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como aumentar as vendas neste fim de ano?

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como aumentar as vendas neste fim de ano?

Black Friday, Copa do Mundo e Natal: como aumentar as vendas neste fim de ano?

Pequenas e médias empresas brasileiras esperam faturar mais da metade da receita anual no último trimestre com a Black Friday, Copa do Mundo e Natal. 

Especialistas apontam a temporada como uma ótima oportunidade para a conquista de clientes, especialmente, através das redes sociais. “O modelo figital, sem distinção entre a venda física e a digital, é tendência de comportamento entre os consumidores”, aponta a diretora de marketing Priscilla Levinsohn.

Por isso, é importante saber quais estratégias adotar para otimizar as negociações na sua loja, especialmente para acompanhar as tendências dos próximos meses.

Veja o que esperar do mercado e dicas de profissionais para adaptar o seu negócio para as vendas no fim do ano.

Qual a expectativa para essas datas no ano de 2022?

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que a Copa do Mundo 2022, principal evento esperado para novembro, irá movimentar R$ 1,48 bilhão em vendas relacionadas ao segmento. O valor é 7,9% acima do registrado na competição de 2018.

Enquanto isso, outras pesquisas também indicam expectativas positivas para a Black Friday e para o Natal 2022, com crescimento nas buscas por vestuário, alimentação e eletrônicos. O último trimestre pode ter um rendimento 29% maior do que o mesmo período em 2021.

Em dezembro, os eventos de final de ano podem fazer com que o comércio fature 12% mais em relação a outros períodos, considerando as comemorações agendadas.

O que os especialistas dizem? 

Especialistas da Meta indicam que os próximos eventos, como Black Friday, Copa do Mundo 2022 e Natal 2022, irão movimentar, principalmente, os pequenos e médios empreendimentos brasileiros, que poderão faturar mais da metade da receita anual no último trimestre do ano. 

Isso porque o ambiente está ainda mais positivo, por ser a primeira sequência de eventos após o fim das medidas de contenção da pandemia, com abertura total do comércio físico.

No entanto, esses resultados serão totalmente afetados pelas práticas digitais, que foram a alternativa mais buscada para manter as atividades durante o isolamento social. Por esse motivo, profissionais indicam a necessidade de equilibrar os dois canais.

“A capacidade de adaptação está sendo cada vez mais exigida tanto no varejo físico quanto no digital. O novo tempo demanda dos lojistas a construção de oportunidades diante das mudanças que aparecem, sem deixar de lado a interação entre as pessoas. No período de pandemia e agora no pós-pandemia, por exemplo, as vendas via WhatsApp cresceram muito. O metaverso também chegou como mais um novo canal para oferecer produtos e serviços diferenciados para o cliente. E os shoppings seguem no meio disso tudo, sempre auxiliando na intermediação entre lojista e consumidor, além de se fortalecer como uma grande rede de socialização e de novas experiências”, opina Priscilla Levinsohn, diretora de Marketing do Colinas Shopping, em seu artigo para o portal Exame.

Assim, especialistas dizem que a época será aquecida, mas que os empreendimentos deverão se atentar para atender ao público em mais de um formato.

Como se preparar para a Black Friday, Copa do Mundo 2022 e Natal 2022?

Para se preparar para os eventos de fim de ano e aumentar as vendas, é essencial atuar nos canais de preferência dos consumidores, e fazer estratégias que unam digital e físico.

Nos dados levantados pelo portal Estadão, 83% dos entrevistados planejam alguma comemoração nessa grande temporada, enquanto 65% pretendem antecipar as compras natalinas. 

Por esse motivo, é importante organizar o estoque com antecedência para o Natal 2022, e unificar as vendas para atender a Black Friday e a Copa do Mundo 2022.

Ainda, vale a pena seguir as orientações de especialistas como Priscilla Levinsohn, que atuam no cenário, e adaptar o negócio para fortalecer as vendas. Assim, será possível aproveitar a temporada de eventos da melhor forma possível.

Crise hídrica pode aumentar dependência do Brasil por GNL

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Crise hídrica pode aumentar dependência do Brasil por GNL

Crise hídrica pode aumentar dependência do Brasil por GNL

 

Embora a crise hídrica tenha sido um dos eventos mais monitorados em 2021, ela ainda está impactando o cenário energético brasileiro.

Com a sequência de acontecimentos internacionais registrados em 2022, o mercado nacional voltou a vivenciar os efeitos das baixas reservas por meio de um aumento na dependência por GNL.

Essa condição está diretamente relacionada com os conflitos internacionais, e pode trazer efeitos a longo prazo, segundo especialistas.

Entenda mais sobre o assunto e veja como a crise hídrica no Brasil interferiu no uso de gás natural no País.

A crise hídrica de 2021 e seus efeitos no Brasil

A crise hídrica de 2021 foi a maior já registrada no Brasil nos últimos 91 anos, segundo a Agência Brasil. Em setembro do ano passado, as principais hidrelétricas operavam com menos de 20% da sua capacidade total.

