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10 startups de construção civil para ficar de olho

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Startups na Construção Civil – Por Rodrigo Rincón. 

Que a construção civil é um segmento de grande atuação, as pessoas já sabem. Agora, você sabia que a tecnologia, e mais do que isso, a inovação está presente nesse setor?

Isso mesmo! No artigo de hoje vamos explorar quais são as startups que estão moldando o futuro da área. Mas, antes de irmos direto ao ponto, que tal saber um pouco sobre como funciona uma empresa de construção civil?

Como funciona uma empresa de Construção Civil?

Basicamente, a função de uma empresa desse segmento é projetar, executar e gerenciar de maneira eficiente os projetos propostos para as obras, como por exemplo: edifícios, viadutos, estradas, casas, pontes, canais e portos gerais.

Cabe a essas empresas também fazer todas as análises de prazos e custos necessários para o desenvolvimento do projeto. Elas podem atuar tanto no setor de indústrias quanto no de comércios. 

É necessário que as empresas desse segmento estejam registradas junto ao CREA — Conselho Regional de Engenharia e Agronomia — de sua região, sendo assim, é obrigatório que haja um profissional técnico com a habilitação fornecida pelo órgão. 

Para fazer um projeto, essas empresas devem seguir alguns passos, sendo todos fundamentais e importantes para a segurança e realização do serviço de forma mais eficaz. Os passos a serem seguidos são: levantamento topográfico, sondagem de solo, projeto de arquitetura, projeto de estrutura, projeto elétrico, projeto hidrossanitário e por fim, projeto de segurança. 

Contratar empresas de construção civil traz mais segurança e qualidade ao seu planejamento, isso porque elas trabalham com profissionais especializados que garantem a eficiência nos serviços prestados. Cada empresa dentro desse segmento tem uma atuação específica e cabe a você escolher qual está de acordo com o seu perfil e projeto. 

Construtora, incorporadora ou empreiteira? Você sabia que existem diferenças entre essas três empresas? Pois é! Cada uma possui uma função e definição específicas. Olha só:

Construtora

É uma empresa mais técnica, por assim dizer, ela é quem comanda a execução da mão de obra dos projetos. A compra de máquinas e equipamentos também é responsabilidade dessa empresa. Sua principal função é garantir que o projeto não tenha grandes problemas na estrutura, como por exemplo: rachaduras, irregularidades, infiltrações e imperfeições. Ela também deve garantir que o projeto seja realizado dentro do prazo estipulado.

Incorporadora 

É a empresa que coordena a contratação de uma construtora para que a obra ganhe vida e seja entregue dentro do prazo. Uma incorporadora tem a função de exercer várias atividades diferentes, mas todas voltadas ao mercado imobiliário. Ela estuda a possibilidade de um projeto dar certo ou não, indica como o negócio deve ser (multifamiliar ou misto) e coordena o projeto – que pode ser arquitetônico e construtivo. 

Fora todas essas atividades, uma incorporadora deve também realizar o seu registro em um cartório específico para o registro de imóveis e, assim, obter os documentos necessários para o alvará e licença de comercialização do negócio. 

Empreiteira 

Essa é uma empresa que, como as outras, é prestadora de serviços, mas nesse caso é contratada por uma construtora para a execução de determinadas áreas de um projeto. Como segue as diretrizes já determinadas pela construtora, esse tipo de empresa não necessita de um engenheiro ou arquiteto à frente da execução do serviço.

Não dá para definir qual delas é a melhor, ou mais indicada, tudo depende do seu objetivo. O ideal é que elas trabalhem em conjunto.

10 startups de construção civil para ficar de olho

Agora, vamos falar sobre as grandes startups desse segmento? Cada ano que se passa, surge uma novidade nesse mercado e quando falamos em inovação isso é ainda mais real. A tecnologia veio para ficar e é nisso que as startups abaixo acreditam, dado que cada uma oferece um serviço inovador e que ajuda — e muito — as grandes empresas de construção.

Conheça melhor cada uma delas:

  • Construct App: eleita como uma das mais inovadoras, essa startup tem como objetivo principal unir o canteiro de obras com o escritório. Tanto no aplicativo quanto na web, as empresas podem acompanhar toda a execução de um projeto e mais do que isso, podem fazer em tempo real uma vistoria de qualidade, registros fotográficos, comparar as informações de produtividade dos projetos e também dos funcionários.

  • Buildin: startup considerada um portal educacional. Nele as empresas podem encontrar diversos materiais, atualizados diariamente, com todas as informações desse mercado. Fora os materiais disponíveis, o portal oferece eventos com especialistas de todo o Brasil.

  • Benvenuto: uma imobiliária online que tem como objetivo oferecer uma maneira nova para a compra e venda dos imóveis. Cada venda é personalizada de acordo com o imóvel que foi cadastrado na plataforma. Nela também pode ser indicado o tipo perfeito de comprador. 

  • Viva Decora: é uma startup do site VivaReal, nele você encontra diversas dicas de decoração, reforma, arquitetura e design de interiores.

  • OrçaFascio: essa startup trabalha com um software que elabora de maneira simplificada os orçamentos para as obras. Para as empresas isso facilita muito na hora de planejar os projetos.

  • OFCDesk: mais uma que trabalha com um software com o objetivo de facilitar o dia a dia dos profissionais desse mercado. Eles são especializados em soluções tecnológicas, voltadas para CAD e BIM.

  • NetResíduos: como o próprio nome sugere, o foco principal dessa startup é gerenciar os resíduos na construção civil, simples assim!

  • Contraktor: essa startup oferece para as empresas uma maneira mais ágil de gerir a documentação dos negócios. O sistema oferece tudo o que existe de mais moderno, desde assinatura eletrônica até o monitoramento de contratos. 

  • Indica Obra: um portal voltado para as empresas e profissionais que prestam e buscam serviços de maneira rápida. Nele as empresas encontram os fornecedores e profissionais ideais para cada necessidade. 

  • Habitíssimo: essa é uma startup que conecta clientes e empresas prestadoras de serviços específicos — manutenção, reforma, decoração e até mesmo construção. Os orçamentos são feitos de forma grátis.

A construção civil vem crescendo cada vez mais com a ajuda da inovação e tecnologia, para os profissionais que atuam nesse mercado é essencial estar sempre atento e informado sobre as novidades que chegam a todo momento.

Sobre o autor: Rodrigo Rincón, profissional que atua na área de engenharia civil há 10 anos e hoje usa todo o seu conhecimento para contribuir em blogs e portais. Trazendo a estudantes e profissionais do segmento tópicos como sustentabilidade, gestão, tecnologia e inovação.

Pratos italianos: 5 opções diferentes

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A Comida Italiana

A gastronomia italiana conquistou poeticamente os mais exigentes paladares, com seus pratos italianos, à base de suas combinações incríveis.

