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Como o Trólebus marcou o Passado do Brasil?

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Meios de Transporte Público no Brasil

O transporte público no Brasil é um setor que mudou diversas vezes, prova disso foi a passageira presença do modal trólebus. 

Mas se você não sabe o que é essa modalidade de transporte, então fique atento, pois, neste post, vamos falar mais sobre ele e quais as principais diferenças entre os trólebus e os ônibus híbridos. Confira!

Como funciona um Trólebus?

Trólebus é um ônibus elétrico que é alimentado por catenária de dois cabos superiores, recebendo, assim, energia elétrica que faz com que o automóvel funcione. Apesar de utilizar uma fonte elétrica, esse modal possui pneu de borracha, por isso não necessita de vias especiais ou trilhos. 

O primeiro trólebus foi criado em 1882, mas a primeira linha só foi usada em 1901, na Alemanha. No Brasil, esse modelo de transporte elétrico surgiu em 1950, mas até hoje é possível encontrar esse transporte no país, com veículos mais modernos, que têm baterias, permitindo que o veículo possa percorrer o trajeto de forma tranquila.

Ainda, esse modelo de ônibus é ecologicamente correto, já que não queima combustível, evitando a depredação do meio ambiente. Além disso, os trólebus permitem maior número de passageiros, fazendo com que o percurso seja mais bem aproveitado.

Confira os locais onde esse meio de transporte foi utilizado:

Recife

Em Recife, o ônibus elétrico foi implantado em 1960, com 65 veículos circulando na cidade. Em 2001, houve a privatização do serviço e, nessa época, a frota ainda contava com 31 trólebus em operação, porém foi desativada no final desse mesmo ano.

Belo Horizonte

Na capital mineira, esse modelo operou entre os anos de 1953 e 1969. Os veículos, após a desativação do serviço, foram vendidos para Recife. Em 1986, houve a tentativa de reativar o meio de transporte, mas acabou não indo adiante, devido a um suposto desvio de verbas, assim, os veículos e equipamentos foram vendidos para São Paulo.

Rio de Janeiro

Um dos maiores sistemas de trólebus existiu no Rio de Janeiro, tendo 297 km de extensão. Foi inaugurado em 1962, tendo seu encerramento em 1971. Os veículos foram convertidos em tração diesel, sendo sucateados no final do ano de 1970.

Como Jacob Barata Filho cita no texto “A passagem meteórica dos trólebus pelo Rio de Janeiro”, esse sistema durou quase 10 anos.

Araraquara

Foi em Araraquara que tivemos o primeiro sistema de trólebus, inaugurado em 1959, atingindo seu auge no ano de 1986. O sistema alcançou 118.3 km de extensão, mas devido aos problemas econômicos e à falta de incentivo fiscal, ocorreu a desativação da frota no ano 2000.

Ribeirão Preto

Em Ribeirão Preto, o sistema foi inaugurado em 1982, pela empresa de economia mista Transerp, contendo 207 linhas, porém a frota foi desativada em 1999.

Porto Alegre

Em Porto Alegre, o projeto de trólebus surgiu em 1950, mas só entrou em operação na década seguinte, atingindo 10 km de extensão. Devido aos problemas de adaptação de voltagem e falhas nos freios, o sistema saiu da circulação em 1969.

Diferença entre o Trólebus e o Ônibus Híbrido

Como forma de substituição, surgiram os ônibus híbridos: um modelo mais barato que pudesse atender às demandas da população. Isso porque, esses veículos dispensam a utilização de malha de fios. 

Ademais, esse modelo funciona à base de motor a diesel para dar a partida, mas usa a rede elétrica para se locomover. Nesse caso, o problema é que esse modelo ainda utiliza a queima de fósseis, fazendo com ele seja menos sustentável que o trólebus, segundo alguns especialistas do transporte

Conheça alguns relatos de pessoas que acompanharam de perto a evolução no transporte basileiro no canal Pioneiros do Transporte e, que podem provar que esse é um setor em constante mudança. 

Quanto ganha um Engenheiro Civil fora do Brasil?

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Como é ser Engenheiro Civil no Exterior – Por Rodrigo Rincón

Atuar como engenheiro civil fora do Brasil pode representar uma grande oportunidade profissional. Seja para melhorar o seu currículo, ter a experiência da atuação profissional no exterior ou mesmo atingir melhores níveis salariais.

Mas, antes de se aventurar por essa grande oportunidade, é importante entender quanto ganha um engenheiro civil fora do Brasil e entender o que o mercado internacional espera desse profissional.

O que o mercado de Engenharia Civil está exigindo? 

O engenheiro que decide atuar no exterior precisa ficar atento às tendências de mercado mundiais. Cada país conta com suas próprias características e legislações.

No entanto, de forma geral, o profissional precisa estar preparado do ponto de vista técnico e psicológico se quiser concorrer a uma vaga de engenheiro civil fora do Brasil.

Alguns desses critérios devem ser observados ainda antes de definir em qual lugar do mundo o engenheiro civil vai atuar.

Investir em um bom currículo

Existem algumas exigências específicas que fazem toda a diferença na hora de elaborar um currículo de valor. Recrutadores internacionais apreciam candidatos que apresentem:

  • Experiência na área
  • Domínio do idioma
  • Intercâmbios anteriores
  • Experiências em multinacionais

Na hora de elaborar o currículo, fuja dos tradutores automáticos e relate o que você tem de melhor a oferecer considerando o contexto da vaga almejada. Esse é o momento de mostrar os seus diferenciais.

Acumular experiência profissional

Trabalhar no exterior como engenheiro civil requer experiência profissional ampla e diversificada. Além das passagens por cargos e empresas, pode ser importante procurar por certificações internacionais para exercer determinadas funções.

Além disso, dominar softwares diversos demonstra a dedicação em manter-se atualizado profissionalmente.

Se o currículo não empilha experiências diferentes que se complementam, pode ser mais interessante focar nessa construção antes de procurar por oportunidades de trabalho no exterior.

Experiências profissionais bastante visadas no cenário internacional são intercâmbios, trabalhos voluntários e até mesmo atuação em multinacionais no Brasil. Isso demonstra que o profissional é adaptável e consegue compreender normas de outros países.

Domínio do idioma

Trabalhar como engenheiro civil no exterior exige uma boa comunicação junto da equipe. Por isso, vá além do inglês usado no cotidiano. O profissional deve dominar toda a linguagem técnica da sua área no idioma inglês e, de preferência, também no idioma nativo do país.

