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O que são Geotecnologias?

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Geotecnologias no Mundo – Por Rodrigo Rincón

O mundo está em constante transformação, assim, surgem diversas inovações que visam facilitar e melhorar os serviços oferecidos à sociedade. Por conta disso, muitas empresas que investem em tecnologia de ponta são criadas e usadas pelos mais diversos setores, por exemplo, na geotecnologia. 

A geotecnologia é um reflexo dessa transformação, já que veio trazendo vantagens nos mais variados trabalhos. Com isso, é possível que uma equipe faça a junção de suas funções, obtendo dados e informações importantes de forma mais segura e informatizada.

Para você entender melhor sobre o tema, neste post, vamos mostrar o que é geotecnologia e como ela é usada no mercado. Acompanhe!

O que são geotecnologias?

A geotecnologia é um termo que se refere ao conjunto de tecnologias usadas para fazer coletas e análise de informações geográficas. Logo, são ferramentas que investigam dados e geram soluções a partir da área geográfica de objetos e fenômenos.

Diferentemente do geoprocessamento, a geotecnologia tem um objetivo central: gerar, armazenar, atualizar, disseminar e exibir os dados que foram captados. Mas para isso, é necessário contar com técnicas específicas e profissionais qualificados que serão direcionados por coordenadas vinculadas a um sistema de referência.

Para fazer essa coleta, são necessários materiais e equipamentos, como receptores GNSS, sensores embarcados em satélites, VANT e aeronaves. Ainda, é preciso infraestrutura de tecnologia para informações, com software e hardware apropriados, algoritmos, aplicativos e profissionais que entendam de linguagem de programação.

Assim, a geotecnologia é aplicada para melhorar a qualidade dos serviços, aceleramento de obtenção de dados, informatização e eficiência.

Ademais, esse conceito pode ser aplicado em diversos setores, tais como:

  • construção civil, ao longo do processo de obra, desde os estudos iniciais e planejamento até a execução e a pós-obra, a geotecnologia pode contribuir com a qualidade do serviço e produtividade, focando também na redução de custos e de falhas;
  • agricultura, onde a geotecnologia pode ser aplicada em diferentes escalas, desde o imóvel até a propriedade rural, sejam em pequenas ou grandes áreas. Esse processo consegue levantar as informações precisamente para que a produção seja eficiente. A geotecnologia visa a área de produção, o relevo, a infestação de pragas e plantas daninhas, fertilidade dos solos e micrometeorologia. A partir daí, é possível programar a utilização de maquinário, lançamento de sementes e dosagem de insumos defensivos;
  • pecuária, visto que a geotecnologia possibilita a delimitação de polos de produção, além de identificar áreas aptas e inaptas para a criação de algumas espécies. Ainda, ajuda na análise de rotas que podem ser utilizadas para escoamento da produção e abastecimento de insumos.

Quais os principais tipos de geotecnologias no mercado?

A geotecnologia é a inovação que surgiu para ajudar profissionais a melhorar seu desempenho e os serviços utilizados para a comunidade. Mas existem diversos tipos de geotecnologias, confira as principais.

Topografia

A topografia é usada para estudos feitos por meio de medições para representar e descrever um determinado pedaço da superfície da Terra. Dessa forma, ela é aplicada em algumas pequenas áreas, sendo considerada uma fonte de dados espaciais. 

Assim, o profissional consegue obter detalhes do terreno, as variações altimétricas e planimétricas, dimensões e mapeamento, adquirindo os equipamentos certos para o trabalho. Logo, a topografia deve ser incluída na construção civil, já que fornece todos os dados para que a obra possa ocorrer sem nenhum prejuízo.

GNSS – Sistema de navegação global por satélite

O sistema de navegação global por satélite permite que o trabalhador consiga navegar e posicionar um determinado objeto, tendo como referência uma das mais diversas constelações de satélites de recobrimento global. Atualmente, existem diversos sistemas, como a NAVSTAR GPS e a GLONASS.

GPS – Sistema de posicionamento global

O sistema de posicionamento global nada mais é que um conjunto de satélites que ajuda a determinar a localização e o posicionamento de um receptor em qualquer lugar da Terra. Para o funcionamento do GPS, ele usa sinais de radiofrequência, um dispositivo que consegue determinar a distância em relação a, pelo menos, 4 satélites diferentes. 

Assim, ele faz os cálculos de coordenadas do dispositivo receptor do usuário por meio das coordenadas de satélites e das distâncias.

GIS – Sistema de informação geográfica

Essa ferramenta faz a junção de softwares e hardwares que têm como função armazenar, analisar e processar dados georreferenciados. O sistema de informação geográfica contém arquivos vetoriais que possibilitam estudos de dados de mapas, gráficos, tabelas e relatórios que representam o espaço real de forma digital.

Sensoriamento remoto

O melhor de contar com inovações tecnológicas é que sempre é possível fazer parte do trabalho remotamente. Dessa forma, o sensoriamento remoto permite ter informações sobre um objeto ou terreno através de uma análise de dados feita por meio de dispositivos que não estão em contato direto com elemento analisado. 

Logo, esses sensores encontram energia do alvo e convertem em sinal que pode ser armazenado para posteriormente ser extraído. Nesse caso, o sistema tem a capacidade de coletar energia acústica, gravitacional e eletromagnética, usando drones, satélites e estações espaciais.

Como vimos, a geotecnologia é a solução para muitos profissionais, pois seu conjunto de tecnologia traz benefícios que visam melhorias dos serviços e satisfação nos resultados.

Sobre o autor: Rodrigo Godoi Rincón atua na construção civil há mais de uma década, levantando questões importantes como segurança no trabalho e sustentabilidade. É autor de posts em diversos portais do segmento, falando sobre a atualidade e trazendo inspiração e referências para profissionais da área.

O que é uma Instituição Financeira Não Bancária?

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Panorama das Instituições Financeiras Não Bancárias

O número de instituições financeiras não bancárias aumentou muito nos últimos anos, à medida que empresas de varejo, indústrias e empresas de capital de risco entraram no mercado de empréstimos. 

As instituições financeiras não bancárias, frequentemente, se especializam no apoio a investimentos imobiliários.

Segundo o Banco Central, as instituições financeiras não bancárias são consideradas desta forma pois não recebem depósitos à vista, nem podem criar moeda (por meio de operações de crédito​). Elas operam com ativos não monetários como ações, CDBs, títulos, letras de câmbio e “debêntures”.

Para saber um pouco mais, preparamos este artigo para você compreender o que é uma instituição financeira não bancária e qual sua importância no mercado de investimentos. Boa leitura!