Conheça neste artigo um pouco mais sobre essa apaixonante gastronomia. Se aprofunde nos pratos típicos e saiba em que ocasião são recomendados. 

O que você precisa saber a Gastronomia Italiana

Certamente essa culinária não nos conquistou apenas pelas pizzas. O cuidado e preparo dos italianos com os pratos, envolve também muitas combinações de temperos que dão um toque especial. 

Uma característica desta culinária, é que os pratos são servidos com um movimento decrescente, onde a quantidade de porção do prato diminui de acordo com os seguintes que vão sendo servidos. Ou seja, a entrada é uma porção muito bem servida. 

Geralmente os ingredientes selecionados na preparação dos pratos italianos possuem sabores marcantes para deixar seu toque profundo em cada variação de prato servido.

Não é preciso malabarismos nem muitos ingredientes para se dedicar à gastronomia italiana. Porém, saber preparar uma boa massa e um risoto é a base para se criar muitos pratos italianos incríveis, junto a tomates, bons queijos e alguns temperos naturais.

Um exemplo de receita com um toque clássico e poucos ingredientes é o molho pesto de Gênova, onde seu preparo se baseia em alho, pinoli (castanhas), manjericão, azeite e, claro, queijo.

Em relação a quantidade de pratos servidos em um jantar italiano, isso varia muito conforme as características culinárias de cada região da Itália. Por exemplo, quantidades de quatro a cinco pratos italianos são mais raros e reservados a um jantar de longa duração, como o Natal.

Atualmente, o mais comum é servir a entrada, prato principal, acompanhamento e café, finalizando com a tradicional característica italiana. Em jantares informais, é de costume bebericar um licor como digestivo, após o café servido.

Pratos Italianos: 5 opções diferentes

Não só de massa é feito um jantar italiano. Confira 5 opções diferentes que selecionamos para você conhecer um pouco mais, além da famosa pizza.

1.Risotto

Prato italiano muito comum, leva como principal ingrediente o arroz arbóreo. O tempo médio de preparo é de 45 minutos. A ocasião recomendada para servi-lo vai de um almoço a um apetitoso jantar.  

2. Polpettone

Podem ser fritos para servir como aperitivo em um jantar ou com molho, para acompanhar as massas em um almoço. Seu principal ingrediente é a carne moída. O tempo de preparo varia como será servido, mas em média pode-se preparar em 30 minutos.

3. Polenta

Prato muito comum no dia a dia na Itália. De fácil e rápido preparo (em média leva 30 minutos), o fubá é seu principal ingrediente. Versátil, o comum é servir com molho “à bolonhesa”. Acompanha muito bem um almoço ou jantar.

4.Tiramisù

Neste doce, encontra-se uma curiosidade: seu nome significa “levanta-me” em vêneto, uma língua românica, devido seu alto teor energético do seu principal ingrediente, que é o biscoito champanhe banhado em café. Seu tempo de preparo leva um pouco mais que 2h. Recomenda-se esta sobremesa para um cardápio de almoço.

5. Struffoli

Delicioso doce regado com mel, encontrado nas padarias italianas na época do Natal, principalmente em Nápoles. Leva como principal ingrediente farinha de trigo. Preparo em torno de 1 hora.  

Não à toa os pratos italianos são como poesia aos paladares dos que os provam. 

Muitas pessoas que gostam de cozinhar e preparar pratos diferentes se deixam encantar pelos prazeres desta culinária, como Priscilla Levinsohn, que é uma devota fiel à culinária italiana

Uma tradição ainda muito viva na Itália é passar receitas de família com carinho para as gerações que vão chegando. Por isso, se você tem algum parente com raízes na Itália vale a pena conferir algumas dicas especiais e originais da região.

Como os engenheiros civis podem criar valor social?

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Engenharia Civil e Valor Social no Mercado de Trabalho – Por Rodrigo Rincón.

Os engenheiros civis têm diversas vantagens no mercado, pois podem trabalhar em várias obras, seguindo os protocolos de segurança e qualidade. Contudo, devido ao cenário atual, há um grande desafio: criar projetos de infraestrutura que visam valor social para contribuir com a recuperação econômica local.

Nesse sentido, todas as obras têm o objetivo de atender às exigências impostas pelo mercado e pelos clientes, mas quando se trata de projetos que atendem serviços prestados à comunidade, é fundamental considerar ações que trarão bem-estar e benefícios sociais.

Para você entender o que é preciso fazer, neste post, vamos falar mais sobre a criação de valor social na engenharia civil. Acompanhe!

O que são Valores Sociais?

Trata-se de algumas normas e princípios aplicados para que pessoas do mesmo grupo social consigam viver juntas. Logo, esses valores as orientam para que a vida comunitária seja possível.

Nesse contexto, os valores sociais acabam tendo a função de educar os indivíduos, com o objetivo de valorizar a coletividade, porém sem esquecer dos interesses próprios. Com isso, é possível criar o bem comum, promovendo mais segurança às pessoas. 

Mas vale ressaltar que esses valores são definidos através do tempo e da cultura. Assim, eles não são fixos, e sim construídos histórica e culturalmente, podendo se alterar dependendo do lugar. 

Aqui, o intuito é fazer com que o sujeito seja orientado desde o nascimento a se comportar, falar, agir e pensar, aprendendo como se comportar em sociedade. Dessa forma, o que comanda a vida social é um conjunto de valores.

Para tanto, existem alguns exemplos de valores sociais, tais como:

  • trabalho: oferecendo oportunidades para que indivíduos possam ter funções e suprir as próprias necessidades;
  • respeitos às leis: que garantem uma relação civilizada entre as pessoas, gerando, também, respeito aos indivíduos;
  • solidariedade: quando cada membro da comunidade cuida e coopera com o outro, promovendo convívio coletivo.

Mas além dos valores sociais, há valores morais, que são outros princípios que visam determinar o comportamento do indivíduo e sua interação com as demais pessoas. Assim, ocorre a criação do que é certo ou errado na sociedade. Esses valores tendem a gerar uma relação mais justa e harmoniosa.

Geralmente, eles são passados nos primeiros anos de vida, por meio das relações familiares, escolares e sociais. Contudo, ao longo do tempo, devido às observações que surgem sobre a vida e as experiências adquiridas, a pessoa vai aperfeiçoando e construindo novos valores.

Desse modo, além do que aprendeu na infância, o sujeito pode formar outros princípios de valores morais a partir da própria vida.

Alguns exemplos de valores morais são: honestidade, empatia, responsabilidade, lealdade, liberdade, altruísmo, gratidão, disciplina, fidelidade, coragem, paciência, perseverança e respeito ao próximo.

Como os Engenheiros Civis Podem Criar Valor Social?