A comunicação falada e escrita deve ser bem fluida. Além disso, compreender ao máximo o que os colegas dizem é fundamental. Portanto, ao definir seu destino profissional, pense bem sobre quais idiomas é preciso estudar.

Países mais comuns

Alguns dos países que contam com maior demanda para empregar engenheiros civis brasileiros são:

  • Argentina 
  • Canadá
  • EUA
  • Itália 
  • Portugal

Em praticamente todos esses países, as atribuições são muito parecidas. O profissional vai atuar no gerenciamento e na execução dos projetos, desenvolver plantas, acompanhar compras de materiais para obras e seguir com a manutenção das estruturas.

Quanto ganha um Engenheiro Civil no Exterior?

Os valores de vencimento de salários nos países com maior demanda por esse profissional também são alguns dos mais atrativos. Confira abaixo quanto ganha um engenheiro civil no exterior, com detalhes das atribuições mais solicitadas em cada país. 

Quanto ganha um Engenheiro Civil nos Estados Unidos?

Nos Estados Unidos, a remuneração de um engenheiro civil fica em média US$ 63.851 por ano. O equivalente a U$ 5.320 dólares por mês, ou R$ 16.600, em uma conversão rápida para o real brasileiro.

Para o mercado norte-americano, quanto mais experiência o profissional acumula, mais ele vale. Isso significa que quanto mais experiência o engenheiro civil tiver, mais alto será o salário.

Quanto é o salário do Engenheiro Civil no Canadá?

Um engenheiro civil que atua no Canadá recebe por volta de C$ 62.503 anuais, equivalentes a C$ 5.291 mensais. Convertendo para a moeda brasileira, fica em R$ 15.291 mensais.

Nesse país, é importante dominar os idiomas inglês e francês, que serão fundamentais para gerenciar projetos e acompanhar obras.

Quando ganha um Engenheiro Civil em Portugal?

Em Portugal, por ano, um engenheiro civil recebe em torno de € 15.874, equivalente a € 1.322 por mês, ou R$ 5.984 mensais em reais.

O brasileiro que deseja atuar no país precisa fazer sua inscrição na Ordem dos Engenheiros de Portugal, no próprio órgão ou através dos correios.

Apesar do salário mais baixo, o custo de vida também é menor e a facilidade com o idioma também representa uma barreira a menos para quem deseja atuar como engenheiro civil no exterior.

As atribuições mudam conforme o nível hierárquico, sendo que os salários também acompanham essa evolução.

Quanto é o salário de um Engenheiro Civil na Alemanha?

Enquanto isso, na Alemanha, o salário do engenheiro civil fica por volta de € 37.207 anuais, uma média de 3.100 por mês (R$14.026,00). Para atuar no país, o engenheiro civil precisa validar seu diploma e ter um visto de trabalho. As funções são as mais variadas.

Quanto ganha um Engenheiro Civil em Dubai, nos Emirados Árabes?

Um engenheiro civil nos Emirados Árabes fatura por volta de AED 97.240 anual. Por mês, a remuneração é em média AED 8.103 (R$8.944,00).

Nesse país em específico, o domínio de programas como AutoDesk, Autocad 2000i e Primavera P6 Project podem ser o diferencial na hora de conseguir uma vaga ou negociar valores.

Trabalhos de fiscalização de obras e manutenção de estruturas são algumas das demandas mais urgentes para os engenheiros civis que atuam nessa região asiática.

Quanto é o salário do Engenheiro Civil em Londres – Inglaterra?

Os ganhos de um engenheiro civil em Londres, capital da Inglaterra, são de GBP 27.260 por ano. Por mês, o profissional recebe em média GBP 2.271 (R$11.721,77).

O nível de experiência e de graduação interferem muito no patamar salarial que o profissional pode alcançar. Por exemplo, um doutorado pode fazer dobrar essa média apresentada.

A maior parte das oportunidades está ligada ao setor de turismo. Mas, o cotidiano de trabalho é bastante similar ao do engenheiro civil que atua no Brasil.

Quanto ganha um Engenheiro Civil no Japão?

O ordenado de um engenheiro civil no Japão fica em torno de ¥ 4.512,500 (R$141.151,00), o equivalente a ¥ 376,041 (R$ 11.762) por mês.

Nesse país, o governo faz massivos investimentos em tecnologias em prol dos cidadãos e também na infraestrutura preventiva a desastres naturais. Além disso, a área de engenharia está em franco crescimento.

Logo, quem decidir atuar como engenheiro civil no Japão precisa se preparar para atuar em frentes de pesquisa, desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias do setor.

Crescimento da Engenharia Civil

A área de engenharia civil está em franco crescimento em todo o mundo. No entanto, com um mercado tão exigente, é preciso que o engenheiro civil brasileiro que pretende atuar no exterior tenha um preparo profundo.

De preferência, desde o início da vida acadêmica deve ser dedicado a essa meta. Quanto mais cedo o profissional decide, melhor ele pode investir em estratégias que possibilitem atingir essa sonhada meta de carreira.

Sobre o autor: Rodrigo Rincón atua na área de engenharia civil há 10 anos e hoje contribui para blogs e portais trazendo a estudantes e profissionais do segmento tópicos como sustentabilidade, gestão, tecnologia e inovação.

O transporte público é a melhor escolha?

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Brasil e os meios de Transporte Público

No Brasil, existem muitas pessoas que dependem do transporte público para se locomoverem pela cidade. 

Contudo, mesmo sendo um serviço necessário para atender as demandas da população, será que ele é a melhor escolha?

O engenheiro Jacob Barata Filho está sempre em busca de estratégias para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Para tanto, ele reúne elementos fundamentais que mostram a diferença da utilização dos transportes públicos e privados.

Mas para que você entenda mais sobre o assunto, neste post, vamos mostrar como funciona a gestão do transporte coletivo. Confira!

Como funciona a gestão do transporte público no Brasil?

No Brasil, desde 1988, é facultado aos municípios, estados e União delegar a função de transporte coletivo a empresas privadas. Contudo, o funcionamento e regulamento continuam sendo de responsabilidade dos entes federativos.

Assim, os entes têm liberdade de oferecer esses serviços, cuidando diretamente da gestão do transporte ou contratando empresas que desempenham essa função, por meio de uma licitação. Nesse sentido, as empresas contratadas, atuam em regime de concessão ou permissão, tendo um contrato firmado por certo período — como vivido por muitos entrevistados no projeto Pioneiros do Transporte

Mas apesar de ser o mais comum, a prefeitura ainda tem suas responsabilidades. Já que ela precisa investir em infraestrutura, além de fiscalizar o funcionamento dos transportes e planejar a mobilidade urbana. Além disso, o valor das tarifas também é obrigação do poder municipal.

