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Aumento de geração de energia no Brasil vem de fontes renováveis

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Aumento de geração de energia no Brasil vem de fontes renováveis

Quase metade da geração de energia do Brasil vem de fontes renováveis

A geração de energia no Brasil tem seguido uma constante de crescimento. Quase a metade dela, se deve à produção através de fontes renováveis, como a eólica e solar. Com ganhos significativos para a população e o meio ambiente, a alternativa tem se consolidado como opção e se tornado responsáveis pela maior parte do aumento da oferta no país. 

 

Com uma ampla gama de soluções sendo desenvolvidas e um grande investimento com foco no aumento da capacidade energética, os renováveis têm sido a principal aposta e novos projetos eólicos podem viabilizar uma expansão das instalações existentes no Nordeste, uma grande fonte de produção brasileira. As plantas solares não fogem do mesmo caminho e oferecem uma variedade de projetos com fatores bem acima das médias globais, que permitem custo muito baixo para o consumidor. 

 

“O país se encontra em uma posição muito confortável em relação à questão energética. E isso se deve a alguns motivos, a começar pelos investimentos que vêm sendo feitos para aumentar a capacidade de geração eólica e solar”, aponta o consultor Eduardo Navarro Antonello, fundador da Golar Power e da Macaw Energies.

 

Para os próximos anos, a perspectiva é de um avanço ainda maior no setor, ampliando suas conexões. Entenda mais sobre como os investimentos que têm sido feitos e como essas fontes contribuem para a evolução deste aspecto tão importante para o país.

Aumento de geração de energia no Brasil

Segundo os dados do Ministério de Minas e Energia, a matriz elétrica brasileira é uma das mais renováveis do mundo, com proporção de 48%, o que representa mais de três vezes superior ao padrão mundial. Apesar de boa parte ser produzida em usinas hidrelétricas, a geração de energia eólica, produzida pelo vento e a solar, têm ganhado destaque.

Atualmente o Brasil tem 22 GWs de potência no setor eólico, o que representa 12% do total no país, com 812 parques. A previsão é que até 2026 este número possa saltar para 37,09, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica. 

“O país tem investido fortemente em renováveis, além de possuir uma extensa gama de novos projetos eólicos offshore, o que poderia viabilizar uma significativa expansão da capacidade instalada na região Nordeste. Tanto em usinas eólicas quanto em plantas solares, temos uma abundância de projetos altamente competitivos, com fatores de capacidade bem acima das médias globais”, destaca o consultor Eduardo Antonello em

A participação do nordeste no aumento de geração de energia renovável 

O Nordeste tem papel vital na geração de energia no país. Em julho deste ano, por exemplo, as turbinas eólicas localizadas no Estado, chegaram a 14.167 megawatts, o que equivale a 123,2% do necessário para suprir a região. Os números representam o suficiente para suprir todo o Estado por um minuto e sobrando 23,2%, o que já fez inclusive o Brasil tornar-se exportador de energia eólica.

Previsão de crescimento para 2023

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, mais de 90% do aumento de geração de energia previsto para o próximo ano virá de fontes renováveis. Segundo a projeção, serão cerca de 10,97 gigawatts de uma estimativa total de 12,14 GWs, incluindo as fontes eólicas e solar. 

De acordo com o consultor Eduardo Navarro Antonello, o investimento em mais projetos de geração de energia através de renováveis permitiriam um custo de energia muito baixo para o consumidor.

Em 2022 elas devem abocanhar dois terços da nova potência operada, com 3,73 GW de 5,65 GW ao todo. De um ano para o outro, a potência vai crescer 2,3 vezes, com mais 4,58 GW. Já em usinas fotovoltaicas, o acréscimo será 3,5 vezes maior que neste 2022, com 6,38 GW.

Busca pela energia limpa

Fato é que para os próximos anos, com previsão até 2030, o Brasil terá participação acima de 80% no que tange a respeito dos renováveis na matriz elétrica. A energia limpa tem ajudado o país a cumprir compromissos firmados na cúpula do clima deste ano, de antecipar a neutralidade de 2060 para 2050.

O Ministério de Minas e Energia informou que, só em 2020, a capacidade instalada em energia solar fotovoltaica cresceu 66% no país. Nos próximos dez anos, são esperados investimentos de mais de R$100 bilhões somente na geração de energia solar, representando 28% do investimento no setor elétrico nesse período. O Governo Federal oferece como benefícios para o aumento, eliminar impostos de importação de energia solar, o que tem colaborado para uma expansão. Há ainda programas de incentivo às fontes renováveis de energia como Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica) e Renovabio (Política Nacional de Biocombustíveis).

Aplicativos de e-commerce é tendência no varejo

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Aplicativos de e-commerce é tendência no varejo

Os aplicativos de e-commerce são tendência no varejo

Os aplicativos de e-commerce se tornaram a nova tendência do varejo e estão impulsionando as vendas. Segundo Priscilla Levinsohn, especialista em marketing, é essencial estar atento aos comportamentos e necessidades do cliente, principalmente, em relação às demandas tecnológicas para não ficar para trás. 

As negociações pela internet se tornaram um fenômeno que dominou o comércio, e, com isso, incentivou diversos negócios a implementar essa nova abordagem.