Mesmo que os valores sociais sejam importantes para promover a vida das pessoas dentro de um mesmo grupo, os serviços oferecidos para a sociedade também devem ser orientados por esses valores, especialmente os da Engenharia Civil

Investir no Projeto Certo

Sabemos que um profissional sempre busca por investimentos que sejam favoráveis para o seu negócio, mas engenheiros civis devem ser ainda mais criteriosos, pois é preciso explorar soluções alternativas que não valorizem o projeto, e sim atendam às necessidades da comunidade. Além disso, é importante que projetos de infraestrutura maximizem os benefícios sociais.

Visão Ampla

Outro ponto fundamental é adotar uma visão ampla sobre o assunto. Assim, todos os envolvidos entendem que não basta apenas criar oportunidades de empregos, estágios e PMEs no período da construção, e sim que é preciso ir além. 

Nesse sentido, os engenheiros devem pensar sobre como os serviços prestados podem melhorar a vida da população local e trazer vantagens para a cidade.

Valor Social em Todas Etapas

O valor social deve estar presente em todas as etapas. Uma vez que a entrega por meio de aquisição pode ocasionar perdas se as oportunidades para criar benefícios upstream e downstream não estejam de fácil entendimento.

Por isso, o relatório de pesquisa define as etapas e preenche qualquer lacuna que ainda exista na implementação entre objetivos políticos organizacionais e a entrega da obra.

Intervenções de Valor Social

Intervenções de valor social atendem necessidades específicas do local e trazem benefícios para a sociedade, contribuindo para a construção de vilas, cidades e outras infraestruturas importantes para o desenvolvimento e preservação.

Mas para isso, é importante conduzir uma análise das necessidades da região e observar o limite do projeto, incluindo envolvimento amplo das partes interessadas na obra.

Os engenheiros civis têm obrigação de criar serviços que observem as normas e princípios de valores sociais para que a relação entre indivíduos, profissionais, ambiente e sociedade seja a melhor possível.

Sobre o autor: Rodrigo Godoi Rincón é engenheiro civil há mais de 10 anos e hoje escreve conteúdo na internet para divulgar novidades da área, como tecnologia e modelos de negócios, além de focar na segurança do trabalho e nas formas de inserir a sustentabilidade no cotidiano dos profissionais do segmento.

As Maiores Obras de Engenharia Civil no Brasil

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Grandes obras de Engenharia Civil no Brasil – Por Rodrigo Rincón

No Brasil, é possível ver grandes obras da engenharia civil que dão notoriedade para o local, trazendo desenvolvimento e inovação para o país. Por esse motivo, existem diversos profissionais do ramo, para que todos os projetos possam ser realizados com a máxima qualidade e segurança.

Mas para que a obra fique adequada, seguindo todos os procedimentos de segurança, é necessário estabelecer um planejamento completo, contratar mão de obra qualificada e gerenciar todos os processos.

Neste post, vamos mostrar as maiores obras de engenharia civil no Brasil que trazem vantagens para sociedade. Confira!

Como Funciona um Projeto de Engenharia Civil?

O projeto de engenharia civil deve começar no momento em que o planejamento está sendo posto no papel e que as primeiras decisões acontecem. Depois, no processo de execução, é importante que o responsável pela obra trabalhe junto à equipe, gerenciando cada etapa da construção.

Além disso, o planejamento da obra deve ser o mais detalhado possível, para garantir que os profissionais sigam o que foi planejado sem nenhuma dificuldade, contendo descrições das ações de cada fase.

Assim, há algumas etapas fundamentais de um projeto de Engenharia Civil, tais como:

  • planejamento: quando acontece a organização e elaboração da execução e do orçamento, além da programação da obra;
  • viabilidade econômica: apresenta o momento necessário para o investimento, identificando as variáveis que podem ocorrer;
  • orçamento da obra: sendo uma ferramenta essencial, pois contribui para compreender as questões econômicas, respeitando a programação e o cronograma já estruturado;
  • elaboração do projeto: para seguir com a obra é fundamental ter em mãos o projeto estrutural e os complementares. Só assim, é possível garantir um trabalho de qualidade e seguro;
  • projeto arquitetônico: onde ocorre a concretização da ideia. É a partir desse projeto que se consegue estudar as maneiras mais adequadas para atender às necessidades dos usuários e resolver problemas que possam surgir ao longo do processo;
  • execução da obra: exige muita dedicação dos trabalhadores para que as etapas sejam concluídas conforme o planejamento, respeitando as necessidades do usuário e os prazos previamente estabelecidos.

Por fim, para a contratação de profissionais ou empresas da área da construção civil, o contratante busca por equipes especializadas que possam atender às exigências do mercado, dando destaque e qualidade à obra. 

Além disso, é comum visar a segurança das pessoas que terão acesso à obra finalizada. Por isso, nada melhor que contar com o suporte e trabalho de quem conhece bem o setor.

Outro fator que pode levar à contratação do serviço é o valor da obra, que pode variar, mas, em média, é calculado que o trabalho fique em torno de R$ 1.400,00/m².

Quais as Maiores Obras de Engenharia Civil no Brasil?

Existem algumas obras que ganharam destaque no Brasil. Conheça-as agora!

Edifício Millennium Palace

Localizado em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, contendo 46 andares em 177 m². Um gigante que foi construído em 2014, ganhando o título de prédio mais alto do país. Sua fachada tem 1800 m², tendo um design luxuoso e clássico.

Além disso, cada andar tem apenas um apartamento, com piscina privativa, custando cerca de 10 milhões de reais. Ainda, fica em frente à praia, dando mais valorização para o imóvel.

A obra foi de responsabilidade da FG Empreendimentos, tendo como coordenadora de arquitetura, Suelen Artuso.

Cidade Administrativa de Minas Gerais

Situada em Belo Horizonte, a obra foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sendo inaugurada em 2010. O projeto conta com 6 edifícios, tendo o maior prédio de concreto suspenso do mundo.

Com uma área de 270 mil m², a Cidade Administrativa consegue abrigar praças, restaurantes, secretarias do estado, auditórios, centro de convivência e heliporto.

Ademais, essa obra também tem sensores fotossensíveis em todos os edifícios, sistema de esgoto que reduz o consumo de água e coleta seletiva, além de possibilitar fácil acessibilidade.

Ponte Rio-Niterói (Rio de Janeiro)

A famosa ponte Rio-Niterói foi construída em 1974 e tem 13,29 km de comprimento com 72 metros de altura, sendo idealizada pelo arquiteto Mário Andreazza. A ponte fica na Baía de Guanabara (RJ) e é considerada a 6ª maior ponte de concreto do mundo e a maior do Hemisfério Sul. 

Na estrutura, é possível verificar 2.150 km de cabos que estão presentes ao longo da ponte e um vão de viga de 300 metros de altura. Ainda, para sua construção, foi preciso perfurar o subsolo oceânico até encontrar um terreno rochoso que fosse capaz de suportar o peso da obra.