Transporte público ou privado?

Para compreender se o transporte público é a melhor opção, é preciso destacar as diferenças entre veículos públicos e privados. 

A principal delas é que o transporte coletivo tem a função de locomover um maior número de pessoas ao mesmo tempo, fazendo paradas em diversos pontos estratégicos para o desembarque e embarque de passageiros. Já o transporte privado é usado para transportar poucas pessoas e tem um ponto fixo para desembarque.

Outra diferença é que o transporte privado dá mais liberdade para que a pessoa vá até o seu destino sem que haja outras paradas, no entanto, o transporte público pode evitar a aglomeração de veículos nas vias, evitando engarrafamentos.

Por fim, o transporte coletivo tem outras vantagens, mas as melhorias dependem de uma gestão eficiente, especialmente nas mudanças que têm ocorrido devido à Covid-19. Hoje, há a necessidade de um novo modelo sustentável que possa atender aos usuários sem causar prejuízos ao meio ambiente. 

Nesse sentido, existem alguns países que já adotaram esses modelos. Acompanhe!

Hong Kong

Hong Kong é uma das cidades mais populosas do mundo e o sistema de transporte público é construído para atender o fluxo intenso, com ônibus de 2 andares, rede de metrô com funcionalidade rápida e segura.

Por conta disso, 90% da população usa transporte coletivo, fazendo o pagamento por meio de um cartão, o que agiliza o processo.

Singapura

Em Singapura, o sistema de transporte coletivo é mais barato, sendo completamente disponível para toda a população. Além disso, os modelos de ônibus são um dos mais sustentáveis e seguros do mundo.

Paris

Paris conta com o terceiro melhor sistema de transporte do mundo. O metrô, por exemplo, cobre 214 km, composto por 303 estações. Com isso, consegue atender o maior número de usuários, oferecendo uma experiência mais positiva.

Podemos concluir que o transporte público pode ser a melhor opção quando conta com uma gestão de qualidade, como Jacob Barata Filho, conhecido como o “Rei do Transporte” vem fazendo, visando atender os usuários e o meio ambiente, melhorando a relação entre a cidade, o homem e a natureza.

10 startups de construção civil para ficar de olho

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Startups na Construção Civil – Por Rodrigo Rincón. 

Que a construção civil é um segmento de grande atuação, as pessoas já sabem. Agora, você sabia que a tecnologia, e mais do que isso, a inovação está presente nesse setor?

Isso mesmo! No artigo de hoje vamos explorar quais são as startups que estão moldando o futuro da área. Mas, antes de irmos direto ao ponto, que tal saber um pouco sobre como funciona uma empresa de construção civil?

Como funciona uma empresa de Construção Civil?

Basicamente, a função de uma empresa desse segmento é projetar, executar e gerenciar de maneira eficiente os projetos propostos para as obras, como por exemplo: edifícios, viadutos, estradas, casas, pontes, canais e portos gerais.

Cabe a essas empresas também fazer todas as análises de prazos e custos necessários para o desenvolvimento do projeto. Elas podem atuar tanto no setor de indústrias quanto no de comércios. 

É necessário que as empresas desse segmento estejam registradas junto ao CREA — Conselho Regional de Engenharia e Agronomia — de sua região, sendo assim, é obrigatório que haja um profissional técnico com a habilitação fornecida pelo órgão. 

Para fazer um projeto, essas empresas devem seguir alguns passos, sendo todos fundamentais e importantes para a segurança e realização do serviço de forma mais eficaz. Os passos a serem seguidos são: levantamento topográfico, sondagem de solo, projeto de arquitetura, projeto de estrutura, projeto elétrico, projeto hidrossanitário e por fim, projeto de segurança. 

Contratar empresas de construção civil traz mais segurança e qualidade ao seu planejamento, isso porque elas trabalham com profissionais especializados que garantem a eficiência nos serviços prestados. Cada empresa dentro desse segmento tem uma atuação específica e cabe a você escolher qual está de acordo com o seu perfil e projeto. 

Construtora, incorporadora ou empreiteira? Você sabia que existem diferenças entre essas três empresas? Pois é! Cada uma possui uma função e definição específicas. Olha só:

Construtora

É uma empresa mais técnica, por assim dizer, ela é quem comanda a execução da mão de obra dos projetos. A compra de máquinas e equipamentos também é responsabilidade dessa empresa. Sua principal função é garantir que o projeto não tenha grandes problemas na estrutura, como por exemplo: rachaduras, irregularidades, infiltrações e imperfeições. Ela também deve garantir que o projeto seja realizado dentro do prazo estipulado.

Incorporadora 

É a empresa que coordena a contratação de uma construtora para que a obra ganhe vida e seja entregue dentro do prazo. Uma incorporadora tem a função de exercer várias atividades diferentes, mas todas voltadas ao mercado imobiliário. Ela estuda a possibilidade de um projeto dar certo ou não, indica como o negócio deve ser (multifamiliar ou misto) e coordena o projeto – que pode ser arquitetônico e construtivo. 

Fora todas essas atividades, uma incorporadora deve também realizar o seu registro em um cartório específico para o registro de imóveis e, assim, obter os documentos necessários para o alvará e licença de comercialização do negócio. 

Empreiteira 

Essa é uma empresa que, como as outras, é prestadora de serviços, mas nesse caso é contratada por uma construtora para a execução de determinadas áreas de um projeto. Como segue as diretrizes já determinadas pela construtora, esse tipo de empresa não necessita de um engenheiro ou arquiteto à frente da execução do serviço.

Não dá para definir qual delas é a melhor, ou mais indicada, tudo depende do seu objetivo. O ideal é que elas trabalhem em conjunto.

10 startups de construção civil para ficar de olho

Agora, vamos falar sobre as grandes startups desse segmento? Cada ano que se passa, surge uma novidade nesse mercado e quando falamos em inovação isso é ainda mais real. A tecnologia veio para ficar e é nisso que as startups abaixo acreditam, dado que cada uma oferece um serviço inovador e que ajuda — e muito — as grandes empresas de construção.

Conheça melhor cada uma delas:

  • Construct App: eleita como uma das mais inovadoras, essa startup tem como objetivo principal unir o canteiro de obras com o escritório. Tanto no aplicativo quanto na web, as empresas podem acompanhar toda a execução de um projeto e mais do que isso, podem fazer em tempo real uma vistoria de qualidade, registros fotográficos, comparar as informações de produtividade dos projetos e também dos funcionários.