No entanto, antes de investir nessa tecnologia, vale a pena entender a sua importância e quais as tendências para seguir no seu negócio.

Veja a indicação de profissionais do mercado e o que esperar dos aplicativos de e-commerce.

Por que investir em um aplicativo para e-commerce? 

Investir em um aplicativo para e-commerce permitirá que a sua empresa siga as tendências do mercado e tenha um diferencial competitivo em relação aos concorrentes.

Isso porque o cenário está crescendo e se tornando cada vez mais fundamental para o mercado mundial de varejo. 

Segundo o Relatório Mobile App Trends 2022 da Adjust, divulgado pelo portal Terra, os aplicativos de e-commerce cresceram 14% em 2021 apenas na América Latina. 67% das vendas nesse mercado foram realizadas via smartphone, por meio dessas plataformas. 

Além disso, a expectativa para o futuro é que as negociações por apps ultrapasse U$ 5,42 trilhões de dólares até o final de 2022.

Em outras palavras, o canal mobile se tornou o mais popular entre os consumidores, e representa o futuro das vendas no comércio eletrônico.

As maiores tendências de Apps de e-commerce 

É inegável que os aplicativos de e-commerce se tornaram a maior tendência do mercado digital, com um aumento massivo na instalação dessas plataformas entre o público.

No entanto, esta não é a única novidade vivenciada pelos vendedores, especialmente após o período de pandemia, que trouxe uma nova junção dos conceitos de vendas físicas e digitais, como explica Priscilla Levinsohn.

“A pandemia também contribuiu para ampliar a percepção dos lojistas de uma nova necessidade de transformação para o futuro: a não distinção entre o físico e o digital, o figital, um somatório das duas possibilidades. Por meio do modelo figital, é possível comprar na loja física e pedir para entregar na sua casa. Assim como pode fazer o pedido em casa pelo site e pegar o produto na loja física. Ou até mesmo consumir dentro do shopping e buscar o que comprou nesse mesmo shopping depois, dentro do seu veículo. O mais importante é ficar atento aos comportamentos e às necessidades do cliente e, principalmente, às demandas tecnológicas para não ficar para trás”, comenta a diretora de Marketing do Colinas Shopping em seu artigo para o portal Exame.

Assim, cada vez mais consumidores aderem ao uso de aplicativos para e-commerce, mas sem deixar as compras físicas de lado.

Uso do Whatsapp para vendas

Outra tendência de apps no e-commerce é o WhatsApp, famosa plataforma de comunicação por mensagens.

Uma pesquisa feita pela Opinion Box em parceria com o Mobile Time aponta que o programa é o aplicativo mais instalado pelos brasileiros, presente em 99% dos smartphones. Isso levou a um uso massivo dessa ferramenta para o comércio, e 80% dos entrevistados afirmaram usar o WhatsApp para se comunicar com as marcas.

Este é o chamado comércio conversacional, que ocorre digitalmente, mas por meio de algum tipo de interação entre as duas partes, sejam duas pessoas ou um cliente e um chatbot, por exemplo.

Como uma prioridade para o varejo, essa tendência pode movimentar U$290 bilhões até 2025, sendo uma das preferências entre os consumidores.

Quando aderir aos aplicativos para e-commerce?

A adesão de aplicativos para e-commerce deve ser considerada quanto antes pelo seu varejo, especialmente por ser a nova tendência do mercado.

Especialistas, como Priscilla Levinsohn, já indicam que os empreendimentos se adaptem tanto no meio físico quanto no digital, e ter essa ferramenta é fundamental para realizar essa adequação de maneira eficiente.

Por esse motivo, se você deseja seguir o cenário eletrônico, vale a pena ter aplicativos para e-commerce na sua empresa.

Pantanal: cenário de novela e safári brasileiro

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Pantanal: cenário de novela e safári brasileiro

Conheça o Pantanal: cenário de novela e safári brasileiro

O remake da novela Pantanal impulsionou o turismo na região, e cada vez mais pessoas buscam conhecer as belezas da região.

A produção global, que foi um sucesso em suas duas versões, aqueceu a economia local e voltou a incentivar visitas nos lugares que receberam as gravações.

No entanto, embora muitas pessoas estejam procurando o local por conta da novela, elas se surpreendem com a beleza natural. 

Para Claudia Vieira Levinsohn, o pantanal é um destino diferenciado que proporciona uma experiência que envolve sustentabilidade e responsabilidade social, além de proporcionar experiência inesquecível.

Conheça mais sobre o safári brasileiro e o que fazer para aproveitar essa experiência incentivada por diversos famosos.

Como o remake da novela Pantanal impulsionou o turismo na região?

A novela Pantanal, que estreou em 1990 e ganhou um remake em 2022, foi uma das exibições em horário nobre na maior emissora brasileira, o que estimulou os telespectadores a conhecer a região.

Quando a reapresentação chegou ao fim, muitos dos cenários puderam ser visitados, e o turismo aumentou na região, especialmente nos locais de gravação.

Além disso, muitos famosos e pessoas influentes já foram visitar o local. Atores como Dira Paes, Bruna Linzmeyer e Rodrigo Simas são vistos em diversos projetos e viagens de turismo. Além disso, personalidades como Claudia Vieira Levinsohn, Luan Santana e Henri Castelli também apreciam o local.