Isso ocorreu por conta do baixo volume de chuvas e falta de recursos nos reservatórios, levando o País a gastar todas as alternativas disponíveis para manter o abastecimento nacional.

Essa situação levou ao acionamento das termelétricas e outras opções energéticas, a fim de reduzir o vínculo de necessidade com as usinas hidrelétricas.

No entanto, essa condição gerou uma nova dependência de GNL. Em 2021, o Brasil importou cerca de 26 milhões de m3 /dia de gás natural, o que correspondeu a 28% de toda a demanda de gás no ano, de acordo com dados do boletim mensal do Ministério de Minas e Energia (MME).

Por outro lado, essa condição não poderia se manter em 2022, por conta dos eventos internacionais que estão acontecendo.

Os conflitos entre Ucrânia e Rússia encerram o fornecimento de gás natural que o país russo realizava, levando a crises na Europa e a busca por alternativas de abastecimento.

Um dos países que passou a atender essa demanda foi os Estados Unidos, mesmo fornecedor para o Brasil.

O mercado de importação de GNL no atual cenário, segundo Eduardo Navarro Antonello

De acordo com Eduardo Navarro Antonello, fundador da Golar Power e da Macaw Energies, a procura por alternativas de abastecimento deve ser vista como uma prioridade para o país.

“É estratégico que o Brasil desenvolva alternativas de originação, escoamento, armazenamento, transporte e distribuição de energia nesse cenário. O cenário nacional é muito positivo para que isto se consolide, colocando o país à frente de potências como EUA e China quando se trata do preço de energia tanto no transporte quanto em processos industriais, afirma o consultor e especialista energético.

Com a crise hídrica, o Brasil chegou a negociar, em média, 10 milhões de metros cúbicos por dia (m3 /dia) de GNL. Esse volume foi responsável por atender 15% da demanda total do País entre janeiro e junho de 2022. Enquanto isso, por falta de escoamento e distribuição, acabamos tendo que parar a produção doméstica que poderia ser significativamente mais barata.

Entretanto, com o aumento de preços causado pela guerra na Ucrânia, o Brasil tem enfrentado contratos mais caros e obviamente repassado os custos aos consumidores, além dos acréscimos de frete.

Por esse motivo, especialistas afirmam que o País deve aprender a lição é aproveitar o momento para desenvolver alternativas quando nos depararmos com novas crises hídricas.

O que esperar do mercado energético brasileiro no futuro?

A expectativa do mercado energético brasileiro é se recuperar da crise hídrica de 2021 e encontrar outras opções para a dependência de GNL importado.

O momento é oportuno para desenvolver mecanismos de fomento que otimizem a produção, escoamento e utilização do gás natural produzido no pré-sal, assim como o Biogás produzido em aterros sanitários no agronegócio.

Ao incentivar a produção doméstica e reduzir gargalos de infraestrutura, o Brasil pode não apenas eliminar sua dependência de compra, como também se tornar um fornecedor global.

Dessa forma, vale a pena acompanhar a atualização de especialistas e monitorar as movimentações do mercado nos próximos meses.

Oeste baiano concentra um dos mais modernos polos agroindustriais do país

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Oeste baiano concentra um dos mais modernos polos agroindustriais do país

Confira como o oeste baiano concentra um dos mais modernos polos agroindustriais do país

Com o investimento em tecnologia e os resultados positivos de fazendas como o Agronegócio Estrondo, o Oeste da Bahia se tornou um dos pólos agroindustriais mais importantes para o Brasil.

Ele é responsável por parte considerável da produção de grãos do país, além de contribuir para o destaque nacional no mercado de exportações.

Com as previsões dos próximos meses indicando um crescimento ainda mais positivo, vale a pena conhecer um pouco sobre a região e a sua importância para o cenário do agronegócio.

Veja a seguir mais detalhes sobre como a Bahia se tornou um pólo agroindustrial e os números projetados para as safras 2022.

O crescimento do Oeste da Bahia

O Oeste da Bahia começou a crescer no agronegócio em torno dos anos 1980, com a baixa no preço das terras e o início da expansão agrícola. 

Embora a região tenha sido importante nos anos anteriores, com o início das produções de cana-de-açúcar, seu solo era considerado difícil de plantar. No entanto, atraiu diversos brasileiros para as cidades do interior, quando tinham apenas algumas comunidades rurais. Isso foi graças, principalmente, a alguns investimentos que o governo federal promoveu na infraestrutura do lugar, ao longo dos anos.

Com um clima favorável e trabalhadores dispostos, foi possível adaptar o plantio para alguns grãos, como o milho e a soja, que se destacaram na localidade. Em três décadas, o Oeste da Bahia passou de 300 hectares para cerca de 70 mil voltados para cultivo.

Atualmente, concentra vários dos municípios agrícolas mais ricos do país, resultado do investimento de empresas e fazendas como o Agronegócio Estrondo, que implementaram novas tecnologias na região ao longo dos anos.

Por conta da sua estrutura, este pólo agroindustrial não sentiu os impactos econômicos da pandemia de Covid-19, mantendo suas exportações com o dólar em alta. 