  • Buildin: startup considerada um portal educacional. Nele as empresas podem encontrar diversos materiais, atualizados diariamente, com todas as informações desse mercado. Fora os materiais disponíveis, o portal oferece eventos com especialistas de todo o Brasil.

  • Benvenuto: uma imobiliária online que tem como objetivo oferecer uma maneira nova para a compra e venda dos imóveis. Cada venda é personalizada de acordo com o imóvel que foi cadastrado na plataforma. Nela também pode ser indicado o tipo perfeito de comprador. 

  • Viva Decora: é uma startup do site VivaReal, nele você encontra diversas dicas de decoração, reforma, arquitetura e design de interiores.

  • OrçaFascio: essa startup trabalha com um software que elabora de maneira simplificada os orçamentos para as obras. Para as empresas isso facilita muito na hora de planejar os projetos.

  • OFCDesk: mais uma que trabalha com um software com o objetivo de facilitar o dia a dia dos profissionais desse mercado. Eles são especializados em soluções tecnológicas, voltadas para CAD e BIM.

  • NetResíduos: como o próprio nome sugere, o foco principal dessa startup é gerenciar os resíduos na construção civil, simples assim!

  • Contraktor: essa startup oferece para as empresas uma maneira mais ágil de gerir a documentação dos negócios. O sistema oferece tudo o que existe de mais moderno, desde assinatura eletrônica até o monitoramento de contratos. 

  • Indica Obra: um portal voltado para as empresas e profissionais que prestam e buscam serviços de maneira rápida. Nele as empresas encontram os fornecedores e profissionais ideais para cada necessidade. 

  • Habitíssimo: essa é uma startup que conecta clientes e empresas prestadoras de serviços específicos — manutenção, reforma, decoração e até mesmo construção. Os orçamentos são feitos de forma grátis.

A construção civil vem crescendo cada vez mais com a ajuda da inovação e tecnologia, para os profissionais que atuam nesse mercado é essencial estar sempre atento e informado sobre as novidades que chegam a todo momento.

Sobre o autor: Rodrigo Rincón, profissional que atua na área de engenharia civil há 10 anos e hoje usa todo o seu conhecimento para contribuir em blogs e portais. Trazendo a estudantes e profissionais do segmento tópicos como sustentabilidade, gestão, tecnologia e inovação.

Pratos italianos: 5 opções diferentes

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A Comida Italiana

A gastronomia italiana conquistou poeticamente os mais exigentes paladares, com seus pratos italianos, à base de suas combinações incríveis.

Conheça neste artigo um pouco mais sobre essa apaixonante gastronomia. Se aprofunde nos pratos típicos e saiba em que ocasião são recomendados. 

O que você precisa saber a Gastronomia Italiana

Certamente essa culinária não nos conquistou apenas pelas pizzas. O cuidado e preparo dos italianos com os pratos, envolve também muitas combinações de temperos que dão um toque especial. 

Uma característica desta culinária, é que os pratos são servidos com um movimento decrescente, onde a quantidade de porção do prato diminui de acordo com os seguintes que vão sendo servidos. Ou seja, a entrada é uma porção muito bem servida. 

Geralmente os ingredientes selecionados na preparação dos pratos italianos possuem sabores marcantes para deixar seu toque profundo em cada variação de prato servido.

Não é preciso malabarismos nem muitos ingredientes para se dedicar à gastronomia italiana. Porém, saber preparar uma boa massa e um risoto é a base para se criar muitos pratos italianos incríveis, junto a tomates, bons queijos e alguns temperos naturais.

Um exemplo de receita com um toque clássico e poucos ingredientes é o molho pesto de Gênova, onde seu preparo se baseia em alho, pinoli (castanhas), manjericão, azeite e, claro, queijo.

Em relação a quantidade de pratos servidos em um jantar italiano, isso varia muito conforme as características culinárias de cada região da Itália. Por exemplo, quantidades de quatro a cinco pratos italianos são mais raros e reservados a um jantar de longa duração, como o Natal.

Atualmente, o mais comum é servir a entrada, prato principal, acompanhamento e café, finalizando com a tradicional característica italiana. Em jantares informais, é de costume bebericar um licor como digestivo, após o café servido.

Pratos Italianos: 5 opções diferentes

Não só de massa é feito um jantar italiano. Confira 5 opções diferentes que selecionamos para você conhecer um pouco mais, além da famosa pizza.

1.Risotto

Prato italiano muito comum, leva como principal ingrediente o arroz arbóreo. O tempo médio de preparo é de 45 minutos. A ocasião recomendada para servi-lo vai de um almoço a um apetitoso jantar.  

2. Polpettone

Podem ser fritos para servir como aperitivo em um jantar ou com molho, para acompanhar as massas em um almoço. Seu principal ingrediente é a carne moída. O tempo de preparo varia como será servido, mas em média pode-se preparar em 30 minutos.

3. Polenta

Prato muito comum no dia a dia na Itália. De fácil e rápido preparo (em média leva 30 minutos), o fubá é seu principal ingrediente. Versátil, o comum é servir com molho “à bolonhesa”. Acompanha muito bem um almoço ou jantar.

4.Tiramisù

Neste doce, encontra-se uma curiosidade: seu nome significa “levanta-me” em vêneto, uma língua românica, devido seu alto teor energético do seu principal ingrediente, que é o biscoito champanhe banhado em café. Seu tempo de preparo leva um pouco mais que 2h. Recomenda-se esta sobremesa para um cardápio de almoço.

5. Struffoli

Delicioso doce regado com mel, encontrado nas padarias italianas na época do Natal, principalmente em Nápoles. Leva como principal ingrediente farinha de trigo. Preparo em torno de 1 hora.  

Não à toa os pratos italianos são como poesia aos paladares dos que os provam. 

Muitas pessoas que gostam de cozinhar e preparar pratos diferentes se deixam encantar pelos prazeres desta culinária, como Priscilla Levinsohn, que é uma devota fiel à culinária italiana

Uma tradição ainda muito viva na Itália é passar receitas de família com carinho para as gerações que vão chegando. Por isso, se você tem algum parente com raízes na Itália vale a pena conferir algumas dicas especiais e originais da região.

Como os engenheiros civis podem criar valor social?

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Engenharia Civil e Valor Social no Mercado de Trabalho – Por Rodrigo Rincón.

Os engenheiros civis têm diversas vantagens no mercado, pois podem trabalhar em várias obras, seguindo os protocolos de segurança e qualidade. Contudo, devido ao cenário atual, há um grande desafio: criar projetos de infraestrutura que visam valor social para contribuir com a recuperação econômica local.