O que é uma instituição financeira?

As instituições financeiras são empresas responsáveis ​​pelo fornecimento de dinheiro ao mercado através da transferência de fundos dos investidores para as empresas na forma de empréstimos, depósitos e/ou investimentos.

Os tipos mais comuns de instituições financeiras incluem bancos, empresas fiduciárias, bancos de investimento, corretoras, seguradoras e fundos de gestão de ativos. Outros tipos incluem cooperativas de crédito e firmas financeiras. 

As instituições financeiras são regulamentadas para controlar a oferta de dinheiro no mercado, além de auxiliar no que se refere à proteção dos consumidores. Em termos gerais elas são classificadas em três tipos:

  • Instituições depositárias: responsável por gerenciar a custódia de ativos financeiros, realizando a guarda de títulos 
  • Instituições contratuais: companhias de seguros e fundos de pensões; e
  • Instituições de investimento: bancos de investimento, subscritores, corretoras.

Elas desempenham um papel vital no sistema financeiro de cada país, ganhando muita importância no contínuo desenvolvimento da economia. 

Como as instituições financeiras também desempenham um papel crucial para a maioria dos cidadãos, fornecendo todas as transações financeiras, necessidades de poupança e investimento, o governo considera imperativo supervisionar e regular os bancos e outras empresas de serviços financeiros. 

Para isso temos o Sistema Financeiro Nacional (SFN) que opera sob regras estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), pelo Banco Central (BC) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para garantir a eficiência da intermediação de recursos e promover a estabilidade financeira no Brasil.

Como funciona uma empresa financeira não bancária?

Para a maioria das pessoas, o banco é o primeiro ponto de parada ao buscar auxílio financeiro.

No entanto, muitas pessoas também descobrem que os serviços oferecidos pelo banco não atendem adequadamente às suas necessidades, deixando-as sem saber o que fazer.

Enquanto os bancos tendem a oferecer um conjunto de serviços financeiros como parte de um pacote claro de negócios, as instituições financeiras não bancárias desagregam essas ofertas e adaptam seus serviços para atender as necessidades do cliente específico. Portanto, muitas pessoas que não conseguem encontrar auxílio no banco podem encontrá-la com uma instituição não bancária.

De acordo com o Banco Central do Brasil, as instituições não bancárias, apresentam as seguintes definições: 

  • Agência de Fomento –  instituição que visa financiar capital fixo e de giro para empreendimentos previstos em programas de desenvolvimento, na unidade da Federação onde estiver sediada. Entre os potenciais beneficiários do financiamento (operações ativas) estão:
  • projetos de infraestrutura;
  • profissionais liberais;
  • micro e pequenas empresas;
  • Indústria; 
  • comércio;
  • agronegócio.

  • Associação de Poupança e Empréstimo (APE):  facilitam a aquisição da casa própria e captação e incentivo à poupança. 

  • Companhia hipotecária (CH) : fazem a concessão dos seguintes financiamentos:
  • imobiliários;
  • residenciais;
  • comerciais;
  • empréstimos garantidos por hipotecas ou alienação fiduciária de imóveis;
  • repasses de recursos relacionados a projetos imobiliários;
  • administração de fundos de investimento imobiliário. 

  • Sociedades de crédito, financiamento e investimento (SCFI): conhecidas como financeiras, são instituições privadas que fornecem empréstimo e financiamento para aquisição de bens, serviços e capital de giro.

  • Sociedade de crédito ao microempreendedor e à empresa de pequeno porte (SCMEPP): facilitam o acesso ao crédito para microempreendedores e empresas de pequeno porte/jurídicas. Exemplo: BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

  • Sociedade de Crédito Imobiliário (SCI): especializada no financiamento habitacional, integrante do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Existem diversas empresas que atuaram como SCI, uma delas é o Grupo Delfin, que foi posicionado entre as maiores empresas de crédito imobiliário do Brasil e controlado por Ronald Guimarães Levinsohn. 

Entenda qual a diferença entre instituição financeira e instituição financeira não bancária

As instituições financeiras bancárias incluem bancos comerciais cuja função primordial é aceitar depósitos e fazer empréstimos. Já as instituições financeiras não bancárias incluem bancos de investimento, seguradoras, financeiras etc. Vamos examinar mais de perto os dois tipos de instituições financeiras.

Os bancos são as instituições financeiras bancárias mais conhecidas. Ele atua como intermediário entre os depositantes ou fornecedores de fundos e os credores que são os usuários.

As principais tarefas de uma instituição financeira bancária são de aceitar depósitos e, em seguida, usar esses fundos para oferecer empréstimos aos seus clientes, que por sua vez os utilizarão para financiar compras, educação, expandir negócios, investir em desenvolvimento, etc. 

Um banco também atua como agente de pagamento, oferecendo uma série de serviços de pagamento, incluindo cartões de débito, cartões de crédito, cheques, depósitos diretos, saques bancários, etc. 

Existem também diversas instituições financeiras não bancárias, que incluem bancos de investimento, seguradoras, fundos de investimento, sociedade de crédito imobiliário etc. Uma instituição financeira não bancária oferece uma variedade de serviços financeiros.

Os bancos de investimento oferecem serviços a empresas que incluem subscrição de dívida e emissão de ações, negociação de títulos, investimento, serviços de consultoria corporativa, transações de derivativos e instituições financeiras, como seguradoras e empresas de crédito imobiliário. 

Resumindo, a principal diferença entre os dois tipos de instituições financeiras é que as instituições financeiras bancárias podem aceitar depósitos em várias contas de poupança e à vista, o que não pode ser feito por uma instituição financeira não bancária.

Compreender a diferença entre instituição financeira bancária e não bancária é essencial para avaliar como elas são importantes no contexto da economia e do mercado financeiro.

Vale ressaltar que há outros tipos de instituições não bancárias que compõem o Sistema Financeiro Nacional (SFN) e que movimentam a economia brasileira.

Graduado em engenharia: o que esperar do mercado de trabalho?

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O Mercado de Trabalho para Engenheiros – Por Rodrigo Rincón

O mercado de trabalho é algo bastante volátil. Isso porque, ora a demanda de oportunidade está em alta, ora em baixa. Mas quando se trata da engenharia, o setor ganha destaque, pois há vários segmentos, o que gera possibilidades de emprego.

Por isso, se você se formou em engenharia e está à espera da sua chance, é importante saber o que esperar do mercado. Assim, poderá se preparar e ganhar vantagens competitivas. 