Em 2022, a região contribuiu para o PIB brasileiro com crescimento de 5,7% no primeiro trimestre, sendo um dos únicos setores a terem desempenho positivo.

Principais cidades do Oeste da Bahia

O polo agroindustrial concentrado no oeste baiano conta com alguns municípios principais, incluindo:

  • Formosa do Rio Preto;
  • Riachão das Neves;
  • Luís Eduardo Magalhães;
  • Barreiras;
  • São Desidério;
  • Correntina;
  • Jaborandi;
  • Cocos;
  • Baianópolis.

A área ocupada pelo cerrado baiano é de aproximadamente 9,1 milhões de hectares, dos quais 5,5 ha são terras agricultáveis, segundo informações do Governo da Bahia.

Nessa região, apenas o algodão herbáceo e a soja representam quase 80% do valor de produção dos grãos. 

Formosa do Rio Preto e São Desidério detêm, respectivamente, 31% e 22% do total dos plantios. Recentemente, os municípios expandiram ainda mais seus territórios, por conta da ação da fazenda Agronegócio Estrondo, que contribuiu para o aumento dos hectares e construiu estradas para conectar as regiões.

Cidade do agronegócio: as maiores produções do Oeste da Bahia

Segundo o SEI (Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia), previsões estimam que a produção de cereais na Bahia pode chegar a 11,37 milhões de toneladas em 2022, representando um crescimento de 8,2% na comparação com a safra 2021. Este será o maior resultado da série histórica do levantamento.

Os plantios em larga escala se concentrarão na soja, milho e algodão, além de ampliar os hectares de café, arroz e feijão.

Para a safra 2025/2026, as projeções apontam uma produção de 129,2 milhões de toneladas de soja, representando um acréscimo de 35,1%, além de aumento de 60% na produção de milho.

Na safra 2021/2022, esse aumento já foi evidenciado, especialmente na fazenda Agronegócio Estrondo, responsável por 44 mil toneladas da produção de milho.

Quais as expectativas para o polo agroindustrial do oeste da Bahia?

Nos próximos meses, é possível esperar um crescimento ainda maior desse pólo agroindustrial, principalmente pelos recentes investimentos na região.

As fazendas que compõem o Agronegócio Estrondo, além de aumentar o número de hectares para se manter entre os principais produtores, também estão revitalizando e construindo estradas que ligam os principais municípios.

Assim, o transporte das safras poderá ser feito com ainda mais segurança, permitindo que as cidades do oeste da Bahia continuem em destaque nacional.

Distribuição de brinquedos marca Dia das Crianças na zona rural de Formosa do Rio Preto

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Distribuição de brinquedos marca Dia das Crianças na zona rural de Formosa do Rio Preto

Distribuição de brinquedos marca Dia das Crianças na zona rural de Formosa do Rio Preto

O Dia das Crianças em Formosa do Rio Preto foi marcado pela distribuição de brinquedos. A campanha “Outubro Feliz – Doe Brinquedos e Ganhe Sorrisos” acontece desde 2017 em parceria com voluntários da região.

Ações como essa podem transformar a vida de diversas crianças e jovens que residem no Oeste da Bahia. Um dos apoiadores desse projeto é o empreendimento Agronegócio Estrondo.

Veja mais detalhes sobre a campanha e qual o impacto de ações como as do Agronegócio Estrondo.

Campanha Outubro Feliz é realizada há 5 anos

A campanha “Outubro Feliz – Doe Brinquedos e Ganhe Sorrisos” acontece desde 2017, com o apoio do Agronegócio Estrondo em parceria com voluntários da região.

Em 2022, a distribuição atingiu números recordes, arrecadando e presenteando mais de dois mil brinquedos na Zona Rural do município de Formosa do Rio Preto (BA). 

Os participantes se dividiram em três equipes e fizeram as doações nas principais comunidades do local, incluindo: 

  • Morrinhos;
  • Lagoa;
  • Canadá;
  • Agrovila Novo Horizonte;
  • e outras.

A campanha surgiu como iniciativa da 86ª CIPM/BA e contou com o apoio do Agronegócio Estrondo juntamente de outros agricultores, incluindo a CDL Formosa do Rio Preto e o Lar Espírita Joanna de Ângelis.

Instituições civis e o comércio local também participaram da arrecadação, e os moderadores de diversas regiões vizinhas participaram no Dia das Crianças de 2022.

Por que é tão importante doar?

A doação de brinquedos para comunidades carentes é uma prática importante para o desenvolvimento infantil.

Além de evitar o acúmulo de bens, o desapego também molda o lado emocional das crianças, que aprendem habilidades como empatia, solidariedade e altruísmo. Esses valores contribuem para um convívio pacífico e saudável em sociedade.

Enquanto isso, também são o combustível de ações solidárias como as realizadas em Formosa do Rio Preto, município localizado no Oeste da Bahia.

Para incentivar, é importante praticar o exemplo, e permitir que a criança tenha contato com as doações desde a primeira idade.