Nesse sentido, todas as obras têm o objetivo de atender às exigências impostas pelo mercado e pelos clientes, mas quando se trata de projetos que atendem serviços prestados à comunidade, é fundamental considerar ações que trarão bem-estar e benefícios sociais.

Para você entender o que é preciso fazer, neste post, vamos falar mais sobre a criação de valor social na engenharia civil. Acompanhe!

O que são Valores Sociais?

Trata-se de algumas normas e princípios aplicados para que pessoas do mesmo grupo social consigam viver juntas. Logo, esses valores as orientam para que a vida comunitária seja possível.

Nesse contexto, os valores sociais acabam tendo a função de educar os indivíduos, com o objetivo de valorizar a coletividade, porém sem esquecer dos interesses próprios. Com isso, é possível criar o bem comum, promovendo mais segurança às pessoas. 

Mas vale ressaltar que esses valores são definidos através do tempo e da cultura. Assim, eles não são fixos, e sim construídos histórica e culturalmente, podendo se alterar dependendo do lugar. 

Aqui, o intuito é fazer com que o sujeito seja orientado desde o nascimento a se comportar, falar, agir e pensar, aprendendo como se comportar em sociedade. Dessa forma, o que comanda a vida social é um conjunto de valores.

Para tanto, existem alguns exemplos de valores sociais, tais como:

  • trabalho: oferecendo oportunidades para que indivíduos possam ter funções e suprir as próprias necessidades;
  • respeitos às leis: que garantem uma relação civilizada entre as pessoas, gerando, também, respeito aos indivíduos;
  • solidariedade: quando cada membro da comunidade cuida e coopera com o outro, promovendo convívio coletivo.

Mas além dos valores sociais, há valores morais, que são outros princípios que visam determinar o comportamento do indivíduo e sua interação com as demais pessoas. Assim, ocorre a criação do que é certo ou errado na sociedade. Esses valores tendem a gerar uma relação mais justa e harmoniosa.

Geralmente, eles são passados nos primeiros anos de vida, por meio das relações familiares, escolares e sociais. Contudo, ao longo do tempo, devido às observações que surgem sobre a vida e as experiências adquiridas, a pessoa vai aperfeiçoando e construindo novos valores.

Desse modo, além do que aprendeu na infância, o sujeito pode formar outros princípios de valores morais a partir da própria vida.

Alguns exemplos de valores morais são: honestidade, empatia, responsabilidade, lealdade, liberdade, altruísmo, gratidão, disciplina, fidelidade, coragem, paciência, perseverança e respeito ao próximo.

Como os Engenheiros Civis Podem Criar Valor Social?

Mesmo que os valores sociais sejam importantes para promover a vida das pessoas dentro de um mesmo grupo, os serviços oferecidos para a sociedade também devem ser orientados por esses valores, especialmente os da Engenharia Civil

Investir no Projeto Certo

Sabemos que um profissional sempre busca por investimentos que sejam favoráveis para o seu negócio, mas engenheiros civis devem ser ainda mais criteriosos, pois é preciso explorar soluções alternativas que não valorizem o projeto, e sim atendam às necessidades da comunidade. Além disso, é importante que projetos de infraestrutura maximizem os benefícios sociais.

Visão Ampla

Outro ponto fundamental é adotar uma visão ampla sobre o assunto. Assim, todos os envolvidos entendem que não basta apenas criar oportunidades de empregos, estágios e PMEs no período da construção, e sim que é preciso ir além. 

Nesse sentido, os engenheiros devem pensar sobre como os serviços prestados podem melhorar a vida da população local e trazer vantagens para a cidade.

Valor Social em Todas Etapas

O valor social deve estar presente em todas as etapas. Uma vez que a entrega por meio de aquisição pode ocasionar perdas se as oportunidades para criar benefícios upstream e downstream não estejam de fácil entendimento.

Por isso, o relatório de pesquisa define as etapas e preenche qualquer lacuna que ainda exista na implementação entre objetivos políticos organizacionais e a entrega da obra.

Intervenções de Valor Social

Intervenções de valor social atendem necessidades específicas do local e trazem benefícios para a sociedade, contribuindo para a construção de vilas, cidades e outras infraestruturas importantes para o desenvolvimento e preservação.

Mas para isso, é importante conduzir uma análise das necessidades da região e observar o limite do projeto, incluindo envolvimento amplo das partes interessadas na obra.

Os engenheiros civis têm obrigação de criar serviços que observem as normas e princípios de valores sociais para que a relação entre indivíduos, profissionais, ambiente e sociedade seja a melhor possível.

Sobre o autor: Rodrigo Godoi Rincón é engenheiro civil há mais de 10 anos e hoje escreve conteúdo na internet para divulgar novidades da área, como tecnologia e modelos de negócios, além de focar na segurança do trabalho e nas formas de inserir a sustentabilidade no cotidiano dos profissionais do segmento.

As Maiores Obras de Engenharia Civil no Brasil

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Grandes obras de Engenharia Civil no Brasil – Por Rodrigo Rincón

No Brasil, é possível ver grandes obras da engenharia civil que dão notoriedade para o local, trazendo desenvolvimento e inovação para o país. Por esse motivo, existem diversos profissionais do ramo, para que todos os projetos possam ser realizados com a máxima qualidade e segurança.

Mas para que a obra fique adequada, seguindo todos os procedimentos de segurança, é necessário estabelecer um planejamento completo, contratar mão de obra qualificada e gerenciar todos os processos.

Neste post, vamos mostrar as maiores obras de engenharia civil no Brasil que trazem vantagens para sociedade. Confira!

Como Funciona um Projeto de Engenharia Civil?

O projeto de engenharia civil deve começar no momento em que o planejamento está sendo posto no papel e que as primeiras decisões acontecem. Depois, no processo de execução, é importante que o responsável pela obra trabalhe junto à equipe, gerenciando cada etapa da construção.

Além disso, o planejamento da obra deve ser o mais detalhado possível, para garantir que os profissionais sigam o que foi planejado sem nenhuma dificuldade, contendo descrições das ações de cada fase.