Usina Hidrelétrica de Itaipu

Essa usina fica em Foz do Iguaçu, no Paraná, e é considerada a segunda maior hidrelétrica do mundo. Ainda, é um projeto de Niemeyer e foi inaugurada em 1984, tendo seu gerenciamento compartilhado entre o Brasil e o Paraguai.

Para sua construção, foram usados 12.570.000 de concreto para formar 196 metros de altura, 1350 km de área alagada e quase 8 mil metros de comprimento. Ainda, foram usados 40 mil profissionais para a sua construção. Essa usina tem a capacidade de gerar 14 mil megawatts.

Projeto de Integração do Rio São Francisco

O maior projeto de infraestrutura do mundo é o de Integração do Rio São Francisco, sendo construído para levar água para 390 cidades do nordeste do Brasil. Nesse sentido, são mais de 12 milhões de pessoas beneficiadas com essa obra.

Além disso, é a maior obra hídrica do país, com previsão de 700 km de canais que atingem o norte e o leste da região. O projeto foi inaugurado em 2017, contendo 4 túneis, 14 aquedutos, 9 estações e 27 reservatórios.

Por fim, trata-se de uma obra do governo federal, com apoio do Ministério de Desenvolvimento Regional.

Viaduto 13 – Vespasiano Corrêa

Conhecido como Viaduto do Exército, ele fica no Rio Grande do Sul, sendo o mais alto das Américas e o terceiro mais alto do mundo. Para tanto, tem 143 metros de altura e 509 de extensão.

Ainda, foi inaugurado em 1978 pelo Primeiro Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro e faz parte da Ferrovia do Trigo, conectando as cidades de Vespasiano Corrêa e Muçum. Suas fundações são sapata corrida, que ficam a 21 metros enterradas abaixo do nível do solo, com pilares construídos por 4 paredes de 80 cm de espessura.

Essas obras brasileiras de engenharia civil são consideradas inovadoras e trouxeram vantagens não apenas para o país, mas para a população, fornecendo melhorias tecnológicas e para a vida de todos.

Sobre o autor: Rodrigo Rincón atua na área de Engenharia Civil há 10 anos e, hoje, contribui para blogs e portais, trazendo a estudantes e profissionais do segmento tópicos como sustentabilidade, gestão, tecnologia e inovação.

Como funciona o Transporte Público no Rio de Janeiro?

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A Gestão do Transporte Público no Rio de Janeiro

O transporte público no Brasil é uma das pautas mais discutidas tanto pelo poder público, quanto pela população em geral. O que não é para menos, visto que, segundo o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), quase metade da população brasileira depende apenas do transporte público para se locomover dentro das cidades.

Diante da importância desse setor para o funcionamento da economia nacional, é plausível que ele esteja sempre envolvido em debates e sendo alvo de reclamações dos usuários. Como todos sabemos, o transporte público brasileiro ainda deixa muito a desejar e quando se trata do estado do Rio de Janeiro a coisa não é muito diferente.

O transporte falho no Rio de Janeiro

O transporte público no Rio de Janeiro é alvo de reclamações por parte dos usuários e não é à toa. Uma pesquisa realizada pela empresa americana Expert Market, revelou que o Rio de Janeiro está em último lugar entre mais de 70 cidades que tiveram seu transporte público avaliado. 

Outras cidades brasileiras também amargaram posições péssimas, como São Paulo e Salvador, mas o Rio de Janeiro levou a pior, ou melhor, a população que depende desses serviços, leva a pior, em casos como esse.

Para chegar a esse resultado, o instituto avaliou pontos como: a espera pelo transporte público, tempo de viagem, distância e custo mensal do transporte, levando em consideração o salário da população. O último quesito foi crucial para que o estado ficasse em último lugar, pois o transporte é caro e não combina com o valor médio recebido pela população.

Todos os fatores avaliados para se concluir o estudo demonstraram que a ineficiência do transporte público no Rio de Janeiro afeta diretamente a vida da população. O tempo médio de espera nos pontos de ônibus gira em torno dos 19 minutos, o tempo gasto dentro do transporte ultrapassa 1 hora e 30 minutos e a distância média entre a casa e o emprego das pessoas é de 12 quilômetros. Pontos que interferem diretamente na qualidade de vida das pessoas.

É preciso discutir os rumos do transporte público no Rio de Janeiro e no Brasil como um todo, não apenas da perspectiva de quem utiliza o modal como recurso, mas também de quem atua no setor há anos. Afinal, é algo presente no dia a dia das pessoas e motivo de muito estresse, levando em conta os dados acima citados.

Como melhorar a gestão do transporte público no Rio de Janeiro?

Boa parte da população não tem ciência disso, mas o preço cobrado pelas passagens ainda não é suficiente para bancar os custos do transporte público no Rio de Janeiro e em muitas outras cidades brasileiras. 

Infelizmente, quando o assunto é transporte coletivo os problemas estão envoltos em diversas questões estruturais e também históricas, como fica claro no projeto Pioneiros do Transporte.

Empresários e estudiosos do setor, como Jacob Barata Filho, destacam que a gestão atual está muito arraigada a decisões e estruturas mal decididas do passado. 

Muitos pontos precisam de investimentos como: combustível, manutenção dos veículos e salário dos funcionários. Desde os primeiros modelos de ônibus até os mais atuais, todos exigem manutenções e cuidados preventivos, o que não é barato quando se leva em consideração a quantidade de veículos que circulam pelo estado.

O transporte público é gerido pelo poder público, no entanto, está nas mãos de empresas privadas que têm essa licença concedida por meio de licitações. Ao longo do contrato, fica a cargo dessas empresas cuidar do transporte, entretanto, o poder público tem o papel de fiscal e deve garantir meios para que o transporte funcione (manutenção de pontos de ônibus e estradas) e também é responsável pelo valor das tarifas.

Para melhorar o transporte público para a população, é preciso:

  • Clareza no trajeto do ônibus: enquanto algumas ruas e avenidas têm diversos pontos de ônibus, outras têm apenas alguns. O ideal seria que as empresas de transporte, juntamente com as prefeituras, realizassem um estudo e pontuassem os locais com mais movimento e demanda de pontos. Assim, seria possível criar rotas mais eficientes, o que seria bom para as empresas e melhor ainda para a população.
  • Tecnologias: atualmente, empresas de transporte particular fazem uso de aplicativos e outras formas de tecnologia para estar em contato com seus clientes. Essa seria uma boa opção para o transporte público também, permitir que os passageiros acompanhem o trajeto do ônibus, saibam quando ocorrerão atrasos, onde houve acidentes etc. Também é possível utilizar os dados coletados pelos aplicativos para planejar rotas mais eficazes, o que facilita o trabalho das empresas.
  • Motoristas prudentes e envolvidos: um dos pontos principais do transporte público é o condutor. É preciso monitorar a qualidade dos serviços prestados pelos motoristas, incentivar o serviço de qualidade e incentivar a segurança e a prudência durante os trajetos.
  • Gestão transparente: a melhor forma de encontrar soluções para os problemas relacionados ao transporte público é através de uma gestão eficiente, mas acima de tudo, transparente. Estar disposto a reconhecer erros e aberto a novas soluções é fundamental para melhorar o caos que se instaurou no transporte do Rio de Janeiro.