Os pais também devem conversar com os filhos, para que eles entendam a ação e se sintam motivados a participar.

Outra estratégia é renovar o ambiente em que a criança está inserida, como a decoração do quarto e a substituição de brinquedos, para que ela engaje a doação.

Novas doações para o Natal e início do ano letivo de 2023 

Além do Dia das Crianças, o grupo responsável pela promoção já começou a programar novas arrecadações para o Natal e durante o início do período escolar, com a doação de kits.

Outros projetos sociais desenvolvidos no Oeste Baiano

As doações do Dia das Crianças não são o único projeto social desenvolvido em Formosa do Rio Preto.

Graças ao apoio de empresas como o Agronegócio Estrondo é possível promover outras campanhas de apoio às comunidades carentes, como o projeto “Do Tatame Para a Vida”, que ensina jiu-jitsu para crianças e jovens da comunidade.

Essas iniciativas oferecem mais oportunidades de vida e bem-estar para grupos sociais em situação de vulnerabilidade na zona rural.

Por que apoiar campanhas de doação?

O apoio às campanhas de doação para comunidades carentes é fundamental para manter os projetos de ajuda ativos, mudando a vida de centenas de crianças e jovens.

Assim, é fundamental que corporações sigam o exemplo do Agronegócio Estrondo e ofereçam suporte para essas ações na Bahia e em todo o País.

Vazamentos em tubulações Nord Stream devem fazer Europa buscar independência energética permanente

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Vazamentos em tubulações Nord Stream devem fazer Europa buscar independência energética permanente

Saiba mais sobre os vazamentos no Nord Stream, a crise energética na Europa e as oportunidades para o Brasil

Vazamentos ainda não explicados nos gasodutos Nord Stream 1 e 2 devem fazer com que a Europa busque independência energética permanente.

É isso que apontam especialistas ao avaliarem a situação dos principais condutores que ligam a Rússia à Alemanha, cujo acidente foi registrado no final de setembro. 

Embora alguns governos europeus estejam reavaliando suas posições geopolíticas perante a Rússia, cogitando voltar atrás nos embargos para retomar o fornecimento de gas natural russo, os danos causados nos gasodutos podem não tornar isso possível. 

Entenda mais sobre o caso Nord Stream e veja a opinião de especialistas sobre o assunto quanto à busca pela independência energética na Europa após o ocorrido.

Quais são as causas dos vazamentos nas tubulações Nord Stream? 

A Europa ainda está tentando determinar a causa dos vazamentos nas tubulações Nord Stream, que estavam inativas desde setembro de 2022, por conta do impasse energético com a Europa devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Os vazamentos não representam ameaça à oferta energética, visto que a Rússia já não estava fornecendo gás pelas tubulações, e especialistas indicam que o impacto ambiental será limitado, embora a recuperação da atividade possa levar mais de 1 ano, como indica o portal G1. Especialistas apontam que os consertos podem não acontecer.

“Após os enormes danos causados nos dutos, um retrocesso nos embargos de nada adiantaria num curto prazo, visto que o reparo seria custoso e muito demorado”, explica Eduardo Antonello, consultor de energia.

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, também cogitou uma ação criminosa para causar os vazamentos na Nord Stream. No entanto, as autoridades ainda estão avaliando a situação, e não existem informações que confirmem essa hipótese.

A crise energética e os conflitos entre Rússia e Ucrânia 

Os vazamentos da Nord Stream são apenas um dos capítulos na crise energética recente que vem sendo vivenciada na Europa.

Essa situação vem se alastrando desde o início dos conflitos entre a Rússia e a Ucrânia, que prejudicou o abastecimento de gás natural para os demais países, uma vez que as produtoras russas eram as principais responsáveis pelo fornecimento.

Com a guerra instaurada entre os dois territórios, diversos locais da Europa passaram a vivenciar momentos de crise energética, que inclusive, impactaram no mercado de GNL. O acidente na Nord Stream irá apenas reforçar a situação instável vivenciada entre os países.

“Após esse incidente, provavelmente a relação entre a Rússia e a Europa nunca mais será a mesma, e independente da postura dos novos governantes a Europa vai ter que buscar independência energética de forma permanente”, comenta Eduardo Antonello.

Agora, a Europa busca outros fornecedores de GNL, uma diversificação estratégica importante para administrar a crise.

Novas oportunidades para o Brasil

A busca por novos fornecedores, inclusive internacionais, é uma oportunidade interessante para o Brasil, que pode se consolidar no mapa internacional.

Para Antonello, esse é o momento de uma aproximação estratégica entre a Europa e o mercado brasileiro.

Embora o país apenas importe GNL no momento, a conclusão do gasoduto Rota 3, Rota 4, SEAL, BMC-33 entre outros em desenvolvimento, o Brasil poderá ter um aumento significativo na produção e consequentemente poderia se tornar um exportador.

