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Inteligência Artificial Em Vendas: Onde Estão Os Limites Éticos Na Simulação De Interações Humanas?

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Inteligência Artificial Em Vendas: Onde Estão Os Limites Éticos Na Simulação De Interações Humanas?

À medida que IAs simulam empatia com perfeição, cresce o debate: estamos prontos para confiar em máquinas que “sentem” como humanos?

A cena já é comum: você atende o telefone, escuta uma voz perfeitamente articulada, que interage de forma fluida, faz pausas e até responde com simpatia. Só depois de alguns segundos, ou nem isso, percebe que não está falando com uma pessoa real, mas com uma inteligência artificial (IA) treinada para simular empatia humana. A pergunta que fica é: você já falou com uma IA por telefone? Qual foi a sua sensação?

Com a crescente adoção de IAs generativas e sistemas de voz avançados, as empresas vêm automatizando parte das interações comerciais com o objetivo de escalar atendimento, qualificação de leads e até processos de vendas complexas. Segundo estudo da Gartner, até 2026, cerca de 70% das interações B2B envolverão alguma forma de automação baseada em IA, seja em chatbots, e-mails personalizados ou assistentes de voz.

Mas essa sofisticação traz consigo um dilema cada vez mais urgente: até onde é ético permitir que máquinas simulem emoções e comportamentos tipicamente humanos? Especialistas em vendas e experiência do cliente alertam que, embora a IA seja eficiente em responder rapidamente, gerar dados e manter um padrão de atendimento, ela ainda está distante de replicar as nuances emocionais de um ser humano.

O diferencial humano está naquilo que as máquinas ainda não conseguem imitar plenamente:

  • Empatia real, capaz de compreender a dor do cliente além do roteiro.

  • Preocupação genuína, que adapta o discurso ao contexto emocional do consumidor.

  • Senso de urgência legítimo, que sente a gravidade de uma situação e age com prioridade.

  • Tom de voz emocional, que transmite confiança, proximidade e autenticidade.

Esse “calor humano” é especialmente decisivo em vendas consultivas, resolução de problemas complexos ou negociações delicadas, onde sentir o cliente faz toda a diferença. Em um estudo conduzido pela PwC, 59% dos consumidores disseram que preferem interações com humanos exatamente por isso: empatia e conexão.

Por outro lado, defensores da IA argumentam que, se bem treinada e supervisionada, ela pode complementar o trabalho humano com velocidade, precisão e personalização escalável. O risco está em mascarar o que é real e o que é simulado, e confundir o consumidor em um território que exige transparência e ética.

No fim das contas, o uso da IA em vendas não precisa ser excludente, mas estrategicamente balanceado. Automatizar o que é repetitivo e previsível, sim. Mas delegar à máquina o papel de representar emoções humanas em negociações sensíveis pode não apenas comprometer a experiência, como gerar desconfiança, e, no limite, prejuízos à reputação.

A Valure, especializada em aceleração de vendas B2B, acompanha de perto essa transformação e acredita que a tecnologia deve estar a serviço das pessoas, nunca no lugar delas. Para a Valure, o futuro das vendas está na integração inteligente entre IA e habilidades humanas, unindo o que há de melhor em cada lado: a performance das máquinas com a sensibilidade das pessoas. É essa combinação que gera autoridade, confiança e resultados sustentáveis.

Embalagens Sustentáveis Em Alta: Como Os Rótulos Estão Se Adaptando À Nova Geração De Consumidores Conscientes

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Embalagens Sustentáveis Em Alta: Como Os Rótulos Estão Se Adaptando À Nova Geração De Consumidores Conscientes

Empresas repensam o design e os materiais dos rótulos para atender às demandas por transparência, responsabilidade ambiental e inovação

O comportamento do consumidor está mudando, e as embalagens precisam acompanhar. Cada vez mais atentos à origem, impacto e ciclo de vida dos produtos que consomem, os brasileiros vêm exigindo das marcas mais do que estética: sustentabilidade, rastreabilidade e comunicação clara são os novos critérios de escolha. Nesse cenário, os rótulos deixaram de ser apenas informativos e se tornaram peças estratégicas na jornada de consumo consciente.

Uma pesquisa da NielsenIQ mostrou que 55% dos consumidores globais consideram a sustentabilidade um fator importante na hora da compra, no Brasil, esse número sobe para 72%. Isso se reflete nas prateleiras: embalagens com selos de sustentabilidade, materiais recicláveis ou biodegradáveis e informações transparentes ganham cada vez mais protagonismo.