Agora, como o remake da novela Pantanal, a disponibilidade dos cenários da emissora Globo para visitas também contribuiu para o turismo no último ano.

O que fazer no Pantanal?

Visitantes do Pantanal poderão fazer atividades ao ar livre relacionadas à natureza, como safári fluvial e terrestre, pesca e passeios a cavalo. Além disso, caminhadas e canoagem também estão entre as atividades mais comuns.

Ainda, é possível se hospedar em hotéis e fazendas tradicionais da região, para aproveitar a cultura, comidas típicas e eventos.

Outros pontos turísticos são indicados, como a Bacia do Alto Paraguai, reconhecida como a maior área úmida do planeta, Patrimônio Natural da Humanidade e Reserva da Biosfera da UNESCO.

Como chegar no Pantanal?

Por conta da distância do Pantanal para as grandes cidades, recomenda-se pegar um avião até Campo Grande ou Cuiabá, e, em seguida, completar o trajeto de carro ou outro transporte.

Algumas agências providenciam todo esse percurso com veículos próprios, mas é necessário ir até uma metrópole e seguir por caminhos alternativos.

Ecoturismo é tendência para 2023

Com o remake da novela Pantanal, o ecoturismo se tornou uma tendência ainda maior para 2023, com previsão de 20% de crescimento no Brasil, segundo informações da Organização Mundial do Turismo (OMT).

Além disso, a estimativa financeira global é de movimentar 333 bilhões de dólares até 2027 nessa área.

São mais de 10 mil empresas brasileiras que atuam nesse segmento, e conseguiram sobreviver à pandemia de coronavírus.

Isso porque o Brasil recebeu uma média de 19 milhões de turistas nos últimos 3 anos, sendo um dos destinos mais populares.

Para Claudia Vieira Levinsohn, o turismo na natureza ganhou muitos adeptos depois da pandemia e deve continuar a ser tendência em 2023. “Acredito que os viajantes estão mais preocupados com a sustentabilidade, em estar mais próximo da natureza e em conhecer melhor a cultura local”, comenta.

Assim, a expectativa é que o ecoturismo e o turismo solidário continuem em alta no futuro, impulsionado recentemente pela novela Pantanal, mas com apoio de diversas personalidades que divulgam e incentivam a prática no Brasil.

Vale a pena conhecer o Pantanal?

O Pantanal é uma das regiões mais ricas do Brasil, conhecido como safári brasileiro, pela sua diversidade e cultura.

Por isso, vale a pena conhecer o local, seja por conta da novela Pantanal ou pelas experiências que a área oferece aos visitantes.

Os grandes benefícios de praticar jiu-jitsu

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Os grandes benefícios de praticar jiu-jitsu

Conheça os grandes benefícios de praticar jiu-jitsu

A prática do jiu-jitsu não se limita aos benefícios para a saúde física. Por meio de sua filosofia milenar, também colabora para o crescimento pessoal ao transmitir valores como persistência, autoconfiança, disciplina e respeito. 

Com pontos positivos que se destacam na formação de crianças e jovens, a modalidade está sendo disseminada em todo o País, chegando em comunidades carentes por ações sociais promovidas por empresas como o Agronegócio Estrondo, que mantém o projeto “Do Tatame para a Vida”, que atende a crianças e adolescentes de Formosa do Rio Preto.

Além de incentivar o apreço por atividades físicas, o esporte também pode oferecer diversas oportunidades para pessoas socialmente vulneráveis.

Por esse motivo, saiba  mais sobre a prática do jiu-jitsu e seus benefícios para a saúde física, mental e para a sociedade.

O que o jiu-jiu-jitsu e quais seus benefícios?

O jiu-jitsu faz parte de uma família de artes marciais japonesas que utiliza diferentes técnicas e golpes corporais com o objetivo de derrubar ou imobilizar o oponente.

Esse esporte chegou ao Brasil em torno do século XIX, e se adaptou ao País, criando uma submodalidade própria.

Hoje, a prática conta com uma Confederação e realiza campeonatos mundiais.

Atualmente, é o esporte individual que mais cresce no país, com cerca de 550 mil praticantes e 2 mil estabelecimentos de ensino nas grandes capitais. 

Essa popularidade ocorre por conta das suas vantagens. Treinar jiu-jitsu permite desenvolver força, resistência e flexibilidade, além de disciplina, por ser um esporte que prega o respeito aos superiores e mais experientes.

Além disso, é ideal para manter uma boa condição física e desenvolver a autoconfiança com técnicas de defesa pessoal. Para quem pratica, é possível reduzir a ansiedade e ter mais bem-estar.

Esses benefícios são ainda melhores para as crianças e jovens, pois une atividade física, desenvolvimento pessoal e o incentivo ao esporte desde cedo.

A prática do jiu-jitsu para crianças é recomendada a partir dos 4 anos, mas pode se estender por toda a vida.

Crianças que praticam essa arte marcial podem se defender mais facilmente, melhoram a relação com colegas e aprendem a superar obstáculos.

O esporte pode ser a porta de entrada para crianças e adolescentes de comunidades carentes, já que pode oferecer oportunidades de crescimento e destaque no cenário nacional.

Conheça o projeto “Do Tatame para a Vida”.