Os desafios para tornar o transporte público mais eficaz e confortável são gigantes. Mas é preciso dar os primeiros passos para superar os números desastrosos que rondam esse quesito nas cidades brasileiras.

Como meditar para ser uma pessoa melhor?

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Meditação Diária

Sabia que a meditação pode melhorar a sua rotina? Confira neste conteúdo algumas dicas de como meditar e mudar sua mente e corpo. 

Benefícios da meditação 

Produzir a todo momento é o novo normal, apesar de não ser saudável. É nesse momento que a técnica milenar da meditação surge, ou melhor, ressurge como uma alternativa ao caos em que nos encontramos. 

Temos aquela imagem emblemática de filmes e desenhos que a meditação se baseia em uma posição das pernas cruzadas e uma breve levitação. Entretanto, meditar é uma técnica muito mais complexa. 

A prática de meditação começa a aparecer com as civilizações chinesas e indianas— apesar de não haver uma datação exata. Esses povos antigos já praticavam essa e outras medicinas alternativas. A palavra meditar é derivada do latim meditare que significa ‘voltar-se para o centro’.

As práticas de meditação tem diversas formas de acontecer, métodos e significados, mas no fundo a técnica permanece a mesma e pode ser praticada sozinha ou com grupos. A melhor característica dessa técnica é que não tem contra indicações. 

Atualmente, é possível praticar meditação guiada. Vários aplicativos de streaming disponibilizam áudios e vídeos de profissionais da área que ensinam como meditar e permitem que os usuários façam junto — com palavras, com exercícios entre outras práticas possíveis. 

Como meditar para evoluir como pessoa? 

Cada pessoa possui um desafio em sua vida, uma dor que está precisando lidar. Por esta razão, existem diferentes tipos de meditação que podem auxiliar a lidar com as adversidades da vida. 

Confira a seguir alguns métodos praticados por povos orientais na antiguidade e que hoje se tornam cada vez mais populares no combate ao estresse e desafios. 

Mindfulness 

Ideal para melhorar a concentração também melhora a respiração e permite que as sensações físicas fiquem mais afloradas. Nesta prática, não há necessidade da entoação de mantras, sua realização envolve exercícios mentais e que podem durar até cinco minutos.

Transcendental

Com uma complexidade maior, esta prática tende a contribuir com o relaxamento, auxiliando pessoas que sofrem de doenças mentais como síndrome do pânico, ansiedade e depressão. Ela também é recomendada para pessoas que possuem hipertensão e doenças no sistema nervoso. 

Zazen  

Esta é a famosa meditação guiada. Um instrutor trabalha uma narrativa com o intuito de que o ouvinte comece a realizar a prática e seja conduzido a um outro estado de consciência, para analisar melhor seus sentimentos, sensações e tudo o que está “dentro” de si. 

Como meditar

A meditação pode ser praticada em qualquer lugar em que você se sentir tranquilo e em paz, entretanto, a dica é que seja um lugar calmo e silencioso. Afinal, o foco é ouvir os seus pensamentos e interior. 

Independente da modalidade, o ideal é estar sentado em um lugar confortável, com a coluna alinhada e reta. No começo, alguns pensamentos se farão presentes e você precisará “batalhar” com eles, mas ao longo da rotina a tendência é um melhor controle sobre sua mente. 

Comece prestando atenção na respiração, em como o ar entra, qual caminho ele percorre e por onde ele sai. Se acontecer uma distração, não tem problema, basta voltar ao pensamento inicial. 

Claudia Vieira Levinsohn, pratica meditação há mais de 30 anos e hoje sente quanto a técnica milenar mudou a sua vida, trazendo muito mais foco e tranquilidade. 

Por isso, comece hoje a praticar essa atividade que vai transformar sua vida.

Qual a visão de Frank Geyer Abubakir Unipar sobre as taxações?

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A Taxação de Dividendos – Por Frank Geyer Abubakir

No artigo “Taxação de dividendos: ônus sem bônus”, de Frank Geyer Abubakir Unipar, presidente do conselho da Unipar, o executivo começa afirmando que ninguém deseja pagar imposto mais alto. 

Mas que tanto ele quanto outras pessoas estariam dispostos a ter mais flexibilidade nesse campo se o modelo de tributação fosse mais transparente e coerente. 

Ao longo do artigo, ele discute a tributação de dividendos. Em relação à reforma tributária, Abubakir afirma que a alíquota que vem com essa mudança poderia chegar a 20% sobre os dividendos. O ponto do empresário no texto é que, atualmente, haveria uma falsa impressão de que esse dinheiro não sofre com tributação. 

O que são Dividendos?

Frank Geyer explica que os dividendos são parte do lucro da empresa que é dividido entre os acionistas e pode sofrer a ação dos impostos no momento da apuração ou da distribuição. De acordo com o Abubakir, o Brasil é adepto do primeiro modelo. 

O exemplo oferecido pelo industrial é de que, desde 1995, o país taxa 34% no lucro líquido, de modo que 25% fazem parte do imposto de renda e 9% da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). O argumento de Frank Geyer Abubakir é, portanto, de que esses 34% recaem sobre os dividendos, independentemente deles serem ou não distribuídos entre os sócios. 

O texto nos lembra que as organizações fazem a distribuição sobre o lucro líquido, ou seja, os dividendos já estariam taxados e essa seria uma das razões para a possibilidade de redução do IRPJ em 12,5 pontos. 

Com isso, Frank Geyer mostra que as alíquotas sobre o lucro seriam de 41,5%, ou seja, o aumento de, aproximadamente, 50% da maior alíquota, de 27,5%.

Para o empresário, isso se justificaria por conta do “estímulo ao investimento”, seguindo a lógica de que as organizações que mais investirem, também pagariam mais tributos. Ao mesmo tempo, Frank Geyer afirma que há contextos diversos. Para sustentar seu argumento, utiliza o exemplo de um prestador de serviço, que não teria “muito o que fazer em Capex, capital expenditure”. 

Por outro lado, o mesmo não aconteceria com a indústria, que utiliza o Capex. Assim, para o empresário as “expansões acontecem no ritmo da demanda do mercado”.

Mas Frank Geyer Abubakir relembra que esse tipo de situação não é uma realidade para algumas atividades há um bom tempo, por conta, por exemplo, da concorrência chinesa, com critérios diferentes dos brasileiros, assim como o câmbio baixo. 