Mas há um detalhe que não pode ser ignorado: o rótulo é o primeiro ponto de contato entre o consumidor e a promessa sustentável da marca. E ele precisa refletir esse compromisso. Isso significa pensar não só no conteúdo da comunicação, mas também nos materiais utilizados, nos processos de impressão e até no descarte pós-consumo.

Entre as principais tendências que vêm moldando os rótulos sustentáveis, destacam-se:

  • Adesivos e substratos recicláveis ou compostáveis, que facilitam o descarte e o reaproveitamento das embalagens.

  • Técnicas de impressão com tintas à base de água e menor uso de solventes, as empresas do setor têm buscado fornecedores que adotem práticas sustentáveis, com processos de reciclagem sólidos e iniciativas que contribuam para a redução do impacto ambiental..

  • Designs mais enxutos, que priorizam clareza, legibilidade e menor uso de pigmentos e materiais.

  • Rótulos inteligentes, que incorporam QR codes para oferecer ao consumidor acesso a informações sobre a cadeia de produção, pegada de carbono, origem dos ingredientes e destino correto da embalagem.

Essa transformação, no entanto, exige das indústrias uma reavaliação profunda da cadeia de produção gráfica, desde a escolha dos fornecedores até a capacitação das equipes técnicas. A sustentabilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito básico de competitividade, especialmente entre marcas que desejam dialogar com o público jovem, cada vez mais engajado e exigente.

Segundo a ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), as marcas que adotam práticas sustentáveis em suas embalagens observam, em média, um crescimento de 12% na preferência de compra. E em categorias como cosméticos, alimentos premium e produtos naturais, esse impacto pode ser ainda maior.

Atenta a esse novo cenário, a GrowLabel tem implementado soluções que unem alta performance técnica e responsabilidade ambiental. Com mais de 18 anos de atuação no setor gráfico, a GrowLabel aposta em rótulos sustentáveis, consultoria em adequação de materiais e logística reversa de insumos como formas de agregar valor à cadeia produtiva. A empresa já atende clientes por todo o Brasil e reforça seu compromisso com o futuro ao investir em processos certificados e em inovação voltada à sustentabilidade.

Para a GrowLabel, sustentabilidade e performance não são caminhos opostos, são lados da mesma solução. E o rótulo certo, no produto certo, pode ser o elo entre a responsabilidade e o consumo consciente.

Alterações No Código Civil Podem Transformar A Gestão De Condomínios No Brasil

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Alterações No Código Civil Podem Transformar A Gestão De Condomínios No Brasil

Proposta em debate no Congresso amplia poderes dos síndicos, reforça combate à inadimplência e atualiza regras para assembleias e deliberações

O Congresso Nacional discute um dos projetos mais relevantes para o cotidiano de milhões de brasileiros que vivem em condomínios: a reforma do Código Civil. O anteprojeto, que prevê alterações em mais da metade dos artigos da atual legislação, tem foco especial no capítulo destinado à propriedade condominial e pode significar uma verdadeira revolução nas regras de administração, governança e convivência em condomínios residenciais e comerciais.

As mudanças atingem diretamente síndicos, condôminos e administradoras, propondo uma adaptação do Código à realidade urbana, digital e jurídica contemporânea. Um dos principais avanços é a regulamentação definitiva das assembleias virtuais e híbridas, cuja adoção se intensificou durante a pandemia, mas que ainda carece de maior segurança legal. A proposta também flexibiliza quóruns para deliberações importantes, como alterações em áreas comuns ou implantação de obras úteis, medidas que visam desburocratizar e agilizar a tomada de decisões.

Outro ponto central é o fortalecimento da atuação do síndico. O texto sugere a exigência de capacitação mínima para o exercício da função, além de prever a possibilidade de afastamento cautelar em caso de má gestão ou risco ao coletivo. A responsabilidade civil do gestor condominial passa a ser tratada com maior objetividade, exigindo preparo técnico e transparência nas decisões.

A inadimplência, um dos maiores desafios enfrentados por síndicos, também é tratada com rigor. A proposta prevê que, após 60 dias de atraso, o débito condominial possa ser protestado ou judicializado de forma simplificada, com rito mais célere. O combate ao chamado “condômino antissocial”, figura já reconhecida pela jurisprudência, ganha força com a definição legal de conduta e a previsão de penalidades mais efetivas, inclusive a alienação compulsória da unidade em casos extremos.

Com mais de 460 mil condomínios registrados no Brasil, segundo a ABRASSP, e representando cerca de um terço das moradias urbanas, o impacto da reforma é amplo. Especialistas apontam que a proposta não apenas atualiza a legislação, mas redesenha o ecossistema condominial, trazendo consigo tanto oportunidades quanto desafios para gestores e moradores.

