dos transportes públicos seja otimizada e mais pessoas possam usufruir do direito de ir e vir nas cidades. 

Passos para melhorar o transporte coletivo

Para transformar significativamente o transporte público é necessário se atentar aos principais passos para entender como essa mudança pode ser feita e o porquê da sua importância. Veja então os 4 principais pontos. 

1. Revisão dos Modelos de Concessão

As altas tarifas podem ser prejudiciais para o acesso da população de baixa renda ao meio de transporte coletivo. O modelo atual, conhecido por subsídio cruzado, faz com que os usuários pagantes se tornem responsáveis por completar a renda eliminada em bilhetes gratuitos/isentos. 

Em países do exterior, novas políticas públicas já estão sendo implementadas, visando uma revisão desse modelo arcaico de concessão. Em alguns lugares, a responsabilidade é direcionada para empresas que se beneficiam desse meio de locomoção. 

Assim, esses novos caminhos incentivam melhorias e o aumento de produtividade até mesmo em cidades menores, rompendo a ideia de que o transporte público estará para sempre inerte no tempo. 

2. Infraestrutura 

É praticamente impossível não discutir melhorias de infraestrutura para um transporte público de maior qualidade. Um ponto de atenção é que os Apps, citados anteriormente, não são a resposta para uma mobilidade urbana adequada. 

Pelo contrário, para otimizar o sistema é preciso que haja mais linhas de conexão entre os diversos pontos da cidade, seja através de caminhos subterrâneos (metrô) ou mais corredores de ônibus disponíveis nas cidades.

Com um aumento na área de circulação e no número das frotas, a atenção também deve ser direcionada ao caminho do pedestre até o acesso do transporte coletivo. Assim, é preciso repensar o espaço urbano, há anos desenhado apenas para carros particulares. 

Essas mudanças fazem com que o sistema seja cada vez mais ágil e, por sua vez, extremamente econômico para a sociedade e seus governos. 

3. Transformação Digital 

Quando mencionamos o mundo globalizado no tópico anterior, já estávamos pensando em como a transformação digital está começando a impactar o atual modelo de transporte público que conhecemos. 

Mas o que isso quer dizer? Com o advento da tecnologia, inovações surgem constantemente para todos os setores, até mesmo o de locomoção. E o transporte público, ainda que esteja engatinhando nessa realidade, necessita que seus processos passem a ser cada vez mais automatizados e eficientes, buscando modelos de negócios pautados pela revolução 4.0. 

4. Novo Modelo de Negócios 

Por último, mas não menos importante, esse passo é definitivamente o pilar das melhorias em relação ao transporte público. Para que a situação mude, as empresas de transporte coletivo precisam, urgentemente, pensar em novos modelos de negócio. 

A ideia de oferecer o serviço de locomoção em troca de um valor é uma visão demasiadamente antiga de como conduzir esse negócio rumo a uma qualidade significativa. Agora, o verdadeiro tesouro está na recorrência de usuários e acessos cada vez mais simplificados aos serviços, como a criação de novos meios de pagamento. 

Assim, parcerias com o setor financeiro são extremamente interessantes como um modelo de negócio, uma vez que o setor de transporte movimenta milhões de pessoas por dia e detêm um grande volume de dados de compra e venda de seus passageiros, informações cruciais para lucro e sucesso de ambos os lados. 

Como vimos, todos os passos de melhoria do transporte público apontam para novas estruturas de negócio para que as otimizações sejam realmente possíveis em grandes e pequenas cidades. 

Nesse sentido, novos recursos surgem a todo momento. Na década de 90, o empresário Jacob Barata Filho proveu o necessário para que a sua empresa fosse pioneira na modernização do transporte público. 

Além disso, o “Rei do Transporte” (como também é chamado) também foi responsável pela criação e implantação do sistema de vale transporte e monitoramento de veículos coletivos ao redor do Brasil. Sua mentalidade, avançada para época, fez com que as melhorias para o consumidor se tornassem possíveis. 

Logo, é necessário cobrar das atuais empresas e do governo vigente, investimentos em inovações para reverter a crise imagética que o sistema de transporte público vivencia atualmente. 

Se você deseja saber mais sobre a história do transporte público no Brasil, como os diferentes modelos de ônibus, acesse o canal dos Pioneiros do Transporte

Conheça as 10 construtechs que estão erguendo o futuro do país

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Você já ouviu falar no termo construtech? Sabe o que faz uma empresa ganhar esse nome? Conhece o impacto que esse tipo de negócio traz ao mercado da construção civil? Se a resposta para todas essas perguntas for não, você achou o lugar certo!

No artigo de hoje vamos tratar exatamente desse assunto que vem ganhando espaço no mercado civil. Preparado? Vamos começar! 