Neste post, confira todas as informações que você precisa saber!

O que esperar do mercado de trabalho?

O mercado de trabalho sempre foi bastante favorável para as mais variadas áreas da engenharia, tornando a profissão uma das mais estáveis. Geralmente, há estabilidade financeira, com alto salário que vai aumentando com o passar do tempo, quando o engenheiro começa a ter cada vez mais experiência.

Mas o valor do salário pode variar conforme a especialidade e de lugar para lugar. Ainda, um engenheiro no início da carreira pode chegar a faturar em torno de 5 mil reais, tendo aumento significativo no passar dos anos.

Os ramos de engenharia que mais têm oportunidades de trabalho e são mais bem remunerados são: 

  • engenharia na área de petróleo;
  • engenharia civil;
  • engenharia elétrica;
  • engenharia mecânica;
  • engenharia de produção.

Contudo, não basta apenas se formar em uma dessas áreas para ganhar notoriedade, já que a concorrência também é grande e aumenta a cada ano. Por isso, invista em uma universidade de qualidade e esteja sempre reciclando o seu aprendizado para ficar por dentro das inovações e atualizações do setor.

Além disso, cada ramo de engenharia tem suas especificações e obrigações. Acompanhe!

Engenharia civil

Por ser o tipo de engenharia que mais exige profissionais, a civil conta com pessoas capacitadas para planejar, analisar, executar e controlar obras, seguindo normas regulamentadoras. Com isso, o engenheiro civil pode trabalhar em diversas construções, como pontes, barragens, redes de distribuição de água e esgoto, prédios, entre outras.

Para tanto, o profissional precisa saber conceitos e técnicas que garantem um serviço de qualidade, seguro para toda a equipe e que atenda às necessidades dos usuários e da região.

Engenharia de produção

Esse tipo de engenheiro precisa ter uma visão crítica, reflexiva, criativa e humanista para trabalhar proativamente e, assim, atender às demandas do mercado. Desse modo, ele é capaz de identificar e encontrar soluções de problemas que envolvem projetos, operações, sistema de produção de bens e/ou serviços, além de gerenciamento de trabalho.

Logo, o engenheiro de produção pode atuar tanto no setor privado quanto no setor público, tendo conhecimento em gestão.

Engenharia elétrica

O engenheiro eletricista foca em projetos que envolvem concessionárias de energia, sejam hidrelétricas, nucleares ou termelétricas. Além disso, ele pode trabalhar em empresas de automação e controle, indústrias, fábricas de celulares e companhias prestadoras de serviços.

O importante é que o profissional tenha sempre alto conhecimento em tecnologia, com foco em softwares modernos para o desenvolvimento dos projetos e que visualize ações sustentáveis que vão melhorar a relação entre os seres humanos e o meio ambiente.

Engenharia mecânica

Esses profissionais são aptos para projetar, construir, analisar, operar e cuidar dos sistemas mecânicos. Por ser uma área muito vasta, é importante destacar que o engenheiro mecânico pode trabalhar com a manutenção de projetos que englobam processos de fabricação mecânica, projetos de elementos de máquinas, termodinâmica, refrigeração e climatização, além de mecânica de materiais e máquinas térmicas.

Dessa forma, o engenheiro trabalha no planejamento e execução de projetos sustentáveis que visam o bem-estar da sociedade, reduzindo os impactos ambientais, podendo atuar em petrolíferas, siderúrgicas, energéticas e máquinas, estruturas e automobilismo.

Afinal, o que o mercado está exigindo em engenharia?

Se você pensa que só por ter curso superior em uma área da engenharia já está garantido no mercado, então está muito enganado. Isso porque, mesmo que seja um ramo amplo e com diversas oportunidades, a concorrência também é grande e aumenta a cada novo ano.

Por isso, é importante ter especialização, que aprimore as suas habilidades, conheça e saiba usar as tecnologias mais importantes da atualidade, tenha domínio de língua inglesa e espanhola, adquira competência de gestão, entenda as leis e normas que envolvem a sua profissão e sempre conte com uma equipe qualificada.

Assim, você poderá usar seu diploma de engenharia com mais segurança, garantindo um trabalho de qualidade que atenderá às necessidades do mercado e da sociedade, promovendo satisfação e bem-estar.

A engenharia é uma das melhores áreas da atualidade, mas exige compromisso dos profissionais. Se você está nesse ramo — ou está entrando nele —, então, lembre-se de se manter sempre atualizado e ter dedicação ao seu trabalho.

Sobre o autor: Rodrigo Godoi Rincón atua na área de Engenharia Civil há 10 anos e, hoje, contribui para blogs e portais, trazendo a estudantes e profissionais do segmento tópicos como sustentabilidade, gestão, tecnologia e inovação.

A trajetória de Frank Geyer Abubakir Unipar

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Conheça a História de Frank Geyer Unipar

Frank Geyer Abubakir Unipar, é um empresário carioca de 48 anos que atualmente é presidente do Conselho de Administração da Unipar Carbocloro S.A., além de ser um dos acionistas da empresa. Frank chegou a iniciar o curso de direito, mas por conta de seu ingresso ainda tão jovem no mundo dos negócios, não concluiu o curso. 

É casado com Maria Cecília Soares de Sampaio Geyer e, juntos, foram responsáveis por doações de diversas obras que estão na Casa Geyer, no Museu Imperial de Petrópolis.

A falta de oportunidade de concluir o curso de direito não significou qualquer tipo de fracasso na vida profissional, visto que, a Unipar atualmente, é a maior produtora de cloro da América Latina e está entre as maiores fabricantes do setor quando se trata de PVC. 

Nascido numa família de grandes empresários, neto de Paulo Geyer, Frank Geyer se tornou conhecido no ramo em 2004, quando seu avô faleceu. Quatro anos após a morte de Paulo Geyer, Frank se tornou presidente da Unipar.

Durante a infância, Frank Geyer se mudou com a família para Salvador, na Bahia. Foi lá que ele passou a maior parte da sua juventude e concluiu a formação escolar básica. Nos anos seguintes, passou a trabalhar e a se dedicar aos negócios da família, onde ganhou cada vez mais notoriedade.

Vida profissional de Frank Geyer Abubakir Unipar

Em 2001, Frank Geyer Abubakir Unipar assumiu o cargo de Diretor-Presidente da Securitas União Corretora de Seguros S.A., um braço voltado para a área de seguros do Vila Velha. Nesta época, Frank foi um dos principais responsáveis pela recuperação financeira da empresa.