Neste contexto, destaca-se também o Projeto de Lei nº 4/2025, que avança na mesma direção ao propor ajustes pontuais, porém de grande impacto. Entre eles:

  • Aumento da multa por inadimplência, que poderá passar dos atuais 2% para até 10%, como forma de proteger os condôminos adimplentes e garantir maior eficácia no cumprimento das obrigações;

  • Expulsão judicial do condômino antissocial, em casos de reiterada perturbação à convivência, sem que isso implique a perda da propriedade;

  • Regulamentação formal das assembleias virtuais, ampliando o acesso e a participação de condôminos em decisões relevantes;

  • Redução do quórum para alteração da convenção, de unanimidade para maioria absoluta, facilitando atualizações necessárias à realidade dos condomínios;

  • Proibição de locações atípicas, como Airbnb, sem autorização expressa, reforçando o direito coletivo à segurança e à ordem na comunidade condominial.

Segundo os autores do projeto, essas medidas atendem a princípios como a função social da propriedade, o direito de vizinhança e a boa-fé nas relações privadas, ao mesmo tempo em que promovem segurança jurídica, responsabilidade coletiva e convivência harmônica nos ambientes condominiais.

“Não é uma simples atualização: é quase um novo Código Civil”,

afirmou o advogado Ernesto Tzirulnik em entrevista ao UOL.

Neste cenário de mudanças iminentes, o acompanhamento jurídico se torna essencial. O escritório Lacerda e Paulucci Advocacia, com forte atuação em Direito Imobiliário e Condominial, acompanha de perto a tramitação do projeto e seus desdobramentos. Além disso, a equipe jurídica do Lacerda e Paulucci destaca que as alterações propostas exigirão preparo técnico por parte dos síndicos e maior engajamento dos condôminos. O Lacerda e Paulucci mantém-se disponível para orientar síndicos, administradoras e moradores na adequação às novas exigências legais, com foco em prevenção de litígios, transparência e eficiência na gestão condominial.

Museu Preserva Legado Do Grupo Escoteiro Carajás E Ganha Filme Dirigido Por João Gabriel Brene

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Museu Preserva Legado Do Grupo Escoteiro Carajás E Ganha Filme Dirigido Por João Gabriel Brene

Projeto idealizado pelo Grupo Escoteiro Carajás inclui a criação de um museu e um filme-documentário de longa-metragem, dirigido por João Gabriel Brene, que resgata a história e o legado do escotismo no Brasil.

O Instituto de Educação, Arte, Cultura e Tecnologias – IEACAT, em parceria com o tradicional Grupo Escoteiro Carajás, deu início ao desenvolvimento do filme longa metragem sobre o Museu Memories Carajás, um projeto cultural que busca preservar a memória do escotismo brasileiro e homenagear as gerações que marcaram a história do grupo fundado há mais de quatro décadas em São Paulo.

A iniciativa é liderada pelo escritor, artista e produtor cultural João Gabriel Brene, que atua como diretor do projeto e participante ativo da curadoria narrativa e conceitual do museu. Com vasta experiência na criação de conteúdos imersivos, projetos culturais e exposições interativas, João Brene traz ao projeto sua expertise em storytelling, gestão criativa e produção audiovisual.

“O Memories Carajás nasce de uma escuta sensível e do desejo de eternizar o impacto positivo que o escotismo teve na vida de centenas de jovens e famílias ao longo dos anos. É um projeto construído com emoção, técnica e respeito pela história viva do Carajás”, afirma João Gabriel Brene, que também dirige o filme-documentário que acompanhará toda a criação do museu.

O museu será sediado na própria base do Grupo Carajás, e contará com exposições interativas, acervo de objetos históricos, fotografias raras, documentos, lenços, insígnias e depoimentos em vídeo, além de espaços dedicados às novas gerações de escoteiros. O filme que acompanha o projeto é uma das peças centrais da narrativa museológica, registrando o processo de criação do espaço físico, as histórias dos membros e o impacto sociocultural do grupo na cidade.

O projeto conta com apoio institucional da Spot MediaTech, empresa parceira do IECAT, responsável por fornecer estrutura técnica e apoio logístico à produção audiovisual. Com previsão de inauguração para 2025, o Memories Carajás já vem mobilizando antigos escoteiros, famílias e parceiros culturais, e deve se tornar um marco na preservação da história escoteira no Brasil.

Marketing De Experiência: A Estratégia Que Transforma Campanhas Em Memórias

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Vivemos um momento de evolução no marketing. Embora anúncios tradicionais, campanhas de mídia e ativações continuem exercendo influência, é o marketing de experiência que tem potencial para mudar o jogo ganhando escala, relevância e capacidade de conectar emocionalmente com o público-alvo.