“Somente como referência, nos níveis atuais de preço de GNL, se o Brasil vendesse esses 70 milhões de m3 de gás sendo atualmente injetados a um preço de USD 30/mmBtu, isso representaria um faturamento bruto anual de USD 30 bilhões de dólares.Ou seja, praticamente o mesmo volume financeiro proveniente da venda projetada de minério de ferro para 2022”, explica o especialista em energia.

O que esperar dos próximos meses?

Para os próximos meses, o cenário espera uma conclusão quanto aos vazamentos da Nord Stream, indicando um possível culpado ou os motivos que levaram ao rompimento das tubulações.

No entanto, de forma paralela, é possível aguardar uma movimentação mais intensa no mercado de GNL, sendo uma oportunidade interessante para o Brasil se aproximar de grandes compradores, como indicam especialistas.

Assim, vale a pena acompanhar o cenário e se atentar para o desdobramento de novas relações comerciais.

4 maneiras de tornar o ensino mais atraente usando tecnologia

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4 maneiras de tornar o ensino mais atraente usando tecnologia

Descubra 4 maneiras de tornar o ensino mais atraente usando tecnologia 

O uso da tecnologia na educação já está se tornando realidade, e atuantes da área, como a mestre e especialista em Educação Claudia Vieira Levinsohn, incentivam cada vez mais essa prática.

Com os avanços digitais, foi possível desenvolver uma série de facilidades que ajudam os estudantes a aprimorar seu conhecimento.

No entanto, algumas instituições e educadores podem ter dificuldade de introduzir essas modernidades no ensino. Nesse caso, vale a pena conferir algumas dicas que podem promover uma educação mais tecnológica e acompanhar as novas tendências do futuro. 

Confira mais detalhes a seguir.

A importância de usar tecnologia na educação

Utilizar a tecnologia na educação pode ser a porta de entrada para oportunidades de um ensino mais inclusivo, acessível e moderno. Equipamentos virtuais e conexão com a internet são apenas algumas das ferramentas que facilitam as práticas de aprendizado, tornando-as mais simples.

Além disso, na opinião de Claudia Vieira Levinsohn, é fundamental que o ensino acompanhe as tendências dos jovens, que estão cada vez mais conectados.

Dessa forma, será possível manter o interesse pelo conhecimento da parte dos alunos, enquanto as rotinas de ensino ficam mais instigantes e, ao mesmo tempo, são oferecidos mais recursos para os profissionais que atuam na educação.

Como a tecnologia pode ser aplicada no ensino

Atualmente, a  tecnologia é algo vital em nossas vidas, e não poderia ser diferente na educação. Mas, como usá-la nesse setor? Existem algumas formas de aplicação que a tornam mais acessível e prática para alunos e professores. Veja abaixo as principais maneiras de integrar essas duas áreas.

Leituras on-line

Introduzir a leitura on-line é uma forma simples de unir tecnologia e educação, aproveitando recursos gratuitos presentes na internet e dos dispositivos. Diversos aparelhos possuem suporte para materiais adicionais, que complementam o conteúdo, como fotos e vídeos.

Além disso, contamos com a facilidade de se ler em computadores, smartphones ou tablets, ampliando o acesso dos estudantes, ao passo que torna a atividade mais dinâmica. 

Aplicativos

O uso de aplicativos para o aprendizado já é uma realidade no cenário educacional. Existem vários programas desenvolvidos para auxiliar os estudantes, inclusive propostos pelo Governo Federal.

Por meio de plataformas interativas, os alunos podem não apenas aprender a teoria, como colocar os conhecimentos em prática e ter um ensino mais integrado, que reforça o conteúdo e contribui para manter o interesse na matéria.

Utilize as redes sociais para fins pedagógicos

É fato que as redes sociais já se tornaram parte da realidade de alunos e educadores. Por isso, é possível integrar tecnologia e educação usando esses meios. Diversas instituições usam esses canais para se comunicar com o público, divulgar atividades ou tirar dúvidas em momentos de ensino.

Além disso, é uma forma acessível e de amplo alcance para que pessoas comprometidas com a causa, como Claudia Vieira Levinsohn, utilizem sua influência para divulgar conteúdos educativos e de conscientização.

Procure unir a diversão ao aprendizado

Ainda, uma forma interessante de unir tecnologia e educação é propor mais diversão nas formas de aprendizado.

Isso pode ser feito por meio de aplicativos e plataformas interativas, ou até mesmo por meio de jogos eletrônicos que prendem a atenção dos alunos, tornando as atividades mais prazerosas.

Os equipamentos digitais são dinâmicos, e trazem diversas possibilidades de elaborar atividades divertidas, que prendam a atenção do público e incentivam os estudos no dia a dia. 

A tecnologia é o futuro da educação? 

A educação já está mudando, e uma das principais causas é a tecnologia. É necessário que essa área acompanhe as tendências digitais, para não se tornar obsoleta e conseguir cumprir seu papel na formação dos estudantes.

Por isso, é possível esperar que as práticas do futuro sigam a modernização do ensino, e é fundamental que educadores e profissionais comecem a integrar esses dois recursos.