O texto de Abubakir defende que a melhor opção seria tornar mais transparente a intenção de onerar os tomadores de risco, que, de acordo com o empresário, envolvem pessoas mais ricas que movimentam a economia, gerando oportunidades. Nesse cenário, Frank Geyer defende que as pessoas pagassem mais impostos para o Estado se isso significasse melhorar a vida dos brasileiros. 

Frank Geyer Abubakir defende um Estado mais focado 

Para Frank Geyer Abubakir, essa perspectiva não é apenas mais humana, mas também envolve entender que melhorar a vida das pessoas se relaciona ao aumento do poder de consumo da população. Para o empresário, o “ponto sólido” da proposta é “elevar o valor a partir do qual pessoas físicas pagam Imposto de Renda”, uma vez que os recursos financeiros teriam melhor destino na mão das pessoas do que na do Estado. De acordo com o artigo, isso poderia justificar a taxação sobre dividendos. 

Em relação a esse aspecto, o empresário acredita que a ideia de entregar mais dinheiro para o Estado deveria ser discutida. Para Frank Geyer, o “Estado não pode viver em função de si mesmo”.

Da mesma forma, Abubakir defende o equilíbrio na reforma administrativa, para que o Estado foque naquilo que importa, como saúde, alimentação, educação e segurança. Para Frank Geyer, isso garantiria que os que se arriscam mais ficassem em paz sabendo que os impostos que pagam estariam sendo bem direcionados, investidos em um sociedade mais justa e inclusiva. 

O texto ainda aponta para a conciliação entre funcionalismo e setor privado. De acordo com depoimentos de seus conhecidos que trabalham no serviço público, Frank Geyer acredita que as pessoas desse segmento enfrentam dificuldades para realizar mais, o que traria um certo desgosto e uma sensação de injustiça na hora de cobrar mais impostos, que estariam sendo mal administrados. A proposta de Abubakir é a de que o funcionalismo encarasse o setor privado como produtivo e não como inimigo.

A seguir, o artigo defende a simplificação do processo de tributação com o objetivo de reduzir custos, tendo em vista os altos recursos despendidos com burocracia atualmente. Para o empresário, essa proposta aumentaria a segurança jurídica, diminuindo custos. 

Assim, Frank Geyer acredita que mesmo que se tribute aqueles que correm mais riscos, isso deveria ser feito de forma aberta e coerente, valorizando os que contribuem.

Na opinião do industrial, há possibilidade de isso ser feito, conciliando interesses de maneira honesta. Mas, para isso, Frank Geyer Abubakir acredita que é necessário “sair da retórica” e chegar a um equilíbrio possível dentro do contexto atual. Ao finalizar o artigo, o empresário complementa seu ponto e afirma que não há problema em pagar impostos, haver regulamentações e fiscalizações nesse sentido, desde que o projeto seja claro e leve em conta as contribuições de cada um.

O que são Geotecnologias?

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Geotecnologias no Mundo – Por Rodrigo Rincón

O mundo está em constante transformação, assim, surgem diversas inovações que visam facilitar e melhorar os serviços oferecidos à sociedade. Por conta disso, muitas empresas que investem em tecnologia de ponta são criadas e usadas pelos mais diversos setores, por exemplo, na geotecnologia. 

A geotecnologia é um reflexo dessa transformação, já que veio trazendo vantagens nos mais variados trabalhos. Com isso, é possível que uma equipe faça a junção de suas funções, obtendo dados e informações importantes de forma mais segura e informatizada.

Para você entender melhor sobre o tema, neste post, vamos mostrar o que é geotecnologia e como ela é usada no mercado. Acompanhe!

O que são geotecnologias?

A geotecnologia é um termo que se refere ao conjunto de tecnologias usadas para fazer coletas e análise de informações geográficas. Logo, são ferramentas que investigam dados e geram soluções a partir da área geográfica de objetos e fenômenos.

Diferentemente do geoprocessamento, a geotecnologia tem um objetivo central: gerar, armazenar, atualizar, disseminar e exibir os dados que foram captados. Mas para isso, é necessário contar com técnicas específicas e profissionais qualificados que serão direcionados por coordenadas vinculadas a um sistema de referência.

Para fazer essa coleta, são necessários materiais e equipamentos, como receptores GNSS, sensores embarcados em satélites, VANT e aeronaves. Ainda, é preciso infraestrutura de tecnologia para informações, com software e hardware apropriados, algoritmos, aplicativos e profissionais que entendam de linguagem de programação.

Assim, a geotecnologia é aplicada para melhorar a qualidade dos serviços, aceleramento de obtenção de dados, informatização e eficiência.

Ademais, esse conceito pode ser aplicado em diversos setores, tais como:

  • construção civil, ao longo do processo de obra, desde os estudos iniciais e planejamento até a execução e a pós-obra, a geotecnologia pode contribuir com a qualidade do serviço e produtividade, focando também na redução de custos e de falhas;
  • agricultura, onde a geotecnologia pode ser aplicada em diferentes escalas, desde o imóvel até a propriedade rural, sejam em pequenas ou grandes áreas. Esse processo consegue levantar as informações precisamente para que a produção seja eficiente. A geotecnologia visa a área de produção, o relevo, a infestação de pragas e plantas daninhas, fertilidade dos solos e micrometeorologia. A partir daí, é possível programar a utilização de maquinário, lançamento de sementes e dosagem de insumos defensivos;
  • pecuária, visto que a geotecnologia possibilita a delimitação de polos de produção, além de identificar áreas aptas e inaptas para a criação de algumas espécies. Ainda, ajuda na análise de rotas que podem ser utilizadas para escoamento da produção e abastecimento de insumos.

Quais os principais tipos de geotecnologias no mercado?

A geotecnologia é a inovação que surgiu para ajudar profissionais a melhorar seu desempenho e os serviços utilizados para a comunidade. Mas existem diversos tipos de geotecnologias, confira as principais.

Topografia

A topografia é usada para estudos feitos por meio de medições para representar e descrever um determinado pedaço da superfície da Terra. Dessa forma, ela é aplicada em algumas pequenas áreas, sendo considerada uma fonte de dados espaciais. 

Assim, o profissional consegue obter detalhes do terreno, as variações altimétricas e planimétricas, dimensões e mapeamento, adquirindo os equipamentos certos para o trabalho. Logo, a topografia deve ser incluída na construção civil, já que fornece todos os dados para que a obra possa ocorrer sem nenhum prejuízo.

GNSS – Sistema de navegação global por satélite

O sistema de navegação global por satélite permite que o trabalhador consiga navegar e posicionar um determinado objeto, tendo como referência uma das mais diversas constelações de satélites de recobrimento global. Atualmente, existem diversos sistemas, como a NAVSTAR GPS e a GLONASS.