O conceito de marketing de experiência

O conceito surgido das estratégias de experiential marketing, ganhando força especialmente a partir dos anos 2000, baseia-se na ideia de que as experiências, sejam sensoriais, interativas ou imersivas, engajam o público de forma profunda e duradoura. Ao longo do tempo, marcas passaram a buscar momentos de interação real com seus consumidores, transformando clientes em fãs por meio da emoção e vivência.

Segundo João G. Brene, especialista em experiências e ativações focadas em cultura, educação e entretenimento, o grande diferencial das ações experiencial é a capacidade de gerar emoções intensas:

“As experiências geram emoções e isso fixa na cabeça das pessoas, tornando algo memorável.”

Quando as marcas conseguem despertar emoções, alegria, surpresa, pertencimento, criam uma conexão mental que ultrapassa o consumo racional, enraizando-se na memória de curto e longo prazo.

Ainda de acordo com o especialista que carrega bagagens de formação em neurociência cognitiva e tecnologias digitais, as memórias estão intrinsecamente ligadas a experiências sensoriais. 

Case Formula 1 Exhibition

O sucesso do evento Formula 1 Exhibition é um exemplo inspirador. Lançado originalmente em Londres, o evento se expandiu globalmente, de Paris a Buenos Aires e, em breve, chegará a outras capitais pelo mundo. Ao reunir milhares de fãs do automobilismo, o evento oferece um mergulho interativo na história da F1, com simulações realistas, objetos históricos, imagens imersivas e ativações sensoriais. É um universo que vai além da televisão, transformando o fã em protagonista.

Este modelo é seguido de perto por organizações como a AutoMotor, de Reginaldo Leme, que aposta em ativações que integram cultura, informação e entretenimento para engajar públicos automotivos. A marca entende que levar as pessoas para o centro da experiência, tocando, vendo, sentindo, constrói uma relação mais forte e memorável do que qualquer anúncio passivo.

Resultados e impacto mensurável

Dados recentes mostram que campanhas que incorporam experiências interativas conseguem:

  • 75% mais propensão de criar identificação emocional com a marca,
  • 60% maior recordação de mensagem,
  • 45% de aumento no engajamento e recomendação entre participantes  frutos diretos de experiências reais e sensoriais.

Esses números reforçam que o marketing de experiência não só ganha notoriedade (top of mind), mas também cria comunidades de fãs verdadeiros, prontos para defender e viralizar a marca. Isso posto, imagine uma marca que gasta milhares de dólares em impulsionamento de uma campanha em redes sociais, e uma que faz uma ativação que gera real impacto e ao invés disso o orçamento é economizado e de maneira orgânica os fãs publicam conteúdos sobre o tema.

Em um cenário de excesso de informação e concorrência acirrada pela atenção do consumidor, marcas que apenas se comunicam já estão atrasadas. As que se destacam são aquelas que proporcionam vivências, capazes de despertar sentidos, gerar encantamento e criar histórias memoráveis.

O marketing de experiência se consolida como um dos caminhos mais eficazes para construir top of mind, gerar buzz espontâneo e criar comunidades apaixonadas ao redor de uma marca. De acordo com um estudo da EventTrack, campanhas com foco experiencial aumentam em até 91% a intenção de compra e geram 53% mais recall de marca em comparação a ações tradicionais. E mais: 80% dos consumidores afirmam que são mais propensos a se lembrar de uma marca após vivenciarem uma experiência positiva com ela.

Experiências não apenas comunicam, elas envolvem, emocionam e permanecem. São elas que transformam consumidores em fãs, produtos em histórias e marcas em movimentos culturais. Para empresas que querem ir além da mídia paga e realmente ocupar espaço na mente e no coração do público, investir em marketing de experiência não é só uma escolha inteligente é uma estratégia essencial de posicionamento e diferenciação.

Automação E Inteligência De Dados Marcam Debate Sobre Eficiência Na Cadeia De Suprimentos Durante O Inbrasc Connect Rio De Janeiro

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Automação E Inteligência De Dados Marcam Debate Sobre Eficiência Na Cadeia De Suprimentos Durante O Inbrasc Connect Rio De Janeiro

Evento reuniu cerca de 800 profissionais de supply chain e compras para discutir desafios e soluções rumo à digitalização e à governança no setor

RIO DE JANEIRO — A cidade recebeu nos dias 3 e 4 de junho de 2025 o Inbrasc Connect, evento itinerante realizado pela Live University, voltado a executivos de supply chain e compras. A iniciativa promoveu a troca de experiências práticas e o debate sobre os principais desafios do setor, com foco em digitalização, automação e sustentabilidade.