Assim, a área continuará sendo inovadora, aproveitando os benefícios que a transformação digital pode oferecer. Essa é a recomendação de inúmeros especialistas, como Claudia Vieira Levinsohn e outros profissionais.

Celse é vendida por 6,7 bilhões para a Eneva

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Celse é vendida por 6,7 bilhões para a Eneva

Acordo bilionário entre Celse e Eneva promete revolucionar o mercado brasileiro

Celse é vendida em acordo bilionário com uma das maiores empresas de geração de energia  e exploração de gás natural, fato que promete revolucionar o mercado brasileiro.

O Brasil está em busca de fontes de energia flexíveis que possam compensar a volatilidade da geração renovável, especialmente no Nordeste onde há um exponencial crescimento de usinas eólicas e solares.

Assim, em busca de ampliar sua atuação no mercado de Gás Natural e diversificar seu portfólio de originação, a companhia seguiu com um dos maiores investimentos que o segmento já registrou.

Entenda mais sobre as condições de vendas da Celse e os benefícios que o acordo pode trazer para o Nordeste e o Brasil.

Celse é vendida para a Eneva 

A Eneva divulgou em outubro de 2022 a conclusão da compra da Centrais Elétricas de Sergipe Participações S.A (CELSEPAR).

O acordo foi feito  junto à New Fortress Energy (NFE) e à Ebrasil Energia Ltda, adquirindo 100% das participações acionárias da Usina de Porto de Sergipe por R$6,1 bilhões (cerca de US$1,3 bilhão).

A operação representa um passo fundamental para a companhia ter sua primeira infraestrutura de hub de gás natural liquefeito, contando com terminal e gasoduto que permitirão a comercialização do produto no mercado internao.

Além disso, a Eneva também passou a deter os direitos de expansão da Usina, com um pipeline adicional de 3,2 GW de projetos. 

O processo de compra teve o apoio da Lazard Assessoria Financeira e do consultor Eduardo Antonello, ex-CEO da Golar Power, empresa que implantou o projeto Celse.

Quem é a Celse e quem é a Eneva?

Localizada no litoral de Sergipe, na Barra dos Coqueiros, a termelétrica da Celse tem capacidade de 1,6 GW, sendo uma das maiores plantas a gás na América Latina.

A usina desempenha papel fundamental na segurança energética do Nordeste, pois sua capacidade equivale a 15% da demanda de energia da região. 

Enquanto isso, a Celse é vendida para a Eneva, uma empresa brasileira integrada que atua nos setores de geração, exploração e produção de petróleo e gás natural, além da comercialização de energia elétrica. 

Ela entrou em operação em outubro de 2007 e, desde então, vem atuando em investimentos energéticos por todo o País.

Quais os próximos passos da empresa no setor energético?

A aquisição da Celse reforça a atuação da Eneva no setor de gás natural no Nordeste, que depende dessa fonte para atender a sua demanda de eletricidade. Com a aquisição, será possível ter acesso a outras fontes de gás, como GNL importado. Com os projetos de gasodutos na região, será mais fácil comercializar o produto ao longo de todo litoral.

Além disso, a Eneva também se consolida como uma das maiores fornecedoras privadas do Brasil. Em agosto de 2022, já tinha anunciado a aquisição da Termofortaleza, no Ceará, por R$531,6 milhões, e ganhou o segundo Leilão de Reserva de Capacidade para a Região Norte.

Com a conclusão das negociações a companhia também dá uma passo fundamental para ter seu primeiro hub de gás.

Agronegócio do Oeste Baiano é um dos maiores produtores de grãos do Brasil

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Agronegócio do Oeste Baiano é um dos maiores produtores de grãos do Brasil

Agronegócio do Oeste Baiano é um dos maiores produtores de grãos do Brasil

O Oeste baiano se destacou na produção de grãos na última safra, graças ao investimento de empreendimentos como o Agronegócio Estrondo.

A implementação de novas tecnologias permitiu que a região superasse os desafios da estação e alcançasse resultados positivos nas colheitas.

Isso é fundamental para manter o padrão de exportação do Brasil, um dos maiores do mundo, além do abastecimento interno.

Prossiga com a leitura e confira alguns dos números da última avaliação. Saiba mais sobre a importância da ação de empresas como o Agronegócio Estrondo na produção de grãos da Bahia!

A importância do agronegócio no Oeste da Bahia

O Brasil é um dos grandes produtores globais de milho, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, e o agronegócio do Oeste da Bahia faz parte dos principais colaboradores para esses números.

Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Oeste baiano contribuiu com 10,5 milhões de toneladas da produção de grãos em dezembro de 2021.

Este é, historicamente, o melhor resultado do levantamento, representando um aumento de 4,4% comparado a 2020.

O Agronegócio Estrondo, por exemplo, obteve recordes de colheita, com aumento de 60% na produção, chegando a 44 mil toneladas em suas fazendas. Esses grãos são direcionados para a nutrição de aves, suínos e bovinos, além das exportações.