O que significa Construtech?

O termo construtech nada mais significa do que uma startup que trabalha com foco em empresas de construção civil. Simples, assim! 

As startups são conhecidas pela sua paixão por tecnologia e inovação. Chamadas também de aceleradoras digitais, o seu objetivo principal é desenvolver ferramentas tecnológicas que agilizem e resolvam os problemas do mercado de maneira ágil e prática. 

Essas startups nasceram da necessidade de empresas construtoras gerenciarem melhor o tempo e as demandas das áreas financeiras e administrativas, que passavam por dificuldades, como por exemplo: gastos acima do orçamento e problemas para motivar e incentivar as equipes. Com isso as construtechs trouxeram a inovação que esse mercado necessitava. 

Dentre os serviços que as construtechs oferecem às empresas e aos consumidores, podemos citar:

  • Planejamentos;
  • Desenvolvimentos de projetos;
  • Comercialização;
  • Manutenção;
  • Serviços gerais – relacionados ao segmento.

Para que uma empresa possa ser considerada uma construtech é necessário que ela desenvolva e implemente em sua base um sistema de software que consiga resolver os problemas e otimizar o dia a dia dos seus futuros clientes. As construtechs vêm revolucionando o mercado de uma forma bem significativa. Com elas, os profissionais que atuam dentro desse segmento podem trabalhar de maneira mais ágil. 

Escolher uma startup desse segmento pode trazer diversos benefícios para você e para a sua empresa, entre eles:

  • Soluções inovadoras;
  • Planejamentos personalizados;
  • Resolução ágil dos problemas;
  • Gestão e execução de projetos,
  • Projetos entregues dentro do prazo;
  • Redução de custos,
  • E muito mais!

Para se ter uma ideia, os impactos que elas geram são tantos que esse é um dos segmentos que mais cresce. Uma das razões é que elas conseguem reduzir os custos de determinados projetos e consequentemente aumentar a receita de uma empresa cliente. As relações também se intensificam dentro das construtechs, isso porque os clientes se sentem mais próximos e confiantes na execução dos projetos. 

10 construtechs que estão erguendo o futuro do país

Agora, chegou a hora de conhecer quais são as construtechs que estão transformando o futuro do país. Vamos lá!

  • AutoDoc: oferece às empresas soluções de gerenciamento e análises técnicas que vão desde o desenvolvimento do projeto até o seu pós-obra. Essa construtech garante uma maior produtividade e agilidade em todos os processos da construção.  
  • CrediHome: voltada para o mercado imobiliário, essa construtech oferece crédito em conjunto com bancos e operadoras. Fora isso ela identifica e ajuda a guiar para a escolha final da melhor linha de crédito para cada cliente. 
  • EmCasa: também voltada para o mercado imobiliário, essa plataforma oferece a compra e venda de propriedades residenciais, além disso, o cliente pode contar com ela em todos os processos de negociação e fechamento do contrato. 
  • Gabster: é uma plataforma que une todas as áreas da construção civil – reforma, decoração e construção. Nela podem se conectar empresas que desejam planejar e estruturar seus projetos de maneira simplificada. 
  • inGaia: considerada uma plataforma de marketplace, a inGaia conecta corretores, incorporadoras e imobiliárias para que eles se unam em parceria e fechem negócio. Dentro dessa plataforma, eles podem fazer a gestão dos leads, compras, vendas e até mesmo contratos. 
  • LAR.app: voltadas para condomínios, o principal objetivo dessa startup é fazer com que os condôminos possam fazer a gestão de gastos, por meio de um sistema eficiente e transparente. 
  • LiveHere: mais uma plataforma de locação, só que nesse caso, específica para estudantes universitários. Seu objetivo é oferecer qualidade, conforto e segurança aos estudantes. 
  • Prevision: oferece uma ferramenta que auxilia no gerenciamento dos projetos. Nessa plataforma, os cadastrados podem planejar e acompanhar em tempo real as informações disponíveis e assim, tomarem decisões mais eficientes.  
  • Uliving: voltada para os jovens, a Uliving oferece aluguel de cama e quartos, isso mesmo! Uma forma mais prática de morar em um lugar personalizado e que possui ambientes de convívio compartilhado.  
  • Yuca: também uma facilitadora de coliving. Oferece quartos privados em ambientes compartilhados, eliminando todas as etapas burocráticas para o fechamento do negócio.

As construtechs são startups que prestam serviços que abrangem todo o mercado de construção civil, desde as construtoras até as incorporadoras e empreiteiras. Chegando até mesmo aos consumidores finais dessas empresas. 

Pode ser que empresas mais tradicionais não aceitem bem a ideia de investir em uma startup, mas contar com elas vai garantir a eficiência e bons resultados para os seus projetos.