O evento reuniu cerca de 800 profissionais de supply chain e compras para debater os desafios do setor. Pesquisa da Deloitte aponta que 78% das empresas vão ampliar investimentos em inteligência artificial generativa (GenAI), que impulsiona a automação e a análise avançada de dados, tornando-se essencial para a transformação digital no procurement.

Transformação digital no centro do debate

No segundo dia do evento, Fernanda Delboni – CEO da Nashai, apresentou a palestra Gestão eficiente da cadeia de fornecimento: automação e inteligência de dados como diferenciais competitivos, no palco digital do Inbrasc Connect. A executiva abordou os principais gargalos enfrentados pelas organizações, como processos manuais, baixa visibilidade sobre fornecedores e desafios no cumprimento de exigências regulatórias.

Durante a apresentação, foram destacados cases reais de transformação digital em setores como varejo e óleo e gás, com ganhos expressivos em eficiência. Entre os resultados apresentados, estão a redução de 90% no tempo de pesquisa em bases públicas para homologação de fornecedores e a descentralização de mais de 6 mil processos de compras por meio de automação e inteligência de dados.

Além da presença na programação de conteúdo, a Nashai também foi destaque na área de exposição com a apresentação do SYM Supply, plataforma que centraliza dados da cadeia de fornecimento, automatiza processos críticos e amplia o nível de governança das organizações. A ferramenta já administra bilhões de reais em contratos no Brasil e vem se consolidando como aliada para empresas que buscam maturidade digital no procurement.

Presença no Inbrasc Connect reforça estratégia da Nashai no Rio de Janeiro

A participação no Inbrasc Connect integra a estratégia da Nashai de se aproximar ainda mais dos clientes no estado do Rio de Janeiro. Esse movimento teve início em fevereiro deste ano, com a inauguração da nova unidade de negócios na capital fluminense. A presença no evento reforça esse posicionamento, fortalecendo o relacionamento com empresas locais e ampliando o suporte a projetos regionais.

“Estar presente no Rio de Janeiro significa compreender de perto os desafios e necessidades desse mercado estratégico, oferecendo soluções mais alinhadas à realidade das empresas locais”, afirmou Fernanda Delboni.

Com soluções robustas e presença regional fortalecida, a Nashai segue ampliando seu impacto no mercado, apoiando empresas na conquista de mais eficiência operacional e maturidade digital em seus processos de compras e gestão de fornecedores.

Nascar Brasil – Nick Monteiro Encerra A Quarta Etapa Em Tarumã Dentro Do Top 10.

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Nascar Brasil – Nick Monteiro Encerra A Quarta Etapa Em Tarumã Dentro Do Top 10.

O jovem de 19 anos da MX Vogel disputou a quarta etapa do campeonato, conquistou P7 e marcou mais oito pontos na geral.

Nick Monteiro tem apenas 19 anos, mas já é um piloto bastante experiente. Apesar da pouca idade, ele administra dois campeonatos bem diferentes, conciliando sua agenda entre o campeonato do USF Pro 2000 nos Estados Unidos e a Nascar Brasil, onde disputa sua segunda temporada consecutiva.

Nick é natural de Pembroke Pines, cidade da Flórida (EUA) e corre com licença norte-americana. Iniciou sua carreira no kart, passou pela Fórmula 4 Brasil em 2022 e em 2023 fez a migração para o automobilismo americano com a equipe DEForce na USF Pro.

Hoje na Nascar Brasil, Monteiro disputa o campeonato com um Ford Mustang #9 pela equipe MX Vogel e é patrocinado pela PegCard.

Neste último fim de semana. Nick correu a quarta etapa da Nascar Brasil em Tarumã, na cidade de Viamão (RS). Na primeira prova largou da 14ª posição e chegou em sétimo lugar, marcando oito pontos na classificação geral.

Nick Monteiro tem como coach o experiente Beto Monteiro, que apesar do mesmo sobrenome não são parentes. Nick sai de Tarumã e já embarca para os Estados Unidos para disputar as rodadas 10, 11 e 12 do USF Pro 2000 no circuito de Road America, em Wisconsin.

Assessoria de Imprensa: Spot Mediatech

Contato: Andrea Amadeo

[email protected]

Siga Nick Monteiro no Instagram: @nickmonteiro09

Copa Truck Petrobras – Beto Monteiro Dá Show De Pilotagem E Com Muita Ousadia Conquista Pódio Em Tarumã

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Piloto da R9 Competições largou em terceiro na quarta etapa da temporada, terminou entre os cinco primeiros nas duas provas e seu Meteor #88 PegCard foi o Volkswagen mais rápido da corrida 2.