Clima e dados da produção de grãos na região

De acordo com o Governo da Bahia, as duas safras anuais do milho podem somar 2,6 milhões de toneladas em 2022, representando um aumento de 6,0% na comparação anual. Em relação à área plantada, estimada em 700 mil hectares, o IBGE aponta para uma expansão de 6,0% em relação ao ano passado.

A expectativa é de que os resultados continuem positivos, mesmo que as chuvas do início do ano tenham reduzido a área de plantio da safra principal na região. 

“Esta situação contribuiu para o aumento de doenças ocasionadas pela alta umidade e perda de nutrientes do cereal, o que levou à diminuição da safra que era esperada. Apesar da baixa na produtividade, o resultado da colheita foi compensado pela ampliação da área de plantio”, explica Daniel Ferraz, gerente Administrativo e Financeiro do Agronegócio Estrondo.

A iniciativa fazia parte dos planos de crescimento do empreendimento, que obteve retorno já nas primeiras levas da produção de grãos.

Para os próximos meses, é esperado que as chuvas parem e o clima volte a ficar seco, contribuindo para as plantações da terceira safra. Além disso, o Oeste da Bahia continuará como destaque, pelos hectares reservados para plantio e o número de inovações que vem registrando no setor de agronegócio.

O que mais pode contribuir para a produção de grãos no Oeste da Bahia?

Além do clima favorável, outros fatores podem contribuir com a produção de grãos no Oeste baiano. A revitalização de estradas, promovida pelo Agronegócio Estrondo, por exemplo, é um fator essencial.

O trabalho de terraplanagem e cascalhamento para construção de cinco quilômetros de uma nova estrada ajudará os caminhões a transportarem as safras com mais facilidades e segurança. 

O trecho dará continuidade à BA-458, que liga os municípios de Formosa do Rio Preto e Riachão das Neves (BA), localizadas na região central de cultivo. Ainda, outros 52 km de estrada também serão construídos, promovendo viagens mais seguras de caminhões.

Dessa forma, será possível continuar com números positivos na safra, contribuindo para a alimentação da população, com a fabricação de cereais, e também elevando os totais de exportação.

Colinas Shopping celebra 25 anos e lança trilha sonora especial no Spotify

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Colinas Shopping celebra 25 anos e lança trilha sonora especial no Spotify

Colinas Shopping celebra 25 anos e lança trilha sonora especial no Spotify

Colinas Shopping cria trilha sonora especial no Spotify para celebrar seus 25 anos. O lançamento é apenas uma das novidades anunciadas para comemorar as duas décadas e meia do complexo comercial.

Além de unir tecnologia e inovação em seu evento, a diretoria também reuniu diversas personalidades para prestigiar a festa.

Veja as atrações do Colinas Shopping, fundado por Ronald Levinsohn, realizadas por conta de seu aniversário de 25 anos e confira a trilha sonora que marcou as apresentações.

DJ Rodrigo S. assina trilha sonora com o tema Brasilidades

Outra novidade que esteve presente na comemoração de 25 anos do Colinas Shopping foi uma trilha sonora especial com o tema brasilidades.

Ela foi assinada pelo DJ Rodrigo S. e está disponível para o público na plataforma de streaming Spotify.

As músicas não apenas acompanharam o desfile, como também fizeram parte das demais atrações, preenchendo o ambiente durante todo o evento.

“O uso de uma trilha sonora especial é uma estratégia de marketing sensorial, e usa os sons para fortalecer a identidade da nossa marca. Por isso, gerou uma experiência única, criada especialmente para essa comemoração”, explica Priscilla Levinsohn, diretora de marketing do Colinas Shopping.

Com grande evento, Colinas Shopping comemorou 25 anos!

O Grupo Colinas, fundado em São José dos Campos, em São Paulo, comemorou 25 anos em 2022, e promoveu uma série de eventos para celebrar mais de duas décadas de atuação. Um deles foi um desfile de moda com a presença de celebridades da região. 

Durante o evento, também foi inaugurada oficialmente a Colinas Green Tower, no auditório Ronald Levinsohn, espaço criado em homenagem ao fundador e idealizador do complexo.

O Colinas Shopping é reconhecido em todo o Brasil por sua trajetória, sendo o primeiro a contar com um complexo Cinemark. Além disso, também sediou a turnê “As Quatro Estações”, da dupla Sandy e Júnior, chegando à rota dos grandes circuitos culturais. 

Em 2009, abriu o Teatro Colinas, e, em 2010, anunciou sua primeira expansão, com o loteamento Jardim do Golfe.

Já em 2015, inaugurou o hotel Golden Tulip São José dos Campos, que acompanha o Cassiano Restaurante, especialista em culinária portuguesa.

Colinas Fashion 25 anos 

O Colinas Fashion é uma atração que reúne diversas marcas e patrocinadores para promover a moda e as tendências da região.

A primeira edição aconteceu em 1997, dividida em vários dias, com desfiles organizados em sessões diurnas e noturnas, que aconteciam nos corredores do shopping. 

Em 2022, após 25 anos, o Colinas Fashion volta para celebrar este aniversário do grupo em um evento inovador e tecnológico, realizado em apenas uma noite, utilizando uma passarela de 40 metros em todo o piso superior.