Assim, há algumas etapas fundamentais de um projeto de Engenharia Civil, tais como:

  • planejamento: quando acontece a organização e elaboração da execução e do orçamento, além da programação da obra;
  • viabilidade econômica: apresenta o momento necessário para o investimento, identificando as variáveis que podem ocorrer;
  • orçamento da obra: sendo uma ferramenta essencial, pois contribui para compreender as questões econômicas, respeitando a programação e o cronograma já estruturado;
  • elaboração do projeto: para seguir com a obra é fundamental ter em mãos o projeto estrutural e os complementares. Só assim, é possível garantir um trabalho de qualidade e seguro;
  • projeto arquitetônico: onde ocorre a concretização da ideia. É a partir desse projeto que se consegue estudar as maneiras mais adequadas para atender às necessidades dos usuários e resolver problemas que possam surgir ao longo do processo;
  • execução da obra: exige muita dedicação dos trabalhadores para que as etapas sejam concluídas conforme o planejamento, respeitando as necessidades do usuário e os prazos previamente estabelecidos.

Por fim, para a contratação de profissionais ou empresas da área da construção civil, o contratante busca por equipes especializadas que possam atender às exigências do mercado, dando destaque e qualidade à obra. 

Além disso, é comum visar a segurança das pessoas que terão acesso à obra finalizada. Por isso, nada melhor que contar com o suporte e trabalho de quem conhece bem o setor.

Outro fator que pode levar à contratação do serviço é o valor da obra, que pode variar, mas, em média, é calculado que o trabalho fique em torno de R$ 1.400,00/m².

Quais as Maiores Obras de Engenharia Civil no Brasil?

Existem algumas obras que ganharam destaque no Brasil. Conheça-as agora!

Edifício Millennium Palace

Localizado em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, contendo 46 andares em 177 m². Um gigante que foi construído em 2014, ganhando o título de prédio mais alto do país. Sua fachada tem 1800 m², tendo um design luxuoso e clássico.

Além disso, cada andar tem apenas um apartamento, com piscina privativa, custando cerca de 10 milhões de reais. Ainda, fica em frente à praia, dando mais valorização para o imóvel.

A obra foi de responsabilidade da FG Empreendimentos, tendo como coordenadora de arquitetura, Suelen Artuso.

Cidade Administrativa de Minas Gerais

Situada em Belo Horizonte, a obra foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sendo inaugurada em 2010. O projeto conta com 6 edifícios, tendo o maior prédio de concreto suspenso do mundo.

Com uma área de 270 mil m², a Cidade Administrativa consegue abrigar praças, restaurantes, secretarias do estado, auditórios, centro de convivência e heliporto.

Ademais, essa obra também tem sensores fotossensíveis em todos os edifícios, sistema de esgoto que reduz o consumo de água e coleta seletiva, além de possibilitar fácil acessibilidade.

Ponte Rio-Niterói (Rio de Janeiro)

A famosa ponte Rio-Niterói foi construída em 1974 e tem 13,29 km de comprimento com 72 metros de altura, sendo idealizada pelo arquiteto Mário Andreazza. A ponte fica na Baía de Guanabara (RJ) e é considerada a 6ª maior ponte de concreto do mundo e a maior do Hemisfério Sul. 

Na estrutura, é possível verificar 2.150 km de cabos que estão presentes ao longo da ponte e um vão de viga de 300 metros de altura. Ainda, para sua construção, foi preciso perfurar o subsolo oceânico até encontrar um terreno rochoso que fosse capaz de suportar o peso da obra.

Usina Hidrelétrica de Itaipu

Essa usina fica em Foz do Iguaçu, no Paraná, e é considerada a segunda maior hidrelétrica do mundo. Ainda, é um projeto de Niemeyer e foi inaugurada em 1984, tendo seu gerenciamento compartilhado entre o Brasil e o Paraguai.

Para sua construção, foram usados 12.570.000 de concreto para formar 196 metros de altura, 1350 km de área alagada e quase 8 mil metros de comprimento. Ainda, foram usados 40 mil profissionais para a sua construção. Essa usina tem a capacidade de gerar 14 mil megawatts.

Projeto de Integração do Rio São Francisco

O maior projeto de infraestrutura do mundo é o de Integração do Rio São Francisco, sendo construído para levar água para 390 cidades do nordeste do Brasil. Nesse sentido, são mais de 12 milhões de pessoas beneficiadas com essa obra.

Além disso, é a maior obra hídrica do país, com previsão de 700 km de canais que atingem o norte e o leste da região. O projeto foi inaugurado em 2017, contendo 4 túneis, 14 aquedutos, 9 estações e 27 reservatórios.

Por fim, trata-se de uma obra do governo federal, com apoio do Ministério de Desenvolvimento Regional.

Viaduto 13 – Vespasiano Corrêa

Conhecido como Viaduto do Exército, ele fica no Rio Grande do Sul, sendo o mais alto das Américas e o terceiro mais alto do mundo. Para tanto, tem 143 metros de altura e 509 de extensão.

Ainda, foi inaugurado em 1978 pelo Primeiro Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro e faz parte da Ferrovia do Trigo, conectando as cidades de Vespasiano Corrêa e Muçum. Suas fundações são sapata corrida, que ficam a 21 metros enterradas abaixo do nível do solo, com pilares construídos por 4 paredes de 80 cm de espessura.

Essas obras brasileiras de engenharia civil são consideradas inovadoras e trouxeram vantagens não apenas para o país, mas para a população, fornecendo melhorias tecnológicas e para a vida de todos.

Sobre o autor: Rodrigo Rincón atua na área de Engenharia Civil há 10 anos e, hoje, contribui para blogs e portais, trazendo a estudantes e profissionais do segmento tópicos como sustentabilidade, gestão, tecnologia e inovação.

Como funciona o Transporte Público no Rio de Janeiro?

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A Gestão do Transporte Público no Rio de Janeiro

O transporte público no Brasil é uma das pautas mais discutidas tanto pelo poder público, quanto pela população em geral. O que não é para menos, visto que, segundo o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), quase metade da população brasileira depende apenas do transporte público para se locomover dentro das cidades.

Diante da importância desse setor para o funcionamento da economia nacional, é plausível que ele esteja sempre envolvido em debates e sendo alvo de reclamações dos usuários. Como todos sabemos, o transporte público brasileiro ainda deixa muito a desejar e quando se trata do estado do Rio de Janeiro a coisa não é muito diferente.

O transporte falho no Rio de Janeiro

O transporte público no Rio de Janeiro é alvo de reclamações por parte dos usuários e não é à toa. Uma pesquisa realizada pela empresa americana Expert Market, revelou que o Rio de Janeiro está em último lugar entre mais de 70 cidades que tiveram seu transporte público avaliado. 

Outras cidades brasileiras também amargaram posições péssimas, como São Paulo e Salvador, mas o Rio de Janeiro levou a pior, ou melhor, a população que depende desses serviços, leva a pior, em casos como esse.