A prática de jiu-jitsu é incentivada a crianças e adolescentes de Formosa do Rio Preto, no Oeste da Bahia, através do projeto social “Do Tatame para a Vida”. Atualmente, são cerca de 120 adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social que recebem incentivo da ação.

Coordenado pelo professor Luciano Henrique Barreto, o projeto é apoiado pelo Agronegócio Estrondo desde 2021 e, em breve, ganhará uma nova sede com mais espaço para ampliar as suas atividades.

Com o acréscimo de salas de treinamentos e refeitórias compartilhados, será possível atender a mais pessoas, oferecendo oportunidades de melhoria de vida para a comunidade.

Por meio da prática de jiu-jitsu, centenas de crianças poderão estar inseridas em um novo contexto social, com a possibilidade de se destacar no cenário do esporte, além de aprender mais sobre disciplina, resistência e colaboração.

Vale a pena incentivar a prática de jiu-jitsu?

O incentivo à prática do jiu-jitsu é fundamental em qualquer idade, especialmente para crianças e jovens, pois traz uma série de benefícios no desenvolvimento pessoal e físico.

Além disso, também é importante apoiar causas sociais que aumentem o contato das comunidades carentes com o esporte, promovendo mais oportunidades para a vida das pessoas.

Assim, vale a pena não apenas incentivar a prática do jiu-jitsu, como também seguir o exemplo de empresas como o Agronegócio Estrondo e promover campanhas que atendam aos jovens vulneráveis, melhorando sua qualidade de vida.

Produção de óleo e gás natural aumenta no Brasil

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Produção de óleo e gás natural aumenta no Brasil

Brasil registra aumento de produção de óleo e gás

O Brasil é um dos dez maiores produtores de petróleo e condensados do mundo e tem grande potencial quanto à produção de óleo e gás natural.

Nos últimos anos, a produção de barris tem aumentado e a expectativa é dobrar essa produção até 2030, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

No texto a seguir, você observará alguns dados sobre o assunto — como está a produção de gás natural no Brasil atualmente, perspectivas para o futuro e iniciativas para aumento no número de terminais. 

Aumento de produção de óleo e gás natural no Brasil

Nas palavras da ANP, o Brasil atingiu um recorde na produção de gás natural em 2021. A produção foi de 134 milhões de metros cúbicos produzidos por dia (MMm³/d). Este valor representa 5% de crescimento em relação a 2020, quando a produção foi de 127 MMm³/d.

No entanto, a produção média de petróleo caiu em 2021, se comparado a 2020. Mais precisamente, a queda foi de 1,18% — foram 2,905 milhões de barris por dia (MMbbl/d) em 2021 ante 2.940 no ano anterior.

A Petrobras anunciou um aumento de 3,4% na produção de gás natural, líquidos de gás natural e óleo no primeiro trimestre de 2022, em relação ao quarto trimestre do ano anterior. 

No total, foram produzidos 2,8 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). 

Em agosto de 2022, um novo recorde: a produção foi para 3,96 milhões de barris por dia (boed).

Em setembro, a produção cresceu 4% em relação a agosto. Dados também da ANP mostram que mais de 4 milhões de barris foram produzidos por dia, desta quantidade, 3,1 milhões foram de petróleo e 143 milhões de barris diários de gás natural.

Aliás, é importante salientar que a marca de quatro milhões de barris foi ultrapassada pela segunda vez na história (a primeira foi em janeiro de 2020). 

Expectativas para os próximos meses

A Petrobras afirma que sua expectativa de produção de gás natural para 2022 deve ser cumprida. A estatal colocou como meta a produção de 2,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia. 

Um dos motivos para isso seria a encomenda de novas unidades de produção no campo de Búzios, no pré-sal, para os próximos anos.

A médio e longo prazo, as previsões são ainda mais animadoras. De acordo com o Ministério de Minas e Energia e pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética), a expectativa de produção nacional para o gás natural aumente em um período de dez anos. 

O governo prevê que, no ano de 2032, sejam produzidos 323 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia (em 2021, a previsão é que esse número fosse de 269 m³. 

Eduardo Antonello, fundador da Golar Power e da Sunshine LNG, vê com bons olhos este aumento na produção de gás natural e incentiva parcerias internacionais para aumentar a competitividade da indústria de óleo e gás brasileira, a exemplo de países europeus.

Segundo Antonello: “Uma aproximação junto ao Brasil poderia ser muito interessante para os europeus, principalmente considerando a importância estratégica de diversificação no suprimento. Somente como referência, nos níveis atuais de preço de GNL, se o Brasil vendesse esses 70 milhões de m³ de gás, atualmente injetados a um preço de USD$ 30/MMBtu, isso representaria um faturamento bruto anual de USD$ 30 bilhões de dólares”.

Construção de novos terminais no Brasil

As coisas andam a todo vapor no que diz respeito à produção de gás natural no Brasil. Com novos players no mercado de GNL, há uma corrida para o desenvolvimento de novos terminais. 

Atualmente, existem três plantas em construção: uma da Conpass, no estado de São Paulo, e duas da New Fortress (em Santa Catarina e no Pará e ambas têm previsão de entrega para 2023). 

Além disso, há outros projetos de terminais em andamento em pelo menos mais cinco estados, que são: Pernambuco, Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro e Paraná. 