O desfile foi transmitido ao vivo oficialmente pelo portal G1, para que outras pessoas pudessem acompanhar.

O evento foi idealizado por Priscilla Levinsohn, e contou com nomes como Luiza Brunet, modelo e empresária que estava presente na primeira edição.

À frente da atração estava Reginaldo Fonseca, consultor de moda, escritor e fundador da Cia Paulista de Moda, trazendo as tendências primavera-verão de 2023.

As comemorações do Colinas Shopping acabaram?

Embora o evento de comemoração dos 25 anos do Colinas Shopping tenha acontecido em setembro, todas as novidades continuam disponíveis.

A trilha sonora e as tendências de moda apresentadas nas atrações, bem como outros anúncios culturais propostos por Priscilla Levinsohn e sua equipe, podem ser acessadas pelo público na internet ou presencialmente.

Assim, os participantes e pessoas que desejarem conferir parte das exclusividades do complexo poderão ter acesso mesmo após as comemorações.

Brasil pode ser alternativa de fornecimento de GNL para a Europa

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Brasil pode ser alternativa de fornecimento de GNL para a Europa

Fornecimento de GNL para a Europa poderia beneficiar o Brasil

 

Com o avanço da crise energética na Europa, o Brasil pode se tornar uma alternativa para o fornecimento de GNL no continente.

Os conflitos entre Rússia e Ucrânia impactaram o abastecimento de países vizinhos, que agora buscam opções para continuarem atendendo a demanda.

Nesse cenário, especialistas apontam que a produção brasileira pode se tornar uma solução para a Europa, e já existem cotações com fornecedores estrangeiros.

Entenda como o fornecimento de GNL pode beneficiar o Brasil, e qual o posicionamento dos governantes europeus frente à crise.

O Brasil pode se tornar uma alternativa de fornecimento de GNL 

O Brasil pode ser uma alternativa de fornecimento de GNL para a Europa, aponta o consultor Eduardo Antonello, fundador da Golar Power e da Macaw LNG. 

Para o especialista, uma aproximação junto ao Brasil poderia ser interessante para os europeus, devido a necessidade de diversificação no suprimento de GNL e ao potencial brasileiro.

Como referência, nos níveis atuais de preço de GNL, se o Brasil vendesse 70 milhões de m³ de gás, atualmente injetados a um preço de US$30/mmBtu, isso representaria um faturamento bruto anual de US$30 bilhões de dólares. 

Este é praticamente o mesmo volume financeiro proveniente da venda projetada de minério de ferro para 2022, como indica o consultor.

Assim, embora o Brasil ainda esteja desenvolvendo suas construções e terminais de gás natural, o fornecimento de GNL para a Europa poderia ser uma alternativa.

Crise energética na Europa e a Guerra da Ucrânia

A necessidade de buscar outros fornecedores de GNL no exterior surgiu dos conflitos entre Rússia e Ucrânia. Isso porque a Rússia era a principal abastecedora do continente e com os conflitos, rompeu com a produção quando a União Europeia não apoiou suas investidas. Dessa forma, a Europa passou a sofrer com menos quantidade de GNL para suprir suas necessidades. 

Além disso, recentemente, danos aos dutos Nord Stream, que ligam a Rússia à Alemanha, geraram vazamentos que agravam a crise, principalmente na Alemanha. De acordo com a Folha de São Paulo, os prejuízos são sem precedentes, e comprometeram o principal canal de abastecimento. Nesse cenário, o fornecimento de GNL do Brasil se torna uma solução para a crise, por conta dos terminais a serem construídos e do volume disponível para exportação.

Fornecedores de GNL para a Europa

Em busca de alcançar uma maior independência energética, a Europa já avalia outros fornecimentos de GNL. Em 2021, a UE comprou mais de 155 mil milhões de metros cúbicos de gás russo importado. Contudo, passou a procurar uma maior flexibilidade e diversidade de produtores. Assim, em março de 2022, assinou um acordo com os Estados Unidos para o abastecimento de mais 15 milhões de metros cúbicos de GNL até o final do ano. 

No início de junho, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, viajou para o Oriente Médio, assinando um memorando que aumenta o abastecimento por meio do Egito e de Israel. Entretanto, os acordos são flexíveis, o que significa que existe a possibilidade de utilizar outros fornecedores se os países não cumprirem com as demandas prometidas.

Existe expectativa de aliança com o Brasil?

A aliança com o Brasil para o fornecimento de GNL ainda não foi descartada, e pode ser uma oportunidade de expandir o mercado internacionalmente. Essa aliança iria movimentar bilhões de dólares no cenário nacional, além de incentivar os investimentos em fontes alternativas de energia.

Com isso, seria possível oferecer mais empregos e girar a economia interna, além de aproximar o Brasil de uma das potências globais em termos políticos, financeiros e sociais. Por esse motivo, é importante acompanhar o cenário e não descartar a possibilidade de acordo com o Brasil no futuro.