Para chegar a esse resultado, o instituto avaliou pontos como: a espera pelo transporte público, tempo de viagem, distância e custo mensal do transporte, levando em consideração o salário da população. O último quesito foi crucial para que o estado ficasse em último lugar, pois o transporte é caro e não combina com o valor médio recebido pela população.

Todos os fatores avaliados para se concluir o estudo demonstraram que a ineficiência do transporte público no Rio de Janeiro afeta diretamente a vida da população. O tempo médio de espera nos pontos de ônibus gira em torno dos 19 minutos, o tempo gasto dentro do transporte ultrapassa 1 hora e 30 minutos e a distância média entre a casa e o emprego das pessoas é de 12 quilômetros. Pontos que interferem diretamente na qualidade de vida das pessoas.

É preciso discutir os rumos do transporte público no Rio de Janeiro e no Brasil como um todo, não apenas da perspectiva de quem utiliza o modal como recurso, mas também de quem atua no setor há anos. Afinal, é algo presente no dia a dia das pessoas e motivo de muito estresse, levando em conta os dados acima citados.

Como melhorar a gestão do transporte público no Rio de Janeiro?

Boa parte da população não tem ciência disso, mas o preço cobrado pelas passagens ainda não é suficiente para bancar os custos do transporte público no Rio de Janeiro e em muitas outras cidades brasileiras. 

Infelizmente, quando o assunto é transporte coletivo os problemas estão envoltos em diversas questões estruturais e também históricas, como fica claro no projeto Pioneiros do Transporte.

Empresários e estudiosos do setor, como Jacob Barata Filho, destacam que a gestão atual está muito arraigada a decisões e estruturas mal decididas do passado. 

Muitos pontos precisam de investimentos como: combustível, manutenção dos veículos e salário dos funcionários. Desde os primeiros modelos de ônibus até os mais atuais, todos exigem manutenções e cuidados preventivos, o que não é barato quando se leva em consideração a quantidade de veículos que circulam pelo estado.

O transporte público é gerido pelo poder público, no entanto, está nas mãos de empresas privadas que têm essa licença concedida por meio de licitações. Ao longo do contrato, fica a cargo dessas empresas cuidar do transporte, entretanto, o poder público tem o papel de fiscal e deve garantir meios para que o transporte funcione (manutenção de pontos de ônibus e estradas) e também é responsável pelo valor das tarifas.

Para melhorar o transporte público para a população, é preciso:

  • Clareza no trajeto do ônibus: enquanto algumas ruas e avenidas têm diversos pontos de ônibus, outras têm apenas alguns. O ideal seria que as empresas de transporte, juntamente com as prefeituras, realizassem um estudo e pontuassem os locais com mais movimento e demanda de pontos. Assim, seria possível criar rotas mais eficientes, o que seria bom para as empresas e melhor ainda para a população.
  • Tecnologias: atualmente, empresas de transporte particular fazem uso de aplicativos e outras formas de tecnologia para estar em contato com seus clientes. Essa seria uma boa opção para o transporte público também, permitir que os passageiros acompanhem o trajeto do ônibus, saibam quando ocorrerão atrasos, onde houve acidentes etc. Também é possível utilizar os dados coletados pelos aplicativos para planejar rotas mais eficazes, o que facilita o trabalho das empresas.
  • Motoristas prudentes e envolvidos: um dos pontos principais do transporte público é o condutor. É preciso monitorar a qualidade dos serviços prestados pelos motoristas, incentivar o serviço de qualidade e incentivar a segurança e a prudência durante os trajetos.
  • Gestão transparente: a melhor forma de encontrar soluções para os problemas relacionados ao transporte público é através de uma gestão eficiente, mas acima de tudo, transparente. Estar disposto a reconhecer erros e aberto a novas soluções é fundamental para melhorar o caos que se instaurou no transporte do Rio de Janeiro.

Os desafios para tornar o transporte público mais eficaz e confortável são gigantes. Mas é preciso dar os primeiros passos para superar os números desastrosos que rondam esse quesito nas cidades brasileiras.

Como meditar para ser uma pessoa melhor?

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Meditação Diária

Sabia que a meditação pode melhorar a sua rotina? Confira neste conteúdo algumas dicas de como meditar e mudar sua mente e corpo. 

Benefícios da meditação 

Produzir a todo momento é o novo normal, apesar de não ser saudável. É nesse momento que a técnica milenar da meditação surge, ou melhor, ressurge como uma alternativa ao caos em que nos encontramos. 

Temos aquela imagem emblemática de filmes e desenhos que a meditação se baseia em uma posição das pernas cruzadas e uma breve levitação. Entretanto, meditar é uma técnica muito mais complexa. 

A prática de meditação começa a aparecer com as civilizações chinesas e indianas— apesar de não haver uma datação exata. Esses povos antigos já praticavam essa e outras medicinas alternativas. A palavra meditar é derivada do latim meditare que significa ‘voltar-se para o centro’.

As práticas de meditação tem diversas formas de acontecer, métodos e significados, mas no fundo a técnica permanece a mesma e pode ser praticada sozinha ou com grupos. A melhor característica dessa técnica é que não tem contra indicações. 

Atualmente, é possível praticar meditação guiada. Vários aplicativos de streaming disponibilizam áudios e vídeos de profissionais da área que ensinam como meditar e permitem que os usuários façam junto — com palavras, com exercícios entre outras práticas possíveis. 

Como meditar para evoluir como pessoa? 

Cada pessoa possui um desafio em sua vida, uma dor que está precisando lidar. Por esta razão, existem diferentes tipos de meditação que podem auxiliar a lidar com as adversidades da vida. 

Confira a seguir alguns métodos praticados por povos orientais na antiguidade e que hoje se tornam cada vez mais populares no combate ao estresse e desafios. 

Mindfulness 

Ideal para melhorar a concentração também melhora a respiração e permite que as sensações físicas fiquem mais afloradas. Nesta prática, não há necessidade da entoação de mantras, sua realização envolve exercícios mentais e que podem durar até cinco minutos.

Transcendental

Com uma complexidade maior, esta prática tende a contribuir com o relaxamento, auxiliando pessoas que sofrem de doenças mentais como síndrome do pânico, ansiedade e depressão. Ela também é recomendada para pessoas que possuem hipertensão e doenças no sistema nervoso. 

Zazen  

Esta é a famosa meditação guiada. Um instrutor trabalha uma narrativa com o intuito de que o ouvinte comece a realizar a prática e seja conduzido a um outro estado de consciência, para analisar melhor seus sentimentos, sensações e tudo o que está “dentro” de si. 