Já em 2004, após o falecimento de seu avô, o empresário começou a se aproximar cada vez mais do Conselho de Administração da Unipar. Em 2005, por consequência, assumiu a posição como membro do Conselho. Após três anos, em 2008, foi eleito como presidente do mesmo Conselho e, com isso, se tornou uma das pessoas mais fortes e influentes da Unipar.

Frank Geyer, ainda nesta época, se tornou líder do grupo dos herdeiros, formado por sua mãe e por suas tias. Foi somente após a celebração do acordo dos acionistas que conseguiu se eleger como presidente do Conselho, tendo como vice-presidente Maria Soares de Sampaio Geyer. 

Frank Geyer Abubakir no setor petroquímico

Especialmente depois da crise de subprime, que afetou a economia global, Frank se tornou um dos protagonistas do setor petroquímico no Brasil, ainda durante seus primeiros anos de gestão. Em 2008, participou da criação da Quattor.

No início de 2014, Frank Geyer foi nomeado como diretor presidente da Unipar Carbono. O empresário seguiu ganhando espaço dentro dessa área, até que no ano passado com o início da pandemia, precisou demonstrar toda a sua estratégia e tino para os negócios para lidar com a instabilidade do mercado. 

Mesmo diante de tantas incertezas, Frank conseguiu guiar a Unipar rumo à estabilidade e ao sucesso. Isso se reflete nos números da empresa que, ao contrário de diversas outras, conseguiu crescer durante os meses mais nebulosos da pandemia.

Smart Cities: as 10 cidades mais inteligentes do mundo

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Descubra as Smart Cities – Por Rodrigo Rincón.

Smart Cities ou cidades inteligentes são tendências que estão atingindo o mundo, transformando as experiências sociais, trazendo muitos benefícios para os locais e para as pessoas. 

Com foco em tecnologia e sustentabilidade, essas cidades seguem diretrizes globais das Nações Unidas, proporcionando eficiência urbana.

No mundo, existem diversas cidades inteligentes, por isso, neste post, vamos apresentar 10 modelos para você se inspirar. Confira!

O que são Cidades Inteligentes?

O conceito foi criado em 1990, mas só se tornou popular anos depois. A ideia das smart cities é usar recursos tecnológicos, como a tecnologia da informação, para promover uma melhor qualidade de vida e infraestrutura de ponta.

Assim, trata-se de ambientes que favorecem os cidadãos da região, otimizando o uso de recursos financeiros e aumentando a efetividade das operações urbanas. Ainda, o foco é atender os três pilares principais que sustentam uma sociedade: necessidades sociais, econômicas e ambientais.

Mas para que uma cidade inteligente possa surgir, é preciso contar com alguns princípios essenciais, pois só assim ela trará os efeitos desejados. Por isso, é bom ficar atento a algumas etapas, como:

  • planejamento urbano e organizacional, onde é importante pensar e elaborar as estratégias para a construção, adotando ações voltadas à sustentabilidade e tecnologia;
  • arquitetura e infraestrutura, pois é preciso usar maquinários e ferramentas que deixem o ambiente agradável, porém permitindo segurança aos usuários;
  • mobilidade, já que um dos objetivos é trazer experiência positiva em relação ao transporte público e acesso às vias da cidade;
  • tecnologia, visto que é preciso contar com os melhores recursos da atualidade para promover inovação;
  • energia limpa, pois a ideia é melhorar a relação do ser humano com a natureza e reduzir custos para as pessoas;
  • comunidade, focando todas as ações no bem-estar coletivo.

As 10 maiores Smart Cities do mundo

Apesar de existirem diversas smart cities espalhadas no mundo, selecionamos as 10 principais que ganharam destaque no mercado.

1. Londres

Londres fica no Reino Unido e ganhou o título de cidade mais inteligente do mundo em projeção internacional e como capital humana. Ainda, destaca-se em governança, planejamento urbano e mobilidade.

A capital britânica é o point de programadores e startups, oferecendo uma plataforma de dados aberta, a qual qualquer pesquisador e empresa pode acessar. 

Um dos grandes investimentos em Londres foi a instalação de Heathrow pods, que são cabines que se locomovem até o aeroporto de Heathrow. Além disso, a cidade também conta com linhas de trem que conectam cerca de 30 estações.

2. Nova York

Nova York é a segunda cidade mais inteligente do mundo, ganhando destaque em economia, planejamento urbano e mobilidade. Ainda, ela também tem investimento em alcance internacional, tecnologia e transporte.

A cidade estadunidense é o maior centro econômico do mundo, abrigando em torno de 7 mil empresas tecnológicas, proporcionando serviço de Wi-Fi grátis para a população. Apesar disso, a Big Apple ainda tem muito o que melhorar quando se trata de coesão social.

3. Amsterdã

A cidade holandesa tem a combinação perfeita de tecnologia financeira, eficiência energética e cultura, o que atrai muitos turistas. Trata-se de uma grande potência europeia que incentiva a população a ter mais qualidade de vida. Estima-se que 90% das famílias fazem uso de bicicleta para se locomoverem pela cidade.

Isso porque, existe um sistema público de bicicletas compartilhadas, onde toda a população pode fazer uso. Além disso, há um projeto para banir automóveis movidos à combustível fóssil até 2025.

Ademais, Amsterdã também ganha notoriedade em planejamento urbano, tecnologia, economia, alcance internacional, mobilidade e transporte.

4. Paris

A cidade luz francesa tem um dos centros financeiros mais importantes da Europa e permite o uso de veículos elétricos e bicicletas, trazendo benefícios sustentáveis. Ainda, tem uma boa dimensão econômica, tecnologia, capital humano, alcance internacional e mobilidade e transporte.

Além disso, ela tenta otimizar o fluxo de circulação de pessoas e automóveis pela cidade, contando com um projeto que visa reformar o transporte europeu.

5. Reykjavik

A cidade mais populosa da Islândia tem uma excelente dimensão ambiental, pois 99% da produção elétrica e 80% da produção total de energia são provenientes da energia hidrelétrica e geotérmica, fazendo com que as construções e edifícios sejam considerados obras sustentáveis.

Ademais, sua política climática visa ações que ajudem na redução zero de carbono até 2040, permitindo que o local se torne o mais limpo possível.

6. Tóquio

Como já era de se esperar, a cidade japonesa se destaca no uso de tecnologia de ponta, mas, além disso, também promove eficiência econômica e visa ações de capital humano, meio ambiente, planejamento urbano, mobilidade e transporte.