GPS – Sistema de posicionamento global

O sistema de posicionamento global nada mais é que um conjunto de satélites que ajuda a determinar a localização e o posicionamento de um receptor em qualquer lugar da Terra. Para o funcionamento do GPS, ele usa sinais de radiofrequência, um dispositivo que consegue determinar a distância em relação a, pelo menos, 4 satélites diferentes. 

Assim, ele faz os cálculos de coordenadas do dispositivo receptor do usuário por meio das coordenadas de satélites e das distâncias.

GIS – Sistema de informação geográfica

Essa ferramenta faz a junção de softwares e hardwares que têm como função armazenar, analisar e processar dados georreferenciados. O sistema de informação geográfica contém arquivos vetoriais que possibilitam estudos de dados de mapas, gráficos, tabelas e relatórios que representam o espaço real de forma digital.

Sensoriamento remoto

O melhor de contar com inovações tecnológicas é que sempre é possível fazer parte do trabalho remotamente. Dessa forma, o sensoriamento remoto permite ter informações sobre um objeto ou terreno através de uma análise de dados feita por meio de dispositivos que não estão em contato direto com elemento analisado. 

Logo, esses sensores encontram energia do alvo e convertem em sinal que pode ser armazenado para posteriormente ser extraído. Nesse caso, o sistema tem a capacidade de coletar energia acústica, gravitacional e eletromagnética, usando drones, satélites e estações espaciais.

Como vimos, a geotecnologia é a solução para muitos profissionais, pois seu conjunto de tecnologia traz benefícios que visam melhorias dos serviços e satisfação nos resultados.

Sobre o autor: Rodrigo Godoi Rincón atua na construção civil há mais de uma década, levantando questões importantes como segurança no trabalho e sustentabilidade. É autor de posts em diversos portais do segmento, falando sobre a atualidade e trazendo inspiração e referências para profissionais da área.

O que é uma Instituição Financeira Não Bancária?

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Panorama das Instituições Financeiras Não Bancárias

O número de instituições financeiras não bancárias aumentou muito nos últimos anos, à medida que empresas de varejo, indústrias e empresas de capital de risco entraram no mercado de empréstimos. 

As instituições financeiras não bancárias, frequentemente, se especializam no apoio a investimentos imobiliários.

Segundo o Banco Central, as instituições financeiras não bancárias são consideradas desta forma pois não recebem depósitos à vista, nem podem criar moeda (por meio de operações de crédito​). Elas operam com ativos não monetários como ações, CDBs, títulos, letras de câmbio e “debêntures”.

Para saber um pouco mais, preparamos este artigo para você compreender o que é uma instituição financeira não bancária e qual sua importância no mercado de investimentos. Boa leitura!

O que é uma instituição financeira?

As instituições financeiras são empresas responsáveis ​​pelo fornecimento de dinheiro ao mercado através da transferência de fundos dos investidores para as empresas na forma de empréstimos, depósitos e/ou investimentos.

Os tipos mais comuns de instituições financeiras incluem bancos, empresas fiduciárias, bancos de investimento, corretoras, seguradoras e fundos de gestão de ativos. Outros tipos incluem cooperativas de crédito e firmas financeiras. 

As instituições financeiras são regulamentadas para controlar a oferta de dinheiro no mercado, além de auxiliar no que se refere à proteção dos consumidores. Em termos gerais elas são classificadas em três tipos:

  • Instituições depositárias: responsável por gerenciar a custódia de ativos financeiros, realizando a guarda de títulos 
  • Instituições contratuais: companhias de seguros e fundos de pensões; e
  • Instituições de investimento: bancos de investimento, subscritores, corretoras.

Elas desempenham um papel vital no sistema financeiro de cada país, ganhando muita importância no contínuo desenvolvimento da economia. 

Como as instituições financeiras também desempenham um papel crucial para a maioria dos cidadãos, fornecendo todas as transações financeiras, necessidades de poupança e investimento, o governo considera imperativo supervisionar e regular os bancos e outras empresas de serviços financeiros. 

Para isso temos o Sistema Financeiro Nacional (SFN) que opera sob regras estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), pelo Banco Central (BC) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para garantir a eficiência da intermediação de recursos e promover a estabilidade financeira no Brasil.

Como funciona uma empresa financeira não bancária?

Para a maioria das pessoas, o banco é o primeiro ponto de parada ao buscar auxílio financeiro.

No entanto, muitas pessoas também descobrem que os serviços oferecidos pelo banco não atendem adequadamente às suas necessidades, deixando-as sem saber o que fazer.

Enquanto os bancos tendem a oferecer um conjunto de serviços financeiros como parte de um pacote claro de negócios, as instituições financeiras não bancárias desagregam essas ofertas e adaptam seus serviços para atender as necessidades do cliente específico. Portanto, muitas pessoas que não conseguem encontrar auxílio no banco podem encontrá-la com uma instituição não bancária.

De acordo com o Banco Central do Brasil, as instituições não bancárias, apresentam as seguintes definições: 

  • Agência de Fomento –  instituição que visa financiar capital fixo e de giro para empreendimentos previstos em programas de desenvolvimento, na unidade da Federação onde estiver sediada. Entre os potenciais beneficiários do financiamento (operações ativas) estão:
  • projetos de infraestrutura;
  • profissionais liberais;
  • micro e pequenas empresas;
  • Indústria; 
  • comércio;
  • agronegócio.

  • Associação de Poupança e Empréstimo (APE):  facilitam a aquisição da casa própria e captação e incentivo à poupança. 

  • Companhia hipotecária (CH) : fazem a concessão dos seguintes financiamentos:
  • imobiliários;
  • residenciais;
  • comerciais;
  • empréstimos garantidos por hipotecas ou alienação fiduciária de imóveis;
  • repasses de recursos relacionados a projetos imobiliários;
  • administração de fundos de investimento imobiliário. 

  • Sociedades de crédito, financiamento e investimento (SCFI): conhecidas como financeiras, são instituições privadas que fornecem empréstimo e financiamento para aquisição de bens, serviços e capital de giro.

  • Sociedade de crédito ao microempreendedor e à empresa de pequeno porte (SCMEPP): facilitam o acesso ao crédito para microempreendedores e empresas de pequeno porte/jurídicas. Exemplo: BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

  • Sociedade de Crédito Imobiliário (SCI): especializada no financiamento habitacional, integrante do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Existem diversas empresas que atuaram como SCI, uma delas é o Grupo Delfin, que foi posicionado entre as maiores empresas de crédito imobiliário do Brasil e controlado por Ronald Guimarães Levinsohn. 

Entenda qual a diferença entre instituição financeira e instituição financeira não bancária

As instituições financeiras bancárias incluem bancos comerciais cuja função primordial é aceitar depósitos e fazer empréstimos. Já as instituições financeiras não bancárias incluem bancos de investimento, seguradoras, financeiras etc. Vamos examinar mais de perto os dois tipos de instituições financeiras.