O domingo (15) recebeu duas corridas de tirar o fôlego e o chapéu para vários pilotos. Em alguns momentos foi possível ver três caminhões lado a lado na pista. A quarta etapa do campeonato 2025 da Copa Truck Petrobras, que aconteceu no sul do País, na cidade de Viamão (RS), viu todos os tipos de condições climáticas. Mas foi com pista molhada que os caminhões se classificaram para o grid de largada no circuito de 3.045 metros.

O bicampeão Beto Monteiro chegou à Tarumã acelerando e garantiu P4 na primeira sessão se treinos livres na sexta-feira (13), o Meteor mais rápido da rodada. No sábado, por pouco não chega à pole, com os poucos décimos de diferença que o colocaram na terceira posição do grid de largada.

Na corrida 1, o pernambucano largou com a faca nos dentes e, embora tenha perdido a terceira posição pouco após a largada, sustentou o P4 desde então até o fim, segurando nomes importantes com um verdadeiro show de manobras.

Na segunda prova e com o grid invertido dos oito primeiros colocados da prova anterior, Beto largou em quarto. Em uma corrida bem disputada e cheia de fortes emoções, o piloto de 49 anos do Meteor #88 foi protagonista de uma linda briga pelo segundo lugar, até uma intervenção do safety-truck. Beto acabou caindo para quarto, sendo o primeiro Volkswagen atrás de um trio de Iveco, e assim se segurou até o final da corrida, que foi interrompida por um incidente que apesar de assustador, não teve nada sério.

“Tarumã é uma pista difícil de ultrapassar, por mais que você tente. Mas tô feliz, o caminhão estava muito bom, deu pódio e eu consegui pontuar no campeonato.”

Mais tarde, a direção de prova anunciou a punição de Leando Totti, o segundo colocado, fazendo com que automaticamente Beto Monteiro subisse à terceira posição, deixando a quarta etapa com 30 pontos na conta. O pernambucano deixa Tarumã com 81 pontos, no sétimo lugar da geral e já se prepara para a próxima rodada, que será em Cascavel no dia 13 de julho.

Confira abaixo os resultados das duas corridas.

 

Corrida 1

1º – Raphael Abbate (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), 15 voltas em 27min37s012

2º – Leandro Totti (Vannucci Racing/Iveco), a 0s687

3º – Felipe Giaffone (R9 Competições/Volkswagen), a 4s346

4º – Beto Monteiro (R9 Competições/Volkswagen), a 5s300

5º – Evandro Camargo (PP Motorsport/Mercedes-Benz), a 7s059

6º – Wellington Cirino (Iveco Usual Racing/Iveco), a 7s870

7º – Jaidson Zini (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 8s483

8º – Felipe Tozzo (Dakar Motorsport/Iveco), a 9s678

9º – Danilo Alamini (R9 Competições/Volkswagen), a 13s898

10º – André Marques (R9 Competições/Volkswagen), a 14s631

11º – Danilo Dirani (Iveco Usual Racing/Iveco), a 15s687

12º – Fabio Fogaça (DMais Motorsport/Mercedes-Benz), a 18s083

13º – Thiago Rizzo (R9 Competições/Volkswagen), a 18s553

14º – Victor Franzoni (Tiger Team Race/Mercedes-Benz), a 19s537

15º – Débora Rodrigues (R9 Competições/Volkswagen), a 20s808

16º – Roberval Andrade (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 24s600

17º – Adalberto Jardim (AJ5 Eco Sports/Mercedes-Benz), a 41s503

18º – Paulo Salustiano (R9 Competições/Volkswagen), a 4 voltas

Não completaram

Alberto Cattucci (Tiger Team Race/Mercedes-Benz), a 6 voltas

Pedro Paulo Fernandes (PP Motorsport/Mercedes-Benz), a 8 voltas

Bia Figueiredo (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), não largou