Tóquio é a cidade mais populosa do mundo, com as maiores taxas de produtividade da Ásia.

7. Cingapura

Uma das melhores em tecnologia, ficando em primeiro lugar na categoria. Mas ocupa o quarto lugar quando o assunto é alcance internacional. 

A cidade-estado conta com rede de fibra óptica, hospitais robotizados, jardins verticais, táxis autônomos e fazendas construídas para ajudar na regulagem de temperatura, onde o calor é absorvido e dispensado no tempo de coleta da água da chuva.

8. Copenhague

Cidade dinamarquesa que tem comprometimento com a redução de carbono. Assim, ela prevê que até 2025 a redução possa transformar a cidade em um local limpo. Atualmente, tem um bom desempenho nas questões ambientais, tecnologia de ponta, coesão social, governança, mobilidade e transporte, economia e alcance internacional.

9. Berlim

A Alemanha também entra nesse ranking. Berlim tem uma pontuação elevada em relação aos quesitos de capital humano, além disso, também tem notoriedade em alcance internacional, mobilidade e transporte e governança.

10. Viena

Uma cidade que não podia ficar de fora é Viena. A capital austríaca tem o melhor desempenho em mobilidade, transporte e alcance internacional, mas também ganha destaque em tecnologia, meio ambiente e capital humano.

As 10 cidades inteligentes mostram como é possível unir os recursos tecnológicos e a economia para promover uma vida com mais qualidade para a população, preservando a natureza.

Sobre o autor: Com mais de 10 anos de experiência na área a Construção Civil, Rodrigo Godoi Rincón escreve matérias sobre o dia a dia da área, trazendo temas atuais e relevantes que impactam no mercado de trabalho e no conhecimento de quem pretende seguir carreira em um dos segmentos que mais crescem no Brasil.

Comida Vegetariana: Conceito que Vai Além da Dieta

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Descubra a Alimentação Vegetariana

Atualmente, pensar na alimentação é um conceito que vai além das dietas e do padrão estético, vemos isso na comida vegetariana, por exemplo. Optar por este tipo de alimentação, ou seja, deixar de consumir produtos de origem animal, como carnes vermelhas, brancas, ovos, mel, leite e derivados pode trazer muitos benefícios. 

Os adeptos a este novo hábito passam a ter um estilo de vida diferente, fatores que impactam não só na saúde e bem-estar, bem como na vida dos animais e na preservação do meio ambiente.

O que envolve a comida vegetariana?

Pessoas adeptas ao vegetarianismo são aquelas que não se alimentam de nenhum tipo de carne ou de derivados de origem animal como: frango, peixe, boi, vaca, porco, leite, ovo, mel, queijo, presunto, salsicha, entre outros.

Falar sobre vegetarianismo e seus conceitos parece até um assunto da nova era, mas não. Podemos dizer que este conceito existe há mais de 5 milhões de anos, quando nossos ancestrais se alimentavam apenas de folhas, frutos e sementes, vivendo assim em harmonia com os outros seres vivos. 

O consumo da sociedade de animais começou após a descoberta do fogo, período em que também começaram a caçar. Mas, após muitos anos, o vegetarianismo começou a ser adotado no Egito por grupos religiosos, que acreditavam que a abstinência de carne facilitava a reencarnação.

Com o tempo, o não consumo de animais passou a ser algo muito cultural e religioso, como a presença de povos que cultuavam os bichos e os tratavam como seres sagrados — prática ativa na índia até hoje. Houve também populações como os celtas, que só consumiam carnes em momentos específicos, como festas e celebrações. 

O consumo de carne também já representou poder monetário, onde houve períodos em que apenas os ricos comiam carnes e os pobres se alimentavam de frutas e folhas.

Mas, o termo “vegetariano” só passou a ser utilizado após a fundação da Sociedade Vegetariana Britânica em 1847, onde tinham como princípios a veneração religiosa, saúde física e responsabilidade ecológica. Concepções que são preservadas até hoje, porém com adaptações que envolvem novos tipos e características, como:

  • Semi Vegetarianismo — pessoas que se alimentam de carne às vezes, mas, ainda assim, consomem alimentos de origem animal;   
  • Ovolactovegetarianismo — pessoas que não consomem nenhum tipo de carne, mas utilizam derivados como ovos, laticínios e mel;
  • Lacto vegetarianismo — são aqueles que não se alimentam de nenhum tipo de carne e os únicos derivados utilizados são lácteos;
  • Ovo vegetarianismo —  assim como o lacto vegetariano, estes também não se alimentam de nenhum tipo de carne e aceitam apenas derivados de ovos;
  • Vegetarianismo estrito — são aqueles que não consomem nada de origem animal, nem mesmo derivados. Bem como alguns ingredientes, corantes e espessantes;
  • Vegano — são semelhantes ao vegetarianismo estrito, porém, além de não se alimentarem com nada de origem animal, evitam consumir qualquer produto que tenha relação com exploração animal como: vestir roupas de lã, couro, seda ou até mesmo utilizar algum produto que tenha sido testado em animais. 

Embora o vegetarianismo tenha muitos traços no passado, o brasileiro tem uma cultura de consumo de carne muito presente no seu dia a dia. Aos poucos, com as pesquisas, estudos e o forte acesso à informação, mais pessoas passam a perceber os benefícios e até mesmo as necessidades que uma alimentação vegetariana pode proporcionar. 

Mas, ainda assim, encontrar bons restaurantes que oferecem esta opção até então era uma tarefa árdua, porém, com os crescentes adeptos, o segmento de restaurante que atende a este nicho está em ascensão. Exemplo desses adeptos é Claudia Vieira Levinsohn, filha de Ronald Guimarães Levinsohn e adepta ao vegetarianismo desde os anos 80. 

Com base em testes e estudos, podemos notar que a alimentação 100% vegetal e equilibrada pode proporcionar diversos benefícios para a saúde, entre elas a prevenção do câncer, a diminuição do colesterol, da pressão arterial e de problemas cardíacos. Além disso, o veganismo pode diminuir processos inflamatórios e de diabetes, bem como auxiliar no bom funcionamento do intestino e da tireoide.

Já existem muitas maneiras de adaptar a alimentação e garantir proteínas para o corpo sem necessariamente ser de origem animal. Uma opção como essa pode oferecer benefícios ao ser humano, aos animais, à população e principalmente ao meio ambiente. Então, podemos afirmar que o vegetarianismo e o veganismo, independente da variação, são opções latentes e que podem auxiliar em impactos positivos para o mundo.