Os bancos são as instituições financeiras bancárias mais conhecidas. Ele atua como intermediário entre os depositantes ou fornecedores de fundos e os credores que são os usuários.

As principais tarefas de uma instituição financeira bancária são de aceitar depósitos e, em seguida, usar esses fundos para oferecer empréstimos aos seus clientes, que por sua vez os utilizarão para financiar compras, educação, expandir negócios, investir em desenvolvimento, etc. 

Um banco também atua como agente de pagamento, oferecendo uma série de serviços de pagamento, incluindo cartões de débito, cartões de crédito, cheques, depósitos diretos, saques bancários, etc. 

Existem também diversas instituições financeiras não bancárias, que incluem bancos de investimento, seguradoras, fundos de investimento, sociedade de crédito imobiliário etc. Uma instituição financeira não bancária oferece uma variedade de serviços financeiros.

Os bancos de investimento oferecem serviços a empresas que incluem subscrição de dívida e emissão de ações, negociação de títulos, investimento, serviços de consultoria corporativa, transações de derivativos e instituições financeiras, como seguradoras e empresas de crédito imobiliário. 

Resumindo, a principal diferença entre os dois tipos de instituições financeiras é que as instituições financeiras bancárias podem aceitar depósitos em várias contas de poupança e à vista, o que não pode ser feito por uma instituição financeira não bancária.

Compreender a diferença entre instituição financeira bancária e não bancária é essencial para avaliar como elas são importantes no contexto da economia e do mercado financeiro.

Vale ressaltar que há outros tipos de instituições não bancárias que compõem o Sistema Financeiro Nacional (SFN) e que movimentam a economia brasileira.

Graduado em engenharia: o que esperar do mercado de trabalho?

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O Mercado de Trabalho para Engenheiros – Por Rodrigo Rincón

O mercado de trabalho é algo bastante volátil. Isso porque, ora a demanda de oportunidade está em alta, ora em baixa. Mas quando se trata da engenharia, o setor ganha destaque, pois há vários segmentos, o que gera possibilidades de emprego.

Por isso, se você se formou em engenharia e está à espera da sua chance, é importante saber o que esperar do mercado. Assim, poderá se preparar e ganhar vantagens competitivas. 

Neste post, confira todas as informações que você precisa saber!

O que esperar do mercado de trabalho?

O mercado de trabalho sempre foi bastante favorável para as mais variadas áreas da engenharia, tornando a profissão uma das mais estáveis. Geralmente, há estabilidade financeira, com alto salário que vai aumentando com o passar do tempo, quando o engenheiro começa a ter cada vez mais experiência.

Mas o valor do salário pode variar conforme a especialidade e de lugar para lugar. Ainda, um engenheiro no início da carreira pode chegar a faturar em torno de 5 mil reais, tendo aumento significativo no passar dos anos.

Os ramos de engenharia que mais têm oportunidades de trabalho e são mais bem remunerados são: 

  • engenharia na área de petróleo;
  • engenharia civil;
  • engenharia elétrica;
  • engenharia mecânica;
  • engenharia de produção.

Contudo, não basta apenas se formar em uma dessas áreas para ganhar notoriedade, já que a concorrência também é grande e aumenta a cada ano. Por isso, invista em uma universidade de qualidade e esteja sempre reciclando o seu aprendizado para ficar por dentro das inovações e atualizações do setor.

Além disso, cada ramo de engenharia tem suas especificações e obrigações. Acompanhe!

Engenharia civil

Por ser o tipo de engenharia que mais exige profissionais, a civil conta com pessoas capacitadas para planejar, analisar, executar e controlar obras, seguindo normas regulamentadoras. Com isso, o engenheiro civil pode trabalhar em diversas construções, como pontes, barragens, redes de distribuição de água e esgoto, prédios, entre outras.

Para tanto, o profissional precisa saber conceitos e técnicas que garantem um serviço de qualidade, seguro para toda a equipe e que atenda às necessidades dos usuários e da região.

Engenharia de produção

Esse tipo de engenheiro precisa ter uma visão crítica, reflexiva, criativa e humanista para trabalhar proativamente e, assim, atender às demandas do mercado. Desse modo, ele é capaz de identificar e encontrar soluções de problemas que envolvem projetos, operações, sistema de produção de bens e/ou serviços, além de gerenciamento de trabalho.

Logo, o engenheiro de produção pode atuar tanto no setor privado quanto no setor público, tendo conhecimento em gestão.

Engenharia elétrica

O engenheiro eletricista foca em projetos que envolvem concessionárias de energia, sejam hidrelétricas, nucleares ou termelétricas. Além disso, ele pode trabalhar em empresas de automação e controle, indústrias, fábricas de celulares e companhias prestadoras de serviços.

O importante é que o profissional tenha sempre alto conhecimento em tecnologia, com foco em softwares modernos para o desenvolvimento dos projetos e que visualize ações sustentáveis que vão melhorar a relação entre os seres humanos e o meio ambiente.

Engenharia mecânica

Esses profissionais são aptos para projetar, construir, analisar, operar e cuidar dos sistemas mecânicos. Por ser uma área muito vasta, é importante destacar que o engenheiro mecânico pode trabalhar com a manutenção de projetos que englobam processos de fabricação mecânica, projetos de elementos de máquinas, termodinâmica, refrigeração e climatização, além de mecânica de materiais e máquinas térmicas.

Dessa forma, o engenheiro trabalha no planejamento e execução de projetos sustentáveis que visam o bem-estar da sociedade, reduzindo os impactos ambientais, podendo atuar em petrolíferas, siderúrgicas, energéticas e máquinas, estruturas e automobilismo.

Afinal, o que o mercado está exigindo em engenharia?

Se você pensa que só por ter curso superior em uma área da engenharia já está garantido no mercado, então está muito enganado. Isso porque, mesmo que seja um ramo amplo e com diversas oportunidades, a concorrência também é grande e aumenta a cada novo ano.

Por isso, é importante ter especialização, que aprimore as suas habilidades, conheça e saiba usar as tecnologias mais importantes da atualidade, tenha domínio de língua inglesa e espanhola, adquira competência de gestão, entenda as leis e normas que envolvem a sua profissão e sempre conte com uma equipe qualificada.

Assim, você poderá usar seu diploma de engenharia com mais segurança, garantindo um trabalho de qualidade que atenderá às necessidades do mercado e da sociedade, promovendo satisfação e bem-estar.

A engenharia é uma das melhores áreas da atualidade, mas exige compromisso dos profissionais. Se você está nesse ramo — ou está entrando nele —, então, lembre-se de se manter sempre atualizado e ter dedicação ao seu trabalho.

Sobre o autor: Rodrigo Godoi Rincón atua na área de Engenharia Civil há 10 anos e, hoje, contribui para blogs e portais, trazendo a estudantes e profissionais do segmento tópicos como sustentabilidade, gestão, tecnologia e inovação.