Ou seja, mesmo em um contexto de incerteza causado pela Guerra da Ucrânia, a regaseificação é um modelo disputado para desenvolver a oferta de gás natural.

Responsabilidade social no campo: qual a sua importância?

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Responsabilidade social no campo: qual a sua importância?

O que é responsabilidade social no campo e qual a sua importância?

As relações sociais no campo, assim como a prática de ações para o desenvolvimento rural que abrange desde trabalhadores até comunidades do entorno, têm ganhado cada vez mais importância no agronegócio brasileiro. 

Além dos impactos positivos nos resultados de plantio, é importante também se atentar para a promoção do desenvolvimento social da região.

Por isso, empresas do agronegócio têm investido cada vez mais em projetos que promovem o bem-estar social, como o Agronegócio Estrondo, que apoia projetos educacionais e de conectividade que beneficiam diversas famílias no Oeste da Bahia. 

Portanto, é fundamental não apenas entender o que é a responsabilidade social no campo, mas também a importância de participar dessas campanhas. Veja esses e outros detalhes a seguir:

A importância da responsabilidade social no campo

A responsabilidade social no campo é importante para promover mais bem-estar e qualidade de vida para os residentes rurais.

É comum que muitas pessoas e empresas associam o agronegócio somente com plantios e colheitas, mas essas regiões também contam com comunidades que tornam esses processos possíveis.

Trazer boas condições para a sociedade e para o meio ambiente refletem em melhores oportunidades para as pessoas e corporações envolvidas.

Além disso, também promove um espaço mais saudável para a troca de experiências e para o desenvolvimento econômico da região.

Graças a responsabilidade social no campo, diversas localidades rurais tiveram acesso à educação, saúde e comunicação de qualidade, com expansão da internet, por exemplo.

Necessidades básicas que podem parecer pouco importantes são, na verdade, um dos fatores que mais contribuem para o crescimento dos negócios rurais.

É por esse motivo que cada vez mais empresas estão aderindo a campanhas de incentivo e voluntariado.

Em 2022, 19 empresas receberam o Selo Mais Integridade, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para as organizações agropecuárias comprometidas com a responsabilidade social no campo.

Nomes como Amaggi Exportação e Bem Brasil Alimentos se destacam. 

O Agronegócio Estrondo também apresentou práticas positivas, com ações como:

  • implantação de fibra óptica no Oeste baiano;

  • arrecadação de brinquedos e material escolar.

São ações que transformam a vida de centenas de pessoas residentes no entorno e, muitas, em situação de vulnerabilidade social. 

Exemplos e tendências de responsabilidade social no campo

Algumas das principais tendências de responsabilidade social no campo ganham a atenção porque incentivam e integram as comunidades rurais, promovendo o acesso à tecnologia e às ferramentas de qualidade.

Além disso, o patrocínio de programas locais também é um exemplo de ação que deve ser seguida pelas grandes corporações, como as que o Agronegócio Estrondo realiza há vários anos.

Vale a pena mencionar que práticas para minimizar os danos ao meio ambiente e a melhora da qualidade de vida das pessoas envolvidas no agronegócio também são fundamentais para promover ações que realmente tenham impacto social no campo.

Por que praticar a responsabilidade social no campo? 

Participar de ações que prezam pela responsabilidade social no campo é essencial para aprimorar a qualidade de vida e o bem-estar de comunidades que estão diretamente ligadas ao agronegócio.

Ainda, é uma forma de estar entre as grandes corporações que se comprometem com as causas comunitárias, promovendo uma imagem mais positiva para a sua companhia e tendo uma influência significativa no mercado.

Saiba como apoiar o aluno em recuperação escolar

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Saiba como apoiar o aluno em recuperação escolar

Saiba como apoiar filhos e alunos em recuperação escolar

A recuperação escolar é uma situação que pode amedrontar pais e estudantes, mas é essencial apoiar o aluno nesse momento.

Como recurso pedagógico, essa prática permite focar nos conteúdos que não foram bem absorvidos durante o ano, e proporcionar um melhor aprendizado para os estudantes.

No entanto, a oportunidade de ensino não é vista como positiva, e, cada vez mais, os alunos estão passando para as próximas séries sem dominar as habilidades desejadas.

Segundo o Censo Escolar, alunos das redes pública e privada ingressam no ensino médio com pelo menos dois anos de defasagem.

Por esse motivo, especialistas reforçam a importância da recuperação escolar. “É preciso estar atento aos conteúdos que serão essenciais na próxima etapa educacional e, principalmente, acolher e oferecer apoio emocional ao aluno”, indica Claudia Vieira Levinsohn, mestre em educação.

Entenda mais sobre esse cenário no Brasil e a posição de profissionais do ensino sobre o tema.

Quais as vantagens da recuperação escolar?

Com a recuperação escolar, é possível que o aluno tenha um melhor entendimento sobre conteúdos pilares para a sua formação acadêmica.

Isso é especialmente importante na passagem de séries fundamentais, como o período I, II e o ensino médio.

Além disso, essa condição permite aos profissionais de ensino entenderem a realidade do aluno e atender às suas necessidades mais individualmente.

O sistema padrão de ensino dificulta a atenção para cada aluno e dificuldade, mas a recuperação escolar permite conhecer os casos mais graves com mais detalhes.