Corrida 2

1º – Wellington Cirino (Iveco Usual Racing/Iveco), 8 voltas em 16min34s834

2º – Felipe Tozzo (Dakar Motorsport/Iveco), a 1s386

3º – Beto Monteiro (R9 Competições/Volkswagen), a 1s863

4º – Evandro Camargo (PP Motorsport/Mercedes-Benz), a 2s570

5º – Jaidson Zini (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 2s848

6º – Felipe Giaffone (R9 Competições/Volkswagen), a 3s668

7º – Raphael Abbate (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 4s002

8º – Danilo Alamini (R9 Competições/Volkswagen), a 4s194

9º – Danilo Dirani (Iveco Usual Racing/Iveco), a 4s632

10º – Fabio Fogaça (DMais Motorsport/Mercedes-Benz), a 4s964

11º – Paulo Salustiano (R9 Competições/Volkswagen), a 5s530

12º – Roberval Andrade (ASG Motorsport/Mercedes-Benz), a 5s544

13º – Victor Franzoni (Tiger Team Race/Mercedes-Benz), a 6s260

14º – Leandro Totti (Vannucci Racing/Iveco), a 6s512*

15º – Thiago Rizzo (R9 Competições/Volkswagen), a 6s789

16º – André Marques (R9 Competições/Volkswagen), a 7s133

17º – Adalberto Jardim (AJ5 Eco Sports/Mercedes-Benz), a 8s087

18º – Alberto Cattucci (Tiger Team Race/Mercedes-Benz), a 8s899

19º – Débora Rodrigues (R9 Competições/Volkswagen), a 9s281

Não completou

Pedro Paulo Fernandes (PP Motorsport/Mercedes-Benz), a 4 voltas

Classificação do campeonato*

1º Raphael Abbate, 121 pontos

2º Felipe Giaffone, 120

3º Leandro Totti, 105

4º Wellington Cirino, 97

5º André Marques, 89

6º Danilo Dirani, 87

7º Beto Monteiro, 81

8º Jaidson Zini, 69

9º Roberval Andrade, 63

10º Danilo Alamini, 56

11º Evandro Camargo, 54

12º Bia Figueiredo, 50

13º Pedro Paulo Fernandes, 36

14º Victor Franzoni, 35

15º Felipe Tozzo, 33

16º Alberto Cattucci, 32

17º Fabio Fogaça, 28

18º Luiz Lopes, 27

19º Débora Rodrigues, 27

20º Paulo Salustiano, 22

21º Thiago Rizzo, 20

22º Adalberto Jardim, 1

*pontuação extraoficial

Assessoria de Imprensa: Spot Mediatech

Contato: Andrea Amadeo

[email protected]

Siga Beto Monteiro: @betomonteiro88

A Queda Do Cold Call? Como A Geração Z Está Redefinindo O Contato Comercial Nas Empresas

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A Queda Do Cold Call? Como A Geração Z Está Redefinindo O Contato Comercial Nas Empresas

Com a ascensão de jovens gestores, abordagens comerciais tradicionais perdem espaço para interações digitais mais personalizadas

A transformação geracional nas lideranças corporativas está remodelando as estratégias de prospecção comercial. A Geração Z, composta por profissionais nascidos entre meados dos anos 1990 e 2010, está assumindo posições decisórias e trazendo consigo novas preferências de comunicação. Nesse contexto, métodos tradicionais como o cold call enfrentam desafios significativos.

Dados recentes indicam que a taxa média de sucesso de cold calls em 2025 caiu para 2,3%, quase metade do registrado em 2024 . Além disso, a Geração Z demonstra uma clara preferência por canais digitais: mais de 70% dos jovens profissionais optam por se comunicar por meio de plataformas digitais, como mensagens instantâneas e redes sociais, em vez de ligações telefônicas.

O LinkedIn destaca-se como uma das plataformas preferidas por essa geração para networking profissional. Estudos mostram que membros da Geração Z estão expandindo suas redes de contatos no LinkedIn a uma taxa superior à de outras gerações, com um aumento de 28,7% nas conexões mensais em comparação com os millennials . Essa tendência reflete a busca por interações mais autênticas e alinhadas aos valores pessoais e profissionais desses jovens líderes.

Para empresas que desejam se conectar eficazmente com a Geração Z, é fundamental adaptar suas abordagens comerciais. Isso inclui o uso de mensagens personalizadas, conteúdo relevante e interações que respeitem o tempo e as preferências desse público. A personalização e a autenticidade tornaram-se elementos-chave para estabelecer relacionamentos comerciais duradouros com essa nova geração de decisores.

A Valure, atenta a essas mudanças no comportamento do consumidor corporativo, oferece soluções que auxiliam empresas a modernizar suas estratégias de prospecção. Com ferramentas que priorizam a personalização e o engajamento digital, apoiando organizações na construção de relacionamentos comerciais mais eficazes e alinhados às expectativas da Geração Z. Ao compreender e atender às novas dinâmicas de comunicação, posicionando assim seus clientes na vanguarda das práticas comerciais contemporâneas.

Após Somente Três Dias De Descanso, Beto Monteiro Entra Em Ação Na Etapa De Turismo Nacional Com Três Horas De Duração.