Como meditar

A meditação pode ser praticada em qualquer lugar em que você se sentir tranquilo e em paz, entretanto, a dica é que seja um lugar calmo e silencioso. Afinal, o foco é ouvir os seus pensamentos e interior. 

Independente da modalidade, o ideal é estar sentado em um lugar confortável, com a coluna alinhada e reta. No começo, alguns pensamentos se farão presentes e você precisará “batalhar” com eles, mas ao longo da rotina a tendência é um melhor controle sobre sua mente. 

Comece prestando atenção na respiração, em como o ar entra, qual caminho ele percorre e por onde ele sai. Se acontecer uma distração, não tem problema, basta voltar ao pensamento inicial. 

Claudia Vieira Levinsohn, pratica meditação há mais de 30 anos e hoje sente quanto a técnica milenar mudou a sua vida, trazendo muito mais foco e tranquilidade. 

Por isso, comece hoje a praticar essa atividade que vai transformar sua vida.

Qual a visão de Frank Geyer Abubakir Unipar sobre as taxações?

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A Taxação de Dividendos – Por Frank Geyer Abubakir

No artigo “Taxação de dividendos: ônus sem bônus”, de Frank Geyer Abubakir Unipar, presidente do conselho da Unipar, o executivo começa afirmando que ninguém deseja pagar imposto mais alto. 

Mas que tanto ele quanto outras pessoas estariam dispostos a ter mais flexibilidade nesse campo se o modelo de tributação fosse mais transparente e coerente. 

Ao longo do artigo, ele discute a tributação de dividendos. Em relação à reforma tributária, Abubakir afirma que a alíquota que vem com essa mudança poderia chegar a 20% sobre os dividendos. O ponto do empresário no texto é que, atualmente, haveria uma falsa impressão de que esse dinheiro não sofre com tributação. 

O que são Dividendos?

Frank Geyer explica que os dividendos são parte do lucro da empresa que é dividido entre os acionistas e pode sofrer a ação dos impostos no momento da apuração ou da distribuição. De acordo com o Abubakir, o Brasil é adepto do primeiro modelo. 

O exemplo oferecido pelo industrial é de que, desde 1995, o país taxa 34% no lucro líquido, de modo que 25% fazem parte do imposto de renda e 9% da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). O argumento de Frank Geyer Abubakir é, portanto, de que esses 34% recaem sobre os dividendos, independentemente deles serem ou não distribuídos entre os sócios. 

O texto nos lembra que as organizações fazem a distribuição sobre o lucro líquido, ou seja, os dividendos já estariam taxados e essa seria uma das razões para a possibilidade de redução do IRPJ em 12,5 pontos. 

Com isso, Frank Geyer mostra que as alíquotas sobre o lucro seriam de 41,5%, ou seja, o aumento de, aproximadamente, 50% da maior alíquota, de 27,5%.

Para o empresário, isso se justificaria por conta do “estímulo ao investimento”, seguindo a lógica de que as organizações que mais investirem, também pagariam mais tributos. Ao mesmo tempo, Frank Geyer afirma que há contextos diversos. Para sustentar seu argumento, utiliza o exemplo de um prestador de serviço, que não teria “muito o que fazer em Capex, capital expenditure”. 

Por outro lado, o mesmo não aconteceria com a indústria, que utiliza o Capex. Assim, para o empresário as “expansões acontecem no ritmo da demanda do mercado”.

Mas Frank Geyer Abubakir relembra que esse tipo de situação não é uma realidade para algumas atividades há um bom tempo, por conta, por exemplo, da concorrência chinesa, com critérios diferentes dos brasileiros, assim como o câmbio baixo. 

O texto de Abubakir defende que a melhor opção seria tornar mais transparente a intenção de onerar os tomadores de risco, que, de acordo com o empresário, envolvem pessoas mais ricas que movimentam a economia, gerando oportunidades. Nesse cenário, Frank Geyer defende que as pessoas pagassem mais impostos para o Estado se isso significasse melhorar a vida dos brasileiros. 

Frank Geyer Abubakir defende um Estado mais focado 

Para Frank Geyer Abubakir, essa perspectiva não é apenas mais humana, mas também envolve entender que melhorar a vida das pessoas se relaciona ao aumento do poder de consumo da população. Para o empresário, o “ponto sólido” da proposta é “elevar o valor a partir do qual pessoas físicas pagam Imposto de Renda”, uma vez que os recursos financeiros teriam melhor destino na mão das pessoas do que na do Estado. De acordo com o artigo, isso poderia justificar a taxação sobre dividendos. 

Em relação a esse aspecto, o empresário acredita que a ideia de entregar mais dinheiro para o Estado deveria ser discutida. Para Frank Geyer, o “Estado não pode viver em função de si mesmo”.

Da mesma forma, Abubakir defende o equilíbrio na reforma administrativa, para que o Estado foque naquilo que importa, como saúde, alimentação, educação e segurança. Para Frank Geyer, isso garantiria que os que se arriscam mais ficassem em paz sabendo que os impostos que pagam estariam sendo bem direcionados, investidos em um sociedade mais justa e inclusiva. 

O texto ainda aponta para a conciliação entre funcionalismo e setor privado. De acordo com depoimentos de seus conhecidos que trabalham no serviço público, Frank Geyer acredita que as pessoas desse segmento enfrentam dificuldades para realizar mais, o que traria um certo desgosto e uma sensação de injustiça na hora de cobrar mais impostos, que estariam sendo mal administrados. A proposta de Abubakir é a de que o funcionalismo encarasse o setor privado como produtivo e não como inimigo.

A seguir, o artigo defende a simplificação do processo de tributação com o objetivo de reduzir custos, tendo em vista os altos recursos despendidos com burocracia atualmente. Para o empresário, essa proposta aumentaria a segurança jurídica, diminuindo custos. 

Assim, Frank Geyer acredita que mesmo que se tribute aqueles que correm mais riscos, isso deveria ser feito de forma aberta e coerente, valorizando os que contribuem.

Na opinião do industrial, há possibilidade de isso ser feito, conciliando interesses de maneira honesta. Mas, para isso, Frank Geyer Abubakir acredita que é necessário “sair da retórica” e chegar a um equilíbrio possível dentro do contexto atual. Ao finalizar o artigo, o empresário complementa seu ponto e afirma que não há problema em pagar impostos, haver regulamentações e fiscalizações nesse sentido, desde que o projeto seja claro e leve em conta as contribuições de cada um.