Ainda, essa ferramenta pode ajudar os profissionais a lidarem com o cenário atual. Afinal, a pandemia de coronavírus impactou diretamente a educação brasileira, por conta da baixa estrutura para aulas remotas e complicações no entendimento.

 “Há casos de alunos que deixaram de ser alfabetizados na fase em que deveriam, outros que estavam indo muito bem e agora regrediram por conta dos dois anos do ensino à distância devido à pandemia, e ainda, àqueles que os problemas emocionais não deixaram avançar. Jovens que ficaram tanto tempo isolados e sem fazer nada, hoje têm dificuldade de se concentrar e de socializar e isso também impacta na recuperação escolar”, destaca Claudia Vieira Levinsohn.

Aderir e incentivar a recuperação escolar permite diminuir esse impacto nos alunos.

Existem diferentes tipos de recuperação escolar

Por ser uma ferramenta de auxílio para estudantes e educadoras, a recuperação escolar pode ser aplicada em dois tipos diferentes.

Geralmente, o sistema adotado é a abordagem paralela, que acontece bimestralmente, avaliando as notas obtidas pelo aluno. Se não forem suficientes para indicar a absorção do conteúdo, ele passa por novas provas e reforça o entendimento dos pontos trabalhados.

Enquanto isso, também existe a recuperação continuada, onde o estudante realiza aulas extras, com um monitoramento individual ao longo do ano letivo, sem precisar, necessariamente, fazer mais exames sobre um assunto específico.

Embora esse método seja mais eficiente a longo prazo, o sistema brasileiro não permite um acompanhamento profissional para todos os alunos, de modo que a recuperação paralela é a mais utilizada.

Dicas para ter bom resultado na recuperação escolar 

Se o aluno precisar de recuperação escolar, existem algumas orientações que ajudam a alcançar um bom resultado.

É fundamental ter o apoio e envolvimento da família, para que ele tenha suporte emocional e motivação nos estudos.

Além disso, vale a pena propor um atendimento personalizado e individual, para conhecer a realidade do aluno e entender as suas dificuldades.

Ainda, a recuperação deve focar apenas no conteúdo mais importante, que não foi absorvido, para não atrasar o seu acompanhamento letivo.

Trata-se de um esforço coletivo. “Compete às escolas tentar ajudar os alunos da maneira que for possível para diminuir a defasagem escolar; ao governo investir em políticas públicas que incentive a qualificação de professores e atendimento psicológico aos alunos; e a toda sociedade colaborar com nossos alunos para que não desistam de buscar uma educação de qualidade e que será fundamental para o seu futuro”, completa Claudia Vieira Levinsohn.

Vale a pena investir na recuperação escolar?

É fundamental que os pais, educadores e o governo invistam na recuperação escolar dos alunos, pois é um instrumento que ajuda no ensino e na absorção de conteúdos importantes.

Para isso, é fundamental a participação de todos os envolvidos na vida do estudante, para incentivá-lo e atender às suas dificuldades.

O que é e por que fazer turismo solidário?

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O que é e por que fazer turismo solidário?

Entenda o que é e por que fazer turismo solidário?

O turismo solidário é uma modalidade que vem ganhando espaço no cenário cultural, e recebe cada vez mais incentivo.

Diversas personalidades, como atores globais e profissionais da educação estão não apenas promovendo esse projeto social, como participando ativamente dessas atividades.

Trata-se de uma forma de estimular a economia local e valorizar a cultura de diferentes povos, com um modelo mais justo e experiências mais imersivas nas diferentes regiões.

Conheça mais sobre esse segmento, e por que incentivar o turismo solidário no Brasil.

O que é turismo solidário?

O turismo solidário é uma modalidade de viagem onde o participante se envolve ativamente na cultura local, participando das atividades propostas a fim de valorizar a região e seus elementos, e não apenas viajar para fins de entretenimento.

É importante reforçar que não se trata de um modelo convencional de turismo. Geralmente, as pessoas envolvidas nesse tipo de viagem buscam apenas conhecer os locais mais famosos superficialmente.

Ainda, existe o turismo cultural, também conhecido como intercâmbio. Nesse caso, ocorre uma imersão em experiências que visam contato direto e troca cultural com os modos de vida e tradições de grupos étnicos.

O turismo solidário segue essa intenção, mas com intenção de fortalecer economicamente o lugar, e não apenas acrescentar valor individualmente.

Os povos que se dispõem a receber os turistas solidários compartilham suas histórias, raízes e conhecimentos, seja em locais turísticos ou não.

O Turismo Solidário favorece o crescimento e fortalecimento econômico de um lugar, como uma alternativa para os períodos de baixa temporada

Essa modalidade se tornou popular nos últimos anos, especialmente com a adesão de celebridades. Em 2021, Dira Paes, Fernanda Lima e Angelica fizeram parte do projeto Raízes Desenvolvimento Sustentável, no Brasil.

Além disso, Xuxa e outros famosos fizeram turismo solidário na África, e, em 2019, Bruna Marquezine viajou para Angola para ajudar crianças carentes.