Independentemente de qual seja o seu objetivo ao realizar um projeto, conte com uma construtech. Você não vai se arrepender!

Sobre o autor: Rodrigo Rincón, profissional que atua na área de Engenharia Civil há 10 anos e, hoje, contribui para blogs e portais, trazendo aos estudantes e profissionais do segmento tópicos como sustentabilidade, gestão, tecnologia e inovação.”

Como era o transporte público no passado?

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Transporte Público no Brasil

Para entendermos melhor a nossa atual mobilidade urbana, faz-se necessário conhecer o passado do transporte público brasileiro.

Sem as evoluções tecnológicas ao longo dos anos, seria impossível compreender a vida nas grandes cidades hoje. 

Pensando nisso, criamos este artigo, que conta a história do surgimento e atuação do transporte público no Brasil. Entre os temas, falaremos sobre os modelos de ônibus e bondes usados na época para que as pessoas pudessem se locomover de um ponto a outro da cidade.

Quer saber mais? Continue a leitura! 

O Transporte Público no Passado

O primeiro transporte público foi idealizado por um matemático francês, Blaise Pascal, em meados de 1662. A princípio, seu sistema foi organizado por carruagens de oito lugares e contava com horários e preços preestabelecidos.

Entretanto, foi o empresário francês Stanislas Baudry que desenvolveu o primeiro serviço público por meio de ônibus puxados a cavalo. A partir disso, a ideia tomou conta de toda a Europa e inúmeros foram seus precursores nas grandes capitais mundiais.

Mas apenas no século XIX, com a invenção de veículos a vapor e motores a combustão, o britânico Sir Goldorthy Gurney construiu o primeiro ônibus motorizado. Já em 1900, esses modelos de transporte começaram a tomar uma maior forma para atender o público das metrópoles.

E foi em 1917 que o primeiro ônibus elétrico circulou no Brasil, especificamente na cidade do Rio de Janeiro. A partir dessa data, inúmeras foram as evoluções, desde modelos de ônibus até seus fabricantes, todas essas mudanças visavam o aumento da capacidade devido ao aumento populacional.

Atualmente, contamos com frotas híbridas, que podem ser movidas a diesel, via eletricidade e, até mesmo, a gás. Os inventores agora concentram suas atenções para a criação de novos modelos sustentáveis, visando o melhor para o meio ambiente. 

O passado do Transporte Coletivo no Brasil

Como mencionado, apenas em 1917 o primeiro ônibus elétrico foi introduzido no país. Entretanto, já existiam outros modelos de transporte público no Brasil, como os trens e bondes ao longo das cidades.

O bonde sobre tração animal foi o primeiro modelo usado na capital de São Paulo, em meados de 1872, entretanto, sua falta de flexibilidade no trajeto fazia com que o transporte apenas andasse em uma mesma linha de trilhos já que não realizava curvas.

Para criar rotas e atender os desejos da população, foi implementado o bonde elétrico que possibilitou o crescimento do comércio e estabelecimento das indústrias em território brasileiro.

Com uma frota de mais 250 bondes, esse meio de transporte ligava todas as zonas das cidades e até mesmo realizava conexões com os trens. Entretanto, como alguns modelos eram abertos, muitos passageiros circulavam sem pagar passagem.

 

Entretanto, os motoristas de carros particulares começaram a invadir os trilhos de bondes e causaram manutenções periódicas que atrapalhavam o itinerário do transporte. Para suprir a demanda e expandir a linha de serviços, em 1946, o sistema de trólebus foi implementado e continua em operação até os dias de hoje. 

Em 1968, a primeira frota de veículos a diesel chegou ao país e a crescente taxa da população começou a procurar por transportes cada vez maiores. Com isso, surgiram os ônibus articulados e sanfonados, com mais de 27 metros de comprimento.

Os modelos do passado foram cruciais para que chegássemos ao cenário de transporte coletivo que temos hoje. Isso porque, os bondes possibilitaram as primeiras integrações da cidade, caminho hoje desbravado por uma vasta frota de ônibus e linhas de transporte subterrâneo, como o metrô.

Além disso, políticas antigas priorizaram a urbanização de grandes polos comerciais através do incentivo da disponibilidade de um transporte público, seja em pequenos bondes a tração ou grandes ônibus a diesel.

Essas pequenas evoluções abriram caminhos cada vez maiores para diversas oportunidades no país, como foi para o empresário Jacob Barata Filho. Conhecido como o “Rei do ônibus”, ele foi um dos pioneiros na modernização de transportes públicos e institucionalização das entidades de classe no setor de Transportes.

Quer saber mais sobre a história do transporte público e como ele afeta a vida das pessoas? Acesse o canal dos Pioneiros do Transporte e descubra mais relatos!