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Após Somente Três Dias De Descanso, Beto Monteiro Entra Em Ação Na Etapa De Turismo Nacional Com Três Horas De Duração.

Piloto pernambucano encara o desafio de disputar prova de longa duração ao lado de Marcel Jorand, em Cascavel.

O primeiro cenário da história da modalidade Turismo Nacional foi o Autódromo Internacional ZIlmar Beux, em Cascavel (PR), em maio de 2017. Em 2025, o calendário faz uma parada no mesmo local para que os carros mais vendidos do Brasil disputem, pela primeira vez, uma prova no formato Endurance, no tão conhecido circuito de 3.058 metros no sul do Brasil. O grid formado por 36 carros inscritos chama a atenção pela presença de pilotos do alto escalão do automobilismo mundial.

Beto Monteiro, que leva em seu currículo uma quantidade notória de vitórias e múltiplos títulos com os caminhões, é uma dessas estrelas. Com a experiência de já ter disputado mais de 40 corridas na BRB Stock Car Pro Series e outras tantas na Nascar e Nascar Brasil, Beto dessa vez divide o Hyundai HB20 #16 com o fluminense Marcel Jorand e a dupla disputa a corrida de três horas pela equipe GRacing.

Além da prova Endurance, o cronograma da Turismo Nacional também vai trazer duas corridas no formato sprint para repor as provas que ficaram em aberto na primeira etapa do campeonato, em Interlagos, no início de maio.

As atividades começam na quinta-feira (22), com os três treinos extras programados. A sexta-feira (23) conta com os treinos livres, com duração de 30 minutos e a sessão classificatória que define o grid de largada da etapa Endurance. A prova longa está marcada para o sábado (24), às 10h00 (horário de Brasília), com três horas mais uma volta de duração.

No sábado às 16h10, os pilotos titulares voltam à pista cascavelense para definir as posições de largada da primeira corrida sprint que acontecerá no domingo, às 10h15, e que tem duração de 18 minutos mais 1 volta. Em seguida, a segunda prova sprint se inicia no mesmo formato da primeira, sendo a última atividade da Turismo Nacional e dando lugar à largada da BRB Stock Car Pro Series.

Transmissão: ao vivo pelo canal da categoria no YouTube e pelo canal BandSports.

Programação em Cascavel

 Quinta-feira, 22 de maio

 11h00 – Turismo Nacional – Treino Extra 1

 12h25 – BRB Stock Car Pro Series – Treino Extra 1

 14h00 – Turismo Nacional – Treino Extra 2

 15h25 – BRB Stock Car Pro Series – Treino Extra 2

 17h00 – Turismo Nacional – Treino Extra 2

Sexta-feira, 23 de maio

 09h00 – Turismo Nacional – Treino Livre 1

 09h40 – BRB Stock Car Pro Series – Shakedown

 11h40 – Turismo Nacional – Treino Livre 2

 12h20 – BRB Stock Car Pro Series – Treino Livre 1

 14h00 – Turismo Nacional – Treino Livre 3

 15h00 – BRB Stock Car Pro Series – Treino Livre 2

 16h15 – Turismo Nacional – Classificação Endurance

Sábado, 24 de maio de 2025

 08h30 – BRB Stock Car Pro Series – Classificação

 10h00 – Turismo Nacional – Corrida Endurance (3 horas + 1 volta)

 13h15 – Visitação aos Boxes

 15h10 – BRB Stock Car – Corrida Sprint (30 minutos + 1 volta)

 16h10 – Turismo Nacional – Classificação Sprint

Domingo, 25 de maio de 2025

 10h15 – Turismo Nacional – Corrida 1 – Sprint (18 minutos + 1 volta)

 10h45 – Turismo Nacional – Corrida 2 – Sprint (18 minutos + 1 volta)

 12h00 – Visitação aos Boxes

 14h10 – BRB Stock Car Pro Series – Corrida Principal (50 minutos + 1 volta)

O calendário da temporada 2025 da Turismo Nacional

 1ª etapa: 4 de maio, Interlagos (SP)

 2ª etapa: 25 de maio, Cascavel (PR)

 3ª etapa: 8 de junho, Velopark (RS)

 4ª etapa: 20 de julho, Velocitta (SP)

 5ª etapa: 7 de setembro, Cascavel (PR) – ou alternativa**

 6ª etapa: 26 de outubro, Rio Grande do Sul – ou alternativa**

 7ª etapa: 16 de novembro, Goiânia (GO)

 8ª etapa: 14 de dezembro, Interlagos (SP)

 

Assessoria de Imprensa: Spot Mediatech

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