Diversas personalidades apoiam essa modalidade. “O turismo solidário é uma forma de estimular e fortalecer economias locais e, principalmente, fazer o bem ao próximo. E para quem viaja, é a oportunidade de deixar um legado positivo no local visitado”, comenta Claudia Vieira Levinsohn, que viajou para países como Paquistão e Índia para conhecer a realidade das comunidades locais.

Por que fazer turismo solidário?

O turismo solidário contribui para o crescimento econômico, social e cultural de diversas regiões, inclusive em situação vulnerável.

Um projeto social como esse permite fortalecer as raízes e tradições dos povos, enquanto possibilita a integração de culturas e participação ativa em experiências únicas.

Em termos comerciais, é vantajoso para ambas as partes, pois é uma possibilidade que existe o ano todo, mesmo em baixa temporada, enquanto ajuda a economia do local que recebe o turismo.

Para quem deseja conhecer novos lugares e tradições, é uma boa alternativa. “Fazer turismo solidário é a oportunidade de viver uma verdadeira imersão na arte e cultura popular e, também, de se conectar com o lugar e pessoas, e enxergar o mundo com outro olhar”, diz Claudia Vieira Levinsohn.

Onde fazer turismo solidário no Brasil?

No Brasil, existem mais de 150 instituições públicas e privadas que trabalham com turismo solidário.

Alguns dos principais lugares disponíveis se localizam em estados como Minas Gerais, Espírito Santo e região Nordeste, especialmente Amazonas, Piauí e Rio Grande do Norte.

O País conta com diversas localidades e povos tradicionais que celebram suas tradições com turistas, ao mesmo tempo, em que são beneficiados social e economicamente.

Para participar, é possível entrar em contato com um projeto social específico ou buscar indicações nas plataformas e redes sociais, que divulgam massivamente essa modalidade.

Vale a pena fazer turismo solidário?

Vale a pena aderir ao turismo solidário no Brasil e no exterior, em uma oportunidade única de não apenas conhecer outros lugares, mas fazer a diferença e ter experiências imersivas em novas culturas.

Essa modalidade é acessível em baixas temporadas, e recebe incentivo de várias personalidades no Brasil, sendo uma alternativa para trocar valores ao redor do mundo.

Comerciantes estão otimistas com as vendas de Natal deste ano

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Comerciantes estão otimistas com as vendas de Natal deste ano

Saiba porque os comerciantes estão otimistas com as vendas de Natal deste ano!

Com o fim do ano batendo na porta, os varejistas estão otimistas com as vendas de Natal 2022.

Como é um dos períodos mais importantes para o varejo, os comerciantes estão entusiasmados com as perspectivas de vendas. Segundo dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), pelo menos 73% dos consumidores planejam comprar presentes de Natal.

Por outro lado, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) alerta que a inflação e as taxas de juros serão desafios para as vendas de Natal 2022.

Nesse caso, especialistas trazem dicas para se prevenir. “É importante que os varejistas busquem formas de oferecer preços diferenciados e ações corretas para atrair os consumidores”, indica Priscilla Levinsohn, diretora de marketing do Colinas Shopping, em São José dos Campos, em entrevista para o portal Comunique-se.

Entenda mais sobre o cenário e veja o que esperar das vendas de fim de ano nos próximos meses.

Expectativas para as vendas de Natal 2022

As expectativas para as vendas de natal 2022 são positivas, de acordo com levantamentos de entidades da área. 

A CNDL indica que 82% dos consumidores pretendem comprar offline neste final de ano. Ou seja, visitar as lojas e comércios é um indicativo positivo para o varejo tradicional.

De acordo com previsões do portal Opinion Box, serão mais de 118 milhões de consumidores visitando as lojas.

As pesquisas também indicam que a concentração de presentes será familiar. 62% dos consumidores irão presentear os filhos, enquanto 45% do público lembrará do cônjuge. Outros membros da família, como pais, também compõem parte significativa das compras, em 41%.

Os itens mais procurados se concentram em moda e vestuário, com 57% de intenções de compra de roupas e 38% de calçados. Brinquedos e acessórios correspondem a 34% e 21% das vendas, respectivamente.

Com isso, a previsão será de vendas mais movimentadas entre família, mas com forte intenção de compras no varejo.

Diferenciais que podem ajudar a sua loja a vender mais no Natal

Para se destacar nas vendas de Natal 2022 e atrair o público interessado, especialistas dão algumas dicas para os varejistas. Confira as principais recomendações:

Bom atendimento e pós-venda

A principal sugestão de consultores profissionais é investir na interação com o cliente. 

“Um dos grandes diferenciais que alavancam as vendas, além dos preços e condições de pagamento, é o atendimento ao cliente. O bom atendimento pode estimular os consumidores a fechar as compras com mais facilidade e potencializar resultados”, comenta Priscilla Levinsohn.

Por isso, vale a pena reforçar boas práticas e acompanhar as vendas mesmo após finalizada, para evitar insatisfação.

Capriche na decoração e vitrine da loja

Uma vez que a intenção dos consumidores é comprar offline, uma boa decoração e vitrines chamativas são diferenciais importantes.

Será o visual da loja que irá chamar a atenção do cliente em um primeiro momento, e deve ser aconchegante para ele realizar suas compras.

Diversifique os meio de pagamento

Mesmo que as vendas de Natal 2022 se concentrem no varejo tradicional, diversificar seus meios de pagamento é uma forma de sair na frente da concorrência.