A Gestão de Frank Geyer Abubakir e o Sucesso da Unipar

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Conheça a História da UNIPAR

Pioneira da indústria petroquímica nacional, a Unipar se manteve em crescimento mesmo durante a pandemia. Sob o controle de Frank Geyer Abubakir, a empresa conseguiu crescer em meio a instabilidade dos últimos dois anos.

A Unipar Carbocloro, presidida por Frank Geyer, já foi refinaria de petróleo, mas atualmente produz cloro, soda e PVC, materiais extremamente requisitados nas indústrias nacionais e internacionais. Com este portfólio, a Unipar realizou uma performance histórica no ano passado, ano este que deu início a derrocada de empresas de diversos setores por conta da pandemia.

Os feitos realizados por Frank Geyer Abubakir se tornam ainda mais impressionantes, quando levamos em consideração a queda no número de pedidos de PVC no primeiro semestre de 2020, quando a pandemia começou. No balanço final, o ano que para outras companhias foi de perdas, representou para a Unipar um crescimento de 26,9% da receita bruta, se comparado ao ano anterior, 2019. 

Como se já não bastassem esses números, ainda houve aumento de 5% de utilização de capacidade instalada nas operações de cloro e soda cáustica nas três unidades fabris da Unipar, Santo André e Cubatão, ambas em São Paulo, e Bahia Blanca, na Argentina.

Mas a Unipar nem sempre esteve sob o comando de Frank Geyer e nem poderia, afinal, foi fundada em 1969. Sendo considerada pioneira industrial no ramo sob o comando dos antepassados de Frank, que agora é o atual presidente do conselho. 

O atual presidente do conselho, Frank Geyer Abubakir, tem 48 anos, é bisneto de Alberto Soares de Sampaio, que fundou a Refinaria União (gênese da Unipar) e um condomínio de outras indústrias. Ao tataravô de Frank, o engenheiro João Teixeira Soares, são creditados os projetos da ferrovia Vitória-Minas e o da arrojada Curitiba-Paranaguá. 

Deste modo, não é difícil imaginar quais foram as inspirações do atual presidente da Unipar para os negócios.

Levando em consideração seu histórico familiar, é possível imaginar as responsabilidades que foram transferidas para Frank quando deu seus primeiros passos na Unipar, que desde 1951, já tinha capital aberto na bolsa. No entanto, somente após a morte de seu avô, Paulo Geyer, no fim de 2004, que Frank passa a deter uma cadeira no conselho, representando o grupo dos herdeiros, inicialmente como vice-presidente. 

Já em 2008, Frank Geyer, se torna chairman e dá um dos mais importantes avanços na sua carreira na reestruturação do negócio, o que culmina na criação da petroquímica Quattor. 

Estratégias de Frank Geyer Abubakir Unipar durante a pandemia

Voltando à gestão de Frank na Unipar durante a pandemia, ainda que nos primeiros meses tenha enfrentado uma queda brusca no número de pedidos, a empresa se manteve firme. Mesmo que a soda cáustica, cloro e outros produtos produzidos pela empresa (que são usados para limpeza e purificação de sistemas de abastecimento de água) não tivessem sofrido com os impactos da pandemia, o PVC — o policloreto de vinila — não teve a mesma sorte.

“Fiquei algumas noites sem dormir, pois, havia uma super demanda para soda e cloro e nenhuma para PVC. Tinha estoques lotados, mas não era hora de ter a conta de lucro como principal, ali era o momento de enfrentar uma crise seríssima. Não é querer ser bonzinho, mas dizer que seguir princípios vale a pena”, diz Frank Geyer sobre a crise enfrentada em 2020. 

Diferentemente do setor de tecnologia ou de consumo, a competição na indústria química não se distingue por criação de produtos, agregação de valor ou sacadas de gestão, mas por confiabilidade. Ou seja, se traduz por entregas nas quantidades e prazos estipulados e no rigor dos processos produtivos. Por isso, seria mesmo complicado, nas palavras de Frank Geyer Abubakir, “cair em tentação” e eventualmente adotar uma estratégia de downsizing.

Foi então com “paciência e seriedade” que a Unipar conseguiu atravessar o momento de tensão. Outro ponto que fez com que a empresa pudesse sair da situação difícil foi a desvalorização da moeda nacional. Isso porque o PVC produzido pela Unipar pode voltar a ser competitivo no mercado mesmo diante do grande concorrente chinês. E de acordo com Frank, as fábricas chinesas utilizam em sua produção uma matriz energética suja, o carvão.

Unipar sob o comando de Frank Geyer 

A Unipar, dirigida por Frank Geyer, adotou um slogan simpático: a empresa que “faz a química acontecer”. Indústrias deste segmento devem manter o rigor em relação à segurança, isso porque deve-se evitar acidentes ambientais e manter a saúde financeira do negócio, que é correr riscos em caso de falhas. 

O gráfico recente da cotação das ações da Unipar na B3 é francamente positivo, com o papel triplicando de valor desde o momento mais crítico da pandemia, em março de 2020. Na empresa presidida por Frank, estes números se devem à valorização das pessoas e à sustentabilidade. Na Unipar, os colaboradores são incentivados a manter o clima positivo ainda que tempos adversos sejam enfrentados e para incentivar quem faz a Unipar crescer, Frank Geyer acredita em Investimento em desenvolvimento profissional.  

É assim que Frank Geyer Abubakir comanda a Unipar e mantém sua empresa entre as maiores do ramo mesmo diante de tempos difíceis, e que é um exemplo a ser seguido.

A História do Metrô de São Paulo

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A Importância do Metrô em São Paulo

Quem depende do transporte público sabe a importância do seu bom funcionamento e disponibilidade para conseguir cumprir seus compromissos. Nas grandes cidades o transporte público se torna ainda mais essencial na vida das pessoas. O metrô de São Paulo é um bom exemplo, visto que é um dos mais movimentados do mundo, transportando cerca de 5 milhões de passageiros por dia. 

Mesmo com sua dimensão e horário de funcionamento, nós sabemos que ainda não é suficiente para suprir as necessidades da população.

A seguir, conheça um pouco da história do metrô de São Paulo, suas dificuldades e desafios.

Metrô de São Paulo: onde tudo começou?

Às vezes, pode ser difícil imaginar a cidade de São Paulo sem metrô. É através desse meio de transporte que milhões de pessoas chegam ao trabalho, escola, faculdade, consultas médicas e outros tantos compromissos do cotidiano. Mas você sabe quando o metrô de São Paulo começou a ser construído?

O metrô de São Paulo surgiu após muito estudo e pesquisa, com a finalidade de sanar os problemas que o crescimento urbano trouxe à sociedade da época. Já na década de 1950 era possível perceber o trânsito caótico que se formava com a demanda de locomoção dos trabalhadores da cidade de São Paulo e regiões metropolitanas.

Faria Lima era o prefeito da cidade na época e criou o Grupo Executivo Metropolitano (GEM), que se tornaria o Metrô atual. Através do GEM foram contratadas empresas internacionais para trabalharem na empreitada que se seguiria. Dessa união, nasceu a HMD.

Foi essa empresa que em 1967 deu início às pesquisas para mapear a construção das linhas do metrô de São Paulo. Através deste estudo foi possível saber as rotas do transporte público da época e assim, dar início ao planejamento da construção.

No ano seguinte, as obras se iniciaram com o começo das obras da Linha 1 – Azul, que ligava o Jabaquara ao Tucuruvi. Além disso, este foi um marco para história de São Paulo e do Brasil, pois ali se iniciava a obra da primeira linha de metrô no país. Assim, também aconteceu a formalização da Companhia do Metropolitano de São Paulo – METRÔ.

Em 1974, o metrô de São Paulo estava com as obras avançadas e passava por uma fase de testes técnicos, iniciando os testes com os passageiros. O intuito era deixar as pessoas por dentro do funcionamento do novo meio de transporte que não era popular na época e, além disso, conscientizar a população sobre a importância de fazer um bom uso do metrô.

Não podemos deixar de falar sobre os desafios que cercavam as obras, afinal, era tudo muito novo. A empresa consorciada que participou do início das obras faliu e coube a Andrade Gutierrez assumir o projeto de 14,6 quilômetros de extensão do metrô de São Paulo.

A história do metrô de São Paulo, seus desafios e fases de criação e o tempo de espera para que esse meio de transporte atenda à população é um assunto complexo, mas de interesse de todos. 

Futuro do metrô de São Paulo

Os passageiros que dependem deste meio de transporte sabem sua importância, mas isso não quer dizer que seja perfeito. Por isso, muito se discute a respeito do futuro do metrô de São Paulo, quais linhas serão expandidas e quais cidades serão atendidas.

Os desafios para o futuro são complexos, há planos de ampliação do metrô, porém alguns deles parecem que vão demorar a sair do papel. Um exemplo disso, é a Linha 6 – Laranja, que apesar de já ter mais de 1,7 bilhão de reais investidos, está com a obra parada por conta de um rompimento de contrato.

As obras para a ampliação das linhas Amarela e Verde também estão na lista de prioridades do Governo do Estado. Até mesmo uma das linhas que mais trouxe problemas, a Linha Ouro, deve sair do papel nos próximos anos. Cerca de 32 bilhões de reais serão investidos na expansão do metrô de São Paulo nos próximos anos, estima-se que até 2026, as linhas atinjam 123 quilômetros e tenham 100 estações. Hoje, são pouco mais de 100 quilômetros de trilhos. 

Apesar de ser um dos mais movimentados do mundo, o metrô de São Paulo deixa muito a desejar em termos de extensão, principalmente quando comparado a grandes metrópoles. Veja uma pequena comparação:

  • Xangai – 570 km de metrô
  • Nova York – 465 km de metrô
  • Londres – 408 km de metrô
  • Cidade do México – 226 km de metrô
  • Santiago – 130 km de metrô
  • São Paulo – 101 km de metrô

O metrô de São Paulo tem enfrentado desafios e atrasos nos últimos anos, mas todo meio de transporte no Brasil precisou enfrentar desafios. A história do ônibus no país e as experiências dos Pioneiros do Transporte, deixam essa história cheia de “altos e baixos”, bastante clara. 

Certamente, a população tem grandes expectativas em relação à expansão dos trilhos do metrô de São Paulo nos próximos anos. Afinal, este é um dos meios de transporte mais populares e eficazes do mundo e facilita a rotina de milhões de pessoas que têm o transporte público como único meio de locomoção.

Entender os desafios enfrentados pelo transporte público no Brasil também exige saber mais sobre quem conhece a história do transporte público do país, como o empresário Jacob Barata, que em seu canal no LinkedIn aborda por diversas vezes discussões sobre o transporte.

Frank Geyer Abubakir sobre a arte de sair da zona de conforto

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A Zona de Conforto – Por Frank Geyer Abubakir

Frank Geyer Abubakir é empresário e presidente do conselho da Unipar S/A, e propôs um debate sobre uma questão desafiadora: qual a necessidade imediata para nosso Brasil em 2022? Falta pouco para o ano novo, porém o assunto já é presente nas discussões políticas. 

Em seu artigo de opinião na Gazeta do Povo, ele começa afirmando que não é adepto a política partidária, eleitoral ou mesmo do universo eleitoreiro. 

Frank Geyer diz que intitula-se como um homem comum, sem dons excepcionalmente brilhantes, como nos conta Vargas Llosa ao ler Jean-François Revel. A lembrança é compartilhada visto se vê obrigado a sair da zona de conforto, aniquilando toda e qualquer arrogância, encarando corajosamente a realidade. 

Ele fala sobre a responsabilidade do pensamento concreto, onde sempre precisamos daqueles que conseguirão o perfeito encaixe entre o estratégico com o empírico. 

Frank ainda destaca que determina a direção conceitual, acompanhando a implantação, pois sabe que, seja uma grande empresa ou um país, quanto maior seja seu sistema, o número de estratégias deve ser menor. E ainda exemplifica que um simples barco a vela permite a tomada de ações práticas. Já um transatlântico, jamais. Caso o capitão de um grande navio tenha que se meter no parafuso da turbina, o rumo será perdido.

Como empresário industrial à frente da Unipar S/A — gigante complexo químico/petroquímico —, Frank tem em seu DNA familiar seis gerações de corajosos empreendedores, que sempre assumiram enormes riscos. Então, comenta sobre como é desafiador a abordagem do conceitual com o empírico — das possibilidades imediatas à nossa mão e do olhar mais a longo prazo.

Em terras brasileiras, ainda há uma imensidão para se fazer. Por isso mesmo, Frank Geyer Abubakir Unipar destaca a cautela para a escolha de alternativas, que devem ser poucas, porém, boas e adaptáveis, em se tratando de um imenso sistema, pois assim conseguiremos um justo parâmetro para avaliar o que deu certo e o que não deu. E essa perspectiva se reforça no Brasil, devido ao muito a se construir, mesmo sendo rico em oportunidades.

Frank Geyer Abubakir sobre Novas Ações 

Na prática, temos muito o que discutir quanto às amplas questões conceituais e sua aplicação sólida. Frank Geyer acredita que precisamos de um amplo pensamento, também, decisões globais, unidas de bom senso, delegando as ações certas aos que possuem responsabilidade de colocar a mão na massa, ou seja, desde o operário até o gerente e o executivo. Neste não tão distante futuro, duas questões que o inquietam são a privatização e a reforma tributária.

Geyer destaca que o poder público conseguirá se concentrar no que lhe cabe, de fato, de mais importante, sendo: saúde, educação e segurança, para que todos os cidadãos tenham acesso digno a isso tudo. Com acesso possibilitado, aí sim, caberá a cada um o devido esforço para construir o próprio destino.

Estamos fronte ao debate atual sobre o sistema tributário e não devemos ser pontuais com opiniões, visto que precisamos enxergar o panorama como um todo, a big Picture, todo o arcabouço tributário. Onde o nosso sistema, segundo ele, possui muitos detalhes. Ele ainda continua, afirmando que já ouviu que no nosso país pouco se tributa, ou se tributa em demasia. 

Mais uma vez, Frank Geyer reforça para que se tenha um olhar amplo sobre isso, já que as realidades dos países mudam e muitas vezes onde um tem ganhos o outro tem prejuízos. 

Com a mesma certeza de que a morte é inevitável, assim como os impostos o são, ele considera aqui a simplificação da forma de cobrança, dispondo cada caminho para encontrar a justa proporção e que venha a incentivar tanto o produtor que lhe seja um convite à mudança.

Em seu artigo ele destaca seu ponto de vista, onde precisamos enxergar a responsabilidade e a possibilidade de retorno, seja financeiro ou seja coletivo, na construção de um ambiente saudável, e com isso acolher a decisão e seus riscos.

Então, como no início desta conversa: qual a necessidade imediata para nosso Brasil para 2022, segundo Frank Geyer Abubakir Unipar

Frank Geyer responde com um olhar visionário, — o mesmo olhar de sua geração —, onde não precisamos de salvadores da pátria, menos ainda de ídolos do povo. Defende que, nosso país necessita de homens comuns, que possuam a clareza do seu dever a ser cumprido, de acordo com seu papel; de homens com sede pela ética específica da sua posição tomada e de sua profissão, seja ela qual for.

Você sabe o que é Reserva Legal?

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Afinal, o que é Reserva Legal?

Você já ouviu falar na Reserva Legal? Ela foi criada para garantir um desenvolvimento econômico sustentável frente às diversas consequências na prática do desmatamento.

No post de hoje, confira quais são essas consequências e como a Reserva Legal contribui para diminuir o impacto da prática do desflorestamento no Brasil!

Quais as consequências do desmatamento? 

De forma resumida, o desmatamento corresponde à prática de cortar ou arrancar árvores e a vegetação de uma determinada área. 

No Brasil, as regiões mais afetadas pelo desmatamento são a Amazônia e o Cerrado. Considerando apenas o ano de 2021, até julho, estima-se que 5.026,52 km² da Amazônia Legal foram desmatados.

O desmatamento pode ser uma consequência de diversas atividades, desde a expansão urbana, a pecuária, a agricultura e a construção de hidrelétricas até práticas ilícitas de extração ilegal de madeira e queimadas criminosas. 

Sem a regulamentação da prática, o desmatamento leva a alguns problemas, como a extinção de espécies de animais e plantas, propagação de doenças, desequilíbrio ecológico, secura do solo, aumento do efeito estufa e falta de chuvas.

Qual o papel da Reserva Legal? 

A Reserva Legal é uma área preservada em uma propriedade rural e busca garantir o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente, com o objetivo, portanto, de promover um desenvolvimento sustentável. 

Assim, a Reserva Legal é um instrumento para assegurar a conservação das espécies da fauna e da flora que podem ser prejudicadas com o desmatamento, ao mesmo tempo que permite a exploração comercial de determinada área na propriedade rural pelo agronegócio.

A Reserva Legal está prevista no Código Florestal e foi criada em 1934, passando por algumas atualizações até chegar ao que é hoje.

Não há uma regra fixa a respeito de quanto uma região pode ser explorada. Essa determinação legal depende de uma série de fatores, como o bioma e a área considerada no projeto. 

Por exemplo, no caso de propriedades construídas na Amazônia Legal, 80% do espaço precisa estar registrado como Reserva Legal. Esse percentual cai para 35% quando consideramos o Cerrado na Amazônia Legal — o qual também envolve 15% de compensação ambiental. 

Lembrando que o registro da Reserva Legal é feito diretamente pelo dono da propriedade e o processo para o cadastro vai depender da região em que ele é feito.

Qual a diferença entre Reserva Legal e Compensação Ambiental?

Embora tanto a Reserva Legal como a Compensação Ambiental tenham o objetivo de garantir o desenvolvimento sustentável e a preservação da biodiversidade, esses conceitos possuem suas especificidades. 

A Compensação Ambiental é caracterizada por ser uma forma de, como o próprio nome sugere, compensar o impacto que a exploração dos recursos naturais em determinada propriedade causa no meio ambiente — como no caso da construção de uma hidrelétrica. 

Essa compensação é calculada financeiramente e é incluída nos custos do projeto. Os recursos financeiros são destinados a Unidades de Conservação que têm o objetivo de preservar áreas ecológicas semelhantes às regiões impactadas.

A ideia, portanto, é restituir ou mitigar, de alguma forma, os prejuízos causados à natureza por práticas comerciais, como o agronegócio. Assim, a Compensação Ambiental é aplicável tanto no caso dos prejuízos já acarretados, como a possíveis impactos que possam ocorrer.

Assim, tanto a Reserva Legal, como a Compensação Ambiental são importantes medidas de proteção ao meio ambiente e que ainda permitem a utilização de recursos naturais para estimular o desenvolvimento econômico no Brasil. 

A Delfin Rio, por exemplo, desenvolve um projeto, há mais de 20 anos, para implantação da agricultura na cidade de Formosa do Rio Preto, localizada a pouco mais de mil quilômetros de Salvador. De acordo com Daniel Ferraz, gerente Administrativo e Financeiro da Delfin Rio, todas as fases de implantação passam por um rigoroso processo e que pode levar até seis anos para ser aprovado. A primeira parte do projeto já contribui atualmente com a produção de mais de 65 mil hectares na safra 2021, resultando em 311 mil toneladas de soja, milho e algodão.