Especialistas recomendam ter mais de um formato, para que o cliente tenha autonomia na escolha, além de evitar perder a venda no caso de imprevistos.

Preparar a equipe

Diferenciais como bom atendimento e agilidade só são possíveis com uma equipe preparada. Por isso, invista no treinamento dos seus colaboradores.

Isso é especialmente importante nas vendas de Natal, onde o público aumenta consideravelmente e é preciso ter velocidade nas negociações.

Use e abuse das redes sociais

Finalmente, vale a pena utilizar as redes sociais como sua aliada. Embora as intenções se concentrem na venda offline, as plataformas digitais ajudam na divulgação, marketing e relacionamento com o cliente.

Faça campanhas online, divulgue seu negócio e utilize esses canais como forma de conhecer seu público, para oferecer o que ele busca nesse fim de ano.

É possível aumentar o faturamento nas vendas de Natal?

Com os diferenciais certos, será possível aumentar o faturamento do seu negócio nas vendas de Natal.

As intenções de compra estão positivas para 2022, e muitos consumidores estão buscando presentes no varejo. Assim, vale a pena seguir algumas dicas profissionais, e se concentrar em atender ao que o público busca, para potencializar as suas vendas.

Oeste Baiano já iniciou o plantio de algodão 2022/2023

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Oeste Baiano já iniciou o plantio de algodão 2022/2023

Oeste Baiano já iniciou o plantio de algodão 2022/2023

A Bahia, segundo maior produtor de algodão do país, deu início ao plantio da safra  2022/2023. A produção de algodão esperada é de 587 mil toneladas de pluma, segundo a Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa).Um levantamento feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica aumento de área e de produtividade nas lavouras de algodão do Brasil. Conforme a análise, a safra do próximo ano deverá ser, em média, 4,8% maior que a anterior, com a colheita de 2,92 milhões de toneladas de pluma. 

O elevado patamar dos preços do produto, atrelado a boa rentabilidade e comercialização antecipada são fatores que impulsionam os investimentos na cotonicultura.

Segundo a Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM), a Bahia conta com 150 produtores de algodão, como o Agronegócio Estrondo, e está entre os quatro maiores produtores globais.

Confira a seguir mais informações sobre o início do plantio de algodão no Oeste da Bahia, os resultados da última colheita a e expectativas para próxima safra.

Resultados da colheita no Oeste da Bahia e expectativas para a safra 2022/2023

O Oeste da Bahia iniciou em novembro o plantio de algodão para a safra 2022/2023, seguindo o calendário de regiões divulgado pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

A previsão é de que a produção alcance 587 mil toneladas de pluma em uma área de 308 mil hectares, com produtividade média de, aproximadamente, 1,9 mil quilos de pluma por hectare. 

A região Oeste tem a maior área plantada de algodão no estado, com 300.430 hectares, o equivalente a 98% do total. Já a região Sudoeste produz o equivalente a 5.945 hectares, 2% do total. 

Por conta disso, as datas de plantio planejam cobrir o lado Sudoeste antes, e, em seguida, abordar as demais localidades, por conta do território mais extenso.

A expectativa de colheita é semelhante à produção consolidada em 2021/2022, quando a Bahia plantou 309 mil hectares. Apenas nas fazendas que fazem parte do Agronegócio Estrondo, uma das principais empresas atuantes da região, foram produzidas 11 mil toneladas da fibra de algodão.

Os produtores dependem, principalmente, dos fatores climáticos, com uma boa distribuição de chuvas em períodos estratégicos. No entanto, o investimento em tecnologia na região pode ajudar a manter o nível alto, mesmo com elementos menos favoráveis no futuro.

Qual o destino do algodão produzido na Bahia?

Atualmente, cerca de 40% do plantio de algodão da Bahia é exportado para países asiáticos, como China, Indonésia, Bangladesh e Vietnã. Enquanto isso, 60% são comercializados com indústrias têxteis no Brasil.

Ainda, o caroço de algodão também pode ser usado na alimentação animal, o que torna a cultura importante para o cenário nacional.

A colheita da última safra sofreu valorizações por conta dos conflitos internacionais, e o algodão chegou a ser comercializado em valores superiores a US$0,80 por libra-peso. Com isso, cerca de 70% da safra 2021/2022 já foram vendidos.

Para a safra 2022/2023, os preços cotados para dezembro de 2023 estão em torno de US$0,73 por libra-peso, o que é um incentivo para os agricultores.

O que esperar do plantio de algodão na safra 2022/2023 

Graças ao investimento de empreendimentos, como o Agronegócio Estrondo, o plantio de algodão da safra 2022/2023 no Oeste baiano espera previsões ainda melhores para o próximo ano.

O manejo, tecnologias aplicadas, controle de pragas e o clima da região têm contribuído para a boa qualidade do algodão produzido pela Bahia, segundo informações da Abapa.

Novas tecnologias e recursos de monitoramento irão reduzir o impacto climático, e contribuir para a qualidade da matéria-prima desde o início do ciclo.

Com a ampliação da produtividade do algodão no país, a Conab prevê um aumento de 22,2% nas exportações em relação à safra de 2021/2022, correspondendo a 92 milhões de toneladas, um recorde